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		<title>Gospel Translations - User contributions [en]</title>
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		<description>From Gospel Translations</description>
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			<title>Loving God for Who He Is: A Pastor's Perspective/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Loving_God_for_Who_He_Is:_A_Pastor%27s_Perspective/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
|author= John Piper&lt;br /&gt;
|partnerurl= http://www.desiringgod.org&lt;br /&gt;
|partner= Desiring God&lt;br /&gt;
|date= 1 January 1995&lt;br /&gt;
|other= &lt;br /&gt;
|categorytopic= Pastoral Ministry&lt;br /&gt;
|mediatype= article&lt;br /&gt;
|lang= Portuguese&lt;br /&gt;
|editor= n/a&lt;br /&gt;
|translator= Filipe Niel&lt;br /&gt;
|levels= 1&lt;br /&gt;
|reviewed=Not Reviewed&lt;br /&gt;
|newtitle=&amp;quot;Amando a Deus por quem Ele é: Uma Perspectiva Pastoral&amp;quot;&lt;br /&gt;
}}Esta verdade é uma das maiores descobertas que eu fiz ao longo de minha vida: É quando eu sou mais satisfeito em Deus que Ele é mais glorificado em mim. Este é o motor que dirige meu ministério como pastor. Isto afeta tudo o que eu faço. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seja comendo, bebendo ou aconselhando, meu alvo é glorificar a Deus à medida que realizo meu ministério (1 Co. 10.31). O que significa que meu alvo é realizar tarefas (comer, beber, pregar, aconselhar, ou qualquer outra coisa) de maneira a mostrar como a glória de Deus satisfez os desejos do meu coração. Se a minha pregação denúncia que Deus nem sequer supriu minhas próprias necessidades, essa pregação será uma fraude. Se Cristo não é a satisfação do meu coração, irão as pessoas acreditar em mim quando eu anunciar as palavras dEle, “Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim ''nunca terá fome''; aquele que crê em mim ''nunca terá sed''''e'''''&amp;lt;b&amp;gt;”(João 6.35)?&amp;lt;/b&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A glória do pão é que ele satisfaz. A glória da água viva é que ela sacia a sede. Nós não honramos a refrescante, auto-renovável, pura água de uma nascente nas montanhas arrastando baldes de água pra cima a fim de darmos a nossa contribuição pelos açudes nas planícies. Nós honramos a fonte de água nos sentindo sedentos, caindo de joelhos e bebendo com alegria. Então exclamamos satisfeitos, “Ahhhh!” (isso é louvor!); e continuamos a nossa caminhada graças à força provida pela fonte de água (isso é serviço). A fonte na montanha é mais e mais glorificada na medida em que nós somos mais e mais satisfeitos pela água dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tragicamente a maioria de nós foi ensinada que obrigação, não prazer, é a maneira pela qual devemos glorificar a Deus. O que esqueceram de nos ensinar é que o prazer em Deus é a nossa obrigação! Ser satisfeito em Deus não é opcional adicionado aos itens de fábrica das obrigações cristãs. Satisfação em Deus é a mais básica exigência de todas. “Deleite-se no Senhor” (Salmos 37.4) não é uma sugestão, mas uma ordem. O mesmo se aplica a: “Prestem culto ao SENHOR ''com alegria''” (Salmos 100.2); e “''Alegrem-se'' no Senhor” (Fp 4.4). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A responsabilidade do meu ministério é tornar claro aos outros que “O teu amor (do SENHOR) é melhor que a vida” (Salmos 63.3). E se é melhor que a vida, é melhor do que tudo que a vida neste mundo oferece. Isto significa que o que satisfaz não são as bênçãos de Deus, mas a glória de Deus—a glória do seu amor, a glória do seu poder, a glória da sua sabedoria, santidade, justiça, bondade, e verdade.&amp;lt;br&amp;gt;Este é o motivo porque o Salmista, Asafe, exclamou, “A quem tenho nos céus se não a ti? E na terra, nada mais desejo além de estar junto a ti. O meu corpo e o meu coração poderão fraquejar, mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre” (Salmos 73.25-26). Nada na terra—nenhuma das boas dádivas de Deus na criação—poderia satisfazer o coração de Asafe. Só Deus podia. Isto é que estava na mente de Davi quando ele disse ao Senhor, “Tu és o meu Senhor; ''não tenho bem nenhum além de ti''” (Salmos 16.2). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Davi e Asafe nos ensinam, através de seus desejos centrados em Deus, que as bênçãos de Deus na saúde, riqueza e prosperidade não satisfazem. Apenas Deus o faz. Seria presunção não agradecer a Deus por suas bênçãos (“Não se esqueça nenhuma de suas bênçãos!” Salmo 103.2); mas seria idolatria chamar de amor por ''Deus'' as alegrias provenientes ''delas''. Quando Davi disse ao Senhor: “a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita.” (Salmos 11.16), ele quis dizer que proximidade ao próprio Deus é a única experiência totalmente satisfatória no universo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é pelas bênçãos de Deus que Davi anseia desesperadamente. “Como a corsa anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ''ó Deus''. A minha alma tem sede ''de Deus, do Deus vivo''” (Salmos 42.1-2). O que Davi quer experimentar é a revelação do poder e da glória de Deus: “Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água. Quero contemplar-te no santuário e avistar ''o teu poder e a tua glória''” (Salmos 63.1-2). Somente Deus satisfará um coração como o de Davi. E Davi foi o homem Segundo o coração de Deus. Esta é a maneira como fomos criados para ser. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser satisfeito em Deus é a essência do que significa amar a Deus. Em Deus! Amar a Deus irá incluir obedecer todos os comandos; crer em todas as suas palavras; agradecer por todas as suas bênçãos; mas a essência de amar a Deus é desfrutar tudo o que Ele é. Este desfrute de Deus é o que o glorifica mais completamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós todos sabemos isto intuitivamente e pelas escrituras. Nós nos sentimos mais honrados quando servidos por aqueles que o fazem pela força de suas obrigações, ou pelo prazer da comunhão? Minha esposa honrada quando eu digo, “Gastar tempo com você me faz feliz”. A minha alegria é o eco da excelência dela. Com Deus funciona da mesma maneira. Ele é glorificado ao máximo em nós quando somos satisfeitos ao máximo nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum de nós é produto final no processo de satisfação em Deus. Eu caio muitas vezes na murmuração do meu coração quando perco confortos deste mundo. Mas eu tenho experimentado que o Senhor é bom. Pela graça de Deus eu agora conheço a fonte eterna de alegria. E então eu amo gastar meus dias levando pessoas à alegria até elas me dizerem, “Uma coisa pedi ao SENHOR; e é o que procuro: que eu possa viver na casa do SENHOR todos os dias da minha vida,” (Salmos 27:4).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 17:05:26 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Loving_God_for_Who_He_Is:_A_Pastor%27s_Perspective/pt</comments>		</item>
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			<title>Loving God for Who He Is: A Pastor's Perspective/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Loving_God_for_Who_He_Is:_A_Pastor%27s_Perspective/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
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|date= 1 January 1995&lt;br /&gt;
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}}Esta verdade é uma das maiores descobertas que eu fiz ao longo de minha vida: É quando eu sou mais satisfeito em Deus que Ele é mais glorificado em mim. Este é o motor que dirige meu ministério como pastor. Isto afeta tudo o que eu faço. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seja comendo, bebendo ou aconselhando, meu alvo é glorificar a Deus à medida que realizo meu ministério (1 Co. 10.31). O que significa que meu alvo é realizar tarefas (comer, beber, pregar, aconselhar, ou qualquer outra coisa) de maneira a mostrar como a glória de Deus satisfez os desejos do meu coração. Se a minha pregação denúncia que Deus nem sequer supriu minhas próprias necessidades, essa pregação será uma fraude. Se Cristo não é a satisfação do meu coração, irão as pessoas acreditar em mim quando eu anunciar as palavras dEle, “Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim ''nunca terá fome''; aquele que crê em mim ''nunca terá sed''''e'''''&amp;lt;b&amp;gt;”(João 6.35)?&amp;lt;/b&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A glória do pão é que ele satisfaz. A glória da água viva é que ela sacia a sede. Nós não honramos a refrescante, auto-renovável, pura água de uma nascente nas montanhas arrastando baldes de água pra cima a fim de darmos a nossa contribuição pelos açudes nas planícies. Nós honramos a fonte de água nos sentindo sedentos, caindo de joelhos e bebendo com alegria. Então exclamamos satisfeitos, “Ahhhh!” (isso é louvor!); e continuamos a nossa caminhada graças à força provida pela fonte de água (isso é serviço). A fonte na montanha é mais e mais glorificada na medida em que nós somos mais e mais satisfeitos pela água dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tragicamente a maioria de nós foi ensinada que obrigação, não prazer, é a maneira pela qual devemos glorificar a Deus. O que esqueceram de nos ensinar é que o prazer em Deus é a nossa obrigação! Ser satisfeito em Deus não é opcional adicionado aos itens de fábrica das obrigações cristãs. Satisfação em Deus é a mais básica exigência de todas. “Deleite-se no Senhor” (Salmos 37.4) não é uma sugestão, mas uma ordem. O mesmo se aplica a: “Prestem culto ao SENHOR ''com alegria''” (Salmos 100.2); e “''Alegrem-se'' no Senhor” (Fp 4.4). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A responsabilidade do meu ministério é tornar claro aos outros que “O teu amor (do SENHOR) é melhor que a vida” (Salmos 63.3). E se é melhor que a vida, é melhor do que tudo que a vida neste mundo oferece. Isto significa que o que satisfaz não são as bênçãos de Deus, mas a glória de Deus—a glória do seu amor, a glória do seu poder, a glória da sua sabedoria, santidade, justiça, bondade, e verdade.&amp;lt;br&amp;gt;Este é o motivo porque o Salmista, Asafe, exclamou, “A quem tenho nos céus se não a ti? E na terra, nada mais desejo além de estar junto a ti. O meu corpo e o meu coração poderão fraquejar, mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre” (Salmos 73.25-26). Nada na terra—nenhuma das boas dádivas de Deus na criação—poderia satisfazer o coração de Asafe. Só Deus podia. Isto é que estava na mente de Davi quando ele disse ao Senhor, “Tu és o meu Senhor; ''não tenho bem nenhum além de ti''” (Salmos 16.2). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Davi e Asafe nos ensinam, através de seus desejos centrados em Deus, que as bênçãos de Deus na saúde, riqueza e prosperidade não satisfazem. Apenas Deus o faz. Seria presunção não agradecer a Deus por suas bênçãos (“Não se esqueça nenhuma de suas bênçãos!” Salmo 103.2); mas seria idolatria chamar de amor por ''Deus'' as alegrias provenientes ''delas''. Quando Davi disse ao Senhor: “a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita.” (Salmos 11.16), ele quis dizer que proximidade ao próprio Deus é a única experiência totalmente satisfatória no universo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é pelas bênçãos de Deus que Davi anseia desesperadamente. “Como a corsa anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ''ó Deus''. A minha alma tem sede ''de Deus, do Deus vivo''” (Salmos 42.1-2). O que Davi quer experimentar é a revelação do poder e da glória de Deus: “Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água. Quero contemplar-te no santuário e avistar ''o teu poder e a tua glória''” (Salmos 63.1-2). Somente Deus satisfará um coração como o de Davi. E Davi foi o homem Segundo o coração de Deus. Esta é a maneira como fomos criados para ser. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser satisfeito em Deus é a essência do que significa amar a Deus. EM DEUS! Amar a Deus irá incluir obedecer todos os comandos; crer em todas as suas palavras; agradecer por todas as suas bênçãos; mas a essência de amar a Deus é desfrutar tudo o que Ele é. Este desfrute de Deus é o que o glorifica mais completamente.&amp;lt;br&amp;gt;Nós todos sabemos isto intuitivamente e pelas escrituras. Nós nos sentimos mais honrados quando servidos por aqueles que o fazem pela força de suas obrigações, ou pelo prazer da comunhão? Minha esposa honrada quando eu digo, “Gastar tempo com você me faz feliz”. A minha alegria é o eco da excelência dela. Com Deus funciona da mesma maneira. Ele é glorificado ao máximo em nós quando somos satisfeitos ao máximo nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum de nós é produto final no processo de satisfação em Deus. Eu caio muitas vezes na murmuração do meu coração quando perco confortos deste mundo. Mas eu tenho experimentado que o Senhor é bom. Pela graça de Deus eu agora conheço a fonte eterna de alegria. E então eu amo gastar meus dias levando pessoas à alegria até elas me dizerem, “Uma coisa pedi ao SENHOR; e é o que procuro: que eu possa viver na casa do SENHOR todos os dias da minha vida,” (Salmos 27:4).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 17:03:38 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Loving_God_for_Who_He_Is:_A_Pastor%27s_Perspective/pt</comments>		</item>
