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		<title>Gospel Translations - User contributions [en]</title>
		<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Special:Contributions/Oliviazambuja</link>
		<description>From Gospel Translations</description>
		<language>en</language>
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		<lastBuildDate>Sun, 19 Apr 2026 17:28:58 GMT</lastBuildDate>
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			<title>The Goal of God's Love May Not Be What You Think It Is/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/The_Goal_of_God%27s_Love_May_Not_Be_What_You_Think_It_Is/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Oliviazambuja: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;amp;nbsp;O Objectivo Do Amor de Deus Pode Não Ser O Aquilo Que Você Pensa Que É&amp;lt;br&amp;gt;As pessoas vão ao Grand Canyon para aumentar a sua auto estima? Provavelmente não. Isto é, no mínimo, uma dica de que as maiores alegrias da vida não vêm de saborear o próprio, mas de ver o esplendor. E no fim nem o Grand Canyon o pode conseguir. Nós fomos feitos para apreciar Deus. &amp;lt;br&amp;gt;Nós fomos todos dobrados para acreditarmos que somos centrais no universo. Como é que seremos curados desta doença destruidora de alegria? Se calhar ao ouvir novamente o quão radical a realidade centrada em Deus de acordo com a Bíblia. &amp;lt;br&amp;gt;Tanto o Velho e o Novo Testamento nos dizem que Deus amando-nos é um meio para nós o glorificarmos. “Cristo tornou-se servo... de modo a que as nações o glorificassem pela sua misericórdia” (Romanos 15:8-9). Deus tem sido misericordioso connosco para que nós o possamos magnificar. Nós vimos isso novamente nas palavras, &amp;quot;No amor [Deus] predestinou-nos para a adopção… para louvor e glória da sua graça”. (Efésios 1:4-6). Noutras palavras, o objectivo de Deus nos amar é para que nós o possamos louvar. Uma outra ilustração dos Salmos 86:12-13: “Glorificarei o teu nome para sempre. Pois grande é a tua misericórdia para comigo.” O amor de Deus é a base. A sua glória é o objectivo. &amp;lt;br&amp;gt;Isto é chocante. O amor de Deus não é Deus fazer muito de nós, mas Deus salvar-nos do egocentrismo para que possamos apreciar fazer muito dele para sempre. E o nosso amor pelos outros não é fazer muito deles, mas ajudá-los a encontrar a satisfação em fazer muito de Deus. O amor verdadeiro tem como objectivo satisfazer as pessoas na glória de Deus. Qualquer amor que acaba no homem é eventualmente destrutivo. Não leva as pessoas para a única alegria eterna, nomeadamente, Deus. O Amor tem que ser centrado em Deus, ou não é amor verdadeiro, deixa as pessoas sem a sua esperança final da alegria. &amp;lt;br&amp;gt;Tomem a cruz de Cristo, por exemplo. A morte de Jesus Cristo é a suprema expressão do amor divino: “Mas Deus prova o seu amor para connosco, em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores” (Romanos 5:8). A Bíblia ainda diz que o objectivo da morte de Cristo foi” para demonstrar a sua [Deus] justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de Deus” (Romanos 3:25). Ultrapassar os pecados cria um problema enorme para a justiça de Deus. Faz com que ele pareça um juiz que liberta os criminosos sem castigo. Noutras palavras, a misericórdia de Deus põe a justiça de Deus em perigo. &amp;lt;br&amp;gt;Portanto para justificar a sua justiça ele não faz o impensável – ele põe o seu Filho para a morte como a penalidade substituta pelos nossos pecados. A cruz faz com que seja claro para todos que Deus não varre o mal para debaixo do tapete do universo. Ele pune Jesus por aqueles que acreditam. &amp;lt;br&amp;gt;Mas tomem nota que este acto de amor tem como centro a reivindicação da justiça de Deus. O amor da Sexta-feira Santa é um amor glorificador para Deus. Deus louva Deus na cruz. Se ele não o fizesse, ele não poderia ser justo e resgatar-nos do pecado. Mas é um engano dizer, “Bem, se o objectivo era libertar-nos, então nós éramos o objectivo essencial da cruz.” Não, nós fomos resgatados do pecado de modo a podermos ver e apreciar a glória de Deus. Este é o objectivo essencial do amor da morte de Cristo. Ele não morreu para fazer muito de nós, mas para nos libertar para apreciarmos Deus para sempre. &amp;lt;br&amp;gt;É profundamente errado para voltarmos a cruz numa prova de que a auto estima é a raíz da saúde mental. Se eu estou perante o amor de Deus e não sentir uma alegria saudável, satisfatória e libertadora a não ser que eu torne esse amor num eco da minha auto estima, então eu sou como um homem que está perante o Grand Canyon e não sente a maravilha satisfatória até que ele traduza o desfiladeiro num caso da sua própria importância. Essa não é a presença da saúde mental, mas sujeição ao próprio. &amp;lt;br&amp;gt;A cura para essa sujeição é para ver que Deus é o único ser do universo para quem a auto exaltação é o acto mais amoroso. Em exaltar-se nele próprio tal como o – Grand Canyon – ele recebe a glória e nós recebemos a alegria. A maior notícia do mundo inteiro é que não há conflito final entre a minha paixão pela alegria e a paixão de Deus pela sua glória. O nó que os une um ao outro é a verdade de que Deus é mais glorificados em nós quando nós estamos mais satisfeitos nele. Jesus Cristo morreu e ressuscitou novamente para perdoar a traição das nossas almas de apreciar Deus para apreciarmos nós próprios. Na cruz de Cristo, Deus resgata-nos da casa dos espelhos e leva-nos até às montanhas e desfiladeiros da sua majestade. Nada nos satisfaz – ou engrandece-o mais. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 10:01:29 GMT</pubDate>			<dc:creator>Oliviazambuja</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:The_Goal_of_God%27s_Love_May_Not_Be_What_You_Think_It_Is/pt</comments>		</item>
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			<title>The Goal of God's Love May Not Be What You Think It Is/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/The_Goal_of_God%27s_Love_May_Not_Be_What_You_Think_It_Is/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Oliviazambuja: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;amp;nbsp;Combater a Descrença em Belém&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Romanos 4:20&amp;lt;br&amp;gt;Nenhuma desconfiança fez Abraão hesitar no que dizia respeito às promessas de Deus, mas ele cresceu mais forte na sua fé dando glória a Deus, totalmente convencido de que Deus conseguia fazer o que ele prometia.&amp;lt;br&amp;gt;Eu espero clarificar nestas mensagens porque é que existimos como igreja e o que quer dizer ao nível mais prático viver pela fé nas promessas de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os Pecados Provêem da Descrença nas Promessas de Deus&amp;lt;br&amp;gt;A convicção por detrás destas séries é que todos os pecados vêm da descrença nas promessas de Deus. Todos os estados pecaminosos dos nossos corações estão em divida para a descrença no super abundante disposição e habilidade para trabalhar connosco de Deus em todas as situações da nossa vida para que tudo se torne para o nosso melhor. Ansiedade, vergonha inapropriada, indiferença, arrependimento, cobiça, inveja, luxúria, amargura, impaciência, desânimo, orgulho – estes são todos brotos da raíz da descrença nas promessas de Deus. Deixem-me ilustrar isso de um texto familiar que tende a baralhar-nos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Amor do Dinheiro&amp;lt;br&amp;gt;Quando Paulo disse em Tiago 6:10, “ O amor do dinheiro é a raíz de todos os males,” o queria ele dizer? Ele não queria dizer que havia uma ligação entre cada atitude pecaminosa e dinheiro – que o dinheiro está sempre na nossa mente quando pecamos. Eu penso que o que ele queria dizer era que todos os males no mundo vêm de um tipo de coração, nomeadamente, o tipo de coração que ama o dinheiro&amp;lt;br&amp;gt;Agora, o que quer dizer amar dinheiro? Não quer dizer para admirar o papel verde ou as moedas castanhas. Para saber o que quer dizer, amar o dinheiro, temos que nos perguntar o que é o dinheiro? Eu responderia a essa pergunta assim: O dinheiro é simplesmente um símbolo que quer dizer recursos humanos.O dinheiro sustém o que podemos receber do homem (não de Deus! “Ó vós os que tendes sede, vinde às águas. E os que NÃO TENDES DINHEIRO vinde, comprai e comei!” Isaías 55:1. Dinheiro é a moeda dos recursos humanos. Portanto o coração que ama o dinheiro é um coração que guarda as suas esperanças, e persegue os seus prazeres, e põe a sua confiança naquilo que os recursos humanos podem oferecer. Portanto o amor do dinheiro é virtualmente o mesmo que a fé em dinheiro – crença (lealdade, confiança, segurança) de que o dinheiro satisfará as suas necessidades e fá-lo-á feliz. &amp;lt;br&amp;gt;Descrença nas Promessas de Deus&amp;lt;br&amp;gt;Portanto o amor ao dinheiro, ou a crença no dinheiro, é o reverso da DESCRENÇA nas promessas de Deus. Tal como Jesus disse em Mateus 6:24 – você não pode servir Deus e o dinheiro. Não pode confiar em Deus e no dinheiro. Crença num é a descrença noutro. Um coração que ama dinheiro – deposita no dinheiro a felicidade, acredita em dinheiro – é ao mesmo tempo não depositar nas promessas de Deus para a felicidade.&amp;lt;br&amp;gt;Portanto quando Paulo nos diz que o amor do dinheiro é a raíz de todo o mal, ele implica que a descrença nas promessas de Deus é a raíz principal de cada atitude pecaminosa no nosso coração.&amp;lt;br&amp;gt;O Objectivo Desta Série&amp;lt;br&amp;gt;Toda a mensagem neste Outono irá ter como objectivo ilustrar esta verdade e confirmá-la e fornecer ajuda prática para combater a raíz da descrença que ameaça crescer nos nossos corações outra vez e mais uma vez todos os dias. No sentido que o ponto principal de cada mensagem será a mesma. Lutar contra o pecado ao lutar contra a descrença nas promessas de Deus. Lutar para a justiça de Deus e amor nas nossas vidas ao lutar para manter a fé nas promessas de Deus.&amp;lt;br&amp;gt;É esta a essência da série. Mas o que eu disse que queria fazer hoje era estabelecer as fundações para estas mensagens e mostrar-vos como se relaciona ao porquê que nós existimos como uma igreja. Portanto deixem-me tentar fazer isso nos minutos que nos restam.&amp;lt;br&amp;gt;Porque É Que Nós Existimos&amp;lt;br&amp;gt;A Igreja Baptista de Belém existe para a glória de Deus. Ele criou-nos para sua glória (Isaías 43:7. Ele predestinou-nos para sermos as suas crianças para sua glória (Efésios 1:6). Ele nomeou-nos para vivermos para a sua glória (Efésios 1:12). Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa, fazei tudo pela glória de Deus (1 Coríntios 10:31).&amp;lt;br&amp;gt;Quer nós falemos da adoração de Belém, de Belém a construir o corpo, de Belém que evangeliza os descrentes, o objectivo final é o mesmo em cada ponto – que Deus seja glorificado. Belém é a visão do grande, sagrado, livre e graciosamente soberano Deus – uma visão de DEUS para ser saboreado na adoração, a visão de DEUS para ser fortalecido na educação, e uma visão de DEUS para ser espalhado no evangelismo e missões. Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas. Glória, pois a ele eternamente Ámen.” &amp;lt;br&amp;gt;(Romanos 11:36). Como É Que Nós Conseguimos A Nossa Razão Para A Existência&amp;lt;br&amp;gt;Agora para o texto da manhã! Romanos 4. Se o objectivo de tudo o que fazemos é glorificar Deus – de ampliar o seu valor, clarificar a sua beleza, exaltar a sua excelência, retratar as suas perfeições – se esse é o nosso objectivo, então Romanos 4:19-21 dá-nos uma visão crucial em como o devemos fazer.