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		<title>Gospel Translations - User contributions [en]</title>
		<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Special:Contributions/Catarina</link>
		<description>From Gospel Translations</description>
		<language>en</language>
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		<lastBuildDate>Wed, 22 Apr 2026 06:44:52 GMT</lastBuildDate>
		<item>
			<title>Battling the Unbelief of Bitterness/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Battling_the_Unbelief_of_Bitterness/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Lutando contra a incredulidade da amargura}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Romanos 12:17-21'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== '''Todo mundo tem que aprender como lidar com a raiva''' =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando estive na reunião semestral do conselho da Conferência Geral dos Batistas em Madison esta semana, um pastor confidenciou-me que ele fica com raiva muito fácil e que às vezes ele tem muita raiva dentro dele mesmo que as pessoas não consigam perceber a partir de sua aparência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele estava falando por muitos. Para algumas pessoas a raiva está reprimida debaixo de um exterior calmo. Ela fermenta aonde ninguém pode ver. Outros a jogam instantaneamente para fora quando ficam com raiva. Outros ficam vermelhos no rosto e tremem. Outros ficam carrancudos e calados. Outros se tornam mordazes e cortantes com sua língua. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas todos têm que lidar com ela de uma maneira ou de outra – a raiva é uma experiência universal, e a maior parte dela não é boa. Eu me baseio no que Tiago 1:19-20 diz: “Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus.” Deveríamos aprender como sermos devagar em ficar com raiva, porque o que vem rápido geralmente está contaminado com injustiça. É simplesmente humano em vez de ser piedoso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas sabemos que nem toda ira é ruim. Jesus foi um homem sem pecado, porém Marcos 3:5 diz: “Olhando-os ao redor, indignado e condoído com a dureza do seu coração.” E Salmo 7:11 diz: “Deus que sente indignação todos os dias.” E Paulo diz em Efésios 4:26: “Irai-vos e não pequeis.” Nem toda ira é ruim. Alguma é boa e certa e necessária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas principalmente a Bíblia nos adverte dos perigos da ira. “Todo homem, pois, seja pronto para ouvir, tardio para falar, tardio para se irar. Porque a ira do homem não produz a justiça de Deus.” ( Tiago 1:19-20 ) “Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade...” ( Colossenses 3:8 ) “Longe de vós, toda amargura, e cólera, e ira, e gritaria... e bem assim toda malícia.” ( Efésios 4:31 ) “Ora, as obras da carne são conhecidas: ...porfias, ciúmes, iras,...” ( Gálatas 5:19-20 ) “Aquele que [sem motivo] se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento...” ( Mateus 5:22 )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== A ira é muito perigosa =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesta última advertência você pode ver que a ira é muito perigosa. Se ela fincar raiz em seu coração e se tornar um ressentimento ou criar um espírito que não perdoa, ela pode lhe destruir. Este é o sentido na parábola de Jesus em Mateus 18 sobre o servo que não perdoa: tendo sua enorme dívida cancelada pelo rei, ele se recusa a cancelar a pequena dívida do seu amigo. E assim o rei o joga na prisão por sua crueldade. Jesus termina a parábola com esta advertência no versículo 35: “Assim também meu Pai celeste vos fará, se do íntimo não perdoardes cada um a seu irmão.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ira é muito perigosa. Ela pode tomar seu coração, se tornar um ressentimento duradouro, ou criar um espírito que não perdoa, e o resultado será condenação. Jesus disse com muita clareza em Mateus 6:15: “Se, porém, não perdoardes aos homens [ as suas ofensas ], tampouco vosso pai vos perdoará as vossas ofensas.”&amp;lt;br&amp;gt;Para sentirmos o peso desta advertência vamos colocá-la em três partes:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Ninguém vai ao Céu sem ser perdoado por Deus. O Céu é um lugar dado apenas para pecadores perdoados.&amp;lt;br&amp;gt;2. Ninguém é perdoado que não esteja disposto a perdoar.&amp;lt;br&amp;gt;3. Ninguém que não perdoa vai ao Céu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jesus trata a ira do mesmo modo que ele trata a luxúria. Se você não luta contra a luxúria, você não vai para o Céu ( Mateus 5:29 ). Se você não perdoa os outros, você não vai para a glória ( Mateus 6:15 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Uma luta contra a incredulidade =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É esta salvação por obras? Isto ensina que podemos ganhar nossa ida para o Céu? Não. A salvação é pela graça mediante a fé ( Efésios 2:8 ). E o oposto de salvação, a condenação, não é pela graça mediante a fé, mas por obras ( o oposto da graça ) através da incredulidade ( o oposto de fé ). É isto que Jesus quer dizer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, quando Jesus ensina que um espírito que não perdoa ou a amargura leva a condenação e não a salvação, ele quer dizer que a amargura é um tipo de incredulidade. E a maneira de lutar contra isto é lutando o combate da fé. A luta contra a amargura em nossos corações não é um esforço de conseguirmos chegar ao Céu. É uma batalha para crer na Palavra de Deus, e contar com as promessas de sua graça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante meus anos no seminário Noel e eu estávamos num grupo tipo 20:20 com alguns outros casais. Uma noite estávamos discutindo sobre perdão e ira, e uma das mulheres disse que ela não poderia e nem iria perdoar sua mãe por algo que ela lhe fizera quando era uma menina pequena. Falamos sobre alguns mandamentos bíblicos sobre o perdão e conversamos sobre sermos perdoados por Deus, mas ela continuava firme em sua posição. Então eu disse: “Você sabe, não sabe, que você corre grande perigo de ser lançada no inferno? Se você não está disposta a perdoar sua mãe por ter pecado contra você, Deus não estará disposto a perdoar seus pecados contra ele. Não haverá pessoas que não perdoam no Céu!” Mas ela não era uma pessoa que se submetia facilmente às Escrituras. Ela era impulsionada pela emoção e a força da sua indignação simplesmente se justificava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A razão porque ela estava em perigo de perder sua alma não era porque ela não trabalhava duro para Deus, mas porque ela não confiava na sua disposição de trabalhar duro por ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A luta contra a amargura é uma luta contra a incredulidade. E a paz e o descanso e a alegria que vem no lugar da ira e da amargura são a paz e a alegria que Romanos 15:13 diz explicitamente que eles vem por crer no Deus da esperança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== Quatro maneiras para combater a amargura lutando contra a incredulidade =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que quero fazer então nesta manhã é colocar quatro maneiras para combater a amargura lutando contra a incredulidade. Se Deus der poderes a sua Palavra agora, haverá grandes resultados: seu coração será liberto do peso da amargura; pelo menos do seu lado, relacionamentos poderão ser curados; mais um obstáculo poderá ser removido de uma autêntica testemunha de Cristo, e Deus será grandemente honrado pela sua confiança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''1. Não ignore o bom conselho do Médico'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira maneira de combater a incredulidade da amargura é muito básica: a saber, considere o que o Médico diz um bom conselho. Se o Grande Médico diz “Deixe a ira”, não ignore o conselho. Coloque-o na sua mente e decida mantê-lo. É isto que você faz quando você confia no seu Médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escute esta história de Leroy Eim lutando contra a ira. Aqui está um líder cristão que descobriu que o segredo estava em ouvir a ordem do Médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Logo depois de ter me tornado um cristão, eu fui desafiado a fazer aplicações pessoais como parte do meu estudo bíblico semanal. Um dos primeiros livros que estudei foi a carta de Paulo aos Colossenses. Eu estava estudando o capítulo 3, quando o Espírito Santo chamou minha atenção com isto: “Agora, porém, despojai-vos, igualmente, de tudo isto: ira, indignação, maldade, maledicência, linguagem obscena do vosso falar.” (Cl 3:8) Eu tentei pular este versículo, mas o Espírito me trazia de volta para estas palavras “despojai-vos da ira”. Nesta época eu tinha um temperamento violento, e cada vez que explodia eu dava uma arrancada e batia com meu punho na primeira porta que encontrava. Apesar do fato que muitas vezes os nós dos meus dedos sangravam e em uma ocasião ter completamente despedaçado um lindo anel de diamante e ônix que a minha esposa tinha me dado, parecia que não poderia parar. Contudo, aqui estava a palavra de Deus: “Despojai-vos da ira”. Para mim estava claro que isto não era apenas um bom conselho dado às pessoas de Colosso séculos atrás. Era Deus falando comigo naquele momento.&amp;lt;br&amp;gt;Então, naquela semana fiz uma aliança com Deus. Ele havia falado comigo sobre o meu pecado da ira, e eu prometi ao Senhor que trabalharia nela...&amp;lt;br&amp;gt;Meu primeiro passo foi memorizar o versículo e revisá-lo diariamente por algumas semanas. [O conselho do Médico não é ignorado. Você começa a ficar seriamente preocupado em colocá-lo na sua mente e coração, se você confiar nele.] Orei e pedi ao Senhor que trouxesse este versículo a minha mente sempre que surgisse uma situação onde poderia ser tentado a perder a calma. E eu pedi a minha esposa que orasse por mim e que me lembrasse desta passagem se ela me visse falhando na minha promessa ao Senhor. Assim Colossenses 3:8 se tornou parte da minha vida e gradualmente Deus removeu tal pecado de mim. (''A Arte perdida do Discipulado, pp 78s ).''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, a primeira maneira para combater a amargura lutando contra a incredulidade é crer que o conselho do Médico é bom. Se você confiar no seu conselho você vai se esmerar muito para colocá-lo na sua cabeça e coração. Você não vai ignorá-lo ou rejeitá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''2. Valorize o ser perdoado por Deus'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda maneira de combater a incredulidade da amargura é realmente valorizar ser perdoado por Deus. Sublinhe a palavra valorizar.&amp;lt;br&amp;gt;Paulo disse em Efésios 4:32: “Antes, sede uns para com os outros benignos, compassivos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus, em Cristo, vos perdoou.” Em outras palavras, ser perdoado por Deus deveria ter um efeito poderoso em nosso perdoar outras pessoas e não guardar rancor, e não ficar ressentido.&amp;lt;br&amp;gt;Como o ser perdoado faz de você uma pessoa que perdoa? Nós respondemos: pela fé em sermos perdoados. Crendo que somos perdoados.&amp;lt;br&amp;gt;Mas aquela mulher, há 18 anos que não queria perdoar sua mãe, cria que ela era perdoada. Ela não deixou o pecado do ressentimento abalar sua segurança. &amp;lt;br&amp;gt;O que está errado aqui? O que está errado é que ela não sabia o que é a verdadeira fé salvadora. A fé salvadora não é simplesmente crer que você foi perdoado. A fé salvadora significa crer que o perdão de Deus é algo impressionante! A fé salvadora olha para o horror do pecado e depois olha para a santidade de Deus e crê que o perdão de Deus é uma beleza assombrosa e indizivelmente glorioso. A fé no perdão de Deus não significa apenas confiança de que fui tirado de um aperto. Significa confiança de que isto é a coisa mais preciosa do mundo. Por isso eu usei a palavra valorizar. A fé salvadora valoriza o ser perdoado por Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aqui está a conexão com a luta contra a amargura. Você pode continuar guardando ressentimentos se sua fé simplesmente significa que você saiu do aperto. Mas se fé significa sentir temor por ser perdoado por Deus, então você não pode continuar guardando ressentimentos. Você se apaixonou pela misericórdia. É a sua vida. Então você combate a amargura lutando pela fé que sente temor diante do perdão de Deus pelos nossos pecados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''3. Confie que a justiça de Deus vai prevalecer'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A terceira maneira de combater a incredulidade da amargura é confiar que a justiça de Deus vai prevalecer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma das causas da amargura é o sentimento de que você foi injustiçado por alguém. Eles mentiram sobre você, ou te roubaram, ou foram infiéis, ou lhe colocaram pra baixo, ou lhe rejeitaram. E você tem este sentimento não somente de que você não deveria ter sido machucado, mas que eles deveriam ser punidos. E você pode estar certo.&amp;lt;br&amp;gt;E em se sentir que está certo você fica remoendo esta injustiça. Você a deixa passar pela sua mente de novo e de novo, e ela vai te comendo por dentro. Você pensa coisas que você talvez devesse dizer para colocar as coisas no seu devido lugar. Você pensa coisas que você poderia fazer para mostrar aos outros suas verdadeiras cores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, Deus não está satisfeito com esta amargura. E a razão por ele não estar é porque ela vem da incredulidade na certeza de que a justiça de Deus prevalecerá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Romanos 12:19 diz: “Não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar à ira; porque está escrito: A mim me pertence a vingança; eu é que retribuirei, diz o Senhor.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que este texto diz é que Deus fez uma promessa de que ele mesmo retribuiria todos os males na medida perfeita. Sua justiça prevalecerá. Nenhum mal tem escapado a sua percepção. Ele vê o mal muito melhor que você. Ele o odeia bem mais do que você. E ele reivindica o direito de se vingar.&amp;lt;br&amp;gt;Você crê nesta promessa? Você confia em Deus para acertar as contas com bem mais justiça do que você poderia acertá-las? Se você o faz, este texto diz que você vai parar de saborear vingança. Você a deixará para Deus, e você estará liberto para retribuir o mal com o bem e abençoar aqueles que te perseguem ( Romanos 12:14, 20 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A luta contra a amargura e a vingança é uma luta contra a incredulidade na promessa de Deus de nos vingar no tempo devido e de fazer a justiça prevalecer ( Salmo 37:6 ). Se crermos que ele o fará, e o fará melhor do que nós poderíamos, então faremos o que 1 Pedro 2:23 diz que Jesus fez.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ninguém foi mais injustiçado do que Jesus. Ninguém recebeu um trato tão brutal quanto ele. Ninguém foi mais abusado. Ninguém foi mais rejeitado. E ninguém era tão inocente. Então o que foi que ele fez quando seu coração se encheu com uma indignação moral?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Pois ele, quando ultrajado, não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto é, ele entregou sua queixa a Deus. Por quê? Porque ele tinha se tornado um de nós, e ele estava nos mostrando que a vingança pertence a Deus e que a justiça prevalecerá. Com esta confiança Jesus nunca permitiu que qualquer amargura pecaminosa surgisse no seu coração. E nós também não deveríamos deixar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maneira de lutar contra a amargura é crer que a vingança pertence ao Senhor e ele retribuirá. Se você guardar rancor, você duvida do Juiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''4. Confie no propósito de Deus de transformá-la em bem'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A última maneira de combater a incredulidade da amargura é confiar no propósito de Deus de transformar a causa da sua ira em algo bom para você. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 Pedro 1:6 – 7 diz: “Nisso exultais, embora, no presente, por breve tempo, se necessário, sejais contristados por várias provações, para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, Deus permite provações em nossas vidas que poderiam nos deixar muito irados. Se não pudessem, não seriam provações. Mas a razão que ele o faz é para &amp;lt;br&amp;gt;refinar nossa fé do mesmo modo que o ouro é refinado pelo fogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto significa que a luta contra a amargura no meio da provação não é outra coisa senão a luta contra a incredulidade. Olharemos para a bondade soberana de Deus e creremos que ele quer o nosso bem no fogo refinador? Ou iremos sucumbir à incredulidade e deixar a amargura crescer?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Resumo'''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixe-me resumir nossos quatro pontos de como lutar contra a incredulidade da amargura:&amp;lt;br&amp;gt;1. Creia que o que o Grande Médico diz é um bom conselho. Se ele diz: “Despojai-vos da ira”, não ignore o conselho. Coloque-o na sua mente e decida cumpri-lo.&amp;lt;br&amp;gt;2. Creia que você foi perdoado, e que ser perdoado por um Deus infinitamente santo é algo assombroso.&amp;lt;br&amp;gt;3. Creia que a vingança pertence a Deus, que ele retribuirá a todos que fazem o mal.&amp;lt;br&amp;gt;4. Creia que o propósito de Deus em todas as suas provações é de transformar a causa da sua ira em algo bom para você.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 14:56:54 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Battling_the_Unbelief_of_Bitterness/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Cosmic Treason (January 2007)/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Cosmic_Treason_(January_2007)/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Traição Cósmica ( Janeiro 2007 )}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pergunta “O que é pecado?” é levantada no Breve Catecismo de Westminster. A resposta dada a esta pergunta do catecismo é simplesmente esta: “Pecado é qualquer falta de conformidade com ou transgressão da Lei de Deus.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;Vamos examinar alguns elementos desta resposta catequética. Em primeira instância, o pecado é identificado como algum tipo de falta ou carência. Na idade média, teólogos cristãos tentaram definir o mal ou pecado em termos de privação (''privatio '') ou negação ( ''negatio'' ). Nestes termos, o mal ou pecado era definido pela falta de conformidade com a bondade. A terminologia negativa associada com pecado pode ser vista em palavras bíblicas como '''''des'''''&amp;lt;i&amp;gt;obediência, '''ir'''religiosidade,&amp;lt;/i&amp;gt; ou '''''i'''moralidade.'' Em todos estes termos vemos a ênfase no negativo. Outros exemplos poderiam incluir palavras como ''desonra, anticristo'', e outras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, para ganharmos uma visão completa do pecado, temos que ver que ele envolve mais do que a negação do bom, ou mais do que simplesmente a falta de uma virtude. Se o pecado for definido exclusivamente em termos negativos, podemos estar inclinados a pensar que seja meramente uma ilusão. Mas os estragos do pecado apontam dramaticamente para a realidade do seu poder, uma realidade que nunca poderia se explicada apenas como uma mera ilusão. Os reformadores acrescentaram à ideia de privatio a noção de atualidade ou atividade, de maneira que o mal pode ser colocado na frase, “''privatio actuosa''”. Isto enfatiza o caráter ativo do pecado. No catecismo o pecado não é somente definido como uma falta de conformidade, mas como um ato de transgressão, uma ação que envolve um ultrapassar ou violação de um padrão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para compreender o significado do pecado, não podemos defini-lo à parte do seu relacionamento com a lei. É a Lei de Deus que determina o que é pecado. No Novo Testamento, especialmente em Romanos, o apóstolo Paulo trabalha o ponto de que há uma relação inseparável entre pecado e morte e entre pecado e lei. A fórmula simples é a seguinte: Nenhum pecado é igual a nenhuma morte. Nenhuma lei é igual a nenhum pecado. O apóstolo argumenta que onde não há pecado , não há morte, e onde não há lei não há pecado. Isto se baseia na premissa de que a morte invade a experiência humana como um ato do julgamento divino do pecado. É a alma que peca que morre. Contudo, sem lei não pode existir pecado. A morte não pode entrar na experiência humana até que a Lei de Deus seja primeiro revelada. É por esta razão que o apóstolo argumenta que a lei moral já estava em vigor antes que Deus deu a Israel o Código Mosaico. Este argumento baseia-se na premissa de que a morte já estava no mundo antes do Sinai, que a morte reinava de Adão até Moíses. Isto só pode significar que a lei moral de Deus já tinha sido dado à Suas criaturas bem antes das tábuas de pedra serem entregues a nação de Israel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto dá alguma credibilidade às afirmações de Immanuel Kant sobre um imperativo moral universal que ele chamava de ''imperativo categórico'', que se encontra na consciência de toda pessoa sensível. Como é a Lei de Deus que define a natureza do pecado, temos que encarar as conseqüências terríveis da nossa desobediência a esta lei. O que o pecador requer para ser resgatado dos aspectos punitivos desta lei é o que Solomon Stoddard chamou de a Justiça da Lei. Da mesma maneira como o pecado é definido pela falta de conformidade com a Lei, ou transgressão da Lei, o único antídoto para esta transgressão é a obediência à Lei. Se possuirmos tal obediência à Lei de Deus, não corremos perigo de sermos julgado por Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solomon Stoddard, o avô de Jonathan Edwards, escreveu em seu livro “''A Justiça de Cristo''”, o seguinte resumo do valor da justiça da Lei: “é suficiente para nós se tivermos a justiça da lei. Não haverá perigo de erro judicial se tivermos esta justiça. A segurança dos anjos no Céu é que eles têm a justiça da lei, e é uma segurança suficiente para nós se tivermos a justiça da lei. Sei tivermos a justiça da lei não seremos sujeitos a maldição da lei. Não somos ameaçados pela lei, não provocamos a justiça; a condenação da lei não pode nos agarrar; a lei não tem nada contra nossa salvação. A alma que conta com a justiça da lei está fora do alcance das ameaças da lei. Onde as exigências da lei são respondidas, a lei não encontra culpa. A lei só amaldiçoa a falta de obediência perfeita. E mais, onde há a aplicação da justiça da lei, Deus tem se comprometido a dar vida eterna. Estas pessoas são herdeiras da vida eterna de acordo com as promessas da lei. A lei os declarou herdeiros da vida, Gálatas 3:12: “Aquele que observar os seus preceitos por eles viverá.” (''A Justiça de Cristo, ''p. 25 ) .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A única justiça que satisfaz os requerimentos da lei é a justiça de Cristo. É somente pela imputação desta justiça que o pecador pode ter a justiça da Lei. Isto é crucial para nossa compreensão nestes dias em que a imputação da justiça de Cristo é amplamente atacada. Se abandonarmos a noção da justiça de Cristo, não temos nenhuma esperança, porque a Lei nunca é negociada por Deus. Enquanto a Lei existe estamos expostos ao seu julgamento a não ser que o nosso pecado seja coberto pela justiça da Lei. A única cobertura que podemos possuir é aquela justiça que vem da obediência ativa de Cristo que cumpriu cada anotação e título da Lei. Seu cumprimento da Lei nele mesmo é uma ação vicária com a qual ele obtém a recompensa por esta obediência. Ele não faz isto para si mesmo, mas para o seu povo. É o contexto desta justiça imputada, deste resgate da condenação da Lei, desta salvação dos estragos do pecado que é o pano de fundo da santificação do cristão, na qual devemos fazer morrer o pecado que permanece em nós, já que Cristo morreu pelos nossos pecados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 25 May 2009 15:09:25 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Cosmic_Treason_(January_2007)/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Grounded in Grace/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Grounded_in_Grace/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Fundamentado na graça}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O debate histórico entre Protestantismo e o Catolicismo Romano frequentemente está formulado em termos de um argumento sobre obras x fé e/ou mérito x graça. Os reformadores magistrais articularam seu ponto de vista da justificação através de um esquema teológico fácil de slogans em latim, e as frases que eles usaram – ''sola fide ''e ''sola gratia ''– firmaram-se profundamente na história protestante. ''Sola fide'', ou “somente pela fé”, nega que nossas obras contribuem para a base da nossa justificação, enquanto''sola gratia'', ou “somente a graça”, nega que nenhum mérito nosso contribui para nossa justificação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema com slogans é que na sua função como abreviações de conceitos teológicos eles são capazes de serem facilmente mal compreendidos ou de serem usados como licença para simplificar demais assuntos complexos. Assim, quando a fé é nitidamente diferenciada das obras, várias distorções podem invadir facilmente o nosso entendimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando os Reformadores insistiram que a justificação é só pela fé, eles não queriam dizer que a fé em si é outro tipo de obra. Procurando excluir as obras do fundamento da nossa justificação, eles não estavam sugerindo que a fé contribuísse algo para a justificação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== O XIS DA QUESTÃO  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