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			<title>Loving God for Who He Is: A Pastor's Perspective/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Loving_God_for_Who_He_Is:_A_Pastor%27s_Perspective/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
|author= John Piper&lt;br /&gt;
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|date= 1 January 1995&lt;br /&gt;
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|newtitle=&amp;quot;Amando a Deus por quem Ele é: Uma Perspectiva Pastoral&amp;quot;&lt;br /&gt;
}}Esta verdade é uma das maiores descobertas que eu fiz ao longo de minha vida: É quando eu sou mais satisfeito em Deus que Ele é mais glorificado em mim. Este é o motor que dirige meu ministério como pastor. Isto afeta tudo o que eu faço. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seja comendo, bebendo ou aconselhando, meu alvo é glorificar a Deus à medida que realizo meu ministério (1 Co. 10.31). O que significa que meu alvo é realizar tarefas (comer, beber, pregar, aconselhar, ou qualquer outra coisa) de maneira a mostrar como a glória de Deus satisfez os desejos do meu coração. Se a minha pregação denúncia que Deus nem sequer supriu minhas próprias necessidades, essa pregação será uma fraude. Se Cristo não é a satisfação do meu coração, irão as pessoas acreditar em mim quando eu anunciar as palavras dEle, “Eu sou o pão da vida. Aquele que vem a mim ''nunca terá fome''; aquele que crê em mim ''nunca terá sed''''e'''''&amp;lt;b&amp;gt;”(João 6.35)?&amp;lt;/b&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A glória do pão é que ele satisfaz. A glória da água viva é que ela sacia a sede. Nós não honramos a refrescante, auto-renovável, pura água de uma nascente nas montanhas arrastando baldes de água pra cima a fim de darmos a nossa contribuição pelos açudes nas planícies. Nós honramos a fonte de água nos sentindo sedentos, caindo de joelhos e bebendo com alegria. Então exclamamos satisfeitos, “Ahhhh!” (isso é louvor!); e continuamos a nossa caminhada graças à força provida pela fonte de água (isso é serviço). A fonte na montanha é mais e mais glorificada na medida em que nós somos mais e mais satisfeitos pela água dela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tragicamente a maioria de nós foi ensinada que obrigação, não prazer, é a maneira pela qual devemos glorificar a Deus. O que esqueceram de nos ensinar é que o prazer em Deus é a nossa obrigação! Ser satisfeito em Deus não é opcional adicionado aos itens de fábrica das obrigações cristãs. Satisfação em Deus é a mais básica exigência de todas. “Deleite-se no Senhor” (Salmos 37.4) não é uma sugestão, mas uma ordem. O mesmo se aplica a: “Prestem culto ao SENHOR ''com alegria''” (Salmos 100.2); e “''Alegrem-se'' no Senhor” (Fp 4.4). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A responsabilidade do meu ministério é tornar claro aos outros que “O teu amor (do SENHOR) é melhor que a vida” (Salmos 63.3). E se é melhor que a vida, é melhor do que tudo que a vida neste mundo oferece. Isto significa que o que satisfaz não são as bênçãos de Deus, mas a glória de Deus—a glória do seu amor, a glória do seu poder, a glória da sua sabedoria, santidade, justiça, bondade, e verdade.&amp;lt;br&amp;gt;Este é o motivo porque o Salmista, Asafe, exclamou, “A quem tenho nos céus se não a ti? E na terra, nada mais desejo além de estar junto a ti. O meu corpo e o meu coração poderão fraquejar, mas Deus é a força do meu coração e a minha herança para sempre” (Salmos 73.25-26). Nada na terra—nenhuma das boas dádivas de Deus na criação—poderia satisfazer o coração de Asafe. Só Deus podia. Isto é que estava na mente de Davi quando ele disse ao Senhor, “Tu és o meu Senhor; ''não tenho bem nenhum além de ti''” (Salmos 16.2). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Davi e Asafe nos ensinam, através de seus desejos centrados em Deus, que as bênçãos de Deus na saúde, riqueza e prosperidade não satisfazem. Apenas Deus o faz. Seria presunção não agradecer a Deus por suas bênçãos (“Não se esqueça nenhuma de suas bênçãos!” Salmo 103.2); mas seria idolatria chamar de amor por ''Deus'' as alegrias provenientes ''delas''. Quando Davi disse ao Senhor: “a alegria plena da tua presença, eterno prazer à tua direita.” (Salmos 11.16), ele quis dizer que proximidade ao próprio Deus é a única experiência totalmente satisfatória no universo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é pelas bênçãos de Deus que Davi anseia desesperadamente. “Como a corsa anseia por águas correntes, a minha alma anseia por ti, ''ó Deus''. A minha alma tem sede ''de Deus, ''''do Deus vivo'''''&amp;lt;b&amp;gt;” (Salmos 42.1-2). O que Davi quer experimentar é a revelação do poder e da glória de Deus: “Ó Deus, tu és o meu Deus, eu te busco intensamente; a minha alma tem sede de ti! Todo o meu ser anseia por ti, numa terra seca, exausta e sem água. Quero contemplar-te no santuário e avistar ''o teu poder e a tua glória''” (Salmos 63.1-2). Somente Deus satisfará um coração como o de Davi. E Davi foi o homem Segundo o coração de Deus. Esta é a maneira como fomos criados para ser.&amp;lt;/b&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser satisfeito em Deus é a essência do que significa amar a Deus. EM DEUS! Amar a Deus irá incluir obedecer todos os comandos; crer em todas as suas palavras; agradecer por todas as suas bênçãos; mas a essência de amar a Deus é desfrutar tudo o que Ele é. Este desfrute de Deus é o que o glorifica mais completamente.&amp;lt;br&amp;gt;Nós todos sabemos isto intuitivamente e pelas escrituras. Nós nos sentimos mais honrados quando servidos por aqueles que o fazem pela força de suas obrigações, ou pelo prazer da comunhão? Minha esposa honrada quando eu digo, “Gastar tempo com você me faz feliz”. A minha alegria é o eco da excelência dela. Com Deus funciona da mesma maneira. Ele é glorificado ao máximo em nós quando somos satisfeitos ao máximo nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nenhum de nós é produto final no processo de satisfação em Deus. Eu caio muitas vezes na murmuração do meu coração quando perco confortos deste mundo. Mas eu tenho experimentado que o Senhor é bom. Pela graça de Deus eu agora conheço a fonte eterna de alegria. E então eu amo gastar meus dias levando pessoas à alegria até elas me dizerem, “Uma coisa pedi ao SENHOR; e é o que procuro: que eu possa viver na casa do SENHOR todos os dias da minha vida,” (Salmos 27:4).&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 05 Jun 2008 17:01:52 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Loving_God_for_Who_He_Is:_A_Pastor%27s_Perspective/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pastor and His Pulpit: Ministerial Integrity/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/The_Pastor_and_His_Pulpit:_Ministerial_Integrity/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
|author= Rev. Albert N. Martin&lt;br /&gt;
|partnerurl= http://www.ligonier.org&lt;br /&gt;
|partner= Ligonier Ministries&lt;br /&gt;
|date= September 2007&lt;br /&gt;
|other= &lt;br /&gt;
|categorytopic= Pastoral Ministry&lt;br /&gt;
|mediatype= article&lt;br /&gt;
|lang= Portuguese&lt;br /&gt;
|editor= n/a&lt;br /&gt;
|translator= Filipe Niel&lt;br /&gt;
|levels= 1&lt;br /&gt;
|reviewed=Not Reviewed&lt;br /&gt;
|newtitle=&amp;quot;O Pastor e o Seu Púlpito - Integridade Ministerial&amp;quot;&lt;br /&gt;
}}“A vida de um ministro é a vida de seu ministério.” Este provérbio é tão verdadeiro hoje quanto sempre foi. De fato, integridade ministerial é um elemento indispensável para que se sustente qualquer credibilidade entre um povo com discernimento com o qual tenhamos intimidade pastoral. Tal intimidade nos deixa vulnerável para sermos conhecidos por quem e o que nós realmente somos em relação à verdade salvadora na qual trafegamos. Em um relacionamento de pastor-rebanho caracterizado pela descrição bíblica, no qual intimidade mútua é essencial (João 10.14), integridade consistente e compreensiva é um imperativo para qualquer um que deseja ter um ministério que seja atrativo e de credibilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este curto artigo não me permite identificar as muitas categorias nas quais integridade deve ser zelosamente desejada, diligentemente perseguida e cuidadosamente mantida. Algumas dessas categorias são tratadas nos artigos anteriores. Eu vou tocar em três áreas de suprema importância, sendo elas, integridade pessoal, doméstica e ministerial. De suprema importância é a integridade ''pessoal''. Talvez nenhum outro texto das Escrituras tenha resumido de forma tão sucinta e ainda bem compreensiva como a integridade pessoal deva ser mantida do que Atos 24.16. Paulo disse a Felix: “Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” Este texto revela que no coração da integridade está a determinação de viver de maneira confortável na presença de Deus com uma consciência pura. Manter uma consciência livre de ofensas nas câmaras secretas de nossos pensamentos, nas águas sombrias de nossas motivações, em nossas imaginações e fantasias. Isso significa poder sair de frente de nossos computadores ou TVs com uma consciência saudável e sem condenação. Se a consciência for violada correrá rapidamente à fonte aberta para o pecado e a impureza. Devemos resolver com o salmista “Em minha casa viverei de coração integro. Repudiarei todo o mal.” (Salmos 101.2–3). Este homem conhece a idéia de se arrancar um olho e a impiedosa amputação de uma mão ofensora. Qualquer coisa que manche a sua consciência e perturbe o seu andar confortável com Deus deve ser retirado de sua vida rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, o Apóstolo afirma que sem uma boa dose de integridade ''doméstica'', nenhum homem deve ser feito bispo na casa de Deus (1 Tm 3.4-5). Um pastor deve ter uma conduta de forma a ter o controle da consciência dos membros de sua família através da integridade consistente de sua vida. Nossas esposas e filhos deveriam ser capazes de dizerem a si mesmos e aos outros “se todos os outros pregadores da face da terra são falsos, meu esposo, meu pai é integro.” Isto significa que você deve estar disposto a admitir e confessor os seus pecados de palavra, atitude ou ato a sua esposa e aos seus filhos. Sem resmungar um “me desculpe”; ao contrário, “Eu pequei” e dar nome ao pecado. “Você poderia me perdoar como Deus em Cristo me perdoou?” Então, deixe os membros de sua família ver frutos de arrependimento em sua vida, evidências de que você se arrependeu e decidiu se esforçar para mortificar o pecador que temporariamente desfigurou seu testemunho. Isto é “viver de coração íntegro em sua casa”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para finalizar, existe a integridade ''ministerial''. Ela se relaciona com as duas maiores áreas o chamado e a responsabilidade ministerial, especialmente para aqueles presbíteros “cujo trabalho é a pregação e o ensino” (1 Tm 5.17). Se quisermos manter integridade em nossas pregações precisaremos pagar o preço conectado com qualquer esforço sincero de cumprir a determinação de 2 Timóteo 2.15 “procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade”. Para produzir sermões semana após semana, e ano após ano, que sejam estrategicamente corretos, sãos em suas doutrinas, possuam ilustrações que ajudem ao ouvinte, homiléticamente limpos, aplicados de maneira prática e cobertos com a fragrância de Cristo e os grandes indicativos da graça. Será necessário trabalho, trabalho, e mais trabalho. A manutenção de nossa integridade não poderá ser percebida de nenhuma outra forma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, integridade em governar e pastorear o rebanho de Deus irá demandar o que Paulo chama de “trabalho de parto” para que Cristo possa ser formado em Seu povo (Gálatas 4.19). Os aspectos especiais deste trabalho são; oração intercessora, encorajamento pessoal e intencional, e admoestação – mesmo que quanto mais você ame as ovelhas desta maneira, menos você será amado (Colossenses 1.28; 2 Coríntios 12.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua exortação aos presbíteros da igreja da Ásia menor, Pedro enfatiza esta questão crucial. Tendo os desafiado a “pastorear o rebanho de Deus”, ele alista atitudes pecaminosas que não devem nunca caracterizar a motivação e a maneira pela qual eles cumprem a tarefa de pastorear o rebanho de Deus. O ponto crucial de sua exortação é “sejam exemplos para o rebanho” (1 Pedro 5. 1-3). Este tipo de homem tem suas consciências certificadas pela ordem de Paulo a Tito: “em tudo seja você mesmo um exemplo para eles” (Tito 2.7). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, é verdade, que “a vida de um ministro é a vida de seu ministério.” &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 19:01:06 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:The_Pastor_and_His_Pulpit:_Ministerial_Integrity/pt</comments>		</item>