&amp;lt;br&amp;gt;A Fé de Abraão na Promessa de Deus&amp;lt;br&amp;gt;Abraão recebeu a promessa de Deus de que ele iria ter um filho quando ele tivesse 100 anos e a Sara estava velha e estéril. A sua resposta, Paulo disse, Deus glorificado.&amp;lt;br&amp;gt;Ele não enfraqueceu na sua fé quando ele considerou o seu próprio corpo, que estava como morto porque ele tinha cerca de cem anos, ou quando ele considerou a esterilidade do útero de Sara [a descrença] o fez hesitar no que dizia respeito às promessas de Deus, mas ele cresceu mais forte na sua fé dando glória a Deus, totalmente convencido de que Deus conseguia fazer o que ele lhe tinha prometido&amp;lt;br&amp;gt;A Visão de Martin Luther&amp;lt;br&amp;gt;Eu espero que concordem que uma das coisas que este texto nos ensina é que nós glorificamos Deus acreditando nas suas promessas. Ouçam Martin Luther, que se agarrou a esta verdade tão firmemente&amp;lt;br&amp;gt;A Fé. Honra-o a quem ele confia com a mais reverente e mais alta consideração desde que o considere como verdadeiro e de confiança. Não há mais nenhuma honra igual para a estimativa da veracidade e justiça de Deus com a qual o honramos a quem confiamos. Por outro lado, não há maneira nenhuma pela qual podemos mostrar maior desdém por um homem do que considerá-lo como falso e iníquo e de ser desconfiados dele, assim como fazemos quando não confiamos nele. (Selecções, página 59) &amp;lt;br&amp;gt;Confiar nas promessas de Deus é a maneira mais fundamental de que podemos conscientemente glorificar Deus. Quando acreditamos numa promessa de Deus, honramos a habilidade de Deus de fazer o que ele prometeu e a sua disposição de fazer o que prometeu e a sua sabedoria de como o fazer.&amp;lt;br&amp;gt;Uma Ilustração de Combater a Descrença&amp;lt;br&amp;gt;Ontem à noite eu tive que combater a ansiedade de que este sermão não iria tomar forma a tempo para a missa desta manhã, porque eu comecei muito tarde. A forma como eu combati esta ansiedade foi acreditar na promessa do 2 Coríntios 12:8 (“A minha graça te basta. O meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.”) E quando eu acredito nessa promessa, a habilidade de Deus me ajudar, a sua sabedoria para me ajudar e a sua disponibilidade para me ajudar foram glorificados. Quando confiamos em alguém, você honra-o ao mais profundo nível&amp;lt;br&amp;gt;Portanto se o objectivo da nossa igreja é glorificar Deus em tudo o que fazemos, temos que fazer com que seja o nosso objectivo em tudo o que fazemos para combater a descrença. Porque nada desonra Deus mais do que não acreditarmos naquilo que ele diz. Ou para pôr isso positivamente, se o objectivo da nossa igreja é glorificar Deus em tudo o que fazemos, então temos que fazer com que seja o nosso objectivo em tudo o que fazemos para acreditarmos nas promessas de Deus. Porque foi quando Abraão acreditou nas promessas de Deus que Deus foi glorificado.&amp;lt;br&amp;gt;Portanto eu tenho esperança que vocês possam ver porque é que eu penso que esta série de mensagens é tão importante para nós. A menos que possamos aprender a viver pela fé nas promessas de Deus, nós iremos falhar no nosso objectivo como uma igreja. &amp;lt;br&amp;gt;A menos que possamos aprender como combater a batalha que sempre ataca a descrença dos nossos corações, nós iremos falhar constantemente em glorificar Deus. E a razão do nosso ser estaria perdida.&amp;lt;br&amp;gt;Três Coisas Sobre A Fé Que Glorificam Deus&amp;lt;br&amp;gt;Agora para estabelecer o palco para as restantes mensagens, deixem-me dizer três coisas sobre esta crença que glorificam Deus. Se parecer muito breve, por favor saibam cada uma destas três coisas que vão ser faladas em cada sermão este Outono. Tudo o que eu quero fazer agora e introduzi-las e começar a dar forma à maneira de pensar da nossa igreja numa certa direcção bíblica. E esperançosamente, ao fazer isto, despertá-los para a confiança de Deus de formas novas.&amp;lt;br&amp;gt;1. É Orientada Para O Futuro&amp;lt;br&amp;gt;A primeira coisa que quero dizer sobre esta crença é isto: Crença que honra Deus quer dizer que depositamos a nossa esperança pela felicidade nas promessas de Deus.&amp;lt;br&amp;gt;Em outras palavras a crença é orientada para o futuro. Confia em Deus para algo no futuro, quer em oito horas ou em 8,000 anos. Esta função de eventos passados (por exemplo, a morte e ressurreição de Cristo pelos nossos pecados) é para suportar a fé nas promessas, que têm a haver com o nosso futuro. Acreditar que Deus morreu pelos nossos pecados de uma vez por todas no passado e que ele se levantou novamente é totalmente crucial para a salvação. Mas a razão porque é crucial é porque a morte e a ressurreição de Cristo é a garantia das promessas de Deus. As pessoas que dizem, “Eu acredito que Cristo morreu pelos meus pecados, e que ele se levantou novamente da morte,” mas não depositam as suas esperanças nas suas promessas no dia a dia – essas pessoas não têm fé que honra o Deus que justifica os pecadores. &amp;lt;br&amp;gt;Voçê pode ver isto no nosso texto. Logo depois de enaltecer Abraão por acreditar nas promessas de Deus nos versos 19 – 21, Paulo diz, &amp;quot;Por isso é que a fé lhe foi calculada para ele como justiça de Deus.&amp;quot; Portanto como é que Abraão se justificou perante a visão de Deus? Porque é que Deus olhou para este homem imperfeito e o contou como um justiceiro perante a sua visão? Resposta: porque ele acreditava nas promessas de Deus. Foi a fé orientada para o futuro que o justificou. &amp;lt;br&amp;gt;Agora leiam adiante na aplicação para nós. Versos 23 – 24, &amp;lt;br&amp;gt;Mas as palavras, &amp;quot;foi calculado para ele,&amp;quot; foram escritas não somente para ele, mas também por nós. Será calculado para nós que acreditamos nele que ressuscitou da morte Jesus nosso Deus. &amp;lt;br&amp;gt;Tomem nota! Não diz, &amp;quot;Não será calculado para nós que acreditamos o facto histórico passado de que Deus ressuscitou Jesus da morte.&amp;quot; Tão totalmente crucial que isso seja! Diz, nós seremos calculados como justiceiros da palavra de Deus se acreditarmos em Deus! Tal como Abrahão confiava em Deus! E este tipo de Deus é o que ressuscitou da morte Jesus para que possamos confiar nele! Para que saibamos que o seu filho vive para fazer a intercessão por si! Para que saiba que ele reina na vitória de todos os seus inimigos. Para que saiba, tal como diz no verso 17, que ele dá vida aos mortos e chama para a existência as coisas que não existem. Ele pode fazer qualquer coisa! Nada é impossível para Deus. Portanto ele é completamente de confiança. &amp;lt;br&amp;gt;Nós não somos justificados por acreditarmos que Jesus morreu pelos pecadores e ressuscitou novamente. Nós justificamo-nos ao depositarmos as nossas esperanças nas promessas de que Deus assegurou e garantiu-nos através da morte e ressurreição do seu Filho. A fé pela qual Deus nos justifica perdoa os nossos pecados, calcula a nossa confiança, é a experiência de estar satisfeito de que Deus virá através de nós de acordo com todas as suas promessas. &amp;lt;br&amp;gt;Essa é a primeira coisa que eu queria dizer sobre a crença: é orientada para o futuro; quer dizer que depositamos a nossa esperança de alegria nas promessas de Deus asseguradas pela morte e ressurreição de Jesus. &amp;lt;br&amp;gt;2. Isso Produz Fruta &amp;lt;br&amp;gt;A segunda coisa que eu quero dizer sobre acreditar nas promessas de Deus é que isso produz o que Paulo chama &amp;quot;trabalho da fé.&amp;quot; Duas vezes, uma vez em Tessalonicenses 1:3 e uma vez em Tessalonicenses 1:11 Paulo refere-se ao &amp;quot;trabalho da fé.&amp;quot; O que ele quer dizer é que é que existe um tipo de dinâmica neste tipo de fé que muda o coração (Actos 15:9) e produz o trabalho do amor. &amp;lt;br&amp;gt;A indicação clara disto é em Gálatas 5:6, &amp;lt;br&amp;gt;Porque em Jesus Cristo, nem a circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas sim a fé que opera por amor. &amp;lt;br&amp;gt;A fé é um poder. Nunca deixa a vida por mudar. Não pode porque aquilo em que depositamos a nossa fé governa sempre a vossa vida. Se depositar a sua esperança em dinheiro, se depositar a sua esperança em prestigio, se depositar a sua esperança no lazer e conforto, se depositar a sua esperança no poder e sucesso, governa as suas escolhas que faz e as atitudes que desenvolve. E assim faz depositarmos a nossa esperança nas promessas de Deus no dia-a-dia. Acreditarmos nas promessas de Deus é a raíz de toda a justice de Deus e amor. &amp;lt;br&amp;gt;Antes disso em Gálatas 2:20 Paulo disse, &amp;lt;br&amp;gt;Já estou crucificado com Cristo. E vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim. E a vida que agora vivo, na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.&amp;lt;br&amp;gt;Paulo viveu toda a sua vida pela fé. Jesus amou-o o suficiente para morrer por ele, e agora Paulo sabia que podia confiar nele, acreditar nele, para tomar conta dele e encontrar todas as suas necessidades (Filipenses 1:19). Quando deposita a sua esperança nas promessas de Deus e na presença de Jesus, você vive de maneira diferente. Você carrega o fruto da justiça de Deus. (Filipenses 1:11). &amp;lt;br&amp;gt;Abençoado é o homem que confia no SENHOR,&amp;lt;br&amp;gt;cuja confiança é no SENHOR.&amp;lt;br&amp;gt;Ele é como uma árvore plantado pela água,&amp;lt;br&amp;gt;que espalha as suas raízes pelo curso da água,&amp;lt;br&amp;gt;e que não teme quando o calor chega,&amp;lt;br&amp;gt;porque as suas folhas permanecem verdes,&amp;lt;br&amp;gt;e não está ansioso no ano da seca,&amp;lt;br&amp;gt;porque não pára de dar frutos. &amp;lt;br&amp;gt;Essa é a segunda coisa a dizer sobre a crença: produz frutos nas nossas vidas. Acreditar nas promessas de Deus não é uma coisa morta e sem frutos. Aquilo em que depositamos a nossa alegria controla a nossa vida.&amp;lt;br&amp;gt;3. Temos Que Combater A Descrença Todos Os Dias&amp;lt;br&amp;gt;A última coisa a dizer é somente uma frase agora. De modo a continuar a acreditar nas promessas de Deus e produzir frutos da fé, temos que combater a descrença todos os dias. Tornarmo-nos em Cristãos é o começo da batalha não o fim. Paulo disse a Timóteo em 1 Timóteo 6:12, &amp;quot;Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado.&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt;De modo a preservar para a vida eterna, temos que combater a boa batalha da fé (1 Coríntios 15:2; Colossenses 1:23; Hebreus 3:14). Essa é a batalha que vamos estudar nas próximas 14 semanas. &amp;lt;br&amp;gt;E eu acredito que Deus nos nomeou este estudo para nós porque ele nos ama e porque ele tem como objective trazer algumas grandes vitórias para as nossas vidas e para a nossa igreja. A razão pela qual eu acredito nas promessas de 1 João 5:4, &amp;quot;Esta é a vitória que ultrapassa o mundo, a nossa fé.