====  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se dizer que o cerne do debate sobre justificação no século XVI estava na questão do fundamento da justificação. O fundamento da justificação é a base na qual Deus declara uma pessoa justa. Os Reformadores insistiam que o ponto de vista bíblico é que o único fundamento possível para a nossa justificação é a justiça de Cristo. Isto é uma referência explicita a justiça obtida por Jesus vivendo sua própria vida, não é a justiça de Cristo''em ''nós, mas a justiça de Cristo ''por ''nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando mantemos a questão do fundamento da justificação à nossa frente, vemos que o ''sola fide ''não é somente um slogan para a doutrina da justificação somente pela fé, mas também para a noção que a justificação é somente por Cristo. Deus nos declara justos na sua presença somente na, através e pela justiça de Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizer que a justificação é pela fé significa simplesmente que é ''pela ''ou através da fé que recebemos a imputação da justiça de Cristo. Então, a fé é a causa instrumental, ou o meio, pela qual nos apossamos de Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Roma ensina que a causa instrumental da justificação é o sacramento do batismo ( em primeira instância) e o sacramento de penitência ( em segunda instância). Pelo sacramento, a graça da justificação, ou a justiça de Cristo é infundida ( ou derramada ) na alma do destinatário. Portanto, a pessoa deve consentir e cooperar com esta graça infundida de tal maneira que a verdadeira justiça seja realmente ''inerente'' no crente para que Deus declare a pessoa justa. Para Deus justificar uma pessoa, a pessoa precisa primeiro ''se tornar'' justa''.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, Roma crê que para que a pessoa se torne justa, ela precisa de três coisas: graça, fé e Cristo. Roma não ensina que o homem pode se salvar por seus próprios méritos sem a graça; pelas próprias obras sem fé, ou por si mesmo sem Cristo. Mas por que então todo este alvoroço? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nem os debates do século XVI sem as discussões recentes e as declarações conjuntas entre Católicos e Protestantes tem sido capazes de resolver a principal questão do debate, a questão do fundamento da justificação. É a justiça ''imputada'' de Cristo ou a justiça ''infundida'' de Cristo? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em nossos dias, muitos que se confrontam com este conflito de séculos simplesmente levantam os ombros e dizem: “E daí?” ou “Qual é o problema?” Desde que ambos os lados afirmam que a justiça de Cristo é necessária para nossa justificação, e que graça e fé também são necessários, investigar mais a fundo outras questões técnicas parece perda de tempo ou um exercício de arrogância teológica detalhista. Para mais e mais pessoas este debate parece mais uma tempestade num copo d’água. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;br&amp;gt;DUAS PERSPECTIVAS  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, ''qual é o problema''? Tentarei responder a partir de duas perspectivas, uma teológica, outra pessoal e existencial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O grande problema teologicamente é a essência do Evangelho. Os problemas não vão muito mais além. A Boa Nova é que a justiça que Deus requer das suas criaturas foi obtida para elas ''por'' Cristo. A obra de Cristo ''conta'' para os crentes. O crente é justificado baseado no que Jesus fez por ele, fora e à parte dele, não pelo que Jesus faz nele. Para Roma, a pessoa não é justificada até que a justiça seja inerente a ela. Ela recebe a ajuda de Cristo, mas Deus não reconhece, não transfere ou imputa a justiça de Cristo nele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que isto significa pessoalmente e existencialmente? A visão de Roma leva desespero a minha alma. Se eu tenho que esperar até que eu esteja inerentemente justo antes de Deus me declarar justo, eu ainda tenho uma longa espera pela frente. Segundo Roma, se eu cometer um pecado mortal eu perderei qualquer graça justificadora que eu tenha no momento. Mesmo que a ganhe de volta através do sacramento da penitência , ainda terei que encarar o purgatório. Se eu morrer com alguma impureza na minha vida, tenho que ir ao purgatório para “purgar” todas as impurezas. Isto pode requerer milhares de anos para ser alcançado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que diferença radical do Evangelho bíblico que me assegura que a justificação diante de Deus é minha no momento em que eu coloco a minha confiança em Jesus. Porque a sua justiça é perfeita, ela não pode nem ser aumentada nem diminuída. E se sua justiça é imputada a mim, eu agora possuo o completo e total ''fundamento ''da justificação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão da justiça imputada contra a justiça infundida nunca pode ser resolvida sem repudiar uma ou outra. Elas são opiniões sobre a justificação que se excluem mutuamente. Se uma é verdadeira, a outra tem que ser falsa. Uma destas opiniões declara o verdadeiro Evangelho bíblico, a outra é um Evangelho falso. Simplesmente ambas não podem ser verdadeiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De novo, esta questão não pode ser resolvida com uma explicação de meio termo. As duas opiniões incompatíveis podem ser ignoradas ou minimizadas ( como os diálogos modernos fazem através de uma revisão histórica ), mas não podem ser conciliadas. Tão pouco podem ser reduzidas a um mero desentendimento – ambos os lados são inteligentes demais para que isto tenha acontecido nos últimos 400 anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A questão do mérito e da graça na justificação é coberta por nuvens de confusão. Roma fala que há dois tipos de mérito para os crentes: o congruente e o condigno. Mérito congruente é ganho por fazer obras de satisfação em conexão com o sacramento de penitência. Estas obras não são tão meritórias que impõem uma obrigação sobre o juiz para recompensá-las, mas elas são boas o suficiente para serem “apropriadas” ou “congruentes” para Deus recompensá-las. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mérito condigno é de uma ordem superior de méritos obtidos pelos santos. Mas mesmo este mérito é definido por Roma como sendo arraigado e fundamentado na graça. É um mérito que não poderia ser obtido sem a ajuda da graça. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Reformadores rejeitaram tanto o mérito congruente quanto o mérito condigno, argumentando que nosso estado não está somente ''arraigado ''na graça, mas que é graça em todos os momentos. O único mérito que conta para nossa justificação é o mérito de Cristo. De fato, somos salvos por obras meritórias – de Cristo. Que somos salvos pelos méritos de outra pessoa imputados a nós isto é a real essência da graça da salvação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É esta graça que nunca pode ser comprometida ou negociada pela igreja. Sem ela, nós realmente estamos sem esperança e indefesos para podermos permanecer justos diante de um Deus santo.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 10 Apr 2009 14:40:00 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Grounded_in_Grace/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Suffering of Christ and the Sovereignty of God/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/The_Suffering_of_Christ_and_the_Sovereignty_of_God/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|O Sofrimento de Cristo e a Soberania de Deus}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2005 Conferência Nacional Desiring God&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que eu gostaria de fazer nesta última palestra é engrandecer a Cristo nos seus sofrimentos. E ao fazer isto gostaria de arriscar uma explicação bíblica final para a existência do sofrimento. E gostaria de fazê-lo de uma maneira que você e eu sejamos libertos dos efeitos paralisantes do desencorajamento e da autocomiseração e do medo e do orgulho para que possamos doar-nos – capazes ou incapazes - a proclamar uma paixão pela supremacia de Deus em todas as coisas ( inclusive no sofrimento ) para a alegria de todos os povos através de Jesus Cristo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A explicação bíblica final para a existência do sofrimento ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu creio que o universo inteiro existe para mostrar a grandeza da glória da graça de Deus. Poderia dizer mais simples que o universo inteiro existe para mostrar a grandeza da glória de Deus. Isto seria verdade. Mas a Bíblia é mais específica. A glória de Deus brilha mais claramente, mais completamente, mais bonita na manifestação da glória ''da sua graça''. Portanto, este é o alvo final e a explicação final de todas as coisas – inclusive o sofrimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus decretou desde toda a eternidade que mostraria a grandeza da glória da sua graça para o prazer de suas criaturas, e ele nos revelou que isto é o alvo e a explicação final porque o pecado existe e porque há sofrimento, e porque existe o grande Salvador sofredor. Jesus Cristo, o Filho de Deus, veio em carne para sofrer e morrer e através deste sofrimento e morte salvar pecadores indignos como você e eu. Sua vinda para sofrer e morrer é a suprema manifestação da grandeza da glória da graça de Deus. Ou para dizê-lo um pouco diferente, a morte de Cristo em supremo sofrimento é a mais alta, mais clara, mais certa demonstração da glória da graça de Deus. Se isto é verdade, então uma verdade impressionante é revelada, a dizer, o sofrimento é uma parte essencial do universo criado no qual a grandeza da glória da graça de Deus pode ser revelada mais completamente. O sofrimento é uma parte essencial da tapeçaria do universo assim que o entrelaçar da graça pode ser visto pelo que realmente é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ou colocando mais simples e marcante: a razão final porque o sofrimento existe no universo é para que Cristo possa manifestar a grandeza da glória da graça de Deus sofrendo ele mesmo para superar o nosso sofrimento. O sofrimento do totalmente inocente e infinitamente santo Filho de Deus no lugar dos pecadores totalmente indignos para nos trazer alegria duradoura é a maior manifestação da glória da graça de Deus que houve, ou que poderia haver.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em concebendo um universo no qual mostraria a glória da sua graça, Deus não escolheu o plano b. Este era o momento – sexta-feira da paixão – para o qual todo o universo foi planejado. Não poderia haver maior demonstração da glória da graça de Deus do que o que aconteceu no Calvário. Tudo leva a ele e tudo flui dele e é explicado por ele, inclusive todo o sofrimento no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== O caminho bíblico que leva a esta verdade ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caminhe comigo agora, se você puder, no caminho bíblico que me conduziu a esta verdade. Até este ponto apenas parece uma teologia elevada ou uma filosofia. Mas é bem mais que isto. É o que as palavras das Escrituras claramente ensinam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Apocalipse 13:8 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos começar com Apocalipse 13:8. João escreve: “e adorá-la-ão [a besta] todos os que habitam a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no livro da vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo.” Isto é uma tradução boa, cuidadosa e literal. Isto significa que antes que o mundo foi criado havia um livro chamado “livro da vida do Cordeiro que foi morto”. O Cordeiro é Jesus Cristo crucificado. O livro é o livro de Jesus Cristo crucificado. Portanto, antes de Deus fazer o mundo ele já tinha em vista Jesus Cristo crucificado, e ele tinha em vista um povo comprado pelo seu sangue escrito neste livro. Portanto, o sofrimento de Jesus não foi uma ocorrência tardia, como se a obra da criação não tivesse ido da maneira como Deus planejou. Antes da fundação do mundo Deus tinha um livro chamado “livro da vida do Cordeiro que foi morto.” A morte do Cordeiro estava em vista ''antes'' da obra da criação começar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 2 Timóteo 1:9 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora considere 2 Timóteo 1:9. Paulo olha para trás para a eternidade antes dos tempos e diz: ”[Deus] que nos salvou e nos chamou com santa vocação; não segundo as nossas obras, mas conforme a sua própria determinação e graça que nos foi dada em Cristo Jesus, antes dos tempos eternos.” Deus nos deu ''graça'' [ favor imerecido – favor para com pecadores, graça ] em Cristo Jesus antes dos tempos eternos. Nós ainda não tínhamos sido criados. Nós ainda não existíamos para que pudéssemos pecar. Mas Deus já tinha decretado que a graça – uma graça tipo “em Cristo”, uma graça comprada com sangue, uma graça que supera o pecado - viria até nós em Cristo Jesus. Tudo isto antes a criação do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então há o “livro da vida do Cordeiro que foi morto” e há a “graça” que flui para pecadores indignos que ainda não foram criados. E não perca a grandeza desta palavra “morto” (''esphagmenou'') : “o Cordeiro que foi ''morto''”. É somente usado no Novo Testamento pelo apóstolo João, e significa literalmente “abater”. Então, aqui temos sofrimento – o abate do Filho de Deus - na mente e no plano de Deus antes da fundação do mundo. O Cordeiro de Deus irá sofrer. Ele será abatido. Este é o plano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque? Eu lhe darei o texto bíblico que dá a resposta, mas deixe –me afirmar mais uma vez: ''é porque o alvo da criação é a mais completa, mais clara e mais certa demonstração da grandeza da glória da graça de Deus. E esta demonstração seria o abate do melhor ser vivo do universo por milhões de pecadores indignos.'' O sofrimento e a morte do Cordeiro de Deus na história é a melhor demonstração possível da glória da graça de Deus. É por isso que Deus o planejou antes da fundação do mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;br&amp;gt;Efésios 1 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está o suporte bíblico, primeiro em Efésios 1 e depois em Apocalipse 5. Em Efésios 1:4 Paulo diz: “[Deus] nos escolheu, ''nele'' [isto é, em Cristo], antes da fundação do mundo, para sermos santos e irrepreensíveis perante ele; e em amor nos predestinou para ele, para a adoção de filhos, ''por meio de Jesus Cristo'', segundo o beneplácito da sua vontade, ''para louvor da glória da sua graça''.” O alvo da história toda da redenção é trazer louvor a glória da graça de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas perceba que duas vezes nestes versículos Paulo diz que este plano aconteceu “em Cristo” ou “por meio de Cristo” antes da fundação do mundo. Ele diz no versículo 4: Deus nos escolheu ''em Cristo ''antes da fundação do mundo ''para&amp;amp;nbsp; o louvor da glória da sua graça.'' E no versículo 5 ele diz: Deus predestinou nossa adoção''por meio de Cristo ''antes da fundação do mundo ''para o louvor da glória da sua graça.'' O que significa que fomos escolhidos “em Cristo” e que nossa adoção era para acontecer “por meio de Cristo”? Nós sabemos que na mente de Paulo Cristo sofreu e morreu como um redentor para que fossemos adotados como filhos de Deus ( Gálatas 4:5 ). Nossa adoção não poderia acontecer exceto pela morte de Cristo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, o que Paulo quer dizer é que nos escolher “em Cristo”e planejar em nos adotar “por meio de Cristo” era planejar o sofrimento e a morte de seu Filho antes da fundação do mundo. E os versículos 6 e 12 e 14 mostram claramente que o propósito deste plano era “o louvor da glória da graça de Deus”. Isto era a intenção de Deus. E é por isso que ele planejou o sofrimento e a morte do seu filho pelos pecadores antes da criação do mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Apocalipse 5:9-12 ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora considere o segundo suporte bíblico para isto em Apocalipse 5:9-12. Aqui as multidões do céu estão louvando o Cordeiro exatamente porque ele foi morto, abatido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, ''porque foste morto ''e com o teu sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação ... Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono... milhões de milhões e milhares de milhares, proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As multidões do céu concentram seu louvor não simplesmente no Cordeiro, mas no “Cordeiro que foi morto”. E eles ainda estão cantando este cântico em Apocalipse 15.3. Por isso podemos concluir que o ponto principal do louvor no céu para toda a eternidade será a demonstração da glória da graça de Deus no Cordeiro morto. Anjos e todos os redimidos cantarão o sofrimento do Cordeiro para sempre. O sofrimento do Filho de Deus nunca será esquecido. O maior sofrimento que já existiu será o centro do nosso louvor e da nossa admiração para sempre. Isto não é um pensamento tardio de Deus. Isto é o plano antes da fundação do mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as outras coisas estão subordinadas a este plano. Todas as outras coisas são colocadas no seu lugar pelo bem deste plano: a demonstração da grandeza da glória da graça de Deus no sofrimento do Amado é o propósito da criação e da continuidade do universo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== O mistério de Deus ordenando, mas não cometendo o pecado  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você vê a implicação disto sobre o pecado e o sofrimento no universo? De acordo com este plano divino, Deus permite que o pecado entre no mundo. Deus ordena que o que ele odeia, aconteça. Não é pecaminoso em Deus querer que exista o pecado. Nós não precisamos desvendar este mistério. Podemos nos contentar dizendo sobre o pecado de Adão e Eva o que José disse sobre o pecado dos seus irmãos, quando o venderam como escravo: “Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem” ( Gênesis 50:20 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vocês, Adão e Eva, vocês intentaram o mal contra Deus quando o rejeitaram como seu Pai e Tesouro, mas Oh, que bem infinito ele planejou através da sua queda! A Semente da mulher pisará um dia a cabeça da grande Serpente, e pelo seu sofrimento ele manifestará a grandeza da glória da graça de Deus. Vocês não desfizeram seu plano. Assim como José foi vendido pecaminosamente para a escravidão, vocês se venderam por uma maçã. Vocês caíram, e agora o palco está pronto para a perfeita demonstração da grandeza da glória da graça de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não somente o pecado entrou no mundo, mas pelo pecado veio o sofrimento e a morte. Paulo nos diz que Deus sujeitou o mundo a futilidade e corrupção debaixo da sua santa maldição. Ele coloca isto assim em Romanos 8:20-23:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois a criação está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquele que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora. E não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos no nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o pecado entrou no mundo, coisas horríveis, horríveis seguiram. Doenças, defeitos, deficiências, catástrofes naturais, atrocidades humanas – da criança mais nova até o mais velho rabugento, do salafrário mais depravado ao santo mais meigo – o sofrimento não respeita as pessoas. É por isso que Paulo diz em Romanos 8:23: “Também nós, que temos as primícias do Espírito, igualmente gememos em nosso íntimo, aguardando a adoção de filhos, a redenção do nosso corpo.