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			<title>The Pastor and His Pulpit: Ministerial Integrity/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/The_Pastor_and_His_Pulpit:_Ministerial_Integrity/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
|author= Rev. Albert N. Martin&lt;br /&gt;
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|date= September 2007&lt;br /&gt;
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|newtitle=&amp;quot;O Pastor e o Seu Púlpito - Integridade Ministerial&amp;quot;&lt;br /&gt;
}}“A vida de um ministro é a vida de seu ministério.” Este provérbio é tão verdadeiro hoje quanto sempre foi. De fato, integridade ministerial é um elemento indispensável para que se sustente qualquer credibilidade entre um povo com discernimento com o qual tenhamos intimidade pastoral. Tal intimidade nos deixa vulnerável para sermos conhecidos por quem e o que nós realmente somos em relação à verdade salvadora na qual trafegamos. Em um relacionamento de pastor-rebanho caracterizado pela descrição bíblica, no qual intimidade mútua é essencial (João 10.14), integridade consistente e compreensiva é um imperativo para qualquer um que deseja ter um ministério que seja atrativo e de credibilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este curto artigo não me permite identificar as muitas categorias nas quais integridade deve ser zelosamente desejada, diligentemente perseguida e cuidadosamente mantida. Algumas dessas categorias são tratadas nos artigos anteriores. Eu vou tocar em três áreas de suprema importância, sendo elas, integridade pessoal, doméstica e ministerial. De suprema importância é a integridade ''pessoal''. Talvez nenhum outro texto das Escrituras tenha resumido de forma tão sucinta e ainda bem compreensiva como a integridade pessoal deva ser mantida do que Atos 24.16. Paulo disse a Felix: “Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” Este texto revela que no coração da integridade está a determinação de viver de maneira confortável na presença de Deus com uma consciência pura. Manter uma consciência livre de ofensas nas câmaras secretas de nossos pensamentos, nas águas sombrias de nossas motivações, em nossas imaginações e fantasias. Isso significa poder sair de frente de nossos computadores ou TVs com uma consciência saudável e sem condenação. Se a consciência for violada correrá rapidamente à fonte aberta para o pecado e a impureza. Devemos resolver com o salmista “Em minha casa viverei de coração integro. Repudiarei todo o mal.” (Salmos 101.2–3). Este homem conhece a idéia de se arrancar um olho e a impiedosa amputação de uma mão ofensora. Qualquer coisa que manche a sua consciência e perturbe o seu andar confortável com Deus deve ser retirado de sua vida rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, o Apóstolo afirma que sem uma boa dose de integridade ''doméstica'', nenhum homem deve ser feito bispo na casa de Deus (1 Tm 3.4-5). Um pastor deve ter uma conduta de forma a ter o controle da consciência dos membros de sua família através da integridade consistente de sua vida. Nossas esposas e filhos deveriam ser capazes de dizerem a si mesmos e aos outros “se todos os outros pregadores da face da terra são falsos, meu esposo, meu pai é integro.” Isto significa que você deve estar disposto a admitir e confessor os seus pecados de palavra, atitude ou ato a sua esposa e aos seus filhos. Sem resmungar um “me desculpe”; ao contrário, “Eu pequei” e dar nome ao pecado. “Você poderia me perdoar como Deus em Cristo me perdoou?” Então, deixe os membros de sua família ver frutos de arrependimento em sua vida, evidências de que você se arrependeu e decidiu se esforçar para mortificar o pecador que temporariamente desfigurou seu testemunho. Isto é “viver de coração íntegro em sua casa”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para finalizar, existe a integridade ''ministerial''. Ela se relaciona com as duas maiores áreas o chamado e a responsabilidade ministerial, especialmente para aqueles presbíteros “cujo trabalho é a pregação e o ensino” (1 Tm 5.17). Se quisermos manter integridade em nossas pregações precisaremos pagar o preço conectado com qualquer esforço sincero de cumprir a determinação de 2 Timóteo 2.15 “procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade”. Para produzir sermões semana após semana, e ano após ano, que sejam estrategicamente corretos, sãos em suas doutrinas, possuam ilustrações que ajudem ao ouvinte, homiléticamente limpos, aplicados de maneira prática e cobertos com a fragrância de Cristo e os grandes indicativos da graça. Será necessário trabalho, trabalho, e mais trabalho. A manutenção de nossa integridade não poderá ser percebida de nenhuma outra forma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, integridade em governar e pastorear o rebanho de Deus irá demandar o que Paulo chama de “trabalho de parto” para que Cristo possa ser formado em Seu povo (Gálatas 4.19). Os aspectos especiais deste trabalho são; oração intercessora, encorajamento pessoal e intencional, e admoestação – mesmo que quanto mais você ame as ovelhas desta maneira, menos você será amado (Colossenses 1.28; 2 Coríntios 12.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua exortação aos presbíteros da igreja da Ásia menor, Pedro enfatiza esta questão crucial. Tendo os desafiado a “pastorear o rebanho de Deus”, ele alista atitudes pecaminosas que não devem nunca caracterizar a motivação e a maneira pela qual eles cumprem a tarefa de pastorear o rebanho de Deus. O ponto crucial de sua exortação é “sejam exemplos para o rebanho” (1 Pedro 5. 1-3). Este tipo de homem tem suas consciências certificadas pela ordem de Paulo a Tito: “em tudo seja você mesmo um exemplo para eles” (Tito 2.7). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, é verdade, que “a vida de um ministro é a vida de seu ministério.” &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 18:33:15 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:The_Pastor_and_His_Pulpit:_Ministerial_Integrity/pt</comments>		</item>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
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}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A vida de um ministro é a vida de seu ministério.” Este provérbio é tão verdadeiro hoje quanto sempre foi. De fato, integridade ministerial é um elemento indispensável para que se sustente qualquer credibilidade entre um povo com discernimento com o qual tenhamos intimidade pastoral. Tal intimidade nos deixa vulnerável para sermos conhecidos por quem e o que nós realmente somos em relação à verdade salvadora na qual trafegamos. Em um relacionamento de pastor-rebanho caracterizado pela descrição bíblica, no qual intimidade mútua é essencial (João 10.14), integridade consistente e compreensiva é um imperativo para qualquer um que deseja ter um ministério que seja atrativo e de credibilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este curto artigo não me permite identificar as muitas categorias nas quais integridade deve ser zelosamente desejada, diligentemente perseguida e cuidadosamente mantida. Algumas dessas categorias são tratadas nos artigos anteriores. Eu vou tocar em três áreas de suprema importância, sendo elas, integridade pessoal, doméstica e ministerial. De suprema importância é a integridade ''pessoal''. Talvez nenhum outro texto das Escrituras tenha resumido de forma tão sucinta e ainda bem compreensiva como a integridade pessoal deva ser mantida do que Atos 24.16. Paulo disse a Felix: “Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” Este texto revela que no coração da integridade está a determinação de viver de maneira confortável na presença de Deus com uma consciência pura. Manter uma consciência livre de ofensas nas câmaras secretas de nossos pensamentos, nas águas sombrias de nossas motivações, em nossas imaginações e fantasias. Isso significa poder sair de frente de nossos computadores ou TVs com uma consciência saudável e sem condenação. Se a consciência for violada correrá rapidamente à fonte aberta para o pecado e a impureza. Devemos resolver com o salmista “Em minha casa viverei de coração integro. Repudiarei todo o mal.” (Salmos 101.2–3). Este homem conhece a idéia de se arrancar um olho e a impiedosa amputação de uma mão ofensora. Qualquer coisa que manche a sua consciência e perturbe o seu andar confortável com Deus deve ser retirado de sua vida rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, o Apóstolo afirma que sem uma boa dose de integridade ''doméstica'', nenhum homem deve ser feito bispo na casa de Deus (1 Tm 3.4-5). Um pastor deve ter uma conduta de forma a ter o controle da consciência dos membros de sua família através da integridade consistente de sua vida. Nossas esposas e filhos deveriam ser capazes de dizerem a si mesmos e aos outros “se todos os outros pregadores da face da terra são falsos, meu esposo, meu pai é integro.” Isto significa que você deve estar disposto a admitir e confessor os seus pecados de palavra, atitude ou ato a sua esposa e aos seus filhos. Sem resmungar um “me desculpe”; ao contrário, “Eu pequei” e dar nome ao pecado. “Você poderia me perdoar como Deus em Cristo me perdoou?” Então, deixe os membros de sua família ver frutos de arrependimento em sua vida, evidências de que você se arrependeu e decidiu se esforçar para mortificar o pecador que temporariamente desfigurou seu testemunho. Isto é “viver de coração íntegro em sua casa”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para finalizar, existe a integridade ''ministerial''. Ela se relaciona com as duas maiores áreas o chamado e a responsabilidade ministerial, especialmente para aqueles presbíteros “cujo trabalho é a pregação e o ensino” (1 Tm 5.17). Se quisermos manter integridade em nossas pregações precisaremos pagar o preço conectado com qualquer esforço sincero de cumprir a determinação de 2 Timóteo 2.15 “procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade”. Para produzir sermões semana após semana, e ano após ano, que sejam estrategicamente corretos, sãos em suas doutrinas, possuam ilustrações que ajudem ao ouvinte, homiléticamente limpos, aplicados de maneira prática e cobertos com a fragrância de Cristo e os grandes indicativos da graça. Será necessário trabalho, trabalho, e mais trabalho. A manutenção de nossa integridade não poderá ser percebida de nenhuma outra forma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, integridade em governar e pastorear o rebanho de Deus irá demandar o que Paulo chama de “trabalho de parto” para que Cristo possa ser formado em Seu povo (Gálatas 4.19). Os aspectos especiais deste trabalho são; oração intercessora, encorajamento pessoal e intencional, e admoestação – mesmo que quanto mais você ame as ovelhas desta maneira, menos você será amado (Colossenses 1.28; 2 Coríntios 12.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua exortação aos presbíteros da igreja da Ásia menor, Pedro enfatiza esta questão crucial. Tendo os desafiado a “pastorear o rebanho de Deus”, ele alista atitudes pecaminosas que não devem nunca caracterizar a motivação e a maneira pela qual eles cumprem a tarefa de pastorear o rebanho de Deus. O ponto crucial de sua exortação é “sejam exemplos para o rebanho” (1 Pedro 5. 1-3). Este tipo de homem tem suas consciências certificadas pela ordem de Paulo a Tito: “em tudo seja você mesmo um exemplo para eles” (Tito 2.7). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, é verdade, que “a vida de um ministro é a vida de seu ministério.” &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 18:40:37 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:The_Pastor_and_His_Pulpit:_Ministerial_Integrity/pt</comments>		</item>
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			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