&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt;Vamos fazer uma reverência para oração. Cada um de nós nesta sala luta com algum pecado. Pode ser um novo pensamento para nós de que este pecado tem a raíz na descrença. Mas é. E o que eu quero que nós façamos é rezar em silêncio que Deus vos ajude a ver a ligação e depois se dediquem a juntarem-se a mim nas próximas 14 semanas em aprenderem como combater essa descrença e combater o pecado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Sun, 05 Oct 2008 09:59:53 GMT</pubDate>			<dc:creator>Oliviazambuja</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:The_Goal_of_God%27s_Love_May_Not_Be_What_You_Think_It_Is/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Battling Unbelief at Bethlehem/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Battling_Unbelief_at_Bethlehem/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Oliviazambuja: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{InProcess|user=oliviazambuja|date=}}&amp;amp;nbsp;Combater a Descrença em Belém&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Romanos 4:20&amp;lt;br&amp;gt;Nenhuma desconfiança fez Abraão hesitar no que dizia respeito às promessas de Deus, mas ele cresceu mais forte na sua fé dando glória a Deus, totalmente convencido de que Deus conseguia fazer o que ele prometia.&amp;lt;br&amp;gt;Eu espero clarificar nestas mensagens porque é que existimos como igreja e o que quer dizer ao nível mais prático viver pela fé nas promessas de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os Pecados Provêem da Descrença nas Promessas de Deus&amp;lt;br&amp;gt;A convicção por detrás destas séries é que todos os pecados vêm da descrença nas promessas de Deus. Todos os estados pecaminosos dos nossos corações estão em divida para a descrença no super abundante disposição e habilidade para trabalhar connosco de Deus em todas as situações da nossa vida para que tudo se torne para o nosso melhor. Ansiedade, vergonha inapropriada, indiferença, arrependimento, cobiça, inveja, luxúria, amargura, impaciência, desânimo, orgulho – estes são todos brotos da raíz da descrença nas promessas de Deus. Deixem-me ilustrar isso de um texto familiar que tende a baralhar-nos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Amor do Dinheiro&amp;lt;br&amp;gt;Quando Paulo disse em Tiago 6:10, “ O amor do dinheiro é a raíz de todos os males,” o queria ele dizer? Ele não queria dizer que havia uma ligação entre cada atitude pecaminosa e dinheiro – que o dinheiro está sempre na nossa mente quando pecamos. Eu penso que o que ele queria dizer era que todos os males no mundo vêm de um tipo de coração, nomeadamente, o tipo de coração que ama o dinheiro&amp;lt;br&amp;gt;Agora, o que quer dizer amar dinheiro? Não quer dizer para admirar o papel verde ou as moedas castanhas. Para saber o que quer dizer, amar o dinheiro, temos que nos perguntar o que é o dinheiro? Eu responderia a essa pergunta assim: O dinheiro é simplesmente um símbolo que quer dizer recursos humanos.O dinheiro sustém o que podemos receber do homem (não de Deus! “Ó vós os que tendes sede, vinde às águas. E os que NÃO TENDES DINHEIRO vinde, comprai e comei!” Isaías 55:1. Dinheiro é a moeda dos recursos humanos. Portanto o coração que ama o dinheiro é um coração que guarda as suas esperanças, e persegue os seus prazeres, e põe a sua confiança naquilo que os recursos humanos podem oferecer. Portanto o amor do dinheiro é virtualmente o mesmo que a fé em dinheiro – crença (lealdade, confiança, segurança) de que o dinheiro satisfará as suas necessidades e fá-lo-á feliz. &amp;lt;br&amp;gt;Descrença nas Promessas de Deus&amp;lt;br&amp;gt;Portanto o amor ao dinheiro, ou a crença no dinheiro, é o reverso da DESCRENÇA nas promessas de Deus. Tal como Jesus disse em Mateus 6:24 – você não pode servir Deus e o dinheiro. Não pode confiar em Deus e no dinheiro. Crença num é a descrença noutro. Um coração que ama dinheiro – deposita no dinheiro a felicidade, acredita em dinheiro – é ao mesmo tempo não depositar nas promessas de Deus para a felicidade.&amp;lt;br&amp;gt;Portanto quando Paulo nos diz que o amor do dinheiro é a raíz de todo o mal, ele implica que a descrença nas promessas de Deus é a raíz principal de cada atitude pecaminosa no nosso coração.&amp;lt;br&amp;gt;O Objectivo Desta Série&amp;lt;br&amp;gt;Toda a mensagem neste Outono irá ter como objectivo ilustrar esta verdade e confirmá-la e fornecer ajuda prática para combater a raíz da descrença que ameaça crescer nos nossos corações outra vez e mais uma vez todos os dias. No sentido que o ponto principal de cada mensagem será a mesma. Lutar contra o pecado ao lutar contra a descrença nas promessas de Deus. Lutar para a justiça de Deus e amor nas nossas vidas ao lutar para manter a fé nas promessas de Deus.&amp;lt;br&amp;gt;É esta a essência da série. Mas o que eu disse que queria fazer hoje era estabelecer as fundações para estas mensagens e mostrar-vos como se relaciona ao porquê que nós existimos como uma igreja. Portanto deixem-me tentar fazer isso nos minutos que nos restam.&amp;lt;br&amp;gt;Porque É Que Nós Existimos&amp;lt;br&amp;gt;A Igreja Baptista de Belém existe para a glória de Deus. Ele criou-nos para sua glória (Isaías 43:7. Ele predestinou-nos para sermos as suas crianças para sua glória (Efésios 1:6). Ele nomeou-nos para vivermos para a sua glória (Efésios 1:12). Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra coisa, fazei tudo pela glória de Deus (1 Coríntios 10:31).&amp;lt;br&amp;gt;Quer nós falemos da adoração de Belém, de Belém a construir o corpo, de Belém que evangeliza os descrentes, o objectivo final é o mesmo em cada ponto – que Deus seja glorificado. Belém é a visão do grande, sagrado, livre e graciosamente soberano Deus – uma visão de DEUS para ser saboreado na adoração, a visão de DEUS para ser fortalecido na educação, e uma visão de DEUS para ser espalhado no evangelismo e missões. Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas. Glória, pois a ele eternamente Ámen.” &amp;lt;br&amp;gt;(Romanos 11:36). Como É Que Nós Conseguimos A Nossa Razão Para A Existência&amp;lt;br&amp;gt;Agora para o texto da manhã! Romanos 4. Se o objectivo de tudo o que fazemos é glorificar Deus – de ampliar o seu valor, clarificar a sua beleza, exaltar a sua excelência, retratar as suas perfeições – se esse é o nosso objectivo, então Romanos 4:19-21 dá-nos uma visão crucial em como o devemos fazer.&amp;lt;br&amp;gt;A Fé de Abraão na Promessa de Deus&amp;lt;br&amp;gt;Abraão recebeu a promessa de Deus de que ele iria ter um filho quando ele tivesse 100 anos e a Sara estava velha e estéril. A sua resposta, Paulo disse, Deus glorificado.&amp;lt;br&amp;gt;Ele não enfraqueceu na sua fé quando ele considerou o seu próprio corpo, que estava como morto porque ele tinha cerca de cem anos, ou quando ele considerou a esterilidade do útero de Sara [a descrença] o fez hesitar no que dizia respeito às promessas de Deus, mas ele cresceu mais forte na sua fé dando glória a Deus, totalmente convencido de que Deus conseguia fazer o que ele lhe tinha prometido&amp;lt;br&amp;gt;A Visão de Martin Luther&amp;lt;br&amp;gt;Eu espero que concordem que uma das coisas que este texto nos ensina é que nós glorificamos Deus acreditando nas suas promessas. Ouçam Martin Luther, que se agarrou a esta verdade tão firmemente&amp;lt;br&amp;gt;A Fé. Honra-o a quem ele confia com a mais reverente e mais alta consideração desde que o considere como verdadeiro e de confiança. Não há mais nenhuma honra igual para a estimativa da veracidade e justiça de Deus com a qual o honramos a quem confiamos. Por outro lado, não há maneira nenhuma pela qual podemos mostrar maior desdém por um homem do que considerá-lo como falso e iníquo e de ser desconfiados dele, assim como fazemos quando não confiamos nele. (Selecções, página 59) &amp;lt;br&amp;gt;Confiar nas promessas de Deus é a maneira mais fundamental de que podemos conscientemente glorificar Deus. Quando acreditamos numa promessa de Deus, honramos a habilidade de Deus de fazer o que ele prometeu e a sua disposição de fazer o que prometeu e a sua sabedoria de como o fazer.&amp;lt;br&amp;gt;Uma Ilustração de Combater a Descrença&amp;lt;br&amp;gt;Ontem à noite eu tive que combater a ansiedade de que este sermão não iria tomar forma a tempo para a missa desta manhã, porque eu comecei muito tarde. A forma como eu combati esta ansiedade foi acreditar na promessa do 2 Coríntios 12:8 (“A minha graça te basta. O meu poder se aperfeiçoa na fraqueza.”) E quando eu acredito nessa promessa, a habilidade de Deus me ajudar, a sua sabedoria para me ajudar e a sua disponibilidade para me ajudar foram glorificados. Quando confiamos em alguém, você honra-o ao mais profundo nível&amp;lt;br&amp;gt;Portanto se o objectivo da nossa igreja é glorificar Deus em tudo o que fazemos, temos que fazer com que seja o nosso objectivo em tudo o que fazemos para combater a descrença. Porque nada desonra Deus mais do que não acreditarmos naquilo que ele diz. Ou para pôr isso positivamente, se o objectivo da nossa igreja é glorificar Deus em tudo o que fazemos, então temos que fazer com que seja o nosso objectivo em tudo o que fazemos para acreditarmos nas promessas de Deus. Porque foi quando Abraão acreditou nas promessas de Deus que Deus foi glorificado.&amp;lt;br&amp;gt;Portanto eu tenho esperança que vocês possam ver porque é que eu penso que esta série de mensagens é tão importante para nós. A menos que possamos aprender a viver pela fé nas promessas de Deus, nós iremos falhar no nosso objectivo como uma igreja. &amp;lt;br&amp;gt;A menos que possamos aprender como combater a batalha que sempre ataca a descrença dos nossos corações, nós iremos falhar constantemente em glorificar Deus. E a razão do nosso ser estaria perdida.&amp;lt;br&amp;gt;Três Coisas Sobre A Fé Que Glorificam Deus&amp;lt;br&amp;gt;Agora para estabelecer o palco para as restantes mensagens, deixem-me dizer três coisas sobre esta crença que glorificam Deus. Se parecer muito breve, por favor saibam cada uma destas três coisas que vão ser faladas em cada sermão este Outono. Tudo o que eu quero fazer agora e introduzi-las e começar a dar forma à maneira de pensar da nossa igreja numa certa direcção bíblica. E esperançosamente, ao fazer isto, despertá-los para a confiança de Deus de formas novas.&amp;lt;br&amp;gt;1. É Orientada Para O Futuro&amp;lt;br&amp;gt;A primeira coisa que quero dizer sobre esta crença é isto: Crença que honra Deus quer dizer que depositamos a nossa esperança pela felicidade nas promessas de Deus.&amp;lt;br&amp;gt;Em outras palavras a crença é orientada para o futuro. Confia em Deus para algo no futuro, quer em oito horas ou em 8,000 anos. Esta função de eventos passados (por exemplo, a morte e ressurreição de Cristo pelos nossos pecados) é para suportar a fé nas promessas, que têm a haver com o nosso futuro. Acreditar que Deus morreu pelos nossos pecados de uma vez por todas no passado e que ele se levantou novamente é totalmente crucial para a salvação. Mas a razão porque é crucial é porque a morte e a ressurreição de Cristo é a garantia das promessas de Deus. As pessoas que dizem, “Eu acredito que Cristo morreu pelos meus pecados, e que ele se levantou novamente da morte,” mas não depositam as suas esperanças nas suas promessas no dia a dia – essas pessoas não têm fé que honra o Deus que justifica os pecadores. &amp;lt;br&amp;gt;Voçê pode ver isto no nosso texto. Logo depois de enaltecer Abraão por acreditar nas promessas de Deus nos versos 19 – 21, Paulo diz, &amp;quot;Por isso é que a fé lhe foi calculada para ele como justiça de Deus.