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ezequiel nos diz que Deus não se alegra neste sofrimento. “Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, não tenho prazer na morte do perverso” ( Ezequiel 33:11). Mas o plano continua sendo este, e Jeremias nos dá um relance para dentro da complexidade misteriosa da mente de Deus em Lamentações 3:32-33:”Pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias; porque não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens.” Literalmente: “Ele ''do seu coração [millibbô] ''não aflige ou entristece os filhos dos homens.” Ele ordena que o sofrimento venha – “ainda que entristeça a alguém” – mas seu prazer não está no sofrimento, mas no grande propósito da criação:''a demonstração da glória da graça de Deus no sofrimento de Cristo para a salvação de pecadores.''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O palco estava montado. O drama da historia redentora começa a se desenrolar. O pecado está na sua força total e mortal. O sofrimento e a morte estão presentes e prontas para consumir o Filho de Deus quando ele vier. Todas as coisas estão no lugar para a maior demonstração possível da glória da graça de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, na plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho para o mundo para sofrer no lugar de pecadores. Cada dimensão da sua obra salvadora foi realizada pelo sofrimento. Na vida e morte de Jesus Cristo, o sofrimento encontra seu propósito final e sua explicação final: o sofrimento existe para que Cristo pudesse mostrar a grandeza da glória da graça de Deus sofrendo ele mesmo para superar o nosso sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo – tudo – que Cristo realizou por nós pecadores ele realizou pelo sofrimento. Tudo que iremos gozar , virá por causa do sofrimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A demonstração da glória da graça de Deus nas conquistas de Cristo pelo seu sofrimento ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considere a demonstração da glória da graça de Deus nas conquistas de Cristo pelo seu sofrimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 1. Cristo absorveu a ira de Deus em nosso lugar – e ele o fez pelo sofrimento ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gálatas 3:13:”Cristo nos resgatou da maldição da lei, fazendo-se próprio maldição em nosso lugar, porque está escrito: ‘Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro.’” A ira de Deus que deveria causar nosso sofrimento eterno caiu sobre Cristo. Esta é a glória da graça e ela só poderia vir pelo sofrimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 2. Cristo carregou nossos pecados e comprou nosso perdão – e ele o fez pelo sofrimento  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 Pedro 2:24:”Carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados.” Isaías 53:5:”Mas ele foi traspassado pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniqüidades.” Os pecados que deveriam fazer–nos sucumbir pelo peso da culpa foram transferidos para Cristo. Esta é a glória da graça, e ela só poderia vir pelo sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 3. Cristo providenciou uma justiça perfeita para nós que se torna nossa nele – e ele o fez pelo sofrimento ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filipenses 2:7-8:”antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo forma de servo, tornando-se em semelhança de homens; e, reconhecido em figura humana, a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até a morte e morte de cruz.” A obediência de Cristo pela qual muitos se tornam justos ( Romanos 5:19 ) tinha que ser uma obediência até a morte, mesmo uma morte de cruz. Esta é a glória da graça, e ela só viria pelo sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 4. Cristo derrotou a morte – e ele o fez sofrendo a morte ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hebreus 2:14-15:”Visto, pois, que os filhos têm participação comum de carne e sangue, destes também ele, igualmente, participou, para que, por sua morte, destruísse aquele que tem o poder da morte, a saber, o diabo, e livrasse todos que, pelo pavor da morte, estavam sujeitos à escravidão por toda vida.” “’Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão?’ O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo” ( 1 Coríntios 15:55 ). Esta é a glória da graça, e ela só viria pelo sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 5. Ele desarmou Satanás – e ele o fez pelo sofrimento. ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Colossenses2:14-15:”Tendo cancelado o escrito de divida, que era contra nós e que constava de ordenanças , o qual nos era prejudicial, removeu-o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz.” Com o escrito de todas as nossas transgressões da lei pregado na cruz e cancelado, o poder de Satanás para nos destruir é quebrado. Satanás só tem uma arma que pode condenar ao inferno. Pecado não perdoado. Esta arma Cristo tirou da mão de Satanás na cruz. Esta é a glória da graça, e ela só poderia vir pelo sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 6. Cristo comprou a cura final perfeita para todo o seu povo – e ele o fez pelo sofrimento  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isaías 53:5:”o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados.” “O Cordeiro que se encontra no meio do trono os apascentará e os guiará para as fontes da água da vida. E Deus lhes enxugará dos olhos toda lágrima” ( Apocalipse 7:17 ). O Cordeiro foi morto e o Cordeiro foi ressuscitado dos mortos, e o Cordeiro junto com o Pai enxugará cada lágrima dos nossos olhos. Esta é a glória da graça, e ela só poderia vir pelo sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== 7. Cristo finalmente nos conduzirá a Deus - e ele o fará pelo seu sofrimento ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1 Pedro 3:18:”Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus.” A conquista final da cruz não é a libertação da doença, mas comunhão com Deus. Fomos criados para isto: ver e saborear e mostrar a glória de Deus. Esta é a glória da graça, e ela só poderia vir pelo sofrimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A razão final porque o sofrimento existe ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O propósito final do universo é mostrar a grandeza da glória da graça de Deus. A mais elevada, mais clara e mais certa demonstração desta glória está no sofrimento da melhor Pessoa do universo por milhões de pecadores indignos. Portanto, a razão final porque o sofrimento existe no universo é para que Cristo possa mostrar a grandeza da glória da graça de Deus sofrendo ele mesmo para superar o nosso sofrimento e trazer o louvor da glória da graça de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ó crente, lembre-se do que Carl Ellis e David Powlison and Mark Talbot and Steve Saint and Joni Eareckson Tada disseram: todos eles, cada um do seu jeito, disseram que sendo nós capazes ou deficientes, suportando uma perda ou se alegrando com amigos, sofrendo dores ou saboreando prazer, todos nós que cremos em Cristo somos incomensuravelmente ricos nele e temos tanto pelo que viver. Não desperdice sua vida. Saboreie as riquezas que você tem em Cristo e passe sua vida, custe o que custar, distribuindo suas riquezas para este mundo desesperado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&amp;amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;amp;nbsp;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 23 Jan 2009 19:33:10 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:The_Suffering_of_Christ_and_the_Sovereignty_of_God/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>The Happiness of God: Foundation for Christian Hedonism/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/The_Happiness_of_God:_Foundation_for_Christian_Hedonism/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;amp;nbsp;{{info|A felicidade de Deus: a base para o hedonismo cristão}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''Jeremias 32:36-41'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, pois, assim diz o Senhor, o Deus de Israel, acerca desta cidade, da qual vós dizeis: Já está entregue nas mãos do rei da Babilônia, pela espada, pela fome e pela peste. 37 Eis que eu os congregarei de todas as terras, para onde os lancei na minha ira, no meu furor e na minha grande indignação; tornarei a trazê-los a este lugar e farei que nele habitem seguramente. 38 Eles serão o meu povo, e eu serei o seu Deus. 39 Dar-lhes-ei um só coração e um só caminho, para que me temam todos os dias, para seu bem e bem de seus filhos. 40 Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. 41 Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem; plantá-los-ei firmemente nesta terra, de todo o meu coração e de toda a minha alma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez, eu me referi à idéia do hedonismo cristão em um culto de domingo, e um parente depois veio para mim e disse, “Você sabia que nossa menina pequena pensou que você estava dizendo paganismo cristão?” Eu sei que mesmo quando eu pronuncio claramente ( hedonismo cristão ), alguns de vocês provavelmente ainda pensarão “paganismo” porque você crê que hedonismo é uma filosofia de vida pagã. E provavelmente você estará certo porque o significado popular de hedonismo é a busca por prazer e indiferença moral. Em 2 Timóteo 3:4 Paulo avisa que nos últimos dias os homens seriam “mais amigos dos prazeres que amigos de Deus”. E certamente estamos nestes dias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Paganismo cristão?  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dois anos atrás Daniel Yankelovitch publicou um livro com título ''Novas regras: a busca pela auto-satisfação em um mundo virado de cabeça para baixo''. Ele argumenta baseado em extensas entrevistas e pesquisas nacionais, que têm ocorrido mudanças enormes na nossa cultura e que a busca difundida por auto-satisfação tem criado um novo jogo de regras que governam a maneira que pensamos e sentimos como americanos. Ele diz, “em sua forma extrema as novas regras simplesmente viram as velhas de ponta cabeça e no lugar da velha ética da auto-negação nós encontramos pessoas que se recusam a negar qualquer coisa a si mesmas – não por um apetite desenfreado, mas pelo estranho princípio moral que “eu tenho esta obrigação comigo mesmo” (p. xviii).&amp;lt;br&amp;gt;Ele conta de uma jovem mulher com seus trinta e cinco anos que estava reclamando ao seu psiquiatra que ela estava ficando nervosa e ansiosa porque a vida tinha se tornada tão agitada – demais fins-de-semana prolongados, demais discotecas, demais noitadas, demais conversas, demais vinho, demais drogas, demais sexo. “Por que você não pára?” perguntou o terapeuta suavemente. A paciente o fitou inexpressivamente por um momento, e depois seu rosto iluminou-se, como que deslumbrada pela descoberta: “Você quer dizer que eu não preciso realmente fazer o que eu quero?” ela estourou maravilhada. A marca dos que procuram esta nova auto-satisfação é que “eles operam na premissa que desejos emocionais são objetos sagrados e que é um crime contra a natureza nutrir uma necessidade emocional não satisfeita” (p. 59). “Nossa era é a primeira em que dezenas de milhões de pessoas oferecem como justificação moral para seus atos a idéia de que um eu interior e presumidamente mais ‘real’ não se enquadra bem com seu papel social designado.”&amp;lt;br&amp;gt;Provavelmente o relacionamento em que os procuradores da auto-satisfação e suas novas regras têm causado a maior agitação é o casamento. Yankelovitch tem uma boa percepção quando diz, “Casamentos bem-sucedidos são tecidos com muitos fios de desejos inibidos – adesão aos desejos do outro; aceitação da violação dos seus próprios desejos; desapontamentos engolidos; confrontações evitadas; oportunidades para a raiva contornadas; chances para auto-expressão abafadas. Para introduzir a urgência da forte forma de auto-satisfação neste processo é levar uma vassoura para uma delicada teia. Muitas vezes o que sobra é aquela coisa pegajosa que cola na vassoura; a estrutura da teia é destruída” (p. 76). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, eu tenho uma grande empatia com aqueles de vocês que estão livres o suficiente da nossa cultura para reagir a palavra hedonismo dizendo, “Basta! Nossos lares, nossas escolas, nossos empreendimentos, nossa sociedade estão sendo destruídos pelos que procuram uma auto-satisfação hedonista e que não têm nenhuma coragem moral, nem auto-negação, nem compromisso marcante e nem lealdade sacrificial que segura as preciosas estruturas da vida e traz nobreza a nossa cultura. Nós não precisamos de hedonismo; precisamos de um retorno a retidão, integridade, prudência, justiça, temperança, firmeza, auto-controle!” Acredite, estamos provavelmente mais de acordo do que você imagina. Tudo o que lhe peço é que você me dê um ouvido aberto e discernente por nove semanas antes que você faça seu julgamento final concernente ao hedonismo cristão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== &amp;lt;span id=&amp;quot;1226057595608S&amp;quot; style=&amp;quot;display: none&amp;quot;&amp;gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;/span&amp;gt;Exemplos bíblicos de hedonismo cristão&amp;lt;span id=&amp;quot;fck_dom_range_temp_1226057594718_219&amp;quot;&amp;gt;&amp;lt;/span&amp;gt;  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às vezes uma ilustração vale mais que mil palavras de uma definição abstrata. Então, em vez de lhe dar uma definição precisa do hedonismo cristão, deixe-me começar dando alguns exemplos bíblicos dele. Davi aconselha o hedonismo cristão quando ele recomenda, “Agrada-te do Senhor; e ele satisfará os desejos do teu coração” ( Salmo 37:4 ). E ele demonstra a essência do hedonismo cristão quando ele exclama, “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo” ( Salmo 42: 1-2 ). Moisés foi um hedonista cristão ( de acordo com Hebreus 11: 24-27 ) porque ele recusou os “prazeres transitórios” do pecado, mas “considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão.” Os santos em Hebreus 10:34 eram hedonistas cristãos porque eles escolheram ariscar suas vidas para visitar prisioneiros cristãos e aceitaram com alegria o espólio de seus bens sabendo que eles mesmos tinham um patrimônio melhor e durável. O apóstolo Paulo recomendou o hedonismo cristão quando ele disse em Romanos 12:8: “Quem exerce misericórdia, que faça com alegria.” E Jesus Cristo, o autor e consumador da nossa fé, estabeleceu o maior padrão para o hedonismo cristão porque “se deleitou no temor do Senhor” (Isaías 11:3), e em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus ( Hebreus 12:2 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O hedonismo cristão ensina que o desejo de ser feliz é dado por Deus e não deve ser negado ou resistido, mas direcionado a Deus para satisfação. O hedonismo cristão não diz que qualquer coisa que lhe dá prazer é boa. Diz que Deus lhe mostrou o que é bom e faze-lo há de lhe trazer alegria ( Miquéias 6:8 ). E desde que fazer a vontade de Deus há de lhe trazer alegria, a busca pela alegria é uma parte essencial de todo esforço moral. Se você abandonar a busca pela alegria ( e assim recusar ser um hedonista, como eu uso o termo ), você não poderá cumprir a vontade de Deus. O hedonismo cristão afirma que os santos mais piedosos de todas as eras não encontraram nenhuma contradição em dizer, por um lado “Somos entregues à morte o dia todo, fomos considerados como ovelhas para o matadouro” ( Romanos 8:36 ), e por outro lado, “Alegrai-vos sempre no Senhor, outra vez digo: alegrai-vos” ( Filipenses 4:4 ). O hedonismo cristão não se junta a cultura da auto-gratificação que lhe faz escravo de seus impulsos pecaminosos. O hedonismo cristão manda que não sejamos conformados com este século, mas que sejamos transformados pela renovação das nossas mentes ( Romanos 12:2 ) para que possamos sentir prazer em fazer a vontade de nosso Pai no céu. De acordo com o hedonismo cristão alegria em Deus não é a cobertura opcional no bolo do cristianismo. Pensando bem, alegria em Deus é parte essencial da fé salvadora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje quero desvendar para você a base do hedonismo cristão: a felicidade de Deus. Eu espero sustentar três observações das Escrituras: 1) Deus é feliz porque tem prazer nEle mesmo. 2) Deus é feliz porque é soberano. 3) A felicidade de Deus é a base do hedonismo cristão porque transborda em misericórdia para nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Deus tem prazer nEle mesmo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, Deus é feliz porque ele tem prazer nEle mesmo. Deus seria injusto se Ele valorizasse algo mais do que o que é mais valoroso. E Ele é supremamente valioso. Se Ele não tivesse prazer infinito em sua própria glória, Ele seria injusto, porque é certo ter prazer em uma pessoa na proporção da excelência da sua glória. As Escrituras estão saturadas com textos mostrando como Deus age determinadamente por amor a sua própria glória. “Por amor de mim, por amor de mim, é que eu faço isto; porque como seria profanado o meu nome? A minha glória, não a dou a ninguém” ( Isaías 48:11 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mesma coisa aparece quando refletimos sobre o relacionamento de Deus o Pai e Deus o Filho. Existe um mistério aqui que vai além de toda compreensão humana. E eu admito que o nosso esforço teológico para descrever a auto-consciência de Deus e seu relacionamento com a Trindade são como o gaguejar da criancinha sobre seu pai. Mas mesmo da boca dos pequeninos pode sair sabedoria, se seguimos as Escrituras. As Escrituras ensinam, que Jesus Cristo, o Filho de Deus, é Deus ( João 1:1 ). E em Hebreus 1:3 fala que “ele é o resplendor da glória e a expressão exata do seu Ser”. 2 Coríntios 4:4 fala da glória de Cristo que é a imagem de Deus. Destas passagens aprendemos que desde toda a eternidade Deus o Pai assegurou a imagem de sua glória perfeitamente representada na pessoa do seu Filho. Por isso, a melhor maneira de pensar sobre a imensa alegria de Deus em sua própria glória é pensar em como Ele tem prazer no seu Filho que é a imagem desta glória. Quando Jesus entrou no mundo, Deus o Pai disse: “Este é meu Filho amado, em quem me comprazo.” ( Mateus 3:17 ) Quando Deus o Pai assegura a glória de sua própria essência na pessoa do seu Filho, Ele é infinitamente feliz. “Eis aqui meu servo, a quem sustenho; o meu escolhido, em quem a minha alma se compraz” ( Isaías 42:1 ). Então, a primeira observação é que Deus é feliz, porque Ele tem prazer nEle mesmo, especialmente em sua natureza refletida no Seu Filho amado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Deus é soberano  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, Deus é feliz, porque Ele é soberano. O Salmo 115:3 diz: “No céu está o nosso Deus e tudo faz como lhe agrada.” A implicação deste versículo é que a soberania de Deus é seu direito e poder para fazer qualquer coisa que lhe deixe feliz. Nosso Deus está no céu – ele está sobre todas as coisas e sujeito a nada. Por isso, Ele faz qualquer coisa que lhe agrada – ele sempre age para preservar a sua felicidade máxima. Deus é feliz porque seus atos justos, que sempre são feitos por amor da sua própria glória, nunca podem ser frustrados além da vontade de Deus. Isaías 43:13: “Ainda antes que houvesse dia, eu era; e nenhum há que possa livrar alguém das minhas mãos; agindo eu, quem o impedirá?” Isaías 46: 10: “O meu conselho permanecerá de pé, farei toda a minha vontade.” Daniel 4:35: “Segundo a sua vontade, ele opera com o exército do céu e os moradores da terra; não há quem lhe possa deter a mão, nem lhe dizer: Que fazes?” Podemos estar certos, então, que Deus está infinitamente feliz porque ele tem o direito e o poder absoluto como Criador de ultrapassar todos os obstáculos para sua alegria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale a pena perguntar aqui, fazendo um parêntesis, como um Deus bom pode ser feliz quando o mundo está cheio de sofrimento e maldade. É uma grande e difícil pergunta. Duas coisas me ajudam. Uma é que não ajuda muito salvar a reputação de Deus dizendo que ele não é realmente responsável. Se alguém tivesse tentado me confortar em dezembro de 1974 quando minha mãe foi morta em um acidente de ônibus, dizendo: “Deus não queria que isto acontecesse; você ainda pode confiar nele, ele é bom.” Eu teria respondido, dizendo: “Meu conforto não vem de pensar que Deus é tão fraco que ele não pode evitar que as madeiras caiam em cima de uma van da Volkswagen.” Meu Deus é soberano. Ele a tomou no seu tempo determinado; e eu creio agora e um dia verei que foi bom. Porque tenho aprendido em Jesus Cristo que Deus é bom. A solução bíblica para o problema do mal não é roubar a soberania de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A outra observação que me ajuda nesta questão é que a atitude de Deus diante de eventos trágicos depende do foco das lentes. Deus não tem prazer na dor e no sofrimento considerados simplesmente neles mesmos. Quando sua lente está perto e focada somente nisto, ele pode estar cheio de aborrecimento e pesar. Mas quando ele abre as lentes para ver todas as conexões e efeitos de um evento, mesmo até a eternidade, o evento forma uma parte de uma estampa ou mosaico em que ele se compraz e que ele quer. Por exemplo, a morte de Cristo foi obra de Deus o Pai. “Nós o reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido... ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar” ( Isaías 53:4,10 ).Porém, certamente , quando Deus o Pai viu a agonia do seu filho amado e a maldade que o levou a cruz, ele não teve prazer nestas coisas por elas mesmas. O pecado em si e o sofrimento do inocente em si são repugnantes para Deus. Mas de acordo com Hebreus 2:10 Deus o Pai pensou que fosse conveniente aperfeiçoar o Autor da nossa salvação por meio do sofrimento. Deus quis o que ele abomina na visão mais estreita porque na visão mais ampla da eternidade era a maneira conveniente de demonstrar sua justiça ( Romanos 3:25s) e trazer seu povo para a glória (Hebreus 2:10). Quando Deus, em sua onisciência, observa o alcance da história redentora do começo ao fim, ele se regozija no que vê. Portanto, eu concluo que nada no mundo pode frustrar a suprema felicidade de Deus. Ele tem prazer infinito na sua própria glória; e em sua soberania ele faz o que lhe agrada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A felicidade de Deus transborda em misericórdia sobre nós  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto nos leva a observação final: A felicidade de Deus é a base para o hedonismo cristão porque sua felicidade transborda em misericórdia sobre nós. Você pode imaginar como seria se Deus que reina sobre o mundo não fosse feliz? O que seria se Deus fosse dado a murmurar e fazer beicinho e depressivo como alguns Joões no pé-de-feijão gigantes lá no céu? Que seria se Deus fosse desanimado e melancólico e triste e descontente e pessimista e frustrado? Poderíamos nos juntar a Davi e dizer: “Ó Deus, tu és o meu Deus forte; eu te busco ansiosamente; a minha alma tem sede de ti; meu corpo te almeja, como terra árida, exausta, sem água” ( Salmo 63:1 )&amp;amp;nbsp;? De maneira alguma! Nós todos nos relacionaríamos com Deus como crianças pequenas se relacionam com um pai melancólico, desanimado, descontente e frustrado. Elas não podem desfrutá-lo. Elas podem apenas tentar evitá-lo e talvez tentar trabalhar por ele para que ele se sinta melhor. Por isso, a base do hedonismo cristão é que Deus é infinitamente feliz, porque o alvo do hedonismo cristão é ser feliz em Deus, é ter prazer em Deus, é valorizar e desfrutar da comunhão com Deus. Mas as crianças não podem desfrutar da companhia do pai se ele está desanimado e deprimido e frustrado. E assim a base e o fundamento do hedonismo cristão é que Deus é o mais feliz de todos os seres. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui está uma outra maneira de dizê-lo. Para que um pecador possa buscar a alegria em Deus, ele precisa estar confiante de que Deus não o expulsará quando ele chegar procurando perdão e comunhão. Como podemos ser encorajados de que Deus nos tratará com misericórdia quando nos arrependermos dos nossos pecados e chegarmos buscando alegria nEle? Considere este encorajamento de Jeremias 9:24: “Eu sou o Senhor e faço misericórdia , juízo e justiça na terra; porque destas coisas me agrado, diz o Senhor.” Deus mostra misericórdia porque ele tem prazer nisto. Deus não está restrito a salvar por algum princípio ou regra formal. Ele está tão cheio de vida e alegria na sua própria glória que o clímax do seu prazer é transbordar em misericórdia para nós. O motivo da nossa confiança na misericórdia de Deus é que ele é um hedonista cristão perfeito. Ele se compraz acima de todas as coisas na sua excelência divina e a sua felicidade é tão completa que se expressa no prazer que ele tem de compartilhá-la com outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Escute os batimentos cardíacos do perfeito hedonista celestial em Jeremias 32: 40-41. Porque Deus faz o bem? Como ele te ama?&amp;lt;br&amp;gt;“Farei com eles aliança eterna, segundo a qual não deixarei de lhes fazer o bem; e porei o meu temor no seu coração, para que nunca se apartem de mim. ''Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem; plantá-los-ei firmemente nesta terra, de todo o meu coração e de toda a minha alma.”&amp;lt;br&amp;gt;''Deus lhe faz o bem porque ele gosta muito de fazê-lo. Ele exerce esta atividade de amá-lo de todo o seu coração e de toda a sua alma. A felicidade de Deus transbordando em alegre amor é a base e o exemplo do hedonismo cristão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu termino com um convite. Essas promessas preciosas e incríveis do favor de Deus não pertencem a todos. Há uma condição. Não é uma condição de trabalho ou pagamento. Um Deus soberano e infinitamente feliz não precisa do seu trabalho e já possui todos os seus recursos. A condição é que você se torne um hedonista cristão – que você pare de tentar pagar ou trabalhar para ele ou correr dele, e em vez disto comece a buscar com todo o seu coração a alegria incomparável da comunhão com o Deus vivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não faz caso da força do cavalo,&amp;lt;br&amp;gt;nem se compraz nos músculos do guerreiro.&amp;lt;br&amp;gt;Agrada-se o Senhor dos que o temem&amp;lt;br&amp;gt;E dos que esperam na sua misericórdia.” ( Salmo 147:10 – 11 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A condição para herdar todas as promessas de Deus é que toda a esperança de felicidade que você tenha colocado em você mesmo e na sua família e no seu emprego e lazer você transfira para ele. “Agrada-te do Senhor, e ele satisfará os desejos do teu coração.” ( Salmo 37:4 )&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 07 Nov 2008 11:38:25 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:The_Happiness_of_God:_Foundation_for_Christian_Hedonism/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Precious Promise: The Outpouring of God's Spirit/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/A_Precious_Promise:_The_Outpouring_of_God%27s_Spirit/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Uma promessa preciosa: o derramamento do Espírito de Deus}} &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
=== Isaías 44:1-5  ===&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você sabe por que é mais fácil ser gentil com as pessoas na sexta-feira do que na segunda-feira? Não é porque a esperança é como um rio que flui para dentro de nós como um futuro brilhante, enche o reservatório da nossa ''alegria'', e depois transborda em ''bondade'' para com os outros? Na sexta-feira descanso e recreação estão logo ali, tão perto que podemos já saboreá-los. Pela esperança saboreamos o poder do fim-de-semana que está por vir. O pequeno reservatório da nossa alegria começa a encher. E se o fim-de-semana parece ser brilhante, nosso reservatório de alegria vai encher até a borda e começar a transbordar. Este transbordamento de alegria para com outras pessoas é chamado de amor. Então você sempre é mais gentil para com outros quando você se sente feliz sobre seu futuro. Esperança enche você de alegria, e alegria transborda em sorrisos e palavras gentis e ajudas. Isto acontece antes das férias, antes dos aniversários, antes do Natal, e para a maioria das pessoas na sexta-feira – Que bom, hoje é sexta-feira! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Todos os fins-de-semana são imperfeitos  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então não será difícil ajudar as pessoas a verem que as boas novas do cristianismo atendem perfeitamente às nossas necessidades. A maioria das pessoas não só anseia por alegria, mas também pela grande liberdade de estar tão cheio de nós mesmos que possamos viver para outros. Nada mostra a plenitude e a liberdade da alma humana mais do que o amor. Portanto, lá no fundo as pessoas querem amar. Você pode afirmar isto de como tantas pessoas admiram Mãe Teresa. Lá no fundo desejamos que sejamos tão cheios que nossas vidas fossem uma constante nascente de água da vida satisfazendo as necessidades dos outros. Mas em vez disso somos confrontados pela débil realidade do nosso coração ansioso e ambicioso. Na maior parte do tempo as pessoas são obstáculo para nossa débil busca de prazer, ou ameaças para nossa frágil paz de mente. Raramente nos encontram tão contentes que possam beber do transbordamento da nossa alegria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por quê? Porque todos os fins-de-semana são imperfeitos. Férias custam dinheiro e chegam ao fim. Aniversários trazem presentes ... e idade. As árvores de Natal secam. Você não escuta nada de seus amigos por mais um ano. O problema para todos nós é que a plenitude de alegria e a liberdade do amor que ansiamos nunca chega até que possamos estar absolutamente certos que o melhor e mais alegre futuro imaginável está garantido para nós. Deixe-me dizer novamente: até que possamos sentir completa segurança de que um futuro de máxima alegria está garantido, nossas vidas serão uma seqüência contínua de vontades infantis e frustrações egocentrícas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Cristianismo e o anseio por amor  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato que todos nós podemos ser mais alegres e gentis na sexta-feira deve nos ensinar que alegria e amor são impossíveis sem esperança. E o fato de que todos os fins-de-semana terminam na segunda-feira deve nos fazer cristãos. Porque a mensagem impressionante no coração do Evangelho, que é quase bom de mais para ser verdade, é que o Deus todo-poderoso que fez os céus e a terra tem dito àqueles que nEle confiam: “Só eu conheço os planos que tenho para vocês: prosperidade e não desgraça e um ''futuro cheio de esperança''. Sou eu, o SENHOR, quem está falando.” ( Jeremias 29:11 ). O coração do evangelho é que, dando Seu próprio Filho para morrer na cruz, Deus conquistou e garantiu o melhor futuro possível para aqueles que nEle confiam. Paulo diz para a igreja em Roma, “Se Deus é por nós, quem será contra nós? Aquele que não poupou seu próprio Filho, antes, por todos nós o entregou, porventura, não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como você pode ter plenitude de alegria e a liberdade gloriosa para ser uma pessoa amável quando o fim-de-semana traz solidão e o carro quebra nas férias e seu aniversário o carrega irrevogavelmente para a morte? Resposta: Torne-se um cristão e creia em Deus quando Ele diz, “Todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito”( Romanos 8:28). “Mas também nos gloriamos nas próprias tribulações, sabendo que a tribulação produz perseverança; e a perseverança, experiência; e a experiência, coração pelo Espírito Santo, que no foi outorgado”( Romanos 5:3-5 ). Os cristãos crêem num Deus soberano que nunca diz, “oopa”. Nós cremos que ''todos'' os nossos dias – sextas e segundas – são traços divinos feitos na tela das nossas vidas pelo Artista mestre que certificou sua habilidade, seu poder e seu amor na Obra-prima do Calvário.O Espírito Santo foi derramado em nossos corações assegurando-nos que se Deus não poupou seu Filho, então ele não poupará nenhum esforço para nos garantir o melhor e mais feliz futuro. Por isso, esperança não desaponta. Por isso, alegria é encorajadora em face do sofrimento. Por isso, a liberdade de amar é possível neste mundo corrupto. Isto é, é possível para os que seguem Jesus para dentro da tempestade e realmente crêem que na hora certa ele pode e vai falar para o vento e as ondas: “Acalma-te, emudece!” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a água é feita para as nadadeiras do peixe, e o vento é feito para as asas de um pássaro, assim o Evangelho de Cristo é feito para a alma do homem. Ele dá a completa certeza da esperança ( Hebreus 6:11) , e a partir disso a plenitude de alegria ( Romanos 5:2 ), e a partir disso a liberdade para amar ( Colossenses 1:4-5 ). E a partir disso, Deus que supre tudo isto é glorificado ( 1 Pedro 4:11 ). O que mais qualquer um poderia pedir ou imaginar? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Esperança, alegria, amor e estar cheio do Espírito Santo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, se paramos e perguntamos o que isto tem a ver com o trabalho do Espírito Santo, a resposta é evidente. Ser enchido de alegria pelo rio de esperança que transborda em liberdade para amar, tudo para a glória de Deus – isto é o que o Novo Testamento quer dizer com ser cheio do Espírito ( Efésios 5:18 ). Existem passagens que deixam isto muito claro. Por exemplo, Romanos 15:13 diz: “E o Deus da esperança vos encha de todo o gozo e paz no vosso crer, para que sejais ''ricos de esperança ''no poder do Espírito Santo.” Como podemos ser ricos de esperança? Resposta: Pelo poder do Espírito Santo. Quando Paulo diz em Romanos 5:5: “A esperança não confunde, porque o amor de Deus é derramado em nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi outorgado”, ele quer dizer que a obra do Espírito Santo é abrir nossos olhos para as implicações assombrosas do amor de Deus para o nosso futuro e nisso nos enche com esperança. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E já que a ''alegria ''( Romanos 15:13 ) e o ''amor'' ( Colossenses 1:4-5 ) fluem da ''esperança'' que abundem pelo poder do Espírito Santo, não é surpreendente ouvir de Paulo ( em Gálatas 5:22 ) que amor e alegria são o fruto do Espírito. Então há duas maneiras de descrever a chave para os tesouros da vida cristã. Uma maneira é dizer que a chave é ser ''rico em esperança ''que nos dá plenitude de ''alegria ''que transborda em liberdade de ''amor ''para a ''glória'' de Deus. Uma outra maneira é dizer que a chave é estar cheio do Espírito Santo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Como podemos ser cheios do Espírito Santo?  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando vemos esta conexão – que a plenitude de esperança e amor e a plenitude do Espírito Santo são a mesma plenitude – então uma resposta muito prática surge para a pergunta ardente em Belém nestes dias, a saber, a pergunta: “Como podemos ser cheios do Espírito Santo?” Como podemos experimentar um derramamento do Espírito Santo sobre nossa igreja que nos encha de alegria indomável e nos liberta e nos capacita para amar aqueles ao nosso redor de maneiras autênticas que sejam ganhos para Cristo? Resposta: medite dia e noite nas incomparáveis e esperançosas promessas de Deus. Esta é a maneira como Paulo mantinha seu coração cheio de esperança e alegria e amor. Ele disse ( em Romanos 15:4 ) “pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação da Escrituras, tenhamos esperança”. A completa certeza da esperança vem de meditar nas promessas da Palavra de Deus. E isto não contradiz a frase oito versículos adiante que diz que o ''Espírito Santo ''nos dá esperança. Porque aprendemos semana passada que o Espírito Santo é o autor divino das Escrituras. Não é nenhuma contradição que a maneira como ''ele ''nos enche de esperança é enchendo-nos com ''sua própria ''Palavra de promessa. Esperança não é uma vaga emoção que sai do nada, como uma dor de barriga. Esperança é a confiança de que o futuro estupendo prometido a nós na Palavra do Espírito realmente vai se tornar realidade. Por isso, a maneira de ser enchido pelo Espírito é ser enchido com sua Palavra. A maneira de ter o poder do Espírito é crendo nas promessas da sua Palavra. Porque é a palavra da promessa que nos enche de esperança, e a esperança nos enche de alegria, e a alegria transborda no poder e na liberdade de amar nosso vizinho. E isto é a plenitude do Espírito Santo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A promessa de Deus em Isaías 44:1-5  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Bem, o que falei até agora era para ser originalmente uma curta introdução a uma longa exposição de Isaías 44:1-5. Mas fiquei tão entusiasmado que vai ter que servir como uma longa introdução para uma curta exposição. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isaías 44:1-5 é uma promessa que deve nos encher de esperança e com o Espírito Santo. Vamos fazer somente duas perguntas breves para o texto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1. Para quem a promessa é feita? 2. Qual é a promessa? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== 1. Para quem a promessa é feita?  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em resposta a primeira pergunta, a promessa não é feita a ''todos'' os israelitas, nem ''somente'' aos israelitas. No versículo que precede imediatamente o capítulo 44 ( 43:28 ) Deus mostra o que Ele faz com o Israel que não se arrepende: “Entregarei Jacó à destruição e Israel, ao opróbrio.” Quando Israel se recusa a servir ao Senhor, ele é castigado. Mas Isaías 44:1-5 promete bênção e não castigo. Por isso Deus se dirige a Israel nos versículos 1 e 2 como “meu servo”. “Agora, pois, ouve, ó Jacó, ''servo meu''” (v.1). “Não temas, ó Jacó, ''servo meu''” (v.2). Na medida em que Israel serve a Deus, ele está debaixo da promessa e não da maldição. Não somente isto, o nome ''Jerushurun'' (“Jerushurun, a quem escolhi”) no versículo 2 provavelmente significa o “honrado”. Assim a promessa de Deus não é feita para todo o Israel sem nenhuma qualificação, mas somente ao Israel “honrado”. Israel como o “servo de Deus”. A promessa não se aplica a todos os israelitas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tampouco se aplica somente aos israelitas. Versículo 5 está provavelmente se referindo a gentios convertidos quando diz: “Um dirá: Eu sou do Senhor; outro se chamará do nome de Jacó; o outro ainda escreverá na própria mão: Eu sou do Senhor, e por sobrenome tomará o nome de Israel.” ( Compare com Salmo 87: 4-5 ) . A promessa não será restrita ao Israel físico porque haverá muitos que aceitarão o Deus de Israel, que se aliarão com o povo de Deus, e que se entregarão a Deus. Isto inclui você e eu se nós pertencemos a Cristo ( Gálatas 3:29 ). Nós somos verdadeiros judeus, descendência de Abraão e herdeiros da promessa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então a resposta à primeira pergunta é: a promessa é feita a Israel na medida que Israel serve a Deus e é reto; e a promessa alcança os gentios que dirão, “eu sou do Senhor,” e que se submetem ao Deus de Israel, a quem hoje nós conhecemos como o Pai do nosso Senhor Jesus Cristo. A promessa é ''nossa''. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== 2. Qual é a promessa?  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em segundo lugar, qual é a promessa? A promessa no versículo 3 é que Deus vai derramar seu Espírito: “Derramarei o meu Espírito, sobre a tua posteridade e a minha bênção, sobre os teus descendentes.” Deus prometeu no século XIII a.C. que o dia chegaria em que ele encheria o seu servo honrado consigo mesmo. A idéia de derramar é a idéia de abundância. Quando dizemos, “está chovendo a cântaros”, queremos dizer algo mais do que, “está garoando, ou está com cerração, ou está chuviscando.” Queremos dizer, “se você sair lá fora, você vai ficar ensopado.” Então o derramar de Deus corresponde ao nosso ser sendo ensopado ou encharcado ou cheio. Em outras palavras, Deus promete um dia em que seu povo, seus servos, serão ensopados com o Espírito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu gostaria de argumentar que desde aquele dia de Pentecostes, quando esta profecia (como também a dia Joel 2:28; Ezequiel 39:29, e Zacarias 12:10) recebeu seu cumprimento inaugural, a tarefa cristã tem sido ter prazer em buscar e manter a plenitude do Espírito de Deus. Desde que Pedro afirmou em Atos 2:16-17 que os últimos dias do derramamento tinham começado, ninguém de nós que lê esta promessa de Isaías 44 deveria estar contente até que sejamos encharcados com o Espírito Santo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== O que o derramamento do Espírito realiza?  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que isto irá significar de acordo com ''Isaías''? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== 1. Nossos medos são tirados  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiro, isto vai significar que nossos medos serão tirados. Versículo 2: “''Não temas'', ó Jacó, servo meu.” O Espírito de Deus é ''Deus''. Quando ele é derramado sobre nós, você está salvo! Não salvo dos problemas, mas salvo de tudo que o Deus Todo-poderoso sabe que não é bom para você. Quando somos encharcados com o Espírito, somos encharcados com a certeza que as segundas-feiras são feitas no céu como também as sextas-feiras. Qualquer coisa que pareça amedrontador amanhã não precisa ser amedrontador se você está cheio do Espírito. Os relacionamentos em casa podem estar tensos, a saúde pode estar piorando, o chefe pode estar planejando sua demissão, o amanhã pode trazer uma confrontação muito ameaçadora – qualquer coisa que esteja lhe deixando ansioso sobre o amanhã, abra seu coração para o derramamento do Espírito de Deus; olhe para Sua palavra de promessa e Ele lhe encherá com esperança e vencerá seu medo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== 2. O nosso anseio por Deus é satisfeito  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O versículo 3 descreve o efeito do derramamento de outra maneira. “Porque derramarei água sobre o sedento e torrentes, sobre a terra seca.” A palavra “terra” não está no original ( KJV “Eu derramarei água sobre o que está sedento”). Eu tomo isto para significar que quando o Espírito Santo é derramado, não somente os medos são tirados, mas nosso anseio é satisfeito. A sede da alma por Deus é saciada – ou pelo menos sentimos bastante satisfação nEle para saber onde passar o resto das nossas vidas bebendo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nosso futuro pode parecer sombrio por duas razões: uma é a expectativa de que a miséria está chegando; a outra, é a expectativa de que a felicidade não está chegando. E não é praticamente todo o trabalho do coração humano esgotado por estas duas coisas: temendo a miséria futura e sedento pela felicidade futura? Se é assim, então a promessa de Isaías é exatamente o que necessitamos: quando o Espírito é derramado em nosso coração, o''medo ''é tirado e a ''sede'' é saciada. Ou colocando de outra maneira, se o Espírito tirou do nosso futuro tudo que é temível e colocado no nosso futuro o que satisfaz a alma, então ele nos deu a completa certeza de ''esperança''. E nós começamos a ver as antigas raízes de Romanos 15:13: “Para que sejais ricos de ''esperança ''no poder do Espírito Santo.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== 3. Vamos sempre florescer  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O versículo 4 descreve um outro efeito do derramamento do Espírito. Aqueles que o experimentam “brotarão como a erva, como salgueiros junto às correntes das águas.” Isto não implica que o derramamento do Espírito Santo não é para ser um acontecimento único ou esporádico, mas em vez disso deveria ser algo contínuo? Deveríamos beber do Espírito Santo da mesma maneira como uma árvore junto as correntes continuamente bebe água. Na sua vida no momento você pode estar rodeado de um deserto, mas se suas raízes forem até as correntes do Espírito, você sempre florescerá. Se você retira da vida dele, você nunca terá sede. A certeza de esperança vai ocasionar o florescimento da alegria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