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}} “A vida de um ministro é a vida de seu ministério.” Este provérbio é tão verdadeiro hoje quanto sempre foi. De fato, integridade ministerial é um elemento indispensável para que se sustente qualquer credibilidade entre um povo com discernimento com o qual tenhamos intimidade pastoral. Tal intimidade nos deixa vulnerável para sermos conhecidos por quem e o que nós realmente somos em relação à verdade salvadora na qual trafegamos. Em um relacionamento de pastor-rebanho caracterizado pela descrição bíblica, no qual intimidade mútua é essencial (João 10.14), integridade consistente e compreensiva é um imperativo para qualquer um que deseja ter um ministério que seja atrativo e de credibilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este curto artigo não me permite identificar as muitas categorias nas quais integridade deve ser zelosamente desejada, diligentemente perseguida e cuidadosamente mantida. Algumas dessas categorias são tratadas nos artigos anteriores. Eu vou tocar em três áreas de suprema importância, sendo elas, integridade pessoal, doméstica e ministerial. De suprema importância é a integridade ''pessoal''. Talvez nenhum outro texto das Escrituras tenha resumido de forma tão sucinta e ainda bem compreensiva como a integridade pessoal deva ser mantida do que Atos 24.16. Paulo disse a Felix: “Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” Este texto revela que no coração da integridade está a determinação de viver de maneira confortável na presença de Deus com uma consciência pura. Manter uma consciência livre de ofensas nas câmaras secretas de nossos pensamentos, nas águas sombrias de nossas motivações, em nossas imaginações e fantasias. Isso significa poder sair de frente de nossos computadores ou TVs com uma consciência saudável e sem condenação. Se a consciência for violada correrá rapidamente à fonte aberta para o pecado e a impureza. Devemos resolver com o salmista “Em minha casa viverei de coração integro. Repudiarei todo o mal.” (Salmos 101.2–3). Este homem conhece a idéia de se arrancar um olho e a impiedosa amputação de uma mão ofensora. Qualquer coisa que manche a sua consciência e perturbe o seu andar confortável com Deus deve ser retirado de sua vida rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, o Apóstolo afirma que sem uma boa dose de integridade ''doméstica'', nenhum homem deve ser feito bispo na casa de Deus (1 Tm 3.4-5). Um pastor deve ter uma conduta de forma a ter o controle da consciência dos membros de sua família através da integridade consistente de sua vida. Nossas esposas e filhos deveriam ser capazes de dizerem a si mesmos e aos outros “se todos os outros pregadores da face da terra são falsos, meu esposo, meu pai é integro.” Isto significa que você deve estar disposto a admitir e confessor os seus pecados de palavra, atitude ou ato a sua esposa e aos seus filhos. Sem resmungar um “me desculpe”; ao contrário, “Eu pequei” e dar nome ao pecado. “Você poderia me perdoar como Deus em Cristo me perdoou?” Então, deixe os membros de sua família ver frutos de arrependimento em sua vida, evidências de que você se arrependeu e decidiu se esforçar para mortificar o pecador que temporariamente desfigurou seu testemunho. Isto é “viver de coração íntegro em sua casa”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para finalizar, existe a integridade ''ministerial''. Ela se relaciona com as duas maiores áreas o chamado e a responsabilidade ministerial, especialmente para aqueles presbíteros “cujo trabalho é a pregação e o ensino” (1 Tm 5.17). Se quisermos manter integridade em nossas pregações precisaremos pagar o preço conectado com qualquer esforço sincero de cumprir a determinação de 2 Timóteo 2.15 “procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade”. Para produzir sermões semana após semana, e ano após ano, que sejam estrategicamente corretos, sãos em suas doutrinas, possuam ilustrações que ajudem ao ouvinte, homiléticamente limpos, aplicados de maneira prática e cobertos com a fragrância de Cristo e os grandes indicativos da graça. Será necessário trabalho, trabalho, e mais trabalho. A manutenção de nossa integridade não poderá ser percebida de nenhuma outra forma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, integridade em governar e pastorear o rebanho de Deus irá demandar o que Paulo chama de “trabalho de parto” para que Cristo possa ser formado em Seu povo (Gálatas 4.19). Os aspectos especiais deste trabalho são; oração intercessora, encorajamento pessoal e intencional, e admoestação – mesmo que quanto mais você ame as ovelhas desta maneira, menos você será amado (Colossenses 1.28; 2 Coríntios 12.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua exortação aos presbíteros da igreja da Ásia menor, Pedro enfatiza esta questão crucial. Tendo os desafiado a “pastorear o rebanho de Deus”, ele alista atitudes pecaminosas que não devem nunca caracterizar a motivação e a maneira pela qual eles cumprem a tarefa de pastorear o rebanho de Deus. O ponto crucial de sua exortação é “sejam exemplos para o rebanho” (1 Pedro 5. 1-3). Este tipo de homem tem suas consciências certificadas pela ordem de Paulo a Tito: “em tudo seja você mesmo um exemplo para eles” (Tito 2.7). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, é verdade, que “a vida de um ministro é a vida de seu ministério.” &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 18:39:43 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:The_Pastor_and_His_Pulpit:_Ministerial_Integrity/pt</comments>		</item>
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			<title>The Pastor and His Pulpit: Ministerial Integrity/pt</title>
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&lt;hr /&gt;
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}} &lt;br /&gt;
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“A vida de um ministro é a vida de seu ministério.” Este provérbio é tão verdadeiro hoje quanto sempre foi. De fato, integridade ministerial é um elemento indispensável para que se sustente qualquer credibilidade entre um povo com discernimento com o qual tenhamos intimidade pastoral. Tal intimidade nos deixa vulnerável para sermos conhecidos por quem e o que nós realmente somos em relação à verdade salvadora na qual trafegamos. Em um relacionamento de pastor-rebanho caracterizado pela descrição bíblica, no qual intimidade mútua é essencial (João 10.14), integridade consistente e compreensiva é um imperativo para qualquer um que deseja ter um ministério que seja atrativo e de credibilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este curto artigo não me permite identificar as muitas categorias nas quais integridade deve ser zelosamente desejada, diligentemente perseguida e cuidadosamente mantida. Algumas dessas categorias são tratadas nos artigos anteriores. Eu vou tocar em três áreas de suprema importância, sendo elas, integridade pessoal, doméstica e ministerial. De suprema importância é a integridade ''pessoal''. Talvez nenhum outro texto das Escrituras tenha resumido de forma tão sucinta e ainda bem compreensiva como a integridade pessoal deva ser mantida do que Atos 24.16. Paulo disse a Felix: “Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” Este texto revela que no coração da integridade está a determinação de viver de maneira confortável na presença de Deus com uma consciência pura. Manter uma consciência livre de ofensas nas câmaras secretas de nossos pensamentos, nas águas sombrias de nossas motivações, em nossas imaginações e fantasias. Isso significa poder sair de frente de nossos computadores ou TVs com uma consciência saudável e sem condenação. Se a consciência for violada correrá rapidamente à fonte aberta para o pecado e a impureza. Devemos resolver com o salmista “Em minha casa viverei de coração integro. Repudiarei todo o mal.” (Salmos 101.2–3). Este homem conhece a idéia de se arrancar um olho e a impiedosa amputação de uma mão ofensora. Qualquer coisa que manche a sua consciência e perturbe o seu andar confortável com Deus deve ser retirado de sua vida rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, o Apóstolo afirma que sem uma boa dose de integridade ''doméstica'', nenhum homem deve ser feito bispo na casa de Deus (1 Tm 3.4-5). Um pastor deve ter uma conduta de forma a ter o controle da consciência dos membros de sua família através da integridade consistente de sua vida. Nossas esposas e filhos deveriam ser capazes de dizerem a si mesmos e aos outros “se todos os outros pregadores da face da terra são falsos, meu esposo, meu pai é integro.” Isto significa que você deve estar disposto a admitir e confessor os seus pecados de palavra, atitude ou ato a sua esposa e aos seus filhos. Sem resmungar um “me desculpe”; ao contrário, “Eu pequei” e dar nome ao pecado. “Você poderia me perdoar como Deus em Cristo me perdoou?” Então, deixe os membros de sua família ver frutos de arrependimento em sua vida, evidências de que você se arrependeu e decidiu se esforçar para mortificar o pecador que temporariamente desfigurou seu testemunho. Isto é “viver de coração íntegro em sua casa”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para finalizar, existe a integridade ''ministerial''. Ela se relaciona com as duas maiores áreas o chamado e a responsabilidade ministerial, especialmente para aqueles presbíteros “cujo trabalho é a pregação e o ensino” (1 Tm 5.17). Se quisermos manter integridade em nossas pregações precisaremos pagar o preço conectado com qualquer esforço sincero de cumprir a determinação de 2 Timóteo 2.15 “procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade”. Para produzir sermões semana após semana, e ano após ano, que sejam estrategicamente corretos, sãos em suas doutrinas, possuam ilustrações que ajudem ao ouvinte, homiléticamente limpos, aplicados de maneira prática e cobertos com a fragrância de Cristo e os grandes indicativos da graça. Será necessário trabalho, trabalho, e mais trabalho. A manutenção de nossa integridade não poderá ser percebida de nenhuma outra forma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, integridade em governar e pastorear o rebanho de Deus irá demandar o que Paulo chama de “trabalho de parto” para que Cristo possa ser formado em Seu povo (Gálatas 4.19). Os aspectos especiais deste trabalho são; oração intercessora, encorajamento pessoal e intencional, e admoestação – mesmo que quanto mais você ame as ovelhas desta maneira, menos você será amado (Colossenses 1.28; 2 Coríntios 12.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua exortação aos presbíteros da igreja da Ásia menor, Pedro enfatiza esta questão crucial. Tendo os desafiado a “pastorear o rebanho de Deus”, ele alista atitudes pecaminosas que não devem nunca caracterizar a motivação e a maneira pela qual eles cumprem a tarefa de pastorear o rebanho de Deus. O ponto crucial de sua exortação é “sejam exemplos para o rebanho” (1 Pedro 5. 1-3). Este tipo de homem tem suas consciências certificadas pela ordem de Paulo a Tito: “em tudo seja você mesmo um exemplo para eles” (Tito 2.7). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, é verdade, que “a vida de um ministro é a vida de seu ministério.” &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 18:38:30 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:The_Pastor_and_His_Pulpit:_Ministerial_Integrity/pt</comments>		</item>
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			<title>The Pastor and His Pulpit: Ministerial Integrity/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/The_Pastor_and_His_Pulpit:_Ministerial_Integrity/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
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|translator= Filipe Niel&lt;br /&gt;
|levels= 1&lt;br /&gt;
|reviewed=Not Reviewed&lt;br /&gt;
|newtitle=&amp;quot;O Pastor e o Seu Púlpito - Integridade Ministerial&amp;quot;&lt;br /&gt;
}}&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A vida de um ministro é a vida de seu ministério.” Este provérbio é tão verdadeiro hoje quanto sempre foi. De fato, integridade ministerial é um elemento indispensável para que se sustente qualquer credibilidade entre um povo com discernimento com o qual tenhamos intimidade pastoral. Tal intimidade nos deixa vulnerável para sermos conhecidos por quem e o que nós realmente somos em relação à verdade salvadora na qual trafegamos. Em um relacionamento de pastor-rebanho caracterizado pela descrição bíblica, no qual intimidade mútua é essencial (João 10.14), integridade consistente e compreensiva é um imperativo para qualquer um que deseja ter um ministério que seja atrativo e de credibilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este curto artigo não me permite identificar as muitas categorias nas quais integridade deve ser zelosamente desejada, diligentemente perseguida e cuidadosamente mantida. Algumas dessas categorias são tratadas nos artigos anteriores. Eu vou tocar em três áreas de suprema importância, sendo elas, integridade pessoal, doméstica e ministerial. De suprema importância é a integridade ''pessoal''. Talvez nenhum outro texto das Escrituras tenha resumido de forma tão sucinta e ainda bem compreensiva como a integridade pessoal deva ser mantida do que Atos 24.16. Paulo disse a Felix: “Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” Este texto revela que no coração da integridade está a determinação de viver de maneira confortável na presença de Deus com uma consciência pura. Manter uma consciência livre de ofensas nas câmaras secretas de nossos pensamentos, nas águas sombrias de nossas motivações, em nossas imaginações e fantasias. Isso significa poder sair de frente de nossos computadores ou TVs com uma consciência saudável e sem condenação. Se a consciência for violada correrá rapidamente à fonte aberta para o pecado e a impureza. Devemos resolver com o salmista “Em minha casa viverei de coração integro. Repudiarei todo o mal.” (Salmos 101.2–3). Este homem conhece a idéia de se arrancar um olho e a impiedosa amputação de uma mão ofensora. Qualquer coisa que manche a sua consciência e perturbe o seu andar confortável com Deus deve ser retirado de sua vida rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, o Apóstolo afirma que sem uma boa dose de integridade ''doméstica'', nenhum homem deve ser feito bispo na casa de Deus (1 Tm 3.4-5). Um pastor deve ter uma conduta de forma a ter o controle da consciência dos membros de sua família através da integridade consistente de sua vida. Nossas esposas e filhos deveriam ser capazes de dizerem a si mesmos e aos outros “se todos os outros pregadores da face da terra são falsos, meu esposo, meu pai é integro.” Isto significa que você deve estar disposto a admitir e confessor os seus pecados de palavra, atitude ou ato a sua esposa e aos seus filhos. Sem resmungar um “me desculpe”; ao contrário, “Eu pequei” e dar nome ao pecado. “Você poderia me perdoar como Deus em Cristo me perdoou?” Então, deixe os membros de sua família ver frutos de arrependimento em sua vida, evidências de que você se arrependeu e decidiu se esforçar para mortificar o pecador que temporariamente desfigurou seu testemunho. Isto é “viver de coração íntegro em sua casa”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para finalizar, existe a integridade ''ministerial''. Ela se relaciona com as duas maiores áreas o chamado e a responsabilidade ministerial, especialmente para aqueles presbíteros “cujo trabalho é a pregação e o ensino” (1 Tm 5.17). Se quisermos manter integridade em nossas pregações precisaremos pagar o preço conectado com qualquer esforço sincero de cumprir a determinação de 2 Timóteo 2.15 “procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade”. Para produzir sermões semana após semana, e ano após ano, que sejam estrategicamente corretos, sãos em suas doutrinas, possuam ilustrações que ajudem ao ouvinte, homiléticamente limpos, aplicados de maneira prática e cobertos com a fragrância de Cristo e os grandes indicativos da graça. Será necessário trabalho, trabalho, e mais trabalho. A manutenção de nossa integridade não poderá ser percebida de nenhuma outra forma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, integridade em governar e pastorear o rebanho de Deus irá demandar o que Paulo chama de “trabalho de parto” para que Cristo possa ser formado em Seu povo (Gálatas 4.19). Os aspectos especiais deste trabalho são; oração intercessora, encorajamento pessoal e intencional, e admoestação – mesmo que quanto mais você ame as ovelhas desta maneira, menos você será amado (Colossenses 1.28; 2 Coríntios 12.