&amp;quot; Portanto como é que Abraão se justificou perante a visão de Deus? Porque é que Deus olhou para este homem imperfeito e o contou como um justiceiro perante a sua visão? Resposta: porque ele acreditava nas promessas de Deus. Foi a fé orientada para o futuro que o justificou. &amp;lt;br&amp;gt;Agora leiam adiante na aplicação para nós. Versos 23 – 24, &amp;lt;br&amp;gt;Mas as palavras, &amp;quot;foi calculado para ele,&amp;quot; foram escritas não somente para ele, mas também por nós. Será calculado para nós que acreditamos nele que ressuscitou da morte Jesus nosso Deus. &amp;lt;br&amp;gt;Tomem nota! Não diz, &amp;quot;Não será calculado para nós que acreditamos o facto histórico passado de que Deus ressuscitou Jesus da morte.&amp;quot; Tão totalmente crucial que isso seja! Diz, nós seremos calculados como justiceiros da palavra de Deus se acreditarmos em Deus! Tal como Abrahão confiava em Deus! E este tipo de Deus é o que ressuscitou da morte Jesus para que possamos confiar nele! Para que saibamos que o seu filho vive para fazer a intercessão por si! Para que saiba que ele reina na vitória de todos os seus inimigos. Para que saiba, tal como diz no verso 17, que ele dá vida aos mortos e chama para a existência as coisas que não existem. Ele pode fazer qualquer coisa! Nada é impossível para Deus. Portanto ele é completamente de confiança. &amp;lt;br&amp;gt;Nós não somos justificados por acreditarmos que Jesus morreu pelos pecadores e ressuscitou novamente. Nós justificamo-nos ao depositarmos as nossas esperanças nas promessas de que Deus assegurou e garantiu-nos através da morte e ressurreição do seu Filho. A fé pela qual Deus nos justifica perdoa os nossos pecados, calcula a nossa confiança, é a experiência de estar satisfeito de que Deus virá através de nós de acordo com todas as suas promessas. &amp;lt;br&amp;gt;Essa é a primeira coisa que eu queria dizer sobre a crença: é orientada para o futuro; quer dizer que depositamos a nossa esperança de alegria nas promessas de Deus asseguradas pela morte e ressurreição de Jesus. &amp;lt;br&amp;gt;2. Isso Produz Fruta &amp;lt;br&amp;gt;A segunda coisa que eu quero dizer sobre acreditar nas promessas de Deus é que isso produz o que Paulo chama &amp;quot;trabalho da fé.&amp;quot; Duas vezes, uma vez em Tessalonicenses 1:3 e uma vez em Tessalonicenses 1:11 Paulo refere-se ao &amp;quot;trabalho da fé.&amp;quot; O que ele quer dizer é que é que existe um tipo de dinâmica neste tipo de fé que muda o coração (Actos 15:9) e produz o trabalho do amor. &amp;lt;br&amp;gt;A indicação clara disto é em Gálatas 5:6, &amp;lt;br&amp;gt;Porque em Jesus Cristo, nem a circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas sim a fé que opera por amor. &amp;lt;br&amp;gt;A fé é um poder. Nunca deixa a vida por mudar. Não pode porque aquilo em que depositamos a nossa fé governa sempre a vossa vida. Se depositar a sua esperança em dinheiro, se depositar a sua esperança em prestigio, se depositar a sua esperança no lazer e conforto, se depositar a sua esperança no poder e sucesso, governa as suas escolhas que faz e as atitudes que desenvolve. E assim faz depositarmos a nossa esperança nas promessas de Deus no dia-a-dia. Acreditarmos nas promessas de Deus é a raíz de toda a justice de Deus e amor. &amp;lt;br&amp;gt;Antes disso em Gálatas 2:20 Paulo disse, &amp;lt;br&amp;gt;Já estou crucificado com Cristo. E vivo não mais eu, mas Cristo vive em mim. E a vida que agora vivo, na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim.&amp;lt;br&amp;gt;Paulo viveu toda a sua vida pela fé. Jesus amou-o o suficiente para morrer por ele, e agora Paulo sabia que podia confiar nele, acreditar nele, para tomar conta dele e encontrar todas as suas necessidades (Filipenses 1:19). Quando deposita a sua esperança nas promessas de Deus e na presença de Jesus, você vive de maneira diferente. Você carrega o fruto da justiça de Deus. (Filipenses 1:11). &amp;lt;br&amp;gt;Abençoado é o homem que confia no SENHOR,&amp;lt;br&amp;gt;cuja confiança é no SENHOR.&amp;lt;br&amp;gt;Ele é como uma árvore plantado pela água,&amp;lt;br&amp;gt;que espalha as suas raízes pelo curso da água,&amp;lt;br&amp;gt;e que não teme quando o calor chega,&amp;lt;br&amp;gt;porque as suas folhas permanecem verdes,&amp;lt;br&amp;gt;e não está ansioso no ano da seca,&amp;lt;br&amp;gt;porque não pára de dar frutos. &amp;lt;br&amp;gt;Essa é a segunda coisa a dizer sobre a crença: produz frutos nas nossas vidas. Acreditar nas promessas de Deus não é uma coisa morta e sem frutos. Aquilo em que depositamos a nossa alegria controla a nossa vida.&amp;lt;br&amp;gt;3. Temos Que Combater A Descrença Todos Os Dias&amp;lt;br&amp;gt;A última coisa a dizer é somente uma frase agora. De modo a continuar a acreditar nas promessas de Deus e produzir frutos da fé, temos que combater a descrença todos os dias. Tornarmo-nos em Cristãos é o começo da batalha não o fim. Paulo disse a Timóteo em 1 Timóteo 6:12, &amp;quot;Milita a boa milícia da fé, toma posse da vida eterna, para a qual também foste chamado.&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt;De modo a preservar para a vida eterna, temos que combater a boa batalha da fé (1 Coríntios 15:2; Colossenses 1:23; Hebreus 3:14). Essa é a batalha que vamos estudar nas próximas 14 semanas. &amp;lt;br&amp;gt;E eu acredito que Deus nos nomeou este estudo para nós porque ele nos ama e porque ele tem como objective trazer algumas grandes vitórias para as nossas vidas e para a nossa igreja. A razão pela qual eu acredito nas promessas de 1 João 5:4, &amp;quot;Esta é a vitória que ultrapassa o mundo, a nossa fé.&amp;quot; &amp;lt;br&amp;gt;Vamos fazer uma reverência para oração. Cada um de nós nesta sala luta com algum pecado. Pode ser um novo pensamento para nós de que este pecado tem a raíz na descrença. Mas é. E o que eu quero que nós façamos é rezar em silêncio que Deus vos ajude a ver a ligação e depois se dediquem a juntarem-se a mim nas próximas 14 semanas em aprenderem como combater essa descrença e combater o pecado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Sun, 28 Sep 2008 22:59:15 GMT</pubDate>			<dc:creator>Oliviazambuja</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Battling_Unbelief_at_Bethlehem/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Battling Unbelief Together/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Battling_Unbelief_Together/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Oliviazambuja: Combater a Descença Juntos&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;amp;nbsp;{{InProcess|user=oliviazambuja}}Combater a Descrença Juntos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Hebreus 10:19-25; 3:12-14''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Como Eu Prospero no Ministério '''&amp;lt;br&amp;gt;Eu sobrevivo e prospero no ministério porque Deus rodeou-me com pessoas que rezam por mim and que me exortam a pressionar na luta da fé. Se não se sentir apoiado assim na sua fé e no seu trabalho, nós queremos ajudá-lo a mudar isso. A Bíblia ensina-nos que sobreviver e prosperar numa vida de fé e amor depende dos Cristãos em construírem intencionalmente uns nos outros em amor e em estimularem-se uns aos outros ao amor. Sem a intencional construção de fé todos juntos perdemos o nosso zelo, somos desviados de Deus, ficamos endurecidos na falsidade dos pecados, e se alguém não nos agarra (Tiago 5:19, Judas 23, nós tornamos em náufragos a nossa chamada fé e perecemos em descrença. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Eu recebi um postal de um irmão no ministério mais ou menos há uma semana que construiu a minha fé e me deu esperança e coragem para continuar a pressionar. Não era endereçada para mim. Era endereçada para Cristo. Era uma oração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Querido Senhor, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Glorificai-vos, nosso Salvador, ao mover-nos como uma familia de crentes em orações como nunca antes. Possamos encontrar deleite e enriquecimento em novas intimidades de coversação consigo. Possam as nossas igrejas experimentar nova saúde e vitalidade. E concede-nos, por uma liberação do vosso poder através de poderosas intercessões múltiplas, para capturar a influência forte da escuridão no nosso país e à volta do mundo. Que o Vosso nome seja estimado e venerado em todo lado. Conceda orientação especial ao vosso servo João, como ele combate com o discernimento de casos urgentes para o futuro de Belém. Mesmo nas incertezas fornece tal confiança interior da sua Vossa liderança suprema de que a sua paz seja inabalável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Do Vosso servo Bill &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pode acontecer através do correio. Deus quer que isso aconteça pessoalmente cada vez mais. È isso que queremos ver esta manhã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br&amp;gt;'''Combater a Descrença e Lutar a Luta da Fé''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;lt;br&amp;gt;'''A semana passada nós vimos dos romanos 4:20 que a crença – a crença que glorifica Deus – é orientada para o futuro. É um depósito nas promessas de Deus. Todas as promessas de Deus foram compradas por pecadores crentes por um acto que aconteceu no passado, nomeadamente, pela morte e ressurreição de Jesus. Mas Deus – glorificando a CRENÇA não encara meramente esses actos, sustém-se neles, e depois olha em frente para todas as promessas que Jesus nos trouxe, e deposita a sua esperança nas promessas, e põe-se a mexer numa vida de fé. A fé é orientada para o futuro. É uma esperança sentida no coração nas promessas de Deus. &amp;lt;br&amp;gt;Depois vimos que este tipo de crença é a raíz do amor e da justiça de Deus. Gálatas 5:6, “Nem a circuncisão nem a incircuncisão têm virtude alguma, mas sim a fé que opera por amor.” A raíz de todo o amor e bondade é a crença nas promessas de Deus. &amp;lt;br&amp;gt;E nós vimos o lado reverso da sua verdade: que a DESCRENÇA é a raíz de todo o pecado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Que nos levou à conclusão que a prioridade máxima na vida Cristã é aprender a combater a descrença e lutar a luta da fé. Temos que nos livrar da noção de que antes de sermos Cristãos, nós combatíamos pela fé e contra a descrença, mas agora que somos Cristãos podemos relaxar porque a batalha já acabou, eu sou um crente, eu ganhei a batalha. Essa é uma noção errada. Deixa-o muito vulnerável para a subtileza da descrença. No fim da vida de Paulo ele olha para trás para várias décadas de ser um Cristão e diz (em II Timóteo 4:7), “Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.” Ele combateu a luta boa para manter a fé em toda a sua vida Cristã. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br&amp;gt;'''O Papel dos Outros Crentes na Luta da Fé''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;lt;br&amp;gt;'''E uma das maneiras que ele o combateu foi de se rodear com crentes que rezavam por ele e o exortavam. Sabia que Paulo viajava sempre em equipa? Ele não era um solitário. Havia o Barnabás e Silas e Timóteo e Lucas e Aristarco e Marco e Epafras e outros. Uma das vezes que ele foi forçado a ir sozinho a Atenas o seu espírito estava quase quebrado pelo mal devastador que ali havia e ele mandou Timóteo imediatamente ter com ele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Pode ter a ideia de que a fé de Paulo (e a fé de outros ministérios) nunca foi para a necessidade do reforço humano. Mas ouça os Coríntios II, 7:5-7. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque mesmo quando chegamos á Macedónia, a nossa carne não teve repouso algum antes em tudo fomos atribulados – por fora combates temores por dentro. Mas Deus, que consola os abatidos, nos consolou com a vinda de Tito, e não somente com a sua vinda mas também pela consolação de vós, constando-nos as vossas saudades. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo precisava da pareceria dos seus amigos mais chegados que podiam fortalecer a sua fé quando o medo começava a tomar conta da sua vida. Nós precisamos dessa pareceria. Que está por detrás da visão 20:20. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Cinco Pontos nos Hebreus 10:24-25''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''&amp;lt;br&amp;gt;'''Agora vejamos o texto nos Hebreus 10:24-25. Eu quero referenciar cinco pontos breves destes dois versos. &amp;lt;br&amp;gt;Vamos tomar em consideração como estimular os sentimentos de cada um para o amor e bons feitos, não negligenciar em nos encontrarmos juntos, como é o hábito de alguns, mas encorajarmo-nos uns aos outros, e tudo mais como vemos o Dia a chegar cada vez mais próximo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''1. Encontramo-nos Juntos''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós somos comandados a encontrarmo-nos juntos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tipo de encontro em mente parece ser aquele que permite algum tipo de encorajamento mútuo e estimularmo-nos uns aos outros. Não é falar de esgueirarmo-nos meramente para uma missa numa grande igreja e esgueirar-nos outra vez à saída. É falar sobre o tipo de encontro onde dizemos algo para alguém que os ajude a ser mais amorosos e onde alguém nos diz alguma coisa que o ajudará a ser mais amoroso, e o ajude a ter força para mais bons feitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso é que cremos tão fortemente num ministério de grupos pequenos na igreja. Existe “um outro princípio que requer interacção pessoal com pessoas num nível muito significante. Vir adorar numa manhã de domingo - tão importante como isso é – não é o suficiente. Deus quer que nos olhamos de frente uns para os outros para que possamos exortar e encorajar cada um para pressionarmos adiante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro ponto então, é ENCONTRARMO-NOS juntos em grupos mais pequenos. &amp;lt;br&amp;gt;'''2. Evitar o Hábito de Não Nos Encontrarmos''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo ponto é, não entre no hábito de não encontrar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;Este é quase o mesmo do que no ponto #1, mas o verso 25 parece dar-lhe ênfase especial. Por isso eu também quero. Diz, “Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns.” O aviso aqui é que não nos encontrarmos com outros Cristãos neste modo pode tornar-se habitual. Pergunte-se a si próprio agora mesmo: Você está no hábito de vir somente a mais ou menos anónimos, maiores encontros da igreja onde não há necessidade de haver muita interacção pessoal ou responsabilidade? Sente esse estilo de vida confortável agora? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos de vós iriam ter que responder, Sim. Porquê? Porque agora é um hábito. É com isso que se sente confortável agora. De facto, é a sua maneira normal de olhar para a vida Cristã que o que eu estou a dizer agora está a ameaçá-lo. Você não quer que lhe digam que a Bíblia insiste que está fora da vontade de Deus quando não se encontra em qualquer tipo de grupos mais pequenos criados especialmente para remexe-lo para o amor e os bons feitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso o meu segundo ponto é: Não entre no hábito de se encontrar assim. E se agora está nesse hábito, resolva a quebrá-lo este ano. Nós queremos ajudá-lo com a visão 20:20. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3. Aumentar a Frequência e a Seriedade '''&amp;lt;br&amp;gt;O terceiro ponto é que a frequência e a seriedade dos seus encontros deveriam de aumentar assim que o Dia do Julgamento chega mais perto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No fim do verso diz, “… . E tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando tal dia.” Isso é o Dia de Cristo a chegar ao fim da idade. O stress e os problemas e os perigos vão aumentar à medida que a história chega ao fim. Haverá uma maior actividade satânica, maior mal, ameaças maiores à sua fé e amor. &amp;lt;br&amp;gt;Jesus diz em Mateus 24:11-12, “E surgirão muitos profetas falsos e enganarão muitos. E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará.” Por isso é que temos que tomar esta palavra dos Hebreus 10:25 muito seriamente no nosso dia. Se o seu amor vai sobreviver o ataque de Satanás e do mal, tem que se encontrar com aqueles que podem remexe-lo para o amor e bons feitos. Desgraça para aquele que pensa que podem ser os lobos Cristãos solitários à medida que o último dia chega perto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos tornar o nosso encontro em oração e exortar para se mais frequente e mais sério e urgente à medida que vemos a tempestade da tribulação e o mal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4. Dar mais poder ao Amor &amp;lt;br&amp;gt;'''Faça com que o seu encontro com os outros seja especificamente um encontro para dar mais poder ao amor. Dar mais poder ao amor &amp;lt;br&amp;gt;Não seja desintencional quando se encontra com os outros. Não diga somente, a comunhão Cristã é boa, por isso vamo-nos encontrar e falar. É bom. E falar é maravilhoso. Mas as apostas são muito altas hoje em dia para serem assim tão casuais e relaxadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O verso 24 diz, “Considerem-se uns aos outros para estimularem-se uns aos outros para o amor e bons feitos (tradução literária). Existe um objectivo claro. Estamos a encontrarmo-nos para que quando partirmos, teremos mais poder para amar, mais recursos para o amor, mais motivação para o amor, mais sabedoria para o amor e para fazer bons feitos, para que as pessoas vejam os nossos bons feitos, como Jesus disse, e dai glória ao nosso Pai que está no céu. A glória visível de Deus está em risco. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E não há somente um objectivo claro, mas existe um tipo de urgência intencional. A palavra “Considerar” sugere de que venhamos à procura para como podemos especificamente ajudar as outras pessoas a ter poder para amar. Nós somente não fluímos para um encontro 20:20 a pensar em todos os tipos de coisas mundiais. Vimos com uma missão. Nós vimos “a considerar,” à procura, a ver, ouvir. O que é que o David precisa hoje à noite? O que ajudaria o Nöel tornar-se mais forte esta noite? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso o quarto ponto é: Sejam intencionais em encontrarem-se juntos. Tenham objectivos de dar mais poder ao amor e bons feitos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''5. Fortalecer a Fé nas Promessas de Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último ponto na resposta à pergunta: Como é que você pode dar mais poder ao amor e bons feitos? Qual é a raíz do amor? Qual é a raíz da justiça e os verdadeiros bons feitos? A resposta é crer nas promessas de Deus. Por isso o quinto ponto é: Façam o objectivo básico de todos os grupos pequenos para fortalecer a fé nas promessas de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto está implicado no verso 23: “Retenhamos, firmes, a confissão da nossa esperança, porque fiel é o que prometeu. E consideremo-nos uns aos outros para nos estimularmos ao amor.”. Portanto estas duas coisas estão relacionadas muito próximas: Estimularmo-nos uns aos outros, e ajudar cada um a agarrar a esperança nas promessas de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como é que damos mais poder ao amor de alguém para amar e fazer bons feitos em todos os obstáculos que encontrarão em casa e no trabalho? Resposta: construir a esperança deles nas promessas de Deus. O amor cresce na raíz principal da CRENÇA nas promessas de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''O Alvo da Nossa Exortação''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Finalmente olhe para 3:12-13. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tomem cuidado, vede, que nunca haja em qualquer de vós um coração mau e descrente [literalmente: “um coração mau de descrença”] para se apartar do Deus vivo. Antes, exortai-vos, uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama “hoje”, para que nenhum de vós endureça pelo engano do pecado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;Tomem nota cuidadosamente: O alvo da nossa exortação uns nos outros é duplo. Primeiro no verso 12 é o coração mau na descrença. Deveríamos de fazer tudo o que possamos para ajudarmo-nos uns aos outros a combater a descrença no nosso coração. É o mau e pode levar-nos a cair longe do Deus vivo. Segundo, no verso 13 o alvo da nossa exortação é a falsidade do pecado. &amp;quot;… que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A relação entre estes dois é simples: Um coração descrente dá elevação ao pecado. E o pecado é o oposto do amor. Portanto a nossa pauta básica em grupos mais pequenos é clara. Temos que nos ajudar uns aos outros a COMBATER A DESCRENÇA. Temos que nos ajudar uns aos outros a combater a luta da fé. Nenhum de nós está acima desta necessidade. Eu certamente preciso disso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E eu pedia-vos para baixarem as vossas cabeças agora e pedirmos ao Senhor para nos revelar a necessidade disso também, e como é que devem seguir para encontrarem essa necessidade. &amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 13:40:17 GMT</pubDate>			<dc:creator>Oliviazambuja</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Battling_Unbelief_Together/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Light in Dark Places/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/A_Light_in_Dark_Places/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Oliviazambuja: Uma Luz em Locais Escuros&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{InProcess|user=Oliviazambuja|date=}}&amp;amp;nbsp;Uma Luz&amp;amp;nbsp;em Locais Escuros &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Derek W. H. Thomas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“O Espírito Sagrado encorajou os crentes a continuarem a bater palmas pela alegria até ao advento do Redentor prometido,” escreveu John Calvin num comentário sobre os Salmos 47:1-2. Paulo iria concordar entusiasticamente! A escrever duma cela na prisão para a qual ele não tinha conhecimento para fugir sem ser para ser executado, a alegria foi o que lhe veio à mente. É sobre a alegria que a epistola tem significado para os Filipenses. Tanto é a alegria para os Filipenses que George B. Duncan referiu uma vez a isso como “ a vida de regozijar contínuo. O oposto da alegria é a miséria, e miserável é algo que não deveria de ser. Os Reformadores apanharam a centralidade da alegria nos afectos do Cristianismo Quando insistiram que o nosso objective principal na vida é para “ glorificar Deus e aprecia-lo para sempre&amp;quot;. (WSC, Q1). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Os Cristão são tentados, claro, a serem desencorajados e deprimidos pela força incrível de circunstâncias avassaladoras. Mas em tais circunstâncias, temos que dizer a nós próprios de que não temos o direito de nos sentirmos dessa maneira! Paulo, que sabia o que era estar preso, ser espancado e cuspido para cima dele, de estar com frio até aos ossos e ignorado, comanda-nos a apreciar, apesar do que sentimos: “Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos” (Filipenses 4:4).