===== 4. Vamos transbordar em amor  =====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas e o transbordar do amor? Isaías também promete isto? Isaías 58:11 nos mostra que sim: “O Senhor te guiará continuamente, fartará a tua alma até em lugares áridos e fortificará os teus ossos; serás como um jardim regado e ''como um manancial cujas águas jamais faltam.” ''Aqui está. A promessa final é que seremos como um manancial, não esponjas. O coração humano não pode ser satisfeito até que se torne um manancial do qual outros podem beber. Esperança devemos ter! Alegria devemos ter! Mas o alvo da nossa busca é alcançado quando nossa alegria em Deus transborda em amor por outros para a glória de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Inunde sua mente e coração com a Palavra  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é por acaso que no Salmo 1 a árvore plantada junto a corrente de águas que dá fruto para outros é uma ilustração da pessoa que medita na Palavra de Deus dia e noite, enquanto a árvore plantada junto as águas em Isaías 44 é uma ilustração da pessoa que experimentou o derramamento do Espírito Santo. Não é por acaso, porque o Espírito de Deus não produz esperança à parte da Palavra de Deus; e a Palavra de Deus não produz esperança à parte do Espírito de Deus. Mas o Espírito através da Palavra, e a Palavra através do Espírito, tira o medo, alimenta a esperança, enche com alegria, transborda em amor, e glorifica a Deus. É isto que significa estar cheio do Espírito. Por isso a maneira de experimentar o derramamento do Espírito é a cada dia deixar a ''Palavra do Espírito ''inundar sua mente e coração e crer nela. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu insto com você, em nome de Jesus Cristo, se você anseia o toque do Espírito de Deus em sua vida, dedique-se dia e noite a ler a Sua Palavra.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Fri, 26 Sep 2008 14:02:32 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:A_Precious_Promise:_The_Outpouring_of_God%27s_Spirit/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>All of Life as Worship/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/All_of_Life_as_Worship/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Toda a vida como adoração}}&amp;lt;br&amp;gt;'''Romanos 12:1-2''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''Nem neste monte nem em Jerusalém'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na primeira mensagem sobre adoração, há três semanas, o ponto principal foi, primeiro, que há no Novo Testamento uma indiferença impressionante em relação ao lugar e a forma externa: ”Nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o pai, mas em espírito e em verdade” (João 4:21-23). Não em Samaria, mas em espírito; e não em Jerusalém, mas em verdade. E, em segundo lugar, há uma intensificação radical da adoração como uma experiência interior, “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim” ( Mateus 15:8 ). Adoração é uma experiência real e autentica no coração com Deus, ou não é nada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A chave para louvar a Cristo é valorizá-Lo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então duas semanas atrás na segunda mensagem, eu tentei mostrar o que é a essência vital desta experiência interior de adoração. E eu argumentei baseado em Filipenses 1:20-21 que ela é a valorização de Cristo como lucro,ou um estar satisfeito com Deus em tudo que Ele é para nós em Jesus. Paulo disse que sua expectativa era que ele engrandeceria Cristo pela vida ou pela morte, porque para ele o viver era Cristo e o morrer lucro. Assim nós engrandecemos Cristo na morte e na vida considerando-O a ser mais lucro do que qualquer outra coisa que o mundo possa oferecer. A chave para louvar a Cristo é valorizando-O. Cristo é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nEle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''Culto de adoração – Sendo servido por Deus'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então semana passada, lá em Bethel você talvez pensou que não estávamos continuando nossa série sobre louvor, mas estávamos. Não é insignificante que nossas reuniões nas manhãs de domingo são chamados de “serviços” de adoração. O que queremos dizer com “serviços”? O que é um “serviço de adoração”? E meu ponto semana passada baseado em Atos 17:25 e Marcos 10:45 foi que “Deus não é servido por mãos humanas como se de alguma cousa precisasse; pois ele mesmo é que quem a todos dá vida, respiração e tudo mais.” E, “Cristo não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por muitos” . Antes de qualquer coisa, um “serviço” (culto) de adoração deve ser primeiro e principalmente um ser servido por Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto é simplesmente uma maneira de sublinhar a lição da semana passada. Deus é engrandecido quando O valorizamos como lucro acima de todas as coisas, e quando chegamos a Ele e lhe contamos isto e achamos mais dele. Deus nos serve dando vida e respiração e tudo sobre Ele mesmo que vai até os mais profundos esconderijos dos nossos corações. Em primeiro lugar e principalmente nós adoramos tendo sede e fome de Deus acima de todas as coisas. E isto quer dizer que nós adoramos primeiro e principalmente sendo servidos por Deus. É um culto (serviço ) de adoração, porque o serviço começa com Deus nos servindo o que desesperadamente precisamos, a saber, Ele mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós voltaremos a isto nas próximas semanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Conectando toda a vida com adoração  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nesta manhã continuaremos a partir de outro ponto dos domingos anteriores. A saber isto: se a essência vital desta experiência interior que chamamos de adoração é um ser satisfeito em Deus ou um valorizar Cristo como lucro acima de todas as coisas, isto explica porque Romanos 12:1-2 retrata toda a vida como adoração. Você lembra que eu perguntei semana passada, “Bem, o que é a vida cristã se Deus não pode ser servido por mãos humanas, mas ama nos servir? Como é esta vida?” E a resposta parece ser que nos levantamos pela manhã e fixamos nossos corações em Cristo. Nós vamos até Ele e renovamos nossa satisfação nEle através da sua Palavra. E então entramos no dia buscando expressar e aumentar esta satisfação em tudo que Deus é por nós em Jesus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos olhar para Romanos 12:1-2, que conecta toda a vida com adoração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rogo-vos, pois irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus,&amp;amp;nbsp;que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um sacrifício que vive e se move e faz coisas  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então o versículo um diz que apresentando vossos corpos a Deus como um sacrifício vivo e santo é adoração. Mas a que isto se refere? O sacrifício era geralmente um corpo morto, não um vivo, por isso ele diz “vivo” para estar certo que nós saibamos que ele não queria dizer literalmente um sacrifício humano. Um sacrifício geralmente era colocado em cima do altar e partes dele era comido pelos sacerdotes e isto era o fim do animal. Não tinha mais existência. Mas isto não é o que Paulo quer dizer, porque pelo menos três vezes em Romanos 6 ( versículos 13, 16, 19 ) ele fala de oferecer nossos corpos ou membros para Deus assim, e em cada caso é assim que nossos membros – nossos braços e pernas e línguas, olhos e ouvidos e órgãos sexuais se tornariam instrumentos da justiça. Então o sacrifício não é somente vivo, ele se move e faz coisas no mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então como é um sacrifício? E de forma prática, como você oferece seu corpo a Deus em sacrifício? Eu acho que a melhor resposta é ver como os versículos 1 e 2 são ligados um com o outro. Minha sugestão é que o versículo 2 é a explicação realística do mais simbólico versículo 1. Versículo 1 fala de sacrifícios e adoração. Versículo 2 fala da sua mente sendo renovada e fazendo a vontade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O elo explícito para lhe mostrar que Paulo está pensando desta maneira é a repetição da palavra “agradável” nos versículos 1 e 2. Versículo 1: “Que apresenteis o vosso corpo...santo e agradável a Deus.” Versículo 2: Use sua mente renovada para experimentar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Então há provavelmente um vínculo estreito entre oferecer seu corpo a Deus como sacrifício agradável a Deus, e fazer a agradável vontade de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Não conformado, mas transformado  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o versículo 2 é uma provável explicação realística do quadro simbólico do versículo 1, então vamos olhar pra ele por alguns instantes. Há uma ordem negativa e uma positiva: negativamente, não se conforme com este século; positivamente, seja transformado. Não conformado, transformado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dedique sua vida como cristão para ser mudada. Não se acomode no nível de transformação em que está agora. Oh, quantos cristãos jogam seu direito de nascimento fora. Seja transformado! O verbo está no presente, é estar em movimento, em crescimento continuo para não se conformar com este século. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas como isto acontece? O que implica isto? Isto quer dizer que deveríamos somente estudar o que o mundo usa e assiste e ouvi e compra e joga, e depois fazer o contrário? Bem, provavelmente teríamos uma diferença na maioria dessas áreas, mas não é nisto que o texto está enfocando, está? Ele diz, “Seja transformado pela renovação da vossa mente”. O foco não está primeiramente em limpar o copo pelo lado de fora, mas em limpar o interior. Em outras palavras, transformação e não conformidade no exterior deve fluir de uma nova mente. Seja transformado na renovação da sua mente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você poderá dizer, OK isto significa que precisamos aprender a pensar diferente do que o mundo pensa, e isto nos transformará de dentro para fora. Bem, isto é verdade. Mas há uma palavra no versículo 2 que nos mostra que isto não é a verdade completa, e talvez nem seja a verdade principal – dependendo o que você quer dizer com “pensar”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual a função da mente de acordo com o versículo 2? Qual é o propósito da mente renovada? Pensar certo com certeza é essencial. Se você pensa de maneira ilógica, você provavelmente viverá mal. Por exemplo, você poderá pensar algo assim: “Premissa 1: a maioria das propagandas de TV me tentam a desejar coisas que não necessito. Premissa 2: Assistir mais TV me leva a ver mais propagandas de TV. Conclusão: Então, quanto mais TV eu assistir, serei menos tentado a querer as coisas que não necessito.” Isto é um exemplo simples de um pensamento ilógico que levará você a viver mau se você não pensar melhor que isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Prove e aprove  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isto não é o que o versículo 2 enfatiza. Há uma palavra muito crucial que temos que entender bem. A New American Standard Bible ( NASB ) diz que nossa mente renovada é para que possamos “ provar o que é a vontade de Deus”. A palavra chave é “provar”. È uma palavra extremamente importante. Ela tem duas implicações: uma é a idéia de testar e provar algo com valor. A outra idéia é a capacidade de avaliar e aprovar o valor quando você o vê. È muito difícil em inglês tirar estas duas idéias de uma só palavra. A NVI o faz de fato usando duas palavras. Refere-se a renovação da sua mente, e diz, “ Então você será capaz de experimentar e comprovar qual a vontade de Deus.” Isto é a idéia completa. Experimentar e comprovar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então qual é o assunto básico no versículo 2? O assunto básico é mais do que pensar certo. É avaliar corretamente. Não só provar certo, mas comprovar certo. Não somente testar certo, mas valorizar. Deixe-me ver, se eu posso ajudá-lo a ver a diferença assim. Seria possível, talvez, ensinar a uma pessoa não estudada a reconhecer algumas características do ouro sem que ela saiba o quanto o ouro é valioso. Você poderia dar a ela um emprego de garimpar ouro num rio e pagar a ela um dólar por hora enquanto ele testa precisamente as pedras amarelas e enche seu bolso com as pepitas de ouro valendo milhares de dólares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este não é o tipo de renovação que Paulo está falando. Ele não está dizendo: leia bastante livros ou ouça bastante fitas ou sermões para que você possa detectar uma boa obra quando você a vê e então trabalhar sua disciplina para fazê-la. Ele está dizendo, seja tão profundamente renovado na sua mente que você não somente teste e detecte o ouro quando você o vê, mas que você também ame o ouro – aprove o ouro, valorize o ouro. É isto que estas palavras significam. ( Veja Romanos 1:28, 14:22; 1 Co 16:3 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora você pode ver que a renovação envolvida é mais do que uma lição de lógica. Se você quer descobrir se algum material é doce, você pode raciocinar logicamente: é marrom, pegajoso, vem de uma colméia, cristaliza se você deixar cair uma gota de água, e faz os olhos de uma criança de dois anos brilharem se você colocar numa torrada. Então, você deduz, tem que ser mel, e mel é doce. Isto não é a maneira principal que Romanos 12:2 ensina você a encontrar a vontade de Deus. A maneira de saber se este material é doce, é pelo poder do sabor, não da lógica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Renovado no espírito da sua mente  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efésios 4:23 é o paralelo mais próximo deste versículo e lá Paulo diz, “vos renoveis no espírito do vosso entendimento.” Isto é uma frase estranha, “no espírito do vosso entendimento”. Eu acho que significa algo como a capacidade da sua mente para saborear o espírito de algo. Uma das razões que pessoas simples, sem estudo vivem vidas muito mais santas e retas que outros cristãos que tem muito estudo é que suas mentes foram mais profundamente renovadas. Isto é, foram tão renovados que eles podem saborear, ou poderíamos dizer, sentir o cheiro, a podridão da tentação bem antes que outros e se desviar antes que uma contaminação mínima aconteça. E elas conseguem saborear e cheirar uma oportunidade bonita para o amor antes que outros a vêem surgir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, renovação da mente é uma mudança espiritual profunda em como a mente avalia coisas e valoriza coisas. Em Efésios 4:18 Paulo diz que a ignorância ( da mente ) está enraizada na dureza do coração. Então se a mente deve ser sábia e saber discernir sobre a vontade de Deus, o coração tem que ser mole e suscetível para a realidade espiritual. Em outras palavras, a renovação que Paulo está requerendo é profunda, e mais profundo que um mero esforço mental possa atingir. Por isso a oração é extremamente essencial. A oração constante do cristão é, “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple” ( Salmo 119:18 ); e, “Ilumina os olhos do meu coração” (Efésios 1:18 ); e, “Faz-me, oh Senhor, provar e ver que Tu és bom” ( Salmo 34:8 ). &amp;lt;br&amp;gt;Em outras palavras, Deus tem que fazer a renovação pela sua Palavra e Espírito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Uma mente profundamente renovada  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe nos voltar e examinar o que Romanos 12:1-2 quer dizer com esta perspectiva. A raiz da vida cristã no versículo 2 é uma mente profundamente renovada. Ela não só pensa claramente, mais avalia verdadeiramente e valoriza com precisão e aprova com firmeza e guarda com paixão o que é bom, aceitável e perfeito. Isto é totalmente relevante para nossas vidas diárias porque 95% das coisas que fazemos durante o dia, nós fazemos sem nenhuma reflexão prolongada e lógica. Nós agimos espontaneamente de acordo com o espírito da mente que está em nós ( Efésios 4:23 ) – ou como Jesus disse, de acordo com a abundância do nosso coração ( Mateus 12:34 ). Então, para viver a vida cristã com alguma autenticidade nós precisamos estar no processo de uma renovação profunda que vai além do pensar corretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois o versículo 2 diz que a renovação profunda da maneira como aprovamos e avaliamos e valorizamos a realidade nos leva a uma vida transformada que não se conforma com este mundo. Agora a não-conformidade não é somente externa e forçada, mas interna e natural e livre. Ela flui dos nossos novos valores e avaliações e de onde nosso tesouro está. Mas ela nos muda externamente e nos separa da conformidade com o mundo. Nós nos achamos fazendo coisas que Paulo chama de “a vontade de Deus”. Deus tem um padrão de vida que ele nos chama para viver que concede novos poderes de aprovação do que é bom e bonito e verdadeiro, e novos valores e novos tesouros. São coisas boas, coisas agradáveis, coisas perfeitas – maneiras diferentes de falar sobre o que Deus nos chama para fazer em diferentes contextos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, como isto está relacionado com o versículo 1? Como isto está relacionado com o sacrifício vivo dos nossos corpos oferecido a Deus, que é o nosso culto espiritual? Acho que é simplesmente uma maneira de descrever o que este oferecimento de culto é. O que o versículo 2 descreve é um sacrifício vivo, porque na renovação da nossa mente uma maneira toda de saborear e avaliar e aprovar e valorizar e guardar o mundo morre. Nós somos, como Paulo diz, “crucificado para o mundo e o mundo está crucificado para nós” ( Gálatas 6:14 ). Então a renovação é um morrer de velhos valores e nascimento de novos.É o morrer de hábitos antigos de valorizar a televisão e a comida e o dinheiro, e o brotar de novos desejos espirituais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Deus é meu tesouro que satisfaz totalmente  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então nosso culto espiritual é chegar a Deus a cada dia e dizer: “O Deus, não há nada que eu quero mais do que aprovar o que é mais nobre, e valorizar o que é mais valioso e guardar o que é mais precioso e admirar o que é mais bonito e odiar o que é mais desagradável e detestar o que é horrendo. Eu me considero morto para com tudo que é não espiritual e mundano e fatal para minha alma. Renova-me, o meu Deus. Desperta em mim capacidades espirituais para avaliação correta.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois dizemos, “E toma-me, corpo e alma, e faça de mim um instrumento da Sua gloria neste mundo. Permita que a renovação que estás operando em mim seja vista no exterior.Este é o meu culto espiritual. Mostrar ao mundo que Tu és meu tesouro que satisfaz totalmente.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto. Agora estamos de volta ao começo. A essência da adoração é estar satisfeito em Deus e valorizar Cristo como lucro. Romanos 12:1-2 não estão dizendo nada diferente. É isto que quer dizer ter uma mente renovada. A mente renovada percebe e aprova e guarda e valoriza a vontade de Deus ( e assim transforma toda a vida ), porque primeiro e principalmente percebe, e aprova e guarda e valoriza Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fazer a vontade de Deus é o resplandecer de Deus na sua glória. “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens para que vejam suas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” ( Mateus 5:16 ). Toda a vida é o resplandecer do que você realmente valoriza e guarda. Por isso toda a vida é adoração. Adoração a Deus, ou a outra coisa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, seja transformado pela renovação da sua mente. Valorize Deus em todas as Suas obras e em todos os Seus caminhos. Considere a mente velha morta e ofereça-se a Deus como sacrifício vivo para que Ele posso colocá-lo em exposição para resplandecer a Sua importância e Seu valor em sua vida. Adore-O com sua vida.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 21:32:16 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:All_of_Life_as_Worship/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>All of Life as Worship/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/All_of_Life_as_Worship/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Toda a vida como adoração}}&amp;lt;br&amp;gt;'''Romanos 12:1-2''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''Nem neste monte nem em Jerusalém'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na primeira mensagem sobre adoração, há três semanas, o ponto principal foi, primeiro, que há no Novo Testamento uma indiferença impressionante em relação ao lugar e a forma externa: ”Nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o pai, mas em espírito e em verdade” (João 4:21-23). Não em Samaria, mas em espírito; e não em Jerusalém, mas em verdade. E, em segundo lugar, há uma intensificação radical da adoração como uma experiência interior, “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim” ( Mateus 15:8 ). Adoração é uma experiência real e autentica no coração com Deus, ou não é nada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A chave para louvar a Cristo é valorizá-Lo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então duas semanas atrás na segunda mensagem, eu tentei mostrar o que é a essência vital desta experiência interior de adoração. E eu argumentei baseado em Filipenses 1:20-21 que ela é a valorização de Cristo como lucro,ou um estar satisfeito com Deus em tudo que Ele é para nós em Jesus. Paulo disse que sua expectativa era que ele engrandeceria Cristo pela vida ou pela morte, porque para ele o viver era Cristo e o morrer lucro. Assim nós engrandecemos Cristo na morte e na vida considerando-O a ser mais lucro do que qualquer outra coisa que o mundo possa oferecer. A chave para louvar a Cristo é valorizando-O. Cristo é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nEle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''Culto de adoração – Sendo servido por Deus'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então semana passada, lá em Bethel você talvez pensou que não estávamos continuando nossa série sobre louvor, mas estávamos. Não é insignificante que nossas reuniões nas manhãs de domingo são chamados de “serviços” de adoração. O que queremos dizer com “serviços”? O que é um “serviço de adoração”? E meu ponto semana passada baseado em Atos 17:25 e Marcos 10:45 foi que “Deus não é servido por mãos humanas como se de alguma cousa precisasse; pois ele mesmo é que quem a todos dá vida, respiração e tudo mais.” E, “Cristo não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por muitos” . Antes de qualquer coisa, um “serviço” (culto) de adoração deve ser primeiro e principalmente um ser servido por Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto é simplesmente uma maneira de sublinhar a lição da semana passada. Deus é engrandecido quando O valorizamos como lucro acima de todas as coisas, e quando chegamos a Ele e lhe contamos isto e achamos mais dele. Deus nos serve dando vida e respiração e tudo sobre Ele mesmo que vai até os mais profundos esconderijos dos nossos corações. Em primeiro lugar e principalmente nós adoramos tendo sede e fome de Deus acima de todas as coisas. E isto quer dizer que nós adoramos primeiro e principalmente sendo servidos por Deus. É um culto (serviço ) de adoração, porque o serviço começa com Deus nos servindo o que desesperadamente precisamos, a saber, Ele mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós voltaremos a isto nas próximas semanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Conectando toda a vida com adoração  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nesta manhã continuaremos a partir de outro ponto dos domingos anteriores. A saber isto: se a essência vital desta experiência interior que chamamos de adoração é um ser satisfeito em Deus ou um valorizar Cristo como lucro acima de todas as coisas, isto explica porque Romanos 12:1-2 retrata toda a vida como adoração. Você lembra que eu perguntei semana passada, “Bem, o que é a vida cristã se Deus não pode ser servido por mãos humanas, mas ama nos servir? Como é esta vida?” E a resposta parece ser que nos levantamos pela manhã e fixamos nossos corações em Cristo. Nós vamos até Ele e renovamos nossa satisfação nEle através da sua Palavra. E então entramos no dia buscando expressar e aumentar esta satisfação em tudo que Deus é por nós em Jesus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos olhar para Romanos 12:1-2, que conecta toda a vida com adoração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rogo-vos, pois irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um sacrifício que vive e se move e faz coisas  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então o versículo um diz que apresentando vossos corpos a Deus como um sacrifício vivo e santo é adoração. Mas a que isto se refere? O sacrifício era geralmente um corpo morto, não um vivo, por isso ele diz “vivo” para estar certo que nós saibamos que ele não queria dizer literalmente um sacrifício humano. Um sacrifício geralmente era colocado em cima do altar e partes dele era comido pelos sacerdotes e isto era o fim do animal. Não tinha mais existência. Mas isto não é o que Paulo quer dizer, porque pelo menos três vezes em Romanos 6 ( versículos 13, 16, 19 ) ele fala de oferecer nossos corpos ou membros para Deus assim, e em cada caso é assim que nossos membros – nossos braços e pernas e línguas, olhos e ouvidos e órgãos sexuais se tornariam instrumentos da justiça. Então o sacrifício não é somente vivo, ele se move e faz coisas no mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então como é um sacrifício? E de forma prática, como você oferece seu corpo a Deus em sacrifício? Eu acho que a melhor resposta é ver como os versículos 1 e 2 são ligados um com o outro. Minha sugestão é que o versículo 2 é a explicação realística do mais simbólico versículo 1. Versículo 1 fala de sacrifícios e adoração. Versículo 2 fala da sua mente sendo renovada e fazendo a vontade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O elo explícito para lhe mostrar que Paulo está pensando desta maneira é a repetição da palavra “agradável” nos versículos 1 e 2. Versículo 1: “Que apresenteis o vosso corpo...santo e agradável a Deus.” Versículo 2: Use sua mente renovada para experimentar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Então há provavelmente um vínculo estreito entre oferecer seu corpo a Deus como sacrifício agradável a Deus, e fazer a agradável vontade de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Não conformado, mas transformado  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o versículo 2 é uma provável explicação realística do quadro simbólico do versículo 1, então vamos olhar pra ele por alguns instantes. Há uma ordem negativa e uma positiva: negativamente, não se conforme com este século; positivamente, seja transformado. Não conformado, transformado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dedique sua vida como cristão para ser mudada. Não se acomode no nível de transformação em que está agora. Oh, quantos cristãos jogam seu direito de nascimento fora. Seja transformado! O verbo está no presente, é estar em movimento, em crescimento continuo para não se conformar com este século. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas como isto acontece? O que implica isto? Isto quer dizer que deveríamos somente estudar o que o mundo usa e assiste e ouvi e compra e joga, e depois fazer o contrário? Bem, provavelmente teríamos uma diferença na maioria dessas áreas, mas não é nisto que o texto está enfocando, está? Ele diz, “Seja transformado pela renovação da vossa mente”. O foco não está primeiramente em limpar o copo pelo lado de fora, mas em limpar o interior. Em outras palavras, transformação e não conformidade no exterior deve fluir de uma nova mente. Seja transformado na renovação da sua mente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você poderá dizer, OK isto significa que precisamos aprender a pensar diferente do que o mundo pensa, e isto nos transformará de dentro para fora. Bem, isto é verdade. Mas há uma palavra no versículo 2 que nos mostra que isto não é a verdade completa, e talvez nem seja a verdade principal – dependendo o que você quer dizer com “pensar”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual a função da mente de acordo com o versículo 2? Qual é o propósito da mente renovada? Pensar certo com certeza é essencial. Se você pensa de maneira ilógica, você provavelmente viverá mal. Por exemplo, você poderá pensar algo assim: “Premissa 1: a maioria das propagandas de TV me tentam a desejar coisas que não necessito. Premissa 2: Assistir mais TV me leva a ver mais propagandas de TV. Conclusão: Então, quanto mais TV eu assistir, serei menos tentado a querer as coisas que não necessito.” Isto é um exemplo simples de um pensamento ilógico que levará você a viver mau se você não pensar melhor que isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Prove e aprove  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isto não é o que o versículo 2 enfatiza. Há uma palavra muito crucial que temos que entender bem. A New American Standard Bible ( NASB ) diz que nossa mente renovada é para que possamos “ provar o que é a vontade de Deus”. A palavra chave é “provar”. È uma palavra extremamente importante. Ela tem duas implicações: uma é a idéia de testar e provar algo com valor. A outra idéia é a capacidade de avaliar e aprovar o valor quando você o vê. È muito difícil em inglês tirar estas duas idéias de uma só palavra. A NVI o faz de fato usando duas palavras. Refere-se a renovação da sua mente, e diz, “ Então você será capaz de experimentar e comprovar qual a vontade de Deus.” Isto é a idéia completa. Experimentar e comprovar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então qual é o assunto básico no versículo 2? O assunto básico é mais do que pensar certo. É avaliar corretamente. Não só provar certo, mas comprovar certo. Não somente testar certo, mas valorizar. Deixe-me ver, se eu posso ajudá-lo a ver a diferença assim. Seria possível, talvez, ensinar a uma pessoa não estudada a reconhecer algumas características do ouro sem que ela saiba o quanto o ouro é valioso. Você poderia dar a ela um emprego de garimpar ouro num rio e pagar a ela um dólar por hora enquanto ele testa precisamente as pedras amarelas e enche seu bolso com as pepitas de ouro valendo milhares de dólares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este não é o tipo de renovação que Paulo está falando. Ele não está dizendo: leia bastante livros ou ouça bastante fitas ou sermões para que você possa detectar uma boa obra quando você a vê e então trabalhar sua disciplina para fazê-la. Ele está dizendo, seja tão profundamente renovado na sua mente que você não somente teste e detecte o ouro quando você o vê, mas que você também ame o ouro – aprove o ouro, valorize o ouro. É isto que estas palavras significam. ( Veja Romanos 1:28, 14:22; 1 Co 16:3 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora você pode ver que a renovação envolvida é mais do que uma lição de lógica. Se você quer descobrir se algum material é doce, você pode raciocinar logicamente: é marrom, pegajoso, vem de uma colméia, cristaliza se você deixar cair uma gota de água, e faz os olhos de uma criança de dois anos brilharem se você colocar numa torrada. Então, você deduz, tem que ser mel, e mel é doce. Isto não é a maneira principal que Romanos 12:2 ensina você a encontrar a vontade de Deus. A maneira de saber se este material é doce, é pelo poder do sabor, não da lógica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Renovado no espírito da sua mente  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efésios 4:23 é o paralelo mais próximo deste versículo e lá Paulo diz, “vos renoveis no espírito do vosso entendimento.” Isto é uma frase estranha, “no espírito do vosso entendimento”. Eu acho que significa algo como a capacidade da sua mente para saborear o espírito de algo. Uma das razões que pessoas simples, sem estudo vivem vidas muito mais santas e retas que outros cristãos que tem muito estudo é que suas mentes foram mais profundamente renovadas. Isto é, foram tão renovados que eles podem saborear, ou poderíamos dizer, sentir o cheiro, a podridão da tentação bem antes que outros e se desviar antes que uma contaminação mínima aconteça. E elas conseguem saborear e cheirar uma oportunidade bonita para o amor antes que outros a vêem surgir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, renovação da mente é uma mudança espiritual profunda em como a mente avalia coisas e valoriza coisas. Em Efésios 4:18 Paulo diz que a ignorância ( da mente ) está enraizada na dureza do coração. Então se a mente deve ser sábia e saber discernir sobre a vontade de Deus, o coração tem que ser mole e suscetível para a realidade espiritual. Em outras palavras, a renovação que Paulo está requerendo é profunda, e mais profundo que um mero esforço mental possa atingir. Por isso a oração é extremamente essencial. A oração constante do cristão é, “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple” ( Salmo 119:18 ); e, “Ilumina os olhos do meu coração” (Efésios 1:18 ); e, “Faz-me, oh Senhor, provar e ver que Tu és bom” ( Salmo 34:8 ). &amp;lt;br&amp;gt;Em outras palavras, Deus tem que fazer a renovação pela sua Palavra e Espírito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Uma mente profundamente renovada  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe nos voltar e examinar o que Romanos 12:1-2 quer dizer com esta perspectiva. A raiz da vida cristã no versículo 2 é uma mente profundamente renovada. Ela não só pensa claramente, mais avalia verdadeiramente e valoriza com precisão e aprova com firmeza e guarda com paixão o que é bom, aceitável e perfeito. Isto é totalmente relevante para nossas vidas diárias porque 95% das coisas que fazemos durante o dia, nós fazemos sem nenhuma reflexão prolongada e lógica. Nós agimos espontaneamente de acordo com o espírito da mente que está em nós ( Efésios 4:23 ) – ou como Jesus disse, de acordo com a abundância do nosso coração ( Mateus 12:34 ). Então, para viver a vida cristã com alguma autenticidade nós precisamos estar no processo de uma renovação profunda que vai além do pensar corretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois o versículo 2 diz que a renovação profunda da maneira como aprovamos e avaliamos e valorizamos a realidade nos leva a uma vida transformada que não se conforma com este mundo. Agora a não-conformidade não é somente externa e forçada, mas interna e natural e livre. Ela flui dos nossos novos valores e avaliações e de onde nosso tesouro está. Mas ela nos muda externamente e nos separa da conformidade com o mundo. Nós nos achamos fazendo coisas que Paulo chama de “a vontade de Deus”. Deus tem um padrão de vida que ele nos chama para viver que concede novos poderes de aprovação do que é bom e bonito e verdadeiro, e novos valores e novos tesouros. São coisas boas, coisas agradáveis, coisas perfeitas – maneiras diferentes de falar sobre o que Deus nos chama para fazer em diferentes contextos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, como isto está relacionado com o versículo 1? Como isto está relacionado com o sacrifício vivo dos nossos corpos oferecido a Deus, que é o nosso culto espiritual? Acho que é simplesmente uma maneira de descrever o que este oferecimento de culto é. O que o versículo 2 descreve é um sacrifício vivo, porque na renovação da nossa mente uma maneira toda de saborear e avaliar e aprovar e valorizar e guardar o mundo morre. Nós somos, como Paulo diz, “crucificado para o mundo e o mundo está crucificado para nós” ( Gálatas 6:14 ). Então a renovação é um morrer de velhos valores e nascimento de novos.É o morrer de hábitos antigos de valorizar a televisão e a comida e o dinheiro, e o brotar de novos desejos espirituais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Deus é meu tesouro que satisfaz totalmente  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então nosso culto espiritual é chegar a Deus a cada dia e dizer: “O Deus, não há nada que eu quero mais do que aprovar o que é mais nobre, e valorizar o que é mais valioso e guardar o que é mais precioso e admirar o que é mais bonito e odiar o que é mais desagradável e detestar o que é horrendo. Eu me considero morto para com tudo que é não espiritual e mundano e fatal para minha alma. Renova-me, o meu Deus. Desperta em mim capacidades espirituais para avaliação correta.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois dizemos, “E toma-me, corpo e alma, e faça de mim um instrumento da Sua gloria neste mundo. Permita que a renovação que estás operando em mim seja vista no exterior.Este é o meu culto espiritual. Mostrar ao mundo que Tu és meu tesouro que satisfaz totalmente.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto. Agora estamos de volta ao começo. A essência da adoração é estar satisfeito em Deus e valorizar Cristo como lucro. Romanos 12:1-2 não estão dizendo nada diferente. É isto que quer dizer ter uma mente renovada. A mente renovada percebe e aprova e guarda e valoriza a vontade de Deus ( e assim transforma toda a vida ), porque primeiro e principalmente percebe, e aprova e guarda e valoriza Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fazer a vontade de Deus é o resplandecer de Deus na sua glória. “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens para que vejam suas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” ( Mateus 5:16 ). Toda a vida é o resplandecer do que você realmente valoriza e guarda. Por isso toda a vida é adoração. Adoração a Deus, ou a outra coisa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, seja transformado pela renovação da sua mente. Valorize Deus em todas as Suas obras e em todos os Seus caminhos. Considere a mente velha morta e ofereça-se a Deus como sacrifício vivo para que Ele posso colocá-lo em exposição para resplandecer a Sua importância e Seu valor em sua vida. Adore-O com sua vida.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 21:28:51 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:All_of_Life_as_Worship/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>All of Life as Worship/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/All_of_Life_as_Worship/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Toda a vida como adoração}}&amp;lt;br&amp;gt;'''Romanos 12:1-2''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''Nem neste monte nem em Jerusalém'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na primeira mensagem sobre adoração, há três semanas, o ponto principal foi, primeiro, que há no Novo Testamento uma indiferença impressionante em relação ao lugar e a forma externa: ”Nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o pai, mas em espírito e em verdade” (João 4:21-23). Não em Samaria, mas em espírito; e não em Jerusalém, mas em verdade. E, em segundo lugar, há uma intensificação radical da adoração como uma experiência interior, “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim” ( Mateus 15:8 ). Adoração é uma experiência real e autentica no coração com Deus, ou não é nada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A chave para louvar a Cristo é valorizá-Lo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então duas semanas atrás na segunda mensagem, eu tentei mostrar o que é a essência vital desta experiência interior de adoração. E eu argumentei baseado em Filipenses 1:20-21 que ela é a valorização de Cristo como lucro,ou um estar satisfeito com Deus em tudo que Ele é para nós em Jesus. Paulo disse que sua expectativa era que ele engrandeceria Cristo pela vida ou pela morte, porque para ele o viver era Cristo e o morrer lucro. Assim nós engrandecemos Cristo na morte e na vida considerando-O a ser mais lucro do que qualquer outra coisa que o mundo possa oferecer. A chave para louvar a Cristo é valorizando-O. Cristo é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nEle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''Culto de adoração – Sendo servido por Deus'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então semana passada, lá em Bethel você talvez pensou que não estávamos continuando nossa série sobre louvor, mas estávamos. Não é insignificante que nossas reuniões nas manhãs de domingo são chamados de “serviços” de adoração. O que queremos dizer com “serviços”? O que é um “serviço de adoração”? E meu ponto semana passada baseado em Atos 17:25 e Marcos 10:45 foi que “Deus não é servido por mãos humanas como se de alguma cousa precisasse; pois ele mesmo é que quem a todos dá vida, respiração e tudo mais.” E, “Cristo não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por muitos” . Antes de qualquer coisa, um “serviço” (culto) de adoração deve ser primeiro e principalmente um ser servido por Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto é simplesmente uma maneira de sublinhar a lição da semana passada. Deus é engrandecido quando O valorizamos como lucro acima de todas as coisas, e quando chegamos a Ele e lhe contamos isto e achamos mais dele. Deus nos serve dando vida e respiração e tudo sobre Ele mesmo que vai até os mais profundos esconderijos dos nossos corações. Em primeiro lugar e principalmente nós adoramos tendo sede e fome de Deus acima de todas as coisas. E isto quer dizer que nós adoramos primeiro e principalmente sendo servidos por Deus. É um culto (serviço ) de adoração, porque o serviço começa com Deus nos servindo o que desesperadamente precisamos, a saber, Ele mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós voltaremos a isto nas próximas semanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Conectando toda a vida com adoração  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nesta manhã continuaremos a partir de outro ponto dos domingos anteriores. A saber isto: se a essência vital desta experiência interior que chamamos de adoração é um ser satisfeito em Deus ou um valorizar Cristo como lucro acima de todas as coisas, isto explica porque Romanos 12:1-2 retrata toda a vida como adoração. Você lembra que eu perguntei semana passada, “Bem, o que é a vida cristã se Deus não pode ser servido por mãos humanas, mas ama nos servir? Como é esta vida?” E a resposta parece ser que nos levantamos pela manhã e fixamos nossos corações em Cristo. Nós vamos até Ele e renovamos nossa satisfação nEle através da sua Palavra. E então entramos no dia buscando expressar e aumentar esta satisfação em tudo que Deus é por nós em Jesus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos olhar para Romanos 12:1-2, que conecta toda a vida com adoração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rogo-vos, pois irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um sacrifício que vive e se move e faz coisas  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então o versículo um diz que apresentando vossos corpos a Deus como um sacrifício vivo e santo é adoração. Mas a que isto se refere? O sacrifício era geralmente um corpo morto, não um vivo, por isso ele diz “vivo” para estar certo que nós saibamos que ele não queria dizer literalmente um sacrifício humano. Um sacrifício geralmente era colocado em cima do altar e partes dele era comido pelos sacerdotes e isto era o fim do animal. Não tinha mais existência. Mas isto não é o que Paulo quer dizer, porque pelo menos três vezes em Romanos 6 ( versículos 13, 16, 19 ) ele fala de oferecer nossos corpos ou membros para Deus assim, e em cada caso é assim que nossos membros – nossos braços e pernas e línguas, olhos e ouvidos e órgãos sexuais se tornariam instrumentos da justiça. Então o sacrifício não é somente vivo, ele se move e faz coisas no mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então como é um sacrifício? E de forma prática, como você oferece seu corpo a Deus em sacrifício? Eu acho que a melhor resposta é ver como os versículos 1 e 2 são ligados um com o outro. Minha sugestão é que o versículo 2 é a explicação realística do mais simbólico versículo 1. Versículo 1 fala de sacrifícios e adoração. Versículo 2 fala da sua mente sendo renovada e fazendo a vontade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O elo explícito para lhe mostrar que Paulo está pensando desta maneira é a repetição da palavra “agradável” nos versículos 1 e 2. Versículo 1: “Que apresenteis o vosso corpo...santo e agradável a Deus.” Versículo 2: Use sua mente renovada para experimentar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Então há provavelmente um vínculo estreito entre oferecer seu corpo a Deus como sacrifício agradável a Deus, e fazer a agradável vontade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Não conformado, mas transformado  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o versículo 2 é uma provável explicação realística do quadro simbólico do versículo 1, então vamos olhar pra ele por alguns instantes. Há uma ordem negativa e uma positiva: negativamente, não se conforme com este século; positivamente, seja transformado. Não conformado, transformado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dedique sua vida como cristão para ser mudada. Não se acomode no nível de transformação em que está agora. Oh, quantos cristãos jogam seu direito de nascimento fora. Seja transformado! O verbo está no presente, é estar em movimento, em crescimento continuo para não se conformar com este século. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas como isto acontece? O que implica isto? Isto quer dizer que deveríamos somente estudar o que o mundo usa e assiste e ouvi e compra e joga, e depois fazer o contrário? Bem, provavelmente teríamos uma diferença na maioria dessas áreas, mas não é nisto que o texto está enfocando, está? Ele diz, “Seja transformado pela renovação da vossa mente”. O foco não está primeiramente em limpar o copo pelo lado de fora, mas em limpar o interior. Em outras palavras, transformação e não conformidade no exterior deve fluir de uma nova mente. Seja transformado na renovação da sua mente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você poderá dizer, OK isto significa que precisamos aprender a pensar diferente do que o mundo pensa, e isto nos transformará de dentro para fora. Bem, isto é verdade. Mas há uma palavra no versículo 2 que nos mostra que isto não é a verdade completa, e talvez nem seja a verdade principal – dependendo o que você quer dizer com “pensar”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual a função da mente de acordo com o versículo 2? Qual é o propósito da mente renovada? Pensar certo com certeza é essencial. Se você pensa de maneira ilógica, você provavelmente viverá mal. Por exemplo, você poderá pensar algo assim: “Premissa 1: a maioria das propagandas de TV me tentam a desejar coisas que não necessito. Premissa 2: Assistir mais TV me leva a ver mais propagandas de TV. Conclusão: Então, quanto mais TV eu assistir, serei menos tentado a querer as coisas que não necessito.” Isto é um exemplo simples de um pensamento ilógico que levará você a viver mau se você não pensar melhor que isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Prove e aprove  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isto não é o que o versículo 2 enfatiza. Há uma palavra muito crucial que temos que entender bem. A New American Standard Bible ( NASB ) diz que nossa mente renovada é para que possamos “ provar o que é a vontade de Deus”. A palavra chave é “provar”. È uma palavra extremamente importante. Ela tem duas implicações: uma é a idéia de testar e provar algo com valor. A outra idéia é a capacidade de avaliar e aprovar o valor quando você o vê. È muito difícil em inglês tirar estas duas idéias de uma só palavra. A NVI o faz de fato usando duas palavras. Refere-se a renovação da sua mente, e diz, “ Então você será capaz de experimentar e comprovar qual a vontade de Deus.” Isto é a idéia completa. Experimentar e comprovar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então qual é o assunto básico no versículo 2? O assunto básico é mais do que pensar certo. É avaliar corretamente. Não só provar certo, mas comprovar certo. Não somente testar certo, mas valorizar. Deixe-me ver, se eu posso ajudá-lo a ver a diferença assim. Seria possível, talvez, ensinar a uma pessoa não estudada a reconhecer algumas características do ouro sem que ela saiba o quanto o ouro é valioso. Você poderia dar a ela um emprego de garimpar ouro num rio e pagar a ela um dólar por hora enquanto ele testa precisamente as pedras amarelas e enche seu bolso com as pepitas de ouro valendo milhares de dólares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este não é o tipo de renovação que Paulo está falando. Ele não está dizendo: leia bastante livros ou ouça bastante fitas ou sermões para que você possa detectar uma boa obra quando você a vê e então trabalhar sua disciplina para fazê-la. Ele está dizendo, seja tão profundamente renovado na sua mente que você não somente teste e detecte o ouro quando você o vê, mas que você também ame o ouro – aprove o ouro, valorize o ouro. É isto que estas palavras significam. ( Veja Romanos 1:28, 14:22; 1 Co 16:3 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora você pode ver que a renovação envolvida é mais do que uma lição de lógica. Se você quer descobrir se algum material é doce, você pode raciocinar logicamente: é marrom, pegajoso, vem de uma colméia, cristaliza se você deixar cair uma gota de água, e faz os olhos de uma criança de dois anos brilharem se você colocar numa torrada. Então, você deduz, tem que ser mel, e mel é doce. Isto não é a maneira principal que Romanos 12:2 ensina você a encontrar a vontade de Deus. A maneira de saber se este material é doce, é pelo poder do sabor, não da lógica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Renovado no espírito da sua mente  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efésios 4:23 é o paralelo mais próximo deste versículo e lá Paulo diz, “vos renoveis no espírito do vosso entendimento.” Isto é uma frase estranha, “no espírito do vosso entendimento”. Eu acho que significa algo como a capacidade da sua mente para saborear o espírito de algo. Uma das razões que pessoas simples, sem estudo vivem vidas muito mais santas e retas que outros cristãos que tem muito estudo é que suas mentes foram mais profundamente renovadas. Isto é, foram tão renovados que eles podem saborear, ou poderíamos dizer, sentir o cheiro, a podridão da tentação bem antes que outros e se desviar antes que uma contaminação mínima aconteça. E elas conseguem saborear e cheirar uma oportunidade bonita para o amor antes que outros a vêem surgir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, renovação da mente é uma mudança espiritual profunda em como a mente avalia coisas e valoriza coisas. Em Efésios 4:18 Paulo diz que a ignorância ( da mente ) está enraizada na dureza do coração. Então se a mente deve ser sábia e saber discernir sobre a vontade de Deus, o coração tem que ser mole e suscetível para a realidade espiritual. Em outras palavras, a renovação que Paulo está requerendo é profunda, e mais profundo que um mero esforço mental possa atingir. Por isso a oração é extremamente essencial. A oração constante do cristão é, “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple” ( Salmo 119:18 ); e, “Ilumina os olhos do meu coração” (Efésios 1:18 ); e, “Faz-me, oh Senhor, provar e ver que Tu és bom” ( Salmo 34:8 ). &amp;lt;br&amp;gt;Em outras palavras, Deus tem que fazer a renovação pela sua Palavra e Espírito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Uma mente profundamente renovada  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe nos voltar e examinar o que Romanos 12:1-2 quer dizer com esta perspectiva. A raiz da vida cristã no versículo 2 é uma mente profundamente renovada. Ela não só pensa claramente, mais avalia verdadeiramente e valoriza com precisão e aprova com firmeza e guarda com paixão o que é bom, aceitável e perfeito. Isto é totalmente relevante para nossas vidas diárias porque 95% das coisas que fazemos durante o dia, nós fazemos sem nenhuma reflexão prolongada e lógica. Nós agimos espontaneamente de acordo com o espírito da mente que está em nós ( Efésios 4:23 ) – ou como Jesus disse, de acordo com a abundância do nosso coração ( Mateus 12:34 ). Então, para viver a vida cristã com alguma autenticidade nós precisamos estar no processo de uma renovação profunda que vai além do pensar corretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois o versículo 2 diz que a renovação profunda da maneira como aprovamos e avaliamos e valorizamos a realidade nos leva a uma vida transformada que não se conforma com este mundo. Agora a não-conformidade não é somente externa e forçada, mas interna e natural e livre. Ela flui dos nossos novos valores e avaliações e de onde nosso tesouro está. Mas ela nos muda externamente e nos separa da conformidade com o mundo. Nós nos achamos fazendo coisas que Paulo chama de “a vontade de Deus”. Deus tem um padrão de vida que ele nos chama para viver que concede novos poderes de aprovação do que é bom e bonito e verdadeiro, e novos valores e novos tesouros. São coisas boas, coisas agradáveis, coisas perfeitas – maneiras diferentes de falar sobre o que Deus nos chama para fazer em diferentes contextos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, como isto está relacionado com o versículo 1? Como isto está relacionado com o sacrifício vivo dos nossos corpos oferecido a Deus, que é o nosso culto espiritual? Acho que é simplesmente uma maneira de descrever o que este oferecimento de culto é. O que o versículo 2 descreve é um sacrifício vivo, porque na renovação da nossa mente uma maneira toda de saborear e avaliar e aprovar e valorizar e guardar o mundo morre. Nós somos, como Paulo diz, “crucificado para o mundo e o mundo está crucificado para nós” ( Gálatas 6:14 ). Então a renovação é um morrer de velhos valores e nascimento de novos.É o morrer de hábitos antigos de valorizar a televisão e a comida e o dinheiro, e o brotar de novos desejos espirituais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Deus é meu tesouro que satisfaz totalmente  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então nosso culto espiritual é chegar a Deus a cada dia e dizer: “O Deus, não há nada que eu quero mais do que aprovar o que é mais nobre, e valorizar o que é mais valioso e guardar o que é mais precioso e admirar o que é mais bonito e odiar o que é mais desagradável e detestar o que é horrendo. Eu me considero morto para com tudo que é não espiritual e mundano e fatal para minha alma. Renova-me, o meu Deus. Desperta em mim capacidades espirituais para avaliação correta.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois dizemos, “E toma-me, corpo e alma, e faça de mim um instrumento da Sua gloria neste mundo. Permita que a renovação que estás operando em mim seja vista no exterior.Este é o meu culto espiritual. Mostrar ao mundo que Tu és meu tesouro que satisfaz totalmente.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto. Agora estamos de volta ao começo. A essência da adoração é estar satisfeito em Deus e valorizar Cristo como lucro. Romanos 12:1-2 não estão dizendo nada diferente. É isto que quer dizer ter uma mente renovada. A mente renovada percebe e aprova e guarda e valoriza a vontade de Deus ( e assim transforma toda a vida ), porque primeiro e principalmente percebe, e aprova e guarda e valoriza Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fazer a vontade de Deus é o resplandecer de Deus na sua glória. “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens para que vejam suas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” ( Mateus 5:16 ). Toda a vida é o resplandecer do que você realmente valoriza e guarda. Por isso toda a vida é adoração. Adoração a Deus, ou a outra coisa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, seja transformado pela renovação da sua mente. Valorize Deus em todas as Suas obras e em todos os Seus caminhos. Considere a mente velha morta e ofereça-se a Deus como sacrifício vivo para que Ele posso colocá-lo em exposição para resplandecer a Sua importância e Seu valor em sua vida. Adore-O com sua vida.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 21:28:20 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:All_of_Life_as_Worship/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>All of Life as Worship/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/All_of_Life_as_Worship/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|Toda a vida como adoração}}&amp;lt;br&amp;gt;'''Romanos 12:1-2''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== '''Nem neste monte nem em Jerusalém'''  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na primeira mensagem sobre adoração, há três semanas, o ponto principal foi, primeiro, que há no Novo Testamento uma indiferença impressionante em relação ao lugar e a forma externa: ”Nem neste monte, nem em Jerusalém adorareis o pai, mas em espírito e em verdade” (João 4:21-23). Não em Samaria, mas em espírito; e não em Jerusalém, mas em verdade. E, em segundo lugar, há uma intensificação radical da adoração como uma experiência interior, “Este povo honra-me com os lábios, mas o seu coração está longe de mim” ( Mateus 15:8 ). Adoração é uma experiência real e autentica no coração com Deus, ou não é nada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== A chave para louvar a Cristo é valorizá-Lo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então duas semanas atrás na segunda mensagem, eu tentei mostrar o que é a essência vital desta experiência interior de adoração. E eu argumentei baseado em Filipenses 1:20-21 que ela é a valorização de Cristo como lucro,ou um estar satisfeito com Deus em tudo que Ele é para nós em Jesus. Paulo disse que sua expectativa era que ele engrandeceria Cristo pela vida ou pela morte, porque para ele o viver era Cristo e o morrer lucro. Assim nós engrandecemos Cristo na morte e na vida considerando-O a ser mais lucro do que qualquer outra coisa que o mundo possa oferecer. A chave para louvar a Cristo é valorizando-O. Cristo é mais glorificado em nós quando estamos mais satisfeitos nEle. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''Culto de adoração – Sendo servido por Deus''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então semana passada, lá em Bethel você talvez pensou que não estávamos continuando nossa série sobre louvor, mas estávamos. Não é insignificante que nossas reuniões nas manhãs de domingo são chamados de “serviços” de adoração. O que queremos dizer com “serviços”? O que é um “serviço de adoração”? E meu ponto semana passada baseado em Atos 17:25 e Marcos 10:45 foi que “Deus não é servido por mãos humanas como se de alguma cousa precisasse; pois ele mesmo é que quem a todos dá vida, respiração e tudo mais.” E, “Cristo não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida em resgate por muitos” . Antes de qualquer coisa, um “serviço” (culto) de adoração deve ser primeiro e principalmente um ser servido por Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto é simplesmente uma maneira de sublinhar a lição da semana passada. Deus é engrandecido quando O valorizamos como lucro acima de todas as coisas, e quando chegamos a Ele e lhe contamos isto e achamos mais dele. Deus nos serve dando vida e respiração e tudo sobre Ele mesmo que vai até os mais profundos esconderijos dos nossos corações. Em primeiro lugar e principalmente nós adoramos tendo sede e fome de Deus acima de todas as coisas. E isto quer dizer que nós adoramos primeiro e principalmente sendo servidos por Deus. É um culto (serviço ) de adoração, porque o serviço começa com Deus nos servindo o que desesperadamente precisamos, a saber, Ele mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós voltaremos a isto nas próximas semanas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Conectando toda a vida com adoração  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nesta manhã continuaremos a partir de outro ponto dos domingos anteriores. A saber isto: se a essência vital desta experiência interior que chamamos de adoração é um ser satisfeito em Deus ou um valorizar Cristo como lucro acima de todas as coisas, isto explica porque Romanos 12:1-2 retrata toda a vida como adoração. Você lembra que eu perguntei semana passada, “Bem, o que é a vida cristã se Deus não pode ser servido por mãos humanas, mas ama nos servir? Como é esta vida?” E a resposta parece ser que nos levantamos pela manhã e fixamos nossos corações em Cristo. Nós vamos até Ele e renovamos nossa satisfação nEle através da sua Palavra. E então entramos no dia buscando expressar e aumentar esta satisfação em tudo que Deus é por nós em Jesus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos olhar para Romanos 12:1-2, que conecta toda a vida com adoração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rogo-vos, pois irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional. E não vos conformeis com este século, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um sacrifício que vive e se move e faz coisas  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então o versículo um diz que apresentando vossos corpos a Deus como um sacrifício vivo e santo é adoração. Mas a que isto se refere? O sacrifício era geralmente um corpo morto, não um vivo, por isso ele diz “vivo” para estar certo que nós saibamos que ele não queria dizer literalmente um sacrifício humano. Um sacrifício geralmente era colocado em cima do altar e partes dele era comido pelos sacerdotes e isto era o fim do animal. Não tinha mais existência. Mas isto não é o que Paulo quer dizer, porque pelo menos três vezes em Romanos 6 ( versículos 13, 16, 19 ) ele fala de oferecer nossos corpos ou membros para Deus assim, e em cada caso é assim que nossos membros – nossos braços e pernas e línguas, olhos e ouvidos e órgãos sexuais se tornariam instrumentos da justiça. Então o sacrifício não é somente vivo, ele se move e faz coisas no mundo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então como é um sacrifício? E de forma prática, como você oferece seu corpo a Deus em sacrifício? Eu acho que a melhor resposta é ver como os versículos 1 e 2 são ligados um com o outro. Minha sugestão é que o versículo 2 é a explicação realística do mais simbólico versículo 1. Versículo 1 fala de sacrifícios e adoração. Versículo 2 fala da sua mente sendo renovada e fazendo a vontade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O elo explícito para lhe mostrar que Paulo está pensando desta maneira é a repetição da palavra “agradável” nos versículos 1 e 2. Versículo 1: “Que apresenteis o vosso corpo...santo e agradável a Deus.” Versículo 2: Use sua mente renovada para experimentar qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus. Então há provavelmente um vínculo estreito entre oferecer seu corpo a Deus como sacrifício agradável a Deus, e fazer a agradável vontade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Não conformado, mas transformado  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o versículo 2 é uma provável explicação realística do quadro simbólico do versículo 1, então vamos olhar pra ele por alguns instantes. Há uma ordem negativa e uma positiva: negativamente, não se conforme com este século; positivamente, seja transformado. Não conformado, transformado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dedique sua vida como cristão para ser mudada. Não se acomode no nível de transformação em que está agora. Oh, quantos cristãos jogam seu direito de nascimento fora. Seja transformado! O verbo está no presente, é estar em movimento, em crescimento continuo para não se conformar com este século. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas como isto acontece? O que implica isto? Isto quer dizer que deveríamos somente estudar o que o mundo usa e assiste e ouvi e compra e joga, e depois fazer o contrário? Bem, provavelmente teríamos uma diferença na maioria dessas áreas, mas não é nisto que o texto está enfocando, está? Ele diz, “Seja transformado pela renovação da vossa mente”. O foco não está primeiramente em limpar o copo pelo lado de fora, mas em limpar o interior. Em outras palavras, transformação e não conformidade no exterior deve fluir de uma nova mente. Seja transformado na renovação da sua mente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você poderá dizer, OK isto significa que precisamos aprender a pensar diferente do que o mundo pensa, e isto nos transformará de dentro para fora. Bem, isto é verdade. Mas há uma palavra no versículo 2 que nos mostra que isto não é a verdade completa, e talvez nem seja a verdade principal – dependendo o que você quer dizer com “pensar”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual a função da mente de acordo com o versículo 2? Qual é o propósito da mente renovada? Pensar certo com certeza é essencial. Se você pensa de maneira ilógica, você provavelmente viverá mal. Por exemplo, você poderá pensar algo assim: “Premissa 1: a maioria das propagandas de TV me tentam a desejar coisas que não necessito. Premissa 2: Assistir mais TV me leva a ver mais propagandas de TV. Conclusão: Então, quanto mais TV eu assistir, serei menos tentado a querer as coisas que não necessito.” Isto é um exemplo simples de um pensamento ilógico que levará você a viver mau se você não pensar melhor que isto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Prove e aprove  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isto não é o que o versículo 2 enfatiza. Há uma palavra muito crucial que temos que entender bem. A New American Standard Bible ( NASB ) diz que nossa mente renovada é para que possamos “ provar o que é a vontade de Deus”. A palavra chave é “provar”. È uma palavra extremamente importante. Ela tem duas implicações: uma é a idéia de testar e provar algo com valor. A outra idéia é a capacidade de avaliar e aprovar o valor quando você o vê. È muito difícil em inglês tirar estas duas idéias de uma só palavra. A NVI o faz de fato usando duas palavras. Refere-se a renovação da sua mente, e diz, “ Então você será capaz de experimentar e comprovar qual a vontade de Deus.” Isto é a idéia completa. Experimentar e comprovar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então qual é o assunto básico no versículo 2? O assunto básico é mais do que pensar certo. É avaliar corretamente. Não só provar certo, mas comprovar certo. Não somente testar certo, mas valorizar. Deixe-me ver, se eu posso ajudá-lo a ver a diferença assim. Seria possível, talvez, ensinar a uma pessoa não estudada a reconhecer algumas características do ouro sem que ela saiba o quanto o ouro é valioso. Você poderia dar a ela um emprego de garimpar ouro num rio e pagar a ela um dólar por hora enquanto ele testa precisamente as pedras amarelas e enche seu bolso com as pepitas de ouro valendo milhares de dólares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este não é o tipo de renovação que Paulo está falando. Ele não está dizendo: leia bastante livros ou ouça bastante fitas ou sermões para que você possa detectar uma boa obra quando você a vê e então trabalhar sua disciplina para fazê-la. Ele está dizendo, seja tão profundamente renovado na sua mente que você não somente teste e detecte o ouro quando você o vê, mas que você também ame o ouro – aprove o ouro, valorize o ouro. É isto que estas palavras significam. ( Veja Romanos 1:28, 14:22; 1 Co 16:3 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora você pode ver que a renovação envolvida é mais do que uma lição de lógica. Se você quer descobrir se algum material é doce, você pode raciocinar logicamente: é marrom, pegajoso, vem de uma colméia, cristaliza se você deixar cair uma gota de água, e faz os olhos de uma criança de dois anos brilharem se você colocar numa torrada. Então, você deduz, tem que ser mel, e mel é doce. Isto não é a maneira principal que Romanos 12:2 ensina você a encontrar a vontade de Deus. A maneira de saber se este material é doce, é pelo poder do sabor, não da lógica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Renovado no espírito da sua mente  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Efésios 4:23 é o paralelo mais próximo deste versículo e lá Paulo diz, “vos renoveis no espírito do vosso entendimento.” Isto é uma frase estranha, “no espírito do vosso entendimento”. Eu acho que significa algo como a capacidade da sua mente para saborear o espírito de algo. Uma das razões que pessoas simples, sem estudo vivem vidas muito mais santas e retas que outros cristãos que tem muito estudo é que suas mentes foram mais profundamente renovadas. Isto é, foram tão renovados que eles podem saborear, ou poderíamos dizer, sentir o cheiro, a podridão da tentação bem antes que outros e se desviar antes que uma contaminação mínima aconteça. E elas conseguem saborear e cheirar uma oportunidade bonita para o amor antes que outros a vêem surgir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outras palavras, renovação da mente é uma mudança espiritual profunda em como a mente avalia coisas e valoriza coisas. Em Efésios 4:18 Paulo diz que a ignorância ( da mente ) está enraizada na dureza do coração. Então se a mente deve ser sábia e saber discernir sobre a vontade de Deus, o coração tem que ser mole e suscetível para a realidade espiritual. Em outras palavras, a renovação que Paulo está requerendo é profunda, e mais profundo que um mero esforço mental possa atingir. Por isso a oração é extremamente essencial. A oração constante do cristão é, “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple” ( Salmo 119:18 ); e, “Ilumina os olhos do meu coração” (Efésios 1:18 ); e, “Faz-me, oh Senhor, provar e ver que Tu és bom” ( Salmo 34:8 ). &amp;lt;br&amp;gt;Em outras palavras, Deus tem que fazer a renovação pela sua Palavra e Espírito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Uma mente profundamente renovada  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora deixe nos voltar e examinar o que Romanos 12:1-2 quer dizer com esta perspectiva. A raiz da vida cristã no versículo 2 é uma mente profundamente renovada. Ela não só pensa claramente, mais avalia verdadeiramente e valoriza com precisão e aprova com firmeza e guarda com paixão o que é bom, aceitável e perfeito. Isto é totalmente relevante para nossas vidas diárias porque 95% das coisas que fazemos durante o dia, nós fazemos sem nenhuma reflexão prolongada e lógica. Nós agimos espontaneamente de acordo com o espírito da mente que está em nós ( Efésios 4:23 ) – ou como Jesus disse, de acordo com a abundância do nosso coração ( Mateus 12:34 ). Então, para viver a vida cristã com alguma autenticidade nós precisamos estar no processo de uma renovação profunda que vai além do pensar corretamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois o versículo 2 diz que a renovação profunda da maneira como aprovamos e avaliamos e valorizamos a realidade nos leva a uma vida transformada que não se conforma com este mundo. Agora a não-conformidade não é somente externa e forçada, mas interna e natural e livre. Ela flui dos nossos novos valores e avaliações e de onde nosso tesouro está. Mas ela nos muda externamente e nos separa da conformidade com o mundo. Nós nos achamos fazendo coisas que Paulo chama de “a vontade de Deus”. Deus tem um padrão de vida que ele nos chama para viver que concede novos poderes de aprovação do que é bom e bonito e verdadeiro, e novos valores e novos tesouros. São coisas boas, coisas agradáveis, coisas perfeitas – maneiras diferentes de falar sobre o que Deus nos chama para fazer em diferentes contextos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, como isto está relacionado com o versículo 1? Como isto está relacionado com o sacrifício vivo dos nossos corpos oferecido a Deus, que é o nosso culto espiritual? Acho que é simplesmente uma maneira de descrever o que este oferecimento de culto é. O que o versículo 2 descreve é um sacrifício vivo, porque na renovação da nossa mente uma maneira toda de saborear e avaliar e aprovar e valorizar e guardar o mundo morre. Nós somos, como Paulo diz, “crucificado para o mundo e o mundo está crucificado para nós” ( Gálatas 6:14 ). Então a renovação é um morrer de velhos valores e nascimento de novos.