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua exortação aos presbíteros da igreja da Ásia menor, Pedro enfatiza esta questão crucial. Tendo os desafiado a “pastorear o rebanho de Deus”, ele alista atitudes pecaminosas que não devem nunca caracterizar a motivação e a maneira pela qual eles cumprem a tarefa de pastorear o rebanho de Deus. O ponto crucial de sua exortação é “sejam exemplos para o rebanho” (1 Pedro 5. 1-3). Este tipo de homem tem suas consciências certificadas pela ordem de Paulo a Tito: “em tudo seja você mesmo um exemplo para eles” (Tito 2.7). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, é verdade, que “a vida de um ministro é a vida de seu ministério.” &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 18:37:44 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:The_Pastor_and_His_Pulpit:_Ministerial_Integrity/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Pastor and His Pulpit: Ministerial Integrity/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/The_Pastor_and_His_Pulpit:_Ministerial_Integrity/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
|author= Rev. Albert N. Martin&lt;br /&gt;
|partnerurl= http://www.ligonier.org&lt;br /&gt;
|partner= Ligonier Ministries&lt;br /&gt;
|date= September 2007&lt;br /&gt;
|other= &lt;br /&gt;
|categorytopic= Integrity&lt;br /&gt;
|mediatype= article&lt;br /&gt;
|lang= Portuguese&lt;br /&gt;
|editor= (n/a if there isn't one)&lt;br /&gt;
|translator= Filipe Niel)&lt;br /&gt;
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|reviewed=Not Reviewed&lt;br /&gt;
|newtitle=&amp;quot;O Pastor e o Seu Púlpito - Integridade Ministerial&amp;quot;&lt;br /&gt;
}}&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A vida de um ministro é a vida de seu ministério.” Este provérbio é tão verdadeiro hoje quanto sempre foi. De fato, integridade ministerial é um elemento indispensável para que se sustente qualquer credibilidade entre um povo com discernimento com o qual tenhamos intimidade pastoral. Tal intimidade nos deixa vulnerável para sermos conhecidos por quem e o que nós realmente somos em relação à verdade salvadora na qual trafegamos. Em um relacionamento de pastor-rebanho caracterizado pela descrição bíblica, no qual intimidade mútua é essencial (João 10.14), integridade consistente e compreensiva é um imperativo para qualquer um que deseja ter um ministério que seja atrativo e de credibilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este curto artigo não me permite identificar as muitas categorias nas quais integridade deve ser zelosamente desejada, diligentemente perseguida e cuidadosamente mantida. Algumas dessas categorias são tratadas nos artigos anteriores. Eu vou tocar em três áreas de suprema importância, sendo elas, integridade pessoal, doméstica e ministerial. De suprema importância é a integridade ''pessoal''. Talvez nenhum outro texto das Escrituras tenha resumido de forma tão sucinta e ainda bem compreensiva como a integridade pessoal deva ser mantida do que Atos 24.16. Paulo disse a Felix: “Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” Este texto revela que no coração da integridade está a determinação de viver de maneira confortável na presença de Deus com uma consciência pura. Manter uma consciência livre de ofensas nas câmaras secretas de nossos pensamentos, nas águas sombrias de nossas motivações, em nossas imaginações e fantasias. Isso significa poder sair de frente de nossos computadores ou TVs com uma consciência saudável e sem condenação. Se a consciência for violada correrá rapidamente à fonte aberta para o pecado e a impureza. Devemos resolver com o salmista “Em minha casa viverei de coração integro. Repudiarei todo o mal.” (Salmos 101.2–3). Este homem conhece a idéia de se arrancar um olho e a impiedosa amputação de uma mão ofensora. Qualquer coisa que manche a sua consciência e perturbe o seu andar confortável com Deus deve ser retirado de sua vida rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, o Apóstolo afirma que sem uma boa dose de integridade ''doméstica'', nenhum homem deve ser feito bispo na casa de Deus (1 Tm 3.4-5). Um pastor deve ter uma conduta de forma a ter o controle da consciência dos membros de sua família através da integridade consistente de sua vida. Nossas esposas e filhos deveriam ser capazes de dizerem a si mesmos e aos outros “se todos os outros pregadores da face da terra são falsos, meu esposo, meu pai é integro.” Isto significa que você deve estar disposto a admitir e confessor os seus pecados de palavra, atitude ou ato a sua esposa e aos seus filhos. Sem resmungar um “me desculpe”; ao contrário, “Eu pequei” e dar nome ao pecado. “Você poderia me perdoar como Deus em Cristo me perdoou?” Então, deixe os membros de sua família ver frutos de arrependimento em sua vida, evidências de que você se arrependeu e decidiu se esforçar para mortificar o pecador que temporariamente desfigurou seu testemunho. Isto é “viver de coração íntegro em sua casa”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para finalizar, existe a integridade ''ministerial''. Ela se relaciona com as duas maiores áreas o chamado e a responsabilidade ministerial, especialmente para aqueles presbíteros “cujo trabalho é a pregação e o ensino” (1 Tm 5.17). Se quisermos manter integridade em nossas pregações precisaremos pagar o preço conectado com qualquer esforço sincero de cumprir a determinação de 2 Timóteo 2.15 “procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade”. Para produzir sermões semana após semana, e ano após ano, que sejam estrategicamente corretos, sãos em suas doutrinas, possuam ilustrações que ajudem ao ouvinte, homiléticamente limpos, aplicados de maneira prática e cobertos com a fragrância de Cristo e os grandes indicativos da graça. Será necessário trabalho, trabalho, e mais trabalho. A manutenção de nossa integridade não poderá ser percebida de nenhuma outra forma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, integridade em governar e pastorear o rebanho de Deus irá demandar o que Paulo chama de “trabalho de parto” para que Cristo possa ser formado em Seu povo (Gálatas 4.19). Os aspectos especiais deste trabalho são; oração intercessora, encorajamento pessoal e intencional, e admoestação – mesmo que quanto mais você ame as ovelhas desta maneira, menos você será amado (Colossenses 1.28; 2 Coríntios 12.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua exortação aos presbíteros da igreja da Ásia menor, Pedro enfatiza esta questão crucial. Tendo os desafiado a “pastorear o rebanho de Deus”, ele alista atitudes pecaminosas que não devem nunca caracterizar a motivação e a maneira pela qual eles cumprem a tarefa de pastorear o rebanho de Deus. O ponto crucial de sua exortação é “sejam exemplos para o rebanho” (1 Pedro 5. 1-3). Este tipo de homem tem suas consciências certificadas pela ordem de Paulo a Tito: “em tudo seja você mesmo um exemplo para eles” (Tito 2.7). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sim, é verdade, que “a vida de um ministro é a vida de seu ministério.” &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
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			<title>The Pastor and His Pulpit: Ministerial Integrity/pt</title>
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&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
|author= Rev. Albert N. Martin&lt;br /&gt;
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}}&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A vida de um ministro é a vida de seu ministério.” Este provérbio é tão verdadeiro hoje quanto sempre foi. De fato, integridade ministerial é um elemento indispensável para que se sustente qualquer credibilidade entre um povo com discernimento com o qual tenhamos intimidade pastoral. Tal intimidade nos deixa vulnerável para sermos conhecidos por quem e o que nós realmente somos em relação à verdade salvadora na qual trafegamos. Em um relacionamento de pastor-rebanho caracterizado pela descrição bíblica, no qual intimidade mútua é essencial (João 10.14), integridade consistente e compreensiva é um imperativo para qualquer um que deseja ter um ministério que seja atrativo e de credibilidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este curto artigo não me permite identificar as muitas categorias nas quais integridade deve ser zelosamente desejada, diligentemente perseguida e cuidadosamente mantida. Algumas dessas categorias são tratadas nos artigos anteriores. Eu vou tocar em três áreas de suprema importância, sendo elas, integridade pessoal, doméstica e ministerial. De suprema importância é a integridade ''pessoal''. Talvez nenhum outro texto das Escrituras tenha resumido de forma tão sucinta e ainda bem compreensiva como a integridade pessoal deva ser mantida do que Atos 24.16. Paulo disse a Felix: “Por isso, também me esforço por ter sempre consciência pura diante de Deus e dos homens.” Este texto revela que no coração da integridade está a determinação de viver de maneira confortável na presença de Deus com uma consciência pura. Manter uma consciência livre de ofensas nas câmaras secretas de nossos pensamentos, nas águas sombrias de nossas motivações, em nossas imaginações e fantasias. Isso significa poder sair de frente de nossos computadores ou TVs com uma consciência saudável e sem condenação. Se a consciência for violada correrá rapidamente à fonte aberta para o pecado e a impureza. Devemos resolver com o salmista “Em minha casa viverei de coração integro. Repudiarei todo o mal.” (Salmos 101.2–3). Este homem conhece a idéia de se arrancar um olho e a impiedosa amputação de uma mão ofensora. Qualquer coisa que manche a sua consciência e perturbe o seu andar confortável com Deus deve ser retirado de sua vida rapidamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em seguida, o Apóstolo afirma que sem uma boa dose de integridade ''doméstica'', nenhum homem deve ser feito bispo na casa de Deus (1 Tm 3.4-5). Um pastor deve ter uma conduta de forma a ter o controle da consciência dos membros de sua família através da integridade consistente de sua vida. Nossas esposas e filhos deveriam ser capazes de dizerem a si mesmos e aos outros “se todos os outros pregadores da face da terra são falsos, meu esposo, meu pai é integro.” Isto significa que você deve estar disposto a admitir e confessor os seus pecados de palavra, atitude ou ato a sua esposa e aos seus filhos. Sem resmungar um “me desculpe”; ao contrário, “Eu pequei” e dar nome ao pecado. “Você poderia me perdoar como Deus em Cristo me perdoou?” Então, deixe os membros de sua família ver frutos de arrependimento em sua vida, evidências de que você se arrependeu e decidiu se esforçar para mortificar o pecador que temporariamente desfigurou seu testemunho. Isto é “viver de coração íntegro em sua casa”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para finalizar, existe a integridade ''ministerial''. Ela se relaciona com as duas maiores áreas o chamado e a responsabilidade ministerial, especialmente para aqueles presbíteros “cujo trabalho é a pregação e o ensino” (1 Tm 5.17). Se quisermos manter integridade em nossas pregações precisaremos pagar o preço conectado com qualquer esforço sincero de cumprir a determinação de 2 Timóteo 2.15 “procure apresentar-se a Deus aprovado, como obreiro que não tem do que se envergonhar e que maneja corretamente a palavra da verdade”. Para produzir sermões semana após semana, e ano após ano, que sejam estrategicamente corretos, sãos em suas doutrinas, possuam ilustrações que ajudem ao ouvinte, homiléticamente limpos, aplicados de maneira prática e cobertos com a fragrância de Cristo e os grandes indicativos da graça. Será necessário trabalho, trabalho, e mais trabalho. A manutenção de nossa integridade não poderá ser percebida de nenhuma outra forma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da mesma forma, integridade em governar e pastorear o rebanho de Deus irá demandar o que Paulo chama de “trabalho de parto” para que Cristo possa ser formado em Seu povo (Gálatas 4.19). Os aspectos especiais deste trabalho são; oração intercessora, encorajamento pessoal e intencional, e admoestação – mesmo que quanto mais você ame as ovelhas desta maneira, menos você será amado (Colossenses 1.28; 2 Coríntios 12.15). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em sua exortação aos presbíteros da igreja da Ásia menor, Pedro enfatiza esta questão crucial. Tendo os desafiado a “pastorear o rebanho de Deus”, ele alista atitudes pecaminosas que não devem nunca caracterizar a motivação e a maneira pela qual eles cumprem a tarefa de pastorear o rebanho de Deus. O ponto crucial de sua exortação é “sejam exemplos para o rebanho” (1 Pedro 5. 1-3). Este tipo de homem tem suas consciências certificadas pela ordem de Paulo a Tito: “em tudo seja você mesmo um exemplo para eles” (Tito 2.7). &lt;br /&gt;