&amp;lt;br&amp;gt;''Retratar a Alegria'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paulo nunca pediu aos outros para fazer o que ele não fazia a ele próprio. É por isso, pelos registos da sua vida, podemos detectar a sua alegria mesmo nas situações mais difíceis e testes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Encarcerado por obediência ao Evangelho, o apóstolo é negado a sua liberdade e dignidade. Ele pode muito bem estar a lidar com ressentimento pessoal das suas circunstâncias. Certamente, os Filipenses estavam com sofrer para compreender a sabedoria disso tudo: que o mais prestável servente de Deus estava confinado numa prisão. Alguns questionavam a sabedoria e a soberania de Deus. Alguns questionavam ambos! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Os sentimentos de Paul podem muito bem ter ditado essa depressão, ressentimento, ou raiva era a resposta certa. Em vez disso, o apóstolo procura o bem nas suas circunstâncias. Como resultado da sua prisão haviam certos membros da guarda prisional de César que tinham sido expostos ao Evangelho. Paulo poderia estar preso mas “ a palavra de Deus não estava amarrada” (2 Timóteo 2:9). Para o apóstolo, o evangelho da guarda Romana era o suficiente para o sofrimento da sua parte. Apesar do seu predicamento difícil, Paulo foi capaz de apreciar porque ele perseguia outra pauta, uma que levava em consideração motivos maiores do que os seus para conforto imediato. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Paulo tinha inimigos que estavam determinados a fazer-lhe mal. De maneira horrível, eram pregadores amigos do Evangelho que tinham inveja do sucesso e popularidade de Paulo. Eles pregavam de modo a agravar o sofrimento de Paulo, supostamente de que pelas suas acções eles “ me poderiam afligir no meu cativeiro” (Filipenses 1:17). Alguns estavam evidentemente muito satisfeitos ver o apóstolo receber o que eles consideravam ser o que ele merecia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Paulo estava à misericórdia do poder judiciário Romano. No primeiro capítulo ele falou na possibilidade da morte (Filipenses 1:20). Mais tarde, ele enaltece isso ao sugerir “ Eu estou para ser servido como uma bebida de oferenda” (2:17) È um conhecimento realístico por parte do apóstolo que o seu trabalho e sofrimento poderiam levá-lo ao martírio. É a deposição apóstolo? Ele está ressentido? De maneira nenhuma! “Eu estou feliz e regozijo com vocês todos,” ele acrescenta.&amp;lt;br&amp;gt;''Encarnar a Alegria'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos definir uma maior claridade de onde vem está alegria por aquilo que Paulo escreve em Filipenses? Duas verdades teológicas trazem a fonte da alegria em foco. Primeiro, Alegria é a união mais trabalhosa com Cristo. Deus criou-nos, e depois ele re-criou-nos em Cristo, de forma a criar relacionamentos profundos e duradouros, eles são a fonte das nossas maiores alegrias. Mas nenhum relacionamento ultrapassa a nossa comunhão com Jesus Cristo no Evangelho. Paulo começou a sua carta para os Filipenses ao Lembrar os seus leitores Cristãos do relacionamento deles com Jesus Cristo: eles estavam “em Cristo” (1:1). Ao fazer isto, Paulo sublinhou a verdade fundamental. Fé, como Jesus lembrou os seus discípulos, é uma crença “em” Cristo (João 14:12). A fé envolve a união na qual dependemos totalmente nos recursos de outros. Esta verdade foi elaborada na analogia da horticultura de Jesus. Ele é o vinho, nós somos os ramos (João 15). Jesus assegura os Seus discípulos: Estas coisas que Eu vos falei, que a minha alegria possa estar em vós, e que a vossa alegria possa ser completa” (v.11). Não era claro se Jesus queria dizer aos seus crentes que eles aram os recipientes da alegria ou o objecto da alegria. Ambos são provavelmente pretendidos. Cristo restaura-nos – quem perdeu toda a alegria – a alegria Ele encontra em nós! E assim como Ele nos vê a carregar o tipo de fruta que deveríamos, claro, a alegria (Gal. 5:22), também o alegra a Ele! Se calhar agora vemos a importância da alegria nas nossas vidas: porque isso faz o coração do nosso Salvador ficar alegre! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Segundo, a alegria flúi do sabor da doçura da graça. A resposta para a miséria é Lembrar-nos onde é que nós estaríamos se estivéssemos afastados da graça de Deus. “”Graça é um som encantador,” escreveu Philip Doddridge, assim ecoando o que os Cristãos sempre sentiram sobre as relações de Deus connosco. A graça é a saudação de abertura e encerramento desta carta Filipenses 1:2; 4:23). E seguindo a saudação de abertura ele diz aos Filipenses de quanta alegria ele sentia quando ele pensava neles, adicionando assim que a razão para a sua alegria “todos vós fostes participantes da minha graça” (1:7). Os Cristãos encontram a sua alegria na maneira como Deus tem lidado com eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;A alegria salta ao sabermos o valor que Deus nos deu. Quando Paulo se tornou num Cristão algo aconteceu-lhe: O seu julgamento do valor que ele punha nas coisas deste mundo mudou. A graça de Deus tornou-se o objecto do seu maior prazer. Por comparação, as bugigangas do mundo que ele reconhecia pela palavra skybala – sensivelmente rendeu-lhe lixo na Versão Base de Inglês, mas “excremento” é mais o ponto principal (3:8). Por comparação ao que Deus lhe tinha dado – a justiça que não era dele – Paulo está constrangido a querer saber mais e mais desta maravilhosa graça de Deus (3:7-10). &amp;lt;br&amp;gt;''Alegria Comandada'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Duas coisas seguem: Primeiro, ao mais longe que conseguimos, temos de conseguir controlar os nossos sentimentos. Existem vários tipos de depressão, para ter a certeza, e alguns são os resultados de desordem complexas físicas e psicológicas. Mas há alturas em que estamos espiritualmente deprimidos sem razão alguma aparente. Existem Alturas em que o melhor a fazer com os nossos sentimentos é desafiá-los: “Porque estas abatida, ó minha alma, e porque te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, ele é a minha salvação da minha face e o meu Deus” (Salmos 42:11). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Porque muitas vezes passamos os nossos dias em miséria e obscuridade, tudo porque não tomamos o que conhecemos como a verdade sobre Deus e o Seu controlo sobre as nossas vidas seriamente. Temos que rezar e pedir a Deus por força para ultrapassar os nossos estados depressivos e melancólicos. Existe tal coisa que é força de vontade que não dobrará perante Deus. Podemos tornar-nos mais duros, recusando ver a boa mão de Deus. É um cancro nos que nos vai destruir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Segundo, não importa em que circunstâncias forem, temos que procurar a interpretação que nos obriga a alegrar-nos. Também temos que nos alegrar nos nossos sofrimentos (Romanos 5:3). Eu penso na história de Horatio Spafford, um homem de negócios em Chicago 1873 que perdeu todos os seus negócios nos fogos de Chicago. Enviou a sua mulher e quarto filhas para Inglaterra no SS. Ville de Havre, ele soube que o navio embateu noutro (o Lochearn a meio do Atlântico com a perda de 261 vidas incluindo as suas quatro filhas. A Sra. Spafford que tinha sido socorrida, enviou-lhe um telegrama que dizia: “Sobrevivi sozinha.” Embarcando no próximo navio para se encontrar com ela, o capitão mostrou-lhe o sitio em que as suas filhas se tinham afogado. Foi nessa altura que ele escreveu estas linhas: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a paz está presente no meu caminho como um rio,&amp;lt;br&amp;gt;Quando as mágoas flúem como ondas do mar,&amp;lt;br&amp;gt;Qualquer que seja o meu lote, Você ensinou-me a dizer,&amp;lt;br&amp;gt;“Está bem, está tudo bem com a minha alma.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é a maneira que Deus quer que nós vivamos. Não temos direito nenhum de pensar que as nossas vidas vão ser livres de qualquer tipo de problemas. Mas em qualquer circunstância, se somos o povo de Deus, estamos assegurados do cuidado e providência de Deus. Ele está a talhar todos os detalhes. Não existem erros com Ele (Romanos (8:32ff)) Todos os momentos da nossa existência são causa suficiente para alegria: O bom e o mal deveriam de integrar juntos para formar a sinfonia aleluia para louvar Deus Todo-poderoso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr Derek W. H. Thomas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 21 Jul 2008 18:08:55 GMT</pubDate>			<dc:creator>Oliviazambuja</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:A_Light_in_Dark_Places/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Why God Tells Us He Delights in His Children/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Why_God_Tells_Us_He_Delights_in_His_Children/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Oliviazambuja: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= http://www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 23 August 2006 |other= |categorytopic= The Love of God |mediatype= Article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Olivia Monteiro|levels= 1| reviewed=Not Reviewed|newtitle= Porque é que Deus nos diz que ele se deleita com as suas crianças}} A pergunta não é se Deus se deleita com as suas crianças. Ele deleita-se. A pergunta é em duplicado: Uma, o que é que existe em nós para ele se deleitar connosco? E duas, porque é que ele nos diz que ele se deleita connosco? Qual é o efeito que ele quer que isso tenha? (Quando eu digo “ Deus,” eu quero dizer tudo o que Deus é para nós em Cristo. Eu quero a Santíssima Trindade, o Deus Cristão.) &amp;lt;br&amp;gt;Primeiro, tome nota de alguns dos textos que falam sobre o deleite de Deus no seu povo e o seu louvor neles. &amp;lt;br&amp;gt;* Sofonias 3:17, “ O Senhor teu Deus, está no meio de ti, poderoso para te salvar; ''ele se deleitará em ti com alegria''.” &amp;lt;br&amp;gt;* Salmos 147:11, “ ''O Senhor agrada-se dos que o temem, e dos que têm esperança no seu amor constante''.” &amp;lt;br&amp;gt;* 1 Pedro 1:6 – 7, “ Em que vós (salvação) grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário, que estejais por um pouco contristados com várias tentações, para que a prova da vossa fé - muito mais preciosa do que o ouro, que se parece e é provado pelo fogo – ''se ache em louvor, e em honra, e glória na revelação de Jesus Cristo''.” &amp;lt;br&amp;gt;* Romanos 2:29, “ Mas é Judeu o que o é no interior, e circuncisão a que é do coração, no espírito, não na letra.''Cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus.” &amp;lt;br&amp;gt;''* 1 Coríntios 4:5, “Portanto, nada julgueis, antes do tempo, antes que o Senhor venha, o qual também trará a luz as coisas ocultas das trevas e manifestará os desígnios dos corações. ''E então cada um receberá de Deus o louvor.”''&amp;lt;br&amp;gt;Para responder ás perguntas acima também necessitamos de ver a verdade de que Deus nos ordena para nos deleitar-mos nele. &amp;lt;br&amp;gt;* Salmo 37:4, “ ''''D''''''eleita-te também no Senhor'', e Ele te concederá que deseja o teu coração.” &amp;lt;br&amp;gt;* Filipenses 4:4, “ ''Regozijai-vos sempre no Senhor''; outra vez digo, Regozijai-vos.”