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Sim, é verdade, que “a vida de um ministro é a vida de seu ministério.” &amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 18:34:26 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:The_Pastor_and_His_Pulpit:_Ministerial_Integrity/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>What is That to You? You Follow Me!/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/What_is_That_to_You%3F_You_Follow_Me!/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 6 October 2006 |other= |categorytopic= Encouragement |mediatype= article |lang= Portuguese |editor= n/a |translator= Filipe Niel |levels= 1 |reviewed=Not Reviewed |newtitle= &amp;quot;O que lhe importa? Quanto a você, siga-me!&amp;quot;&lt;br /&gt;
}}''Liberto da auto-comparação por palavras diretas'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''João 21.18-22 ''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de sua ressurreição dos mosrtos, Jesus perguntou três vezes a Pedro se ele o amava. Ele respondeu que sim as três vezes. Então pedro disse que a Pedro que ele morreria – aparentemente crucificado. Pedro ficou curioso para saber o que aconteceria com João. Então ele perguntou a Jesus, “E quanto a ele?” Jesus fugiu da questão e disse, “O que lhe importa, Quanto a você, siga-me!” Aqui está toda a conversa.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;''Digo-lhe a verdade: Quando você era mais jovem, vestia-se e ia para onde queria; mas quando for velho, estenderá as mãos e outra pessoa o vestirá e o levará para onde você não deseja ir”. Jesus disse isso para indicar o tipo de morte com a qual Pedro iria glorificar a Deus. E então lhe disse: “Siga-me!”'' ''Pedro voltou-se e viu que o discípulo a quem Jesus amava os seguia. (Este era o que se inclinara para Jesus durante a ceia e perguntara: “Senhor, quem te irá trair?”) Quando Pedro o viu, perguntou: “Senhor, e quanto a ele?”Respondeu Jesus: “Se eu quiser que ele permaneça vivo até que eu volte, o que lhe importa? Siga-me você”. (João 21. 18-22)''&amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
As palavras diretas de Jesus – “Não te interessa, siga-me” – são música para os meus ouvidos. Elas libertam da escravidão depressiva causada pela comparação. Algumas vezes quando analiso as publicidades na revista ''Christianity Today'' (todas as dez mil existentes), eu fico desencorajado. Não tanto quanto eu ficava vinte e cinco anos atrás. Mas eu ainda acho esta avalanche de sugestões opressiva. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Livro após livro, conferência após conferência, DVD após DVD – me dizendo como ser bem sucedido no ministério. E todos eles trazendo a mensagem silenciosa de que eu não estou conseguindo ser bem sucedido. O louvor poderia ser melhor. A pregação poderia ser melhor. O Evangelismo poderia ser melhor. O cuidado pastoral poderia ser melhor. Missões poderia ser melhor. E aqui está o que funciona. Compre isto. Vá aqui. Vá ali. Faça isto desta maneira. E para aumentar o peso – alguns destes livros e conferências são ''meus''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim eu fui aliviado pela palavra direta de Jesus para mim (e pra você): “O que lhe importa? Quanto a você, siga-me!” Pedro havia acabado de ouvir palavras bastante duras. Você morrerá – de forma dolorosa. O seu primeiro pensamento foi o de comparer. E quanto ao João? Se eu tenho que sofrer, ele também terá que sofrer? Se meu ministério terminará assim, o dele também irá? Se eu não poderei viver uma vida longa ou ter um ministério frutífero, e ele? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Está é a maneira como nós pecadores somos. Comparação. Comparação. Comparação. Nós suspiramos por saber em que posição estamos em comparação aos outros. Existe algo de bom no simples fato de acharmos alguém menos eficiente do que nós. Ai. Ainda hoje, eu me lembro do pequeno recado postado pelo responsável pelos dormitórios no meu último ano de faculdade: “Amar é parar de comparar”. Piper, o que te importa? Siga-me.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que te importa que o David Wells consiga compreender tão bem os efeitos penetrantes do pós-modernismo? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Voddie Baucham pregue o evangelho de maneira tão poderosa ''sem anotações''? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Tim Keller perceba as conexões entre o evangelho e a vida profissional de forma tão clara? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Mark Driscoll tenha a linguagem e o jeitão da cultura pop nas pontas dos seus dedos? Siga-me.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que te importa que o Don Carson leia quinhentos livros por ano e consiga combinar os “insights’ pastorais com a profundidade acadêmica e ainda ser compreensível? Siga-me. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta palavra me atingiu com grande alegria. Jesus não irá me julgar de acordo com a minha superioridade ou inferioridade em relação aos outros. Em relação a nenhuma igreja, pregador ou ministério. Estes não são os padrões. Jesus tem uma obra para eu fazer (e uma diferente para você). Ele não deu esta obra pra nenhuma outra pessoa. Ele disponibiliza graça para que eu faça esta obra. Confiarei nele por esta graça e farei o que ele me deu para fazer? Esta é a questão. Oh que liberdade proveniente das duras palavras de Jesus! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu espero que você encontre encorajamento e liberdade hoje quando você ouve Jesus dizer a todas as suas comparações: “O que lhe importa? Siga-me!”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aprendendo a andar em liberdade com você, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 03 Jun 2008 17:19:11 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:What_is_That_to_You%3F_You_Follow_Me!/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>What is That to You? You Follow Me!/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/What_is_That_to_You%3F_You_Follow_Me!/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 6 October 2006 |other= (if there is special info about the resource, enter it here) |categorytopic= Encouragement |mediatype= article |lang= Portuguese |editor= (n/a if there isn't one) |translator= Filipe Niel |levels= 1 |reviewed=Not Reviewed |newtitle= &amp;quot;O que lhe importa? Quanto a você, siga-me!&amp;quot;&lt;br /&gt;
}}''Liberto da auto-comparação por palavras diretas''&amp;lt;br&amp;gt;'''João 21.18-22 '''&amp;lt;br&amp;gt;Depois de sua ressurreição dos mosrtos, Jesus perguntou três vezes a Pedro se ele o amava. Ele respondeu que sim as três vezes. Então pedro disse que a Pedro que ele morreria – aparentemente crucificado. Pedro ficou curioso para saber o que aconteceria com João. Então ele perguntou a Jesus, “E quanto a ele?” Jesus fugiu da questão e disse, “O que lhe importa, Quanto a você, siga-me!” Aqui está toda a conversa.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;''Digo-lhe a verdade: Quando você era mais jovem, vestia-se e ia para onde queria; mas quando for velho, estenderá as mãos e outra pessoa o vestirá e o levará para onde você não deseja ir”. Jesus disse isso para indicar o tipo de morte com a qual Pedro iria glorificar a Deus. E então lhe disse: “Siga-me!”&amp;lt;br&amp;gt;Pedro voltou-se e viu que o discípulo a quem Jesus amava os seguia. (Este era o que se inclinara para Jesus durante a ceia e perguntara: “Senhor, quem te irá trair?”) Quando Pedro o viu, perguntou: “Senhor, e quanto a ele?”Respondeu Jesus: “Se eu quiser que ele permaneça vivo até que eu volte, o que lhe importa? Siga-me você”. (João 21. 18-22)''&amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;As palavras diretas de Jesus – “Não te interessa, siga-me” – são música para os meus ouvidos. Elas libertam da escravidão depressiva causada pela comparação. Algumas vezes quando analiso as publicidades na revista Christianity Today (todas as dez mil existentes), eu fico desencorajado. Não tanto quanto eu ficava vinte e cinco anos atrás. Mas eu ainda acho esta avalanche de sugestões opressiva. &amp;lt;br&amp;gt;Livro após livro, conferência após conferência, DVD após DVD – me dizendo como ser bem sucedido no ministério. E todos eles trazendo a mensagem silenciosa de que eu não estou conseguindo ser bem sucedido. O louvor poderia ser melhor. A pregação poderia ser melhor. O Evangelismo poderia ser melhor. O cuidado pastoral poderia ser melhor. Missões poderia ser melhor. E aqui está o que funciona. Compre isto. Vá aqui. Vá ali. Faça isto desta maneira. E para aumentar o peso – alguns destes livros e conferências são meus.&amp;lt;br&amp;gt;Assim eu fui aliviado pela palavra direta de Jesus para mim (e pra você): “O que lhe importa? Quanto a você, siga-me!” Pedro havia acabado de ouvir palavras bastante duras. Você morrerá – de forma dolorosa. O seu primeiro pensamento foi o de comparer. E quanto ao João? Se eu tenho que sofrer, ele também terá que sofrer? Se meu ministério terminará assim, o dele também irá? Se eu não poderei viver uma vida longa ou ter um ministério frutífero, e ele?&amp;lt;br&amp;gt;Está é a maneira como nós pecadores somos. Comparação. Comparação. Comparação. Nós suspiramos por saber em que posição estamos em comparação aos outros. Existe algo de bom no simples fato de acharmos alguém menos eficiente do que nós. Ai. Ainda hoje, eu me lembro do pequeno recado postado pelo responsável pelos dormitórios no meu último ano de faculdade: “Amar é parar de comparar”. Piper, o que te importa? Siga-me.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que te importa que o David Wells consiga compreender tão bem os efeitos penetrantes do pós-modernismo? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Voddie Baucham pregue o evangelho de maneira tão poderosa sem anotações? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Tim Keller perceba as conexões entre o evangelho e a vida profissional de forma tão clara? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Mark Driscoll tenha a linguagem e o jeitão da cultura pop nas pontas dos seus dedos? Siga-me.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que te importa que o Don Carson leia quinhentos livros por ano e consiga combinar os “insights’ pastorais com a profundidade acadêmica e ainda ser compreensível? Siga-me. &amp;lt;br&amp;gt;Esta palavra me atingiu com grande alegria. Jesus não irá me julgar de acordo com a minha superioridade ou inferioridade em relação aos outros. Em relação a nenhuma igreja, pregador ou ministério. Estes não são os padrões. Jesus tem uma obra para eu fazer (e uma diferente para você). Ele não deu esta obra pra nenhuma outra pessoa. Ele disponibiliza graça para que eu faça esta obra. Confiarei nele por esta graça e farei o que ele me deu para fazer? Esta é a questão. Oh que liberdade proveniente das duras palavras de Jesus! &amp;lt;br&amp;gt;Eu espero que você encontre encorajamento e liberdade hoje quando você ouve Jesus dizer a todas as suas comparações: “O que lhe importa? Siga-me!”.&amp;lt;br&amp;gt;Aprendendo a andar em liberdade com você, &amp;lt;br&amp;gt;Pastor John &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 30 May 2008 19:02:55 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:What_is_That_to_You%3F_You_Follow_Me!/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>What is That to You? You Follow Me!/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/What_is_That_to_You%3F_You_Follow_Me!/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader |author= John Piper |partnerurl= www.desiringgod.org |partner= Desiring God |date= 6 October 2006 |other= (if there is special info about the resource, enter it here) |categorytopic= Encouragement |mediatype= article |lang= Portuguese |editor= (n/a if there isn't one) |translator= Filipe Niel |levels= 1 |reviewed=Not Reviewed |newtitle= &amp;quot;O que lhe importa? Quanto a você, siga-me!&amp;quot;&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Liberto da auto-comparação por palavras diretas''&amp;lt;br&amp;gt;'''João 21.18-22 '''&amp;lt;br&amp;gt;Depois de sua ressurreição dos mosrtos, Jesus perguntou três vezes a Pedro se ele o amava. Ele respondeu que sim as três vezes. Então pedro disse que a Pedro que ele morreria – aparentemente crucificado. Pedro ficou curioso para saber o que aconteceria com João. Então ele perguntou a Jesus, “E quanto a ele?” Jesus fugiu da questão e disse, “O que lhe importa, Quanto a você, siga-me!” Aqui está toda a conversa.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;''Digo-lhe a verdade: Quando você era mais jovem, vestia-se e ia para onde queria; mas quando for velho, estenderá as mãos e outra pessoa o vestirá e o levará para onde você não deseja ir”. Jesus disse isso para indicar o tipo de morte com a qual Pedro iria glorificar a Deus. E então lhe disse: “Siga-me!”&amp;lt;br&amp;gt;Pedro voltou-se e viu que o discípulo a quem Jesus amava os seguia. (Este era o que se inclinara para Jesus durante a ceia e perguntara: “Senhor, quem te irá trair?”) Quando Pedro o viu, perguntou: “Senhor, e quanto a ele?”Respondeu Jesus: “Se eu quiser que ele permaneça vivo até que eu volte, o que lhe importa? Siga-me você”. (João 21. 18-22)''&amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;As palavras diretas de Jesus – “Não te interessa, siga-me” – são música para os meus ouvidos. Elas libertam da escravidão depressiva causada pela comparação. Algumas vezes quando analiso as publicidades na revista Christianity Today (todas as dez mil existentes), eu fico desencorajado. Não tanto quanto eu ficava vinte e cinco anos atrás. Mas eu ainda acho esta avalanche de sugestões opressiva. &amp;lt;br&amp;gt;Livro após livro, conferência após conferência, DVD após DVD – me dizendo como ser bem sucedido no ministério. E todos eles trazendo a mensagem silenciosa de que eu não estou conseguindo ser bem sucedido. O louvor poderia ser melhor. A pregação poderia ser melhor. O Evangelismo poderia ser melhor. O cuidado pastoral poderia ser melhor. Missões poderia ser melhor. E aqui está o que funciona. Compre isto. Vá aqui. Vá ali. Faça isto desta maneira. E para aumentar o peso – alguns destes livros e conferências são meus.&amp;lt;br&amp;gt;Assim eu fui aliviado pela palavra direta de Jesus para mim (e pra você): “O que lhe importa? Quanto a você, siga-me!” Pedro havia acabado de ouvir palavras bastante duras. Você morrerá – de forma dolorosa. O seu primeiro pensamento foi o de comparer. E quanto ao João? Se eu tenho que sofrer, ele também terá que sofrer? Se meu ministério terminará assim, o dele também irá? Se eu não poderei viver uma vida longa ou ter um ministério frutífero, e ele?&amp;lt;br&amp;gt;Está é a maneira como nós pecadores somos. Comparação. Comparação. Comparação. Nós suspiramos por saber em que posição estamos em comparação aos outros. Existe algo de bom no simples fato de acharmos alguém menos eficiente do que nós. Ai. Ainda hoje, eu me lembro do pequeno recado postado pelo responsável pelos dormitórios no meu último ano de faculdade: “Amar é parar de comparar”. Piper, o que te importa? Siga-me.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que te importa que o David Wells consiga compreender tão bem os efeitos penetrantes do pós-modernismo? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Voddie Baucham pregue o evangelho de maneira tão poderosa sem anotações? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Tim Keller perceba as conexões entre o evangelho e a vida profissional de forma tão clara? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Mark Driscoll tenha a linguagem e o jeitão da cultura pop nas pontas dos seus dedos? Siga-me.&lt;br /&gt;
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O que te importa que o Don Carson leia quinhentos livros por ano e consiga combinar os “insights’ pastorais com a profundidade acadêmica e ainda ser compreensível? Siga-me. &amp;lt;br&amp;gt;Esta palavra me atingiu com grande alegria. Jesus não irá me julgar de acordo com a minha superioridade ou inferioridade em relação aos outros. Em relação a nenhuma igreja, pregador ou ministério. Estes não são os padrões. Jesus tem uma obra para eu fazer (e uma diferente para você). Ele não deu esta obra pra nenhuma outra pessoa. Ele disponibiliza graça para que eu faça esta obra. Confiarei nele por esta graça e farei o que ele me deu para fazer? Esta é a questão. Oh que liberdade proveniente das duras palavras de Jesus! &amp;lt;br&amp;gt;Eu espero que você encontre encorajamento e liberdade hoje quando você ouve Jesus dizer a todas as suas comparações: “O que lhe importa? Siga-me!”.&amp;lt;br&amp;gt;Aprendendo a andar em liberdade com você, &amp;lt;br&amp;gt;Pastor John &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 30 May 2008 19:02:07 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:What_is_That_to_You%3F_You_Follow_Me!/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>What is That to You? You Follow Me!/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/What_is_That_to_You%3F_You_Follow_Me!/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&amp;lt;br&amp;gt;|author= John Piper&amp;lt;br&amp;gt;|partnerurl= www.desiringgod.org&amp;lt;br&amp;gt;|partner= Desiring God&amp;lt;br&amp;gt;|date= 6 October 2006&amp;lt;br&amp;gt;|other= (if there is special info about the resource, enter it here)&amp;lt;br&amp;gt;|categorytopic= Encouragement&amp;lt;br&amp;gt;|mediatype= article&amp;lt;br&amp;gt;|lang= Portuguese&amp;lt;br&amp;gt;|editor= (n/a if there isn't one)&amp;lt;br&amp;gt;|translator= Filipe Niel&amp;lt;br&amp;gt;|levels= 1&amp;lt;br&amp;gt;|reviewed=Not Reviewed&amp;lt;br&amp;gt;|newtitle= &amp;quot;O que lhe importa? Quanto a você, siga-me!&amp;quot;&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Liberto da auto-comparação por palavras diretas''&amp;lt;br&amp;gt;'''João 21.18-22 '''&amp;lt;br&amp;gt;Depois de sua ressurreição dos mosrtos, Jesus perguntou três vezes a Pedro se ele o amava. Ele respondeu que sim as três vezes. Então pedro disse que a Pedro que ele morreria – aparentemente crucificado. Pedro ficou curioso para saber o que aconteceria com João. Então ele perguntou a Jesus, “E quanto a ele?” Jesus fugiu da questão e disse, “O que lhe importa, Quanto a você, siga-me!” Aqui está toda a conversa.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt;''Digo-lhe a verdade: Quando você era mais jovem, vestia-se e ia para onde queria; mas quando for velho, estenderá as mãos e outra pessoa o vestirá e o levará para onde você não deseja ir”. Jesus disse isso para indicar o tipo de morte com a qual Pedro iria glorificar a Deus. E então lhe disse: “Siga-me!”&amp;lt;br&amp;gt;Pedro voltou-se e viu que o discípulo a quem Jesus amava os seguia. (Este era o que se inclinara para Jesus durante a ceia e perguntara: “Senhor, quem te irá trair?”) Quando Pedro o viu, perguntou: “Senhor, e quanto a ele?”Respondeu Jesus: “Se eu quiser que ele permaneça vivo até que eu volte, o que lhe importa? Siga-me você”. (João 21. 18-22)''&amp;lt;br&amp;gt; &amp;lt;/blockquote&amp;gt; &lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;As palavras diretas de Jesus – “Não te interessa, siga-me” – são música para os meus ouvidos. Elas libertam da escravidão depressiva causada pela comparação. Algumas vezes quando analiso as publicidades na revista Christianity Today (todas as dez mil existentes), eu fico desencorajado. Não tanto quanto eu ficava vinte e cinco anos atrás. Mas eu ainda acho esta avalanche de sugestões opressiva. &amp;lt;br&amp;gt;Livro após livro, conferência após conferência, DVD após DVD – me dizendo como ser bem sucedido no ministério. E todos eles trazendo a mensagem silenciosa de que eu não estou conseguindo ser bem sucedido. O louvor poderia ser melhor. A pregação poderia ser melhor. O Evangelismo poderia ser melhor. O cuidado pastoral poderia ser melhor. Missões poderia ser melhor. E aqui está o que funciona. Compre isto. Vá aqui. Vá ali. Faça isto desta maneira. E para aumentar o peso – alguns destes livros e conferências são meus.&amp;lt;br&amp;gt;Assim eu fui aliviado pela palavra direta de Jesus para mim (e pra você): “O que lhe importa? Quanto a você, siga-me!” Pedro havia acabado de ouvir palavras bastante duras. Você morrerá – de forma dolorosa. O seu primeiro pensamento foi o de comparer. E quanto ao João? Se eu tenho que sofrer, ele também terá que sofrer? Se meu ministério terminará assim, o dele também irá? Se eu não poderei viver uma vida longa ou ter um ministério frutífero, e ele?&amp;lt;br&amp;gt;Está é a maneira como nós pecadores somos. Comparação. Comparação. Comparação. Nós suspiramos por saber em que posição estamos em comparação aos outros. Existe algo de bom no simples fato de acharmos alguém menos eficiente do que nós. Ai. Ainda hoje, eu me lembro do pequeno recado postado pelo responsável pelos dormitórios no meu último ano de faculdade: “Amar é parar de comparar”. Piper, o que te importa? Siga-me.&amp;lt;br&amp;gt; &lt;br /&gt;
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*O que te importa que o David Wells consiga compreender tão bem os efeitos penetrantes do pós-modernismo? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Voddie Baucham pregue o evangelho de maneira tão poderosa sem anotações? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Tim Keller perceba as conexões entre o evangelho e a vida profissional de forma tão clara? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Mark Driscoll tenha a linguagem e o jeitão da cultura pop nas pontas dos seus dedos? Siga-me.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que te importa que o Don Carson leia quinhentos livros por ano e consiga combinar os “insights’ pastorais com a profundidade acadêmica e ainda ser compreensível? Siga-me. &amp;lt;br&amp;gt;Esta palavra me atingiu com grande alegria. Jesus não irá me julgar de acordo com a minha superioridade ou inferioridade em relação aos outros. Em relação a nenhuma igreja, pregador ou ministério. Estes não são os padrões. Jesus tem uma obra para eu fazer (e uma diferente para você). Ele não deu esta obra pra nenhuma outra pessoa. Ele disponibiliza graça para que eu faça esta obra. Confiarei nele por esta graça e farei o que ele me deu para fazer? Esta é a questão. Oh que liberdade proveniente das duras palavras de Jesus! &amp;lt;br&amp;gt;Eu espero que você encontre encorajamento e liberdade hoje quando você ouve Jesus dizer a todas as suas comparações: “O que lhe importa? Siga-me!”.&amp;lt;br&amp;gt;Aprendendo a andar em liberdade com você, &amp;lt;br&amp;gt;Pastor John &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 30 May 2008 18:57:46 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:What_is_That_to_You%3F_You_Follow_Me!/pt</comments>		</item>
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			<title>What is That to You? You Follow Me!/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/What_is_That_to_You%3F_You_Follow_Me!/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= '''&amp;quot;O que lhe importa? Quanto a você, siga-me!&amp;quot; '''&amp;lt;br&amp;gt; =&lt;br /&gt;