&amp;lt;br&amp;gt;* Romanos 5:2, “ Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça na qual estamos firmes, ''e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.”'' * Salmos 43:4, “Então irei ao altar de Deus, ''do que Deus é a minha grande alegria.”'' * Salmos 70:4, “ Folguem e alegrem-se em ti todos os que te buscam! E aqueles que amam a tua salvação digam continuamente, “''Engrandecido seja Deus''!”” * Salmos 63:3, “Porque a tua benignidade é melhor do que a vida, os meus lábios te louvarão.” &amp;lt;br&amp;gt;Nota: Estes últimos dois textos amostram-nos algo crucial. Um diz que quando amamos a salvação de Deus não dizemos simplesmente, “ A salvação de Deus é grande!” Nós dizemos, “ ''Deus'' é grande” E quando nós experimentamos a benignidade do Senhor, nós não dizemos simplesmente, “ Os meus lábios louvarão a tua benignidade.” Nós simplesmente dizemos, “ Os meus lábios ''te louvarão''!” Noutras palavras, em todos estes textos a ordem é para nos deleitar-mos em Deus, nele próprio, e todas as outras alegrias de que nós gostamos devem levar-nos até Deus como a nossa satisfação final e mais completa. &amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a resposta à nossa primeira pergunta é: ''Na base, o que Deus se deleita em nós é o que nós nos deleitamos nele. &amp;lt;br&amp;gt;''Uma das maneiras de aqui chegar é dizer o mais óbvio: Deus aprova o que está ''correcto''. Ele regozija-se nos nossos pensamentos e acções e em fazer o que está correcto. Portanto devemos perguntar, O que é correcto – no fim de contas? O que faz com que algo esteja “correcto”? A minha resposta é: “''''Justiça” é pensar e sentir e actuar numa maneira que expressa a verdadeira proporção do valor''''''do que é o mais valioso''. Justiça é pensar, sentir, e fazer o que advém da verdadeira percepção do supremo valor de Deus. É ver verdadeiramente, saborear devidamente, e amostrar constantemente na acção o infinito valor de Deus. Portanto, nós estamos a fazer o que está certo quando estamos a''perceber''a verdade do valor de Deus por aquilo que ele é, e ''sentir''em proporção a sua supremacia universal, e a''agir''de meio a expressar o valor supremo de Deus. Isto é o que quer dizer “correcto”. &amp;lt;br&amp;gt;Portanto, quando dizemos que Deus se regozija dos nossos pensamentos, sentimentos e acções naquilo que está correcto, nós queremos dizer que ele se regozija naquilo que vemos, saboreamos e amostramos o seu valor supremo. Deus valoriza o nosso valor por ele. Deus regozija no ''nosso''regojizamento por ele. &amp;lt;br&amp;gt;Agora a segunda pergunta que fizemos acima é: Porque é que ele nos diz isso? Deveríamos ficar alegres por ouvir isso? Sim, deveríamos ficar alegres por ouvir isso. Mas porquê? Qual é a nossa verdadeira alegria em ouvir isso? É possível ouvir isso, e estar contente em ouvir isso, duma maneira devastadora. &amp;lt;br&amp;gt;A verdadeira razão por ficarmos contente naquilo que Deus se regozija do nosso regozijamento nele é porque ''confirma'' ''''que o nosso''''''regozijamento é verdadeiramente em Deus''. Isto prende-nos o olhar mais rapidamente nele e aprofunda a nossa alegria na sua beleza. Mas há uma maneira devastadora de responder ás recomendações de Deus para nós. E se ouvirmos o louvor de Deus e nos afastamos do regozijamento de Deus para nos regozijarmos no regozijamento de Deus por nós? E se ouvirmos o seu louvor como um elogio daquilo que gostamos de verdade, nomeadamente, daquilo que fazemos muito? O que é a verdadeira questão daquilo que nos faz feliz não é Deus propriamente, mas a atenção de Deus, o louvor de Deus? Se essa é a verdadeira razão, então não nos estamos a deleitar em Deus, mas somente a usar o deleite de Deus para receber recomendações. Isso seria devastador. Quando o deleite de Deus em nós atrai-nos para nos deleitar-mos em sermos deleitados, nós estamos a cessar aquilo com que Deus se deleita. &amp;lt;br&amp;gt;O ensino de que Deus se deleita em nós é muito perigoso. Muito verdade. E muito perigoso. A razão por que é tão perigoso é que nós estamos desgraçados e o mais alto prazer da nossa natureza desgraçada não é sexo mas auto-exaltação. A nossa natureza pecadora adora ser louvada por aquilo que somos e por aquilo que fizemos. &amp;lt;br&amp;gt;A solução para isto é para não fazer de Deus o elogiador, e pensar que tudo está bem. Tudo pode não estar bem, mas mortífero. Os louvores de Deus sobre nós far-nos-á bem se nós as ouvirmos como uma confirmação de que nós nos estamos a deleitar nele. O louvor de Deus do nosso deleite em Deus cujo propósito é para nos ajudar em continuar a deleitar-nos em Deus, e não para sermos distraídos por qualquer coisa. Deus perdoo que o seu louvor no nosso deleite nele nos leve para longe de nos deleitarmos nele para sermos deleitados em sermos louvados por ele. &amp;lt;br&amp;gt;Ouçam-me bem. Nós ''deleitamo-nos''em sermos louvados por Deus. Mas não da maneira que uma mente carnal o faria. O louvor de Deus em nós não é a verdadeira razão da nossa alegria. Nós não deveríamos deixar que o seu louvor nos faça distrair de tudo o que ele louva – nomeadamente, o nosso deleite nele. ''''Nós deleitamo-nos em sermos louvados por Deus porque confirma e aumenta a nossa''''''concentração nele, em vez de nos distrair dele''. Até esta aprovação misericordiosa do nosso deleite imperfeito nele torna-o mais belo nele próprio. Possam aqueles que ouvem as palavras, “ Bem feito, bom e fiel servo,” digam, “Tão grande e misericordioso é o nosso Deus!” &amp;lt;br&amp;gt;Essa relação entre aquilo que disse aqui e a doutrina da justificação pela fé é que Deus olha sobre as suas crianças pelas lentes de Cristo imputadas da justiça de Deus. Isso quer dizer duas coisas: Uma que Deus nos contabiliza como perfeitos em Cristo. A outra é que ele ainda nos pode ver a transformar-nos em prática aquilo que estamos ''''''''posicional''''''mente''''em Cristo. A lente da imputação assegura o nosso direito invencível de estarmos ao lado de Deus. Também autoriza Deus a deleitar no nosso deleite perfeito por ele. Isso é, mesmo que estejamos contabilizados como perfeitamente imputados da fé em Cristo, Deus pode ainda ver os nossos pecados e a fruta do Espírito na nossa vida. Por isso é que ele se pode deleitar em níveis maiores ou menores. Nós sabemos isso porque ele reconhece ambas as imputações de justiça (Romanos 4:4-6) e nos disciplina para o pecado na nossa vida (1 Coríntios 11:32). Portanto, o Deleite de Deus no nosso deleite nele varia de proporção para as afeições do nosso coração, mas é possível somente porque Deus nos acusa da perfeita imputação da justiça de Cristo. &amp;lt;br&amp;gt;A desejar convosco para deleitar sem hesitação em Deus. &amp;lt;br&amp;gt;Pastor João.'''&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 15:44:46 GMT</pubDate>			<dc:creator>Oliviazambuja</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Why_God_Tells_Us_He_Delights_in_His_Children/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Why God Tells Us He Delights in His Children/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Why_God_Tells_Us_He_Delights_in_His_Children/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Oliviazambuja: New page: Porque é que Deus nos diz que ele se deleita com as suas crianças &amp;lt;br&amp;gt;A pergunta não é se Deus se deleita com as suas crianças. Ele deleita-se. A pergunta é em duplicado: Uma, o que ...&lt;/p&gt;
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&lt;div&gt;Porque é que Deus nos diz que ele se deleita com as suas crianças &amp;lt;br&amp;gt;A pergunta não é se Deus se deleita com as suas crianças. Ele deleita-se. A pergunta é em duplicado: Uma, o que é que existe em nós para ele se deleitar connosco? E duas, porque é que ele nos diz que ele se deleita connosco? Qual é o efeito que ele quer que isso tenha? (Quando eu digo “ Deus,” eu quero dizer tudo o que Deus é para nós em Cristo. Eu quero a Santíssima Trindade, o Deus Cristão.) &amp;lt;br&amp;gt;Primeiro, tome nota de alguns dos textos que falam sobre o deleite de Deus no seu povo e o seu louvor neles. &amp;lt;br&amp;gt;• Sofonias 3:17, “ O Senhor teu Deus, está no meio de ti, poderoso para te salvar; ele se deleitará em ti com alegria.” &amp;lt;br&amp;gt;• Salmos 147:11, “ O Senhor agrada-se dos que o temem, e dos que têm esperança no seu amor constante.” &amp;lt;br&amp;gt;• 1 Pedro 1:6 – 7, “ Em que vós (salvação) grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário, que estejais por um pouco contristados com várias tentações, para que a prova da vossa fé - muito mais preciosa do que o ouro, que se parece e é provado pelo fogo – se ache em louvor, e em honra, e glória na revelação de Jesus Cristo.” &amp;lt;br&amp;gt;• Romanos 2:29, “ Mas é Judeu o que o é no interior, e circuncisão a que é do coração, no espírito, não na letra. Cujo louvor não provém dos homens, mas de Deus.” &amp;lt;br&amp;gt;• 1 Coríntios 4:5, “Portanto, nada julgueis, antes do tempo, antes que o Senhor venha, o qual também trará a luz as coisas ocultas das trevas e manifestará os desígnios dos corações. E então cada um receberá de Deus o louvor.” &amp;lt;br&amp;gt;Para responder ás perguntas acima também necessitamos de ver a verdade de que Deus nos ordena para nos deleitar-mos nele. &amp;lt;br&amp;gt;• Salmo 37:4, “ deleita-te também no Senhor, e Ele te concederá que deseja o teu coração.” &amp;lt;br&amp;gt;• Filipenses 4:4, “ Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, Regozijai-vos.” &amp;lt;br&amp;gt;• Romanos 5:2, “ Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus.” &amp;lt;br&amp;gt;• Salmos 43:4, “Então irei ao altar de Deus, do que Deus é a minha grande alegria.” &amp;lt;br&amp;gt;• Salmos 70:4, “ Folguem e alegrem-se em ti todos os que te buscam! E aqueles que amam a tua salvação digam continuamente, “Engrandecido seja Deus!”” &amp;lt;br&amp;gt;• Salmos 63:3, “Porque a tua benignidade é melhor do que a vida, os meus lábios te louvarão.” &amp;lt;br&amp;gt;Nota: Estes últimos dois textos amostram-nos algo crucial. Um diz que quando amamos a salvação de Deus não dizemos simplesmente, “ A salvação de Deus é grande!” Nós dizemos, “ Deus é grande” E quando nós experimentamos a benignidade do Senhor, nós não dizemos simplesmente, “ Os meus lábios louvarão a tua benignidade.” Nós simplesmente dizemos, “ Os meus lábios te louvarão!” Noutras palavras, em todos estes textos a ordem é para nos deleitar-mos em Deus, nele próprio, e todas as outras alegrias de que nós gostamos devem levar-nos até Deus como a nossa satisfação final e mais completa. &amp;lt;br&amp;gt;Portanto, a resposta à nossa primeira pergunta é: Na base, o que Deus se deleita em nós é o que nós nos deleitamos nele. &amp;lt;br&amp;gt;Uma das maneiras de aqui chegar é dizer o mais óbvio: Deus aprova o que está correcto. Ele regozija-se nos nossos pensamentos e acções e em fazer o que está correcto. Portanto devemos perguntar, O que é correcto – no fim de contas? O que faz com que algo esteja “correcto”? A minha resposta é: “Justiça” é pensar e sentir e actuar numa maneira que expressa a verdadeira proporção do valor do que é o mais valioso. Justiça é pensar, sentir, e fazer o que advém da verdadeira percepção do supremo valor de Deus. É ver verdadeiramente, saborear devidamente, e amostrar constantemente na acção o infinito valor de Deus. Portanto, nós estamos a fazer o que está certo quando estamos a perceber a verdade do valor de Deus por aquilo que ele é, e sentir em proporção a sua supremacia universal, e a agir de meio a expressar o valor supremo de Deus. Isto é o que quer dizer “correcto”. &amp;lt;br&amp;gt;Portanto, quando dizemos que Deus se regozija dos nossos pensamentos, sentimentos e acções naquilo que está correcto, nós queremos dizer que ele se regozija naquilo que vemos, saboreamos e amostramos o seu valor supremo. Deus valoriza o nosso valor por ele. Deus regozija no nosso regojizamento por ele. &amp;lt;br&amp;gt;Agora a segunda pergunta que fizemos acima é: Porque é que ele nos diz isso? Deveríamos ficar alegres por ouvir isso? Sim, deveríamos ficar alegres por ouvir isso. Mas porquê? Qual é a nossa verdadeira alegria em ouvir isso? É possível ouvir isso, e estar contente em ouvir isso, duma maneira devastadora. &amp;lt;br&amp;gt;A verdadeira razão por ficarmos contente naquilo que Deus se regozija do nosso regozijamento nele é porque confirma que o nosso regozijamento é verdadeiramente em Deus. Isto prende-nos o olhar mais rapidamente nele e aprofunda a nossa alegria na sua beleza. Mas há uma maneira devastadora de responder ás recomendações de Deus para nós. E se ouvirmos o louvor de Deus e nos afastamos do regozijamento de Deus para nos regozijarmos no regozijamento de Deus por nós? E se ouvirmos o seu louvor como um elogio daquilo que gostamos de verdade, nomeadamente, daquilo que fazemos muito? O que é a verdadeira questão daquilo que nos faz feliz não é Deus propriamente, mas a atenção de Deus, o louvor de Deus? Se essa é a verdadeira razão, então não nos estamos a deleitar em Deus, mas somente a usar o deleite de Deus para receber recomendações. Isso seria devastador. Quando o deleite de Deus em nós atrai-nos para nos deleitar-mos em sermos deleitados, nós estamos a cessar aquilo com que Deus se deleita. &amp;lt;br&amp;gt;O ensino de que Deus se deleita em nós é muito perigoso. Muito verdade. E muito perigoso. A razão por que é tão perigoso é que nós estamos desgraçados e o mais alto prazer da nossa natureza desgraçada não é sexo mas auto-exaltação. A nossa natureza pecadora adora ser louvada por aquilo que somos e por aquilo que fizemos. &amp;lt;br&amp;gt;A solução para isto é para não fazer de Deus o elogiador, e pensar que tudo está bem. Tudo pode não estar bem, mas mortífero. Os louvores de Deus sobre nós far-nos-á bem se nós as ouvirmos como uma confirmação de que nós nos estamos a deleitar nele. O louvor de Deus do nosso deleite em Deus cujo propósito é para nos ajudar em continuar a deleitar-nos em Deus, e não para sermos distraídos por qualquer coisa. Deus perdoo que o seu louvor no nosso deleite nele nos leve para longe de nos deleitarmos nele para sermos deleitados em sermos louvados por ele. &amp;lt;br&amp;gt;Ouçam-me bem. Nós deleitamo-nos em sermos louvados por Deus. Mas não da maneira que uma mente carnal o faria. O louvor de Deus em nós não é a verdadeira razão da nossa alegria. Nós não deveríamos deixar que o seu louvor nos faça distrair de tudo o que ele louva – nomeadamente, o nosso deleite nele. Nós deleitamo-nos em sermos louvados por Deus porque confirma e aumenta a nossa concentração nele, em vez de nos distrair dele. Até esta aprovação misericordiosa do nosso deleite imperfeito nele torna-o mais belo nele próprio. Possam aqueles que ouvem as palavras, “ Bem feito, bom e fiel servo,” digam, “Tão grande e misericordioso é o nosso Deus!” &amp;lt;br&amp;gt;Essa relação entre aquilo que disse aqui e a doutrina da justificação pela fé é que Deus olha sobre as suas crianças pelas lentes de Cristo imputadas da justiça de Deus. Isso quer dizer duas coisas: Uma que Deus nos contabiliza como perfeitos em Cristo. A outra é que ele ainda nos pode ver a transformar-nos em prática aquilo que estamos posicional mente em Cristo. A lente da imputação assegura o nosso direito invencível de estarmos ao lado de Deus. Também autoriza Deus a deleitar no nosso deleite perfeito por ele. Isso é, mesmo que estejamos contabilizados como perfeitamente imputados da fé em Cristo, Deus pode ainda ver os nossos pecados e a fruta do Espírito na nossa vida. Por isso é que ele se pode deleitar em níveis maiores ou menores. Nós sabemos isso porque ele reconhece ambas as imputações de justiça (Romanos 4:4-6) e nos disciplina para o pecado na nossa vida (1 Coríntios 11:32). Portanto, o Deleite de Deus no nosso deleite nele varia de proporção para as afeições do nosso coração, mas é possível somente porque Deus nos acusa da perfeita imputação da justiça de Cristo. &amp;lt;br&amp;gt;A desejar convosco para deleitar sem hesitação em Deus. &amp;lt;br&amp;gt;Pastor João.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 13 Feb 2008 14:45:26 GMT</pubDate>			<dc:creator>Oliviazambuja</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Why_God_Tells_Us_He_Delights_in_His_Children/pt</comments>		</item>
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			<title>Quest for Joy/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Quest_for_Joy/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Oliviazambuja: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;À procura da alegria &amp;lt;br&amp;gt;Seis verdades Bíblicas &amp;lt;br&amp;gt;Você sabia que Deus nos ordena para sermos felizes? &amp;lt;br&amp;gt;“Deleita-te, também, no Senhor, e Ele te concederá o que deseja o teu coração” (Salmos 37:4) &amp;lt;br&amp;gt;1) Deus criou-nos para a sua glória &amp;lt;br&amp;gt;“Trazei os meus filhos de longe, e as minhas filhas das extremidades da terra, … quem eu criei para minha glória&amp;quot; (Isaías 43:6-7) &amp;lt;br&amp;gt;Deus criou-nos para ampliar a sua grandeza do mesmo modo que os telescópicos ampliam as estrelas. Ele criou-nos para pôr a sua bondade, a sua verdade, a sua beleza, a sua sabedoria e sua a justiça em exposição. A maior exposição da glória de Deus provém do mais profundo prazer em tudo o que ele é. Isto quer dizer que Deus recebe os louvores e nós recebemos o prazer. Deus criou-nos para que ele seja o mais glorificado em nós quando nós mais satisfeitos estamos com ele. &amp;lt;br&amp;gt;2) Todo o ser humano deve viver para a glória de Deus &amp;lt;br&amp;gt;“ Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10:31). &amp;lt;br&amp;gt;Se Deus nos criou para a sua glória, é claro que devemos viver para a sua glória. O nosso dever provém do seu modelo. Portanto a nossa primeira obrigação é mostrar o valor de Deus por estarmos satisfeitos com tudo o que ele é para nós. Esta é a essência de amar Deus (Mateus 22:37) e por confiar nele (1 João 5:3-4) e por estarmos agradecidos a ele (Salmos 100:2-4). É a raiz de toda a verdadeira obediência, especialmente amar os outros (Colossenses 1:4-5). &amp;lt;br&amp;gt;3) Todos nós falhamos em glorificarmos Deus como deveríamos. &amp;lt;br&amp;gt;“Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus”( Romanos 3:23) &amp;lt;br&amp;gt;O que quer dizer para “ estar destituído da glória de Deus?&amp;quot; Quer dizer que nenhum de nós confiou e estimou Deus do modo que deveríamos. Nós não fomos satisfeitos com a sua grandeza nem caminhamos no seu caminho. Nós procuramos satisfação em outras coisas, e tratamo-las como sendo mais valiosas que Deus, que é a essência da idolatria (Romanos 1:21-23). Desde que o pecado veio para o mundo todos nós temos sido profundamente resistentes em ter Deus como o nosso tesouro mais satisfatório (Efésios 2:3). Esta é uma ofensa terrível para a grandeza de Deus (Jeremias 2:12-13). &amp;lt;br&amp;gt;4) Todos nós estamos sujeitos à justa condenação de Deus &amp;lt;br&amp;gt;“ O salário do pecado é a morte…” (Romanos 6:23). &amp;lt;br&amp;gt;Todos nós diminuímos a glória de Deus. Como? Por fazermos outras coisas acima dele. Pela nossa ingratidão, desconfiança e desobediência. Portanto Deus é justo em deixar-nos de fora do prazer da sua glória para sempre. “Eles padecerão o castigo da eterna destruição e exclusão da presença do Senhor e da glória do seu poder&amp;quot; (2 Tessalonicenses 1:9). &amp;lt;br&amp;gt;A palavra “inferno” é usada no Novo Testamento doze vezes - onze vezes pelo próprio Jesus. Não é um mito criado por pastores sombrios e furiosos. É o aviso solene do Filho de Deus que morreu para entregar os pecadores da sua maldição. Nós ignoramos isto com grande risco. &amp;lt;br&amp;gt;Se a Bíblia parasse aqui a sua análise da condição humana, nós seríamos condenados a um futuro sem esperança. No entanto, não é aqui que pára… &amp;lt;br&amp;gt;5) Deus enviou o seu único filho para fornecer vida e alegria eterna &amp;lt;br&amp;gt;“Aqui está um provérbio de confiança que merece aceitação plena: Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores… (1 Timóteo 1:15) &amp;lt;br&amp;gt;A boa notícia é que Cristo morreu por pecadores como nós. E ele ergueu-se fisicamente dos mortos para validar o poder da salvação da sua morte e para abrir os portões da vida e alegria eterna (1 Coríntios 15:20). Isto quer dizer que Deus pode absolver pecadores culpados e ainda ser justo (Romanos 3:25-26). “Porque Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus&amp;quot; (1 Pedro 3:18). Chegar a casa a Deus é onde a mais profunda e duradoura satisfação é encontrada. &amp;lt;br&amp;gt;6) Os benefícios adquiridos pela morte de Cristo pertence aqueles que se arrependem e nele confiam &amp;lt;br&amp;gt;“”Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados” (Actos 3:19) “Crê no Senhor Jesus e serás salvo” (Actos 16:31). &amp;lt;br&amp;gt;“Arrependimento” quer dizer voltar as costas a todas as promessas enganadoras de pecado. “Fé” quer dizer estar satisfeito com tudo o que Deus nos promete para ser por nós em Jesus. “Aquele que em mim acredita,” Jesus disse, “nunca terá sede” (João 6:35) Nós não merecemos a nossa salvação. Nós não o conseguimos valorizar (Romanos 4:4-5). É pela graça por meio da fé (Efésios 2:8-9). Sendo justificados gratuitamente (Romanos 3:24). Nós o teremos se o apreciarmos mais do que tudo (Mateus 13:44). Quando o fizermos, o objectivo de Deus na criação será realizado: Ele será glorificado em nós e nós seremos satisfeitos nele - para sempre. &amp;lt;br&amp;gt;Isto faz sentido para si? &amp;lt;br&amp;gt;Você deseja este tipo de felicidade que provém da satisfação com tudo que Deus é para si em Jesus? Se assim é, então Deus está a trabalhar na sua vida. &amp;lt;br&amp;gt;O que deve você fazer? &amp;lt;br&amp;gt;Virar as costas ás enganadoras promessas do pecado. Chamar Jesus para o salvar da culpa, do castigo e da escravidão. “ Todo aquele que invocar o nome de Deus será salvo” (Romanos 10:13). Comece a guardar a sua esperança em tudo o que Deus significa para si em Jesus. Quebre o poder das promessas do pecado pela fé na satisfação superior das promessas de Deus. Comece a ler a Bíblia para encontrar as preciosas e muito grandes promessas dele, que o podem libertar (Pedro 1:3-4). Encontre uma igreja crente na Bíblia e comece adorar e cresçam juntos com outras pessoas que adoram Cristo acima de tudo (Filipenses 3:7). &amp;lt;br&amp;gt;A melhor notícia do mudo é que não há conflitos necessários entre a nossa felicidade e santidade de Deus. Estar satisfeito com tudo o que deus é para nós em Jesus amplia-o como um grande Tesouro. &amp;lt;br&amp;gt;“far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há abundância de alegrias, à tua mão direita há delicias perpetuamente. (Salmo 16:11) &amp;lt;br&amp;gt;Extraído de [http://gospeltranslations.org/wiki/À_procura_de_alegria]&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Sun, 06 Jan 2008 17:39:02 GMT</pubDate>			<dc:creator>Oliviazambuja</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Quest_for_Joy/pt</comments>		</item>
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