''Liberto da auto-comparação por palavras diretas''&amp;lt;br&amp;gt;'''João 21.18-22 '''&amp;lt;br&amp;gt;Depois de sua ressurreição dos mosrtos, Jesus perguntou três vezes a Pedro se ele o amava. Ele respondeu que sim as três vezes. Então pedro disse que a Pedro que ele morreria – aparentemente crucificado. Pedro ficou curioso para saber o que aconteceria com João. Então ele perguntou a Jesus, “E quanto a ele?” Jesus fugiu da questão e disse, “O que lhe importa, Quanto a você, siga-me!” Aqui está toda a conversa.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;''Digo-lhe a verdade: Quando você era mais jovem, vestia-se e ia para onde queria; mas quando for velho, estenderá as mãos e outra pessoa o vestirá e o levará para onde você não deseja ir”. Jesus disse isso para indicar o tipo de morte com a qual Pedro iria glorificar a Deus. E então lhe disse: “Siga-me!”&amp;lt;br&amp;gt;Pedro voltou-se e viu que o discípulo a quem Jesus amava os seguia. (Este era o que se inclinara para Jesus durante a ceia e perguntara: “Senhor, quem te irá trair?”) Quando Pedro o viu, perguntou: “Senhor, e quanto a ele?”Respondeu Jesus: “Se eu quiser que ele permaneça vivo até que eu volte, o que lhe importa? Siga-me você”. (João 21. 18-22)''&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/blockquote&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;As palavras diretas de Jesus – “Não te interessa, siga-me” – são música para os meus ouvidos. Elas libertam da escravidão depressiva causada pela comparação. Algumas vezes quando analiso as publicidades na revista Christianity Today (todas as dez mil existentes), eu fico desencorajado. Não tanto quanto eu ficava vinte e cinco anos atrás. Mas eu ainda acho esta avalanche de sugestões opressiva. &amp;lt;br&amp;gt;Livro após livro, conferência após conferência, DVD após DVD – me dizendo como ser bem sucedido no ministério. E todos eles trazendo a mensagem silenciosa de que eu não estou conseguindo ser bem sucedido. O louvor poderia ser melhor. A pregação poderia ser melhor. O Evangelismo poderia ser melhor. O cuidado pastoral poderia ser melhor. Missões poderia ser melhor. E aqui está o que funciona. Compre isto. Vá aqui. Vá ali. Faça isto desta maneira. E para aumentar o peso – alguns destes livros e conferências são meus.&amp;lt;br&amp;gt;Assim eu fui aliviado pela palavra direta de Jesus para mim (e pra você): “O que lhe importa? Quanto a você, siga-me!” Pedro havia acabado de ouvir palavras bastante duras. Você morrerá – de forma dolorosa. O seu primeiro pensamento foi o de comparer. E quanto ao João? Se eu tenho que sofrer, ele também terá que sofrer? Se meu ministério terminará assim, o dele também irá? Se eu não poderei viver uma vida longa ou ter um ministério frutífero, e ele?&amp;lt;br&amp;gt;Está é a maneira como nós pecadores somos. Comparação. Comparação. Comparação. Nós suspiramos por saber em que posição estamos em comparação aos outros. Existe algo de bom no simples fato de acharmos alguém menos eficiente do que nós. Ai. Ainda hoje, eu me lembro do pequeno recado postado pelo responsável pelos dormitórios no meu último ano de faculdade: “Amar é parar de comparar”. Piper, o que te importa? Siga-me.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*O que te importa que o David Wells consiga compreender tão bem os efeitos penetrantes do pós-modernismo? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Voddie Baucham pregue o evangelho de maneira tão poderosa sem anotações? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Tim Keller perceba as conexões entre o evangelho e a vida profissional de forma tão clara? Siga-me. &lt;br /&gt;
*O que te importa que o Mark Driscoll tenha a linguagem e o jeitão da cultura pop nas pontas dos seus dedos? Siga-me.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que te importa que o Don Carson leia quinhentos livros por ano e consiga combinar os “insights’ pastorais com a profundidade acadêmica e ainda ser compreensível? Siga-me. &amp;lt;br&amp;gt;Esta palavra me atingiu com grande alegria. Jesus não irá me julgar de acordo com a minha superioridade ou inferioridade em relação aos outros. Em relação a nenhuma igreja, pregador ou ministério. Estes não são os padrões. Jesus tem uma obra para eu fazer (e uma diferente para você). Ele não deu esta obra pra nenhuma outra pessoa. Ele disponibiliza graça para que eu faça esta obra. Confiarei nele por esta graça e farei o que ele me deu para fazer? Esta é a questão. Oh que liberdade proveniente das duras palavras de Jesus! &amp;lt;br&amp;gt;Eu espero que você encontre encorajamento e liberdade hoje quando você ouve Jesus dizer a todas as suas comparações: “O que lhe importa? Siga-me!”.&amp;lt;br&amp;gt;Aprendendo a andar em liberdade com você, &amp;lt;br&amp;gt;Pastor John&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 23 May 2008 17:50:48 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:What_is_That_to_You%3F_You_Follow_Me!/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Expositional Preaching and Application/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Expositional_Preaching_and_Application/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Filipeniel: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= {{InProcess|user=|date=}}'''Pregação expositiva e Aplicação'''  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro dia me perguntaram sobre algo que percebi tenho sido freqüentemente questionado – quando você prega expositivamente, como você aplica o texto no sermão? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, devemos notar que por trás desta pergunta, podem existir muitas suposições questionáveis. O questionador pode estar lembrando de sermões “expositivos” que ele tenha ouvido (ou talvez até pregado) os quais não foram diferentes de preleções bíblicas de faculdades ou seminários . Eles podem ter sido bem estruturados e corretos, mas neles não se percebe urgência piedosa, ou sabedoria pastoral. Estes sermões expositivos podem ter tido pequena aplicação, se é que tiveram alguma. Por outro lado, o questionador pode estar simplesmente com uma compreensão errada do que é aplicação. Pode ter existido muita aplicação nos sermões em questão, mas ele pode simplesmente não as ter reconhecido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
William Perkins, o grande teólogo puritano do Século XVI em Cambridge, instruiu pregadores a imaginar os vários tipos de ouvintes que estariam ouvindo os seus sermões, e a pensar através de aplicações da verdade pregada para muitos tipos diferentes de pecadores com corações endurecidos, questionadores duvidosos, santos esgotados, jovens entusiasmados e a lista continua. Eu quero tratar esta questão de uma maneira um pouco diferente. Muitos de nós que somos chamados para pregar a Palavra de Deus certamente já saberão disto, mas é útil nos lembrarmos de novo deste fato: Não existem apenas diferentes tipos de ouvintes, mas também existem diferentes tipos de aplicações sendo todas elas legitimamente consideradas aplicações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu prego a Palavra, eu sou chamado a expor as Escrituras, a pegar uma passagem da Palavra de Deus e explica-la de maneira clara, constrangedora e até urgente. Neste processo, existem pelo menos três tipos diferentes de aplicações que refletem três diferentes tipos de problemas que encontramos em nossa própria peregrinação cristã. Primeiro, nós lutamos debaixo da praga da ignorância. Segundo, nós contendemos com a dúvida, muito mais do que percebemos inicialmente. E finalmente, nós pecamos seja diretamente através de atos desobedientes, ou através de negligência pecaminosa. Nós desejamos ver estas três realidades mudadas em nós e em nossos ouvintes a cada vez que pregamos a Palavra de Deus. E cada uma destas realidades dá origem a um tipo diferente de aplicação legítima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ignorância é um problema fundamental em um mundo caído. Nós alienamos Deus de nossas vidas. Nós nos cortamos da comunhão direta com nosso Criador. Assim, não é de se estranhar que informar as pessoas sobre a verdade sobre Deus é por si só um poderoso e desesperadamente necessário tipo de aplicação. Isto não é uma desculpa para sermões frios ou impassíveis. Eu posso ser tão (ou mais) animado por uma afirmação indicativa quanto eu posso ser animado por uma ordem imperativa. As ordens do evangelho para se arrepender e crer não significam nada se separadas das afirmações indicativas sobre Deus, nós mesmos e Cristo. Informação é vital. Somos chamados a pregar a verdade, a proclamar uma formidável mensagem sobre Deus. Nós queremos que as pessoas que ouvem nossas mensagens deixem de ser ignorantes e passem a conhecer a verdade. Este tipo de informação sincera é aplicação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dúvida é diferente de simples ignorância. Duvidamos, quando pegamos idéias e verdades que nos são familiares e as questionamos. Este tipo de questionamento não é raro entre Cristãos. De fato, dúvida pode muito bem ser um dos mais importantes problemas a ser atenciosamente explorado e inteiramente desafiado em nossas pregações. Às vezes podemos imaginar que uma pequena apologia antes da conversão é o único momento em que nós pregadores precisamos tratar de dúvida diretamente, mas este não é o caso. Algumas pessoas que se sentaram e ouviram ao seu sermão Domingo passado, e que conheciam todos os fatos que você mencionou sobre Cristo, ou Deus, ou Onésimo, podem muito bem estar em um debate interno de se eles realmente crêem nestes fatos como verdadeiros. Muitas vezes estas dúvidas nem são faladas. Nós podemos nem ficar sabendo delas. Mas quando começamos de modo perspicaz a considerar as Escrituras, nós encontramos questões, incertezas e hesitações, se demorando nas sombras, todas as quais nos deixam tristemente conhecedores da força gravitacional da dúvida, que lá de longe, está nos tirando do caminho fiel do peregrino. A estas pessoas, e talvez a estas partes de nossos próprios corações nós queremos defender e incitar à autenticidade da Palavra de Deus e a urgência de se crer nela. Somos chamados a incitar os ouvintes à autenticidade da palavra de Deus. Nós queremos que as pessoas que ouvem nossas mensagens mudem da dúvida para um coração cheio de crença na verdade. Este tipo de pregação urgente e minuciosa da verdade é aplicação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pecado, também, é um problema neste mundo caído. Ignorância e dúvida podem ser elas mesmas pecados específicos, ou resultados de pecados específicos, ou nenhuma das duas coisas. Mas pecado é certamente mais do que negligência ou dúvida. Tenha certeza que as pessoas que estão ouvindo seus sermões terão lutado com desobediência a Deus na semana que acabou de terminar, e muito provavelmente irão lutar com desobediência a Deus na semana que eles estão apenas começando. Os pecados serão vários. Alguns serão desobediência de ação, outros serão desobediência de inércia. Mas seja por comissão ou omissão, pecados são desobediência a Deus. Parte do que devemos fazer quando pregamos é desafiar o povo de Deus à santidade de vida que irá refletir a santidade do próprio Deus. Então parte de nossa tarefa na aplicação da passagem das Escrituras deve ser extrair as implicações da passagem para as nossas ações nesta semana. Como pregadores somos chamados a exortar o povo de Deus à obediência à Sua Palavra. Queremos que as pessoas que ouvem nossas mensagens mudem de desobediência pecaminosa, para obediência alegre e contente a Deus, de acordo com a vontade dEle revelada na Sua Palavra. Este tipo de exortação à obediência é certamente aplicação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mensagem principal que precisamos aplicar todas as vezes que pregamos é o evangelho. Algumas pessoas ainda não conhecem as Boas Novas de Jesus Cristo. Algumas pessoas, até as que ouvem a sua pregação, podem ter se distraído, dormido, ou sonhado acordadas ou até não prestaram atenção. Elas precisam ser informadas sobre o evangelho. O Evangelho precisa ser dito a elas. &lt;br /&gt;
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Outras podem ter ouvido, entendido, e talvez até ter aceitado a verdade de maneira genuína, mas agora se encontram lutando com dúvidas sobre o que você estava discursando (ou supondo) na sua mensagem. Estas pessoas precisam ser impelidas a crer na verdade das Boas Novas de Cristo. &lt;br /&gt;
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Existem também os que podem ter ouvido e entendido, mas são devagar para se arrependerem de seus pecados. Eles podem até não duvidar da verdade que você está dizendo, eles podem simplesmente ser devagar para se arrependerem de seus pecados e se voltarem para Cristo. A estes ouvintes, a aplicação mais poderosa que você pode fazer é exortá-los a odiar os pecados deles e correr para Cristo. Em todos os nossos sermões, nós devemos buscar aplicar o evangelho informando, instando e exortando. &lt;br /&gt;
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Um desafio comum que nós pregadores enfrentamos para aplicar a Palavra de Deus em nossos sermões é que algumas vezes aqueles que têm seus problemas principalmente em uma ou outra área pensarão que você não está aplicando as Escrituras em suas pregações, caso você não toque nos problemas particulares deles. Eles estão certos? Não necessariamente. Enquanto as suas pregações podem melhorar se você começar a falar sobre dúvidas mais vezes, ou de maneira mais completa, não é errado pregar aqueles que precisem ser informados, ou aos que precisem ser exortados a abandonar o pecado, mesmo que a pessoa que estiver falando com você não saiba desta necessidade. &lt;br /&gt;
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Uma nota final, Provérbios 23.12 diz: “Aplica o coração ao ensino e os ouvidos às palavras do conhecimento.” Em traduções em inglês , parece que as palavras traduzidas como “aplique” na Bíblia quase sempre (talvez sempre?) não se referem ao trabalho do pregador (como a homilética nos ensina) e nem ao trabalho do Espírito Santo (como a Teologia Sistemática corretamente nos ensina), mas ao trabalho do que ouve a Palavra. Somos chamados a aplicar a palavra aos nossos próprios corações, e a nos aplicar neste trabalho. &lt;br /&gt;
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Isso, talvez, seja a maior aplicação que nós possamos fazer no Domingo que vem para o benefício de todo o povo de Deus.&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 28 Apr 2008 23:50:11 GMT</pubDate>			<dc:creator>Filipeniel</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Expositional_Preaching_and_Application/pt</comments>		</item>
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