É o morrer de hábitos antigos de valorizar a televisão e a comida e o dinheiro, e o brotar de novos desejos espirituais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Deus é meu tesouro que satisfaz totalmente  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então nosso culto espiritual é chegar a Deus a cada dia e dizer: “O Deus, não há nada que eu quero mais do que aprovar o que é mais nobre, e valorizar o que é mais valioso e guardar o que é mais precioso e admirar o que é mais bonito e odiar o que é mais desagradável e detestar o que é horrendo. Eu me considero morto para com tudo que é não espiritual e mundano e fatal para minha alma. Renova-me, o meu Deus. Desperta em mim capacidades espirituais para avaliação correta.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E depois dizemos, “E toma-me, corpo e alma, e faça de mim um instrumento da Sua gloria neste mundo. Permita que a renovação que estás operando em mim seja vista no exterior.Este é o meu culto espiritual. Mostrar ao mundo que Tu és meu tesouro que satisfaz totalmente.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pronto. Agora estamos de volta ao começo. A essência da adoração é estar satisfeito em Deus e valorizar Cristo como lucro. Romanos 12:1-2 não estão dizendo nada diferente. É isto que quer dizer ter uma mente renovada. A mente renovada percebe e aprova e guarda e valoriza a vontade de Deus ( e assim transforma toda a vida ), porque primeiro e principalmente percebe, e aprova e guarda e valoriza Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E fazer a vontade de Deus é o resplandecer de Deus na sua glória. “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens para que vejam suas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” ( Mateus 5:16 ). Toda a vida é o resplandecer do que você realmente valoriza e guarda. Por isso toda a vida é adoração. Adoração a Deus, ou a outra coisa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por isso, seja transformado pela renovação da sua mente. Valorize Deus em todas as Suas obras e em todos os Seus caminhos. Considere a mente velha morta e ofereça-se a Deus como sacrifício vivo para que Ele posso colocá-lo em exposição para resplandecer a Sua importância e Seu valor em sua vida. Adore-O com sua vida.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 10 Sep 2008 21:27:06 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:All_of_Life_as_Worship/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Least of the Apostles/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Least_of_the_Apostles/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= {{info|Menor dos apóstolos}}  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem mais ou menos vinte e seis traços diferentes do caráter cristão ensinados ou por preceito ou por exemplo no Novo Testamento. Três deles, confiar em Deus ( como oposto de estar ansioso ou com medo ), amor e humildade, são ensinados mais vezes do que todos os outros juntos. Como alguns dos restantes – como compaixão, bondade, mansidão e paciência - brotam do amor e da humildade, podemos aprender bastante do caráter do apóstolo Paulo limitando nosso estudo a estes três traços.&amp;lt;br&amp;gt;Olhando primeiro para a confiança de Paulo em Deus, podemos recordar que ele é aquele que escreveu à igreja dos filipenses aquelas palavras tão conhecidas: “Não andeis ansiosos de cousa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.” ( Fp 4:6 ) . Não há dúvida que Paulo tinha ampla oportunidade para praticar o que pregava no meio dos incríveis sofrimentos que ele agüentava no seu trabalho apostólico. Na realidade, Paulo escreveu estas palavras de Filipenses 4:6 do seu aprisionamento em Roma. De qualquer forma, um exemplo perfeito de sua confiança em Deus ocorreu alguns anos antes desta escrita na cidade de Filipos mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como resultado de pregar o Evangelho, Paulo e Silas foram açoitados e jogados na prisão ( Atos 16: 16-40 ). Para a maioria de nós, uma mudança dessas nos acontecimentos provavelmente criaria um alto nível de ansiedade, mas não para Paulo e Silas. Em vez disto lemos: “Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus ( v. 25 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós não sabemos nada do conteúdo de suas orações, mas todo o teor da narrativa sugere que eles estavam agradecendo a Deus por eles estarem sendo achados dignos de sofrer por Cristo e estavam pedindo a Ele para usar suas circunstâncias para a propagação do Evangelho. Eles estavam confiando totalmente em Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual seria a razão da confiança de Paulo em Deus e a alegria em suas circunstâncias mesmo na cadeia de Filipos e na prisão de Roma? Alguns anos antes ele tinha escrito para os crentes de Roma: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8:28) Paulo tinha absoluta confiança na soberania e bondade de Deus. Ele conhecia os ensinamentos de Jesus de que nenhum pardal podia cair no chão sem ser pela vontade de Deus, nenhum pardal é esquecido por Deus ( Mt 10:29; Lc 12:6 ). Ele cria nisto e se agarrava nisto com todo o seu ser. A confiança de Paulo em Deus estava ancorada na sua fé na soberania e a bondade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A teologia de Paulo também era a base para sua humildade. Ele não começou sua vida adulta como um humilde seguidor de Jesus. Em vez disso, a primeira vez que encontramos Paulo no livro de Atos, descobrimos que ele é um fariseu orgulhoso e fanático, devastando a igreja e arrastando homens e mulheres para a prisão. Mesmo que estejamos olhando para o caráter de Paulo, não podemos ignorar a sua personalidade básica, que obviamente era forte e impetuosa. Seu encontro traumático com o Cristo ressurreto na estrada para Damasco não mudou isto. Em vez disto, o vemos imediatamente pregando Jesus ousadamente nas sinagogas de Damasco. Anos mais tarde o encontramos lidando decididamente com os problemas morais da igreja de Corinto e amaldiçoando os falsos mestres na Galácia que estavam subvertendo o evangelho. Claramente, Paulo não tinha perdido nada da sua personalidade forte e impetuosa que ele tinha como fariseu. Apesar disso, porém, sua vida como um apóstolo era claramente marcada por uma humildade persuasiva para com Deus e para com outras pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A humildade de Paulo é mais claramente vista na sua própria auto-avalição. Escrevendo aos coríntios em 55 d.C., ele fala de si como “o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus” ( 1 Co 15:9 ). Para os efésios mais ou menos cinco anos mais tarde, ele se refere a si mesmo como o menor de todos os santos ( Ef 3:8 ). Perto do fim de sua vida, ele se considera o principal dos pecadores ( 1 Tm 1:15 ). Isso é um progresso e tanto no seu auto-conhecimento, de um fariseu orgulhoso e fanático ao principal dos pecadores. Só uma pessoa com humildade genuína poderia se descrever nestes termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que transformou um antes fariseu orgulhoso em um humilde apóstolo de Cristo? Foi o entendimento de Paulo da graça de Deus. Ele entendia que a graça de Deus era mais que um favor imerecido. Ele se via não somente não merecendo, mas indigno de merecer. Ele sabia que nele mesmo, à parte de Cristo, ele merecia totalmente a ira de Deus. Em vez disto, ele foi feito um arauto da mensagem que outrora ele tentou destruir. É por isso que ele continuou sua avaliação como o menor dos apóstolos com a declaração “ mas , pela graça de Deus, sou o que sou” ( 1 Co 15:10). É por isso que ele dizia, “A mim, o menor dos santos, me foi dada esta graça” ( Ef 3:8 ). Ele se via como um exemplo perfeito da graça de Deus, e sua teologia da graça produziu sua humildade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tal o amor na vida de Paulo? Lembrando novamente da sua personalidade forte e impetuosa, a acharemos abrandada pelo amor? Teria o homem que escreveu a bela descrição do amor em 1 Coríntios 13 mostrado esses traços em sua própria vida? Trechos de quatro de suas cartas para diferentes igrejas nos mostram que ele tinha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os crentes filipenses, Paulo escreveu, “Pois, minha testemunha é Deus, da saudade que tenho de todos vós, na terna misericórdia de Cristo Jesus” ( Fp 1:8 ). E para a igreja em Tessalônica, ele podia escrever, “Todavia, nos tornamos carinhosos entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos” ( 1 Ts 2:7 ). Nós realmente encontramos um paradoxo maravilhoso em Paulo – uma personalidade forte combinada com traços “mais suaves” de afeto e mansidão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro, que as igrejas de Filipos e Tessalônica eram duas das igrejas “melhores” de Paulo. Poderíamos dizer que era bem fácil amar essas pessoas que o amavam. O que dizer das igrejas problemáticas – Corinto e Galácia – que causaram a Paulo muito sofrimento? O seu amor também foi manifesto a eles? Não há dúvida que Paulo foi bastante severo nas suas cartas para ambas as igrejas. Para os coríntios ele podia escrever, “Porque, no meio de muito sofrimento e angústia de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis tristes, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida” ( 2 Co 2:4 ). E para os gálatas ele escreveu, “Meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores do parto, até ser Cristo formado em vós” ( Gl 4:19 ). Foi o amor profundo de Paulo por estas pessoas e sua angústia de coração que o fez lidar tão severamente com eles. Era o que hoje talvez chamaríamos de “amor firme”. Mas a verdade é que o amor firme é o mais custoso de todos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que era a raíz do amor profundo de Paulo pelas igrejas? Ele brotava da sua profunda compreensão do amor de Deus por ele. Paulo era tão profundamente consciente do amor de Cristo por ele que de certo modo ele era forçado a viver por Cristo e a amar como Cristo amava. Ele amava os coríntios e os gálatas porque Cristo o amava. Assim vemos novamente que o caráter desenvolve-se a partir da teologia. Porque a teologia de Paulo era firmamente enraizada no amor de Cristo, seu caráter refletia isto, e ele podia amar outros assim como Cristo o amava.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 23:46:48 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Least_of_the_Apostles/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Least of the Apostles/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Least_of_the_Apostles/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= {{info|translated article title}}&amp;amp;nbsp;Menor dos apóstolos  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem mais ou menos vinte e seis traços diferentes do caráter cristão ensinados ou por preceito ou por exemplo no Novo Testamento. Três deles, confiar em Deus ( como oposto de estar ansioso ou com medo ), amor e humildade, são ensinados mais vezes do que todos os outros juntos. Como alguns dos restantes – como compaixão, bondade, mansidão e paciência - brotam do amor e da humildade, podemos aprender bastante do caráter do apóstolo Paulo limitando nosso estudo a estes três traços.&amp;lt;br&amp;gt;Olhando primeiro para a confiança de Paulo em Deus, podemos recordar que ele é aquele que escreveu à igreja dos filipenses aquelas palavras tão conhecidas: “Não andeis ansiosos de cousa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.” ( Fp 4:6 ) . Não há dúvida que Paulo tinha ampla oportunidade para praticar o que pregava no meio dos incríveis sofrimentos que ele agüentava no seu trabalho apostólico. Na realidade, Paulo escreveu estas palavras de Filipenses 4:6 do seu aprisionamento em Roma. De qualquer forma, um exemplo perfeito de sua confiança em Deus ocorreu alguns anos antes desta escrita na cidade de Filipos mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como resultado de pregar o Evangelho, Paulo e Silas foram açoitados e jogados na prisão ( Atos 16: 16-40 ). Para a maioria de nós, uma mudança dessas nos acontecimentos provavelmente criaria um alto nível de ansiedade, mas não para Paulo e Silas. Em vez disto lemos: “Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus ( v. 25 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós não sabemos nada do conteúdo de suas orações, mas todo o teor da narrativa sugere que eles estavam agradecendo a Deus por eles estarem sendo achados dignos de sofrer por Cristo e estavam pedindo a Ele para usar suas circunstâncias para a propagação do Evangelho. Eles estavam confiando totalmente em Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual seria a razão da confiança de Paulo em Deus e a alegria em suas circunstâncias mesmo na cadeia de Filipos e na prisão de Roma? Alguns anos antes ele tinha escrito para os crentes de Roma: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8:28) Paulo tinha absoluta confiança na soberania e bondade de Deus. Ele conhecia os ensinamentos de Jesus de que nenhum pardal podia cair no chão sem ser pela vontade de Deus, nenhum pardal é esquecido por Deus ( Mt 10:29; Lc 12:6 ). Ele cria nisto e se agarrava nisto com todo o seu ser. A confiança de Paulo em Deus estava ancorada na sua fé na soberania e a bondade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A teologia de Paulo também era a base para sua humildade. Ele não começou sua vida adulta como um humilde seguidor de Jesus. Em vez disso, a primeira vez que encontramos Paulo no livro de Atos, descobrimos que ele é um fariseu orgulhoso e fanático, devastando a igreja e arrastando homens e mulheres para a prisão. Mesmo que estejamos olhando para o caráter de Paulo, não podemos ignorar a sua personalidade básica, que obviamente era forte e impetuosa. Seu encontro traumático com o Cristo ressurreto na estrada para Damasco não mudou isto. Em vez disto, o vemos imediatamente pregando Jesus ousadamente nas sinagogas de Damasco. Anos mais tarde o encontramos lidando decididamente com os problemas morais da igreja de Corinto e amaldiçoando os falsos mestres na Galácia que estavam subvertendo o evangelho. Claramente, Paulo não tinha perdido nada da sua personalidade forte e impetuosa que ele tinha como fariseu. Apesar disso, porém, sua vida como um apóstolo era claramente marcada por uma humildade persuasiva para com Deus e para com outras pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A humildade de Paulo é mais claramente vista na sua própria auto-avalição. Escrevendo aos coríntios em 55 d.C., ele fala de si como “o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus” ( 1 Co 15:9 ). Para os efésios mais ou menos cinco anos mais tarde, ele se refere a si mesmo como o menor de todos os santos ( Ef 3:8 ). Perto do fim de sua vida, ele se considera o principal dos pecadores ( 1 Tm 1:15 ). Isso é um progresso e tanto no seu auto-conhecimento, de um fariseu orgulhoso e fanático ao principal dos pecadores. Só uma pessoa com humildade genuína poderia se descrever nestes termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que transformou um antes fariseu orgulhoso em um humilde apóstolo de Cristo? Foi o entendimento de Paulo da graça de Deus. Ele entendia que a graça de Deus era mais que um favor imerecido. Ele se via não somente não merecendo, mas indigno de merecer. Ele sabia que nele mesmo, à parte de Cristo, ele merecia totalmente a ira de Deus. Em vez disto, ele foi feito um arauto da mensagem que outrora ele tentou destruir. É por isso que ele continuou sua avaliação como o menor dos apóstolos com a declaração “ mas , pela graça de Deus, sou o que sou” ( 1 Co 15:10). É por isso que ele dizia, “A mim, o menor dos santos, me foi dada esta graça” ( Ef 3:8 ). Ele se via como um exemplo perfeito da graça de Deus, e sua teologia da graça produziu sua humildade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tal o amor na vida de Paulo? Lembrando novamente da sua personalidade forte e impetuosa, a acharemos abrandada pelo amor? Teria o homem que escreveu a bela descrição do amor em 1 Coríntios 13 mostrado esses traços em sua própria vida? Trechos de quatro de suas cartas para diferentes igrejas nos mostram que ele tinha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os crentes filipenses, Paulo escreveu, “Pois, minha testemunha é Deus, da saudade que tenho de todos vós, na terna misericórdia de Cristo Jesus” ( Fp 1:8 ). E para a igreja em Tessalônica, ele podia escrever, “Todavia, nos tornamos carinhosos entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos” ( 1 Ts 2:7 ). Nós realmente encontramos um paradoxo maravilhoso em Paulo – uma personalidade forte combinada com traços “mais suaves” de afeto e mansidão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro, que as igrejas de Filipos e Tessalônica eram duas das igrejas “melhores” de Paulo. Poderíamos dizer que era bem fácil amar essas pessoas que o amavam. O que dizer das igrejas problemáticas – Corinto e Galácia – que causaram a Paulo muito sofrimento? O seu amor também foi manifesto a eles? Não há dúvida que Paulo foi bastante severo nas suas cartas para ambas as igrejas. Para os coríntios ele podia escrever, “Porque, no meio de muito sofrimento e angústia de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis tristes, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida” ( 2 Co 2:4 ). E para os gálatas ele escreveu, “Meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores do parto, até ser Cristo formado em vós” ( Gl 4:19 ). Foi o amor profundo de Paulo por estas pessoas e sua angústia de coração que o fez lidar tão severamente com eles. Era o que hoje talvez chamaríamos de “amor firme”. Mas a verdade é que o amor firme é o mais custoso de todos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que era a raíz do amor profundo de Paulo pelas igrejas? Ele brotava da sua profunda compreensão do amor de Deus por ele. Paulo era tão profundamente consciente do amor de Cristo por ele que de certo modo ele era forçado a viver por Cristo e a amar como Cristo amava. Ele amava os coríntios e os gálatas porque Cristo o amava. Assim vemos novamente que o caráter desenvolve-se a partir da teologia. Porque a teologia de Paulo era firmamente enraizada no amor de Cristo, seu caráter refletia isto, e ele podia amar outros assim como Cristo o amava.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 23:43:56 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Least_of_the_Apostles/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Least of the Apostles/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Least_of_the_Apostles/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= {{info|translated article title}}&amp;amp;nbsp;Menor dos apóstolos =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem mais ou menos vinte e seis traços diferentes do caráter cristão ensinados ou por preceito ou por exemplo no Novo Testamento. Três deles, confiar em Deus ( como oposto de estar ansioso ou com medo ), amor e humildade, são ensinados mais vezes do que todos os outros juntos. Como alguns dos restantes – como compaixão, bondade, mansidão e paciência - brotam do amor e da humildade, podemos aprender bastante do caráter do apóstolo Paulo limitando nosso estudo a estes três traços.&amp;lt;br&amp;gt;Olhando primeiro para a confiança de Paulo em Deus, podemos recordar que ele é aquele que escreveu à igreja dos filipenses aquelas palavras tão conhecidas: “Não andeis ansiosos de cousa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.” ( Fp 4:6 ) . Não há dúvida que Paulo tinha ampla oportunidade para praticar o que pregava no meio dos incríveis sofrimentos que ele agüentava no seu trabalho apostólico. Na realidade, Paulo escreveu estas palavras de Filipenses 4:6 do seu aprisionamento em Roma. De qualquer forma, um exemplo perfeito de sua confiança em Deus ocorreu alguns anos antes desta escrita na cidade de Filipos mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como resultado de pregar o Evangelho, Paulo e Silas foram açoitados e jogados na prisão ( Atos 16: 16-40 ). Para a maioria de nós, uma mudança dessas nos acontecimentos provavelmente criaria um alto nível de ansiedade, mas não para Paulo e Silas. Em vez disto lemos: “Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus ( v. 25 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós não sabemos nada do conteúdo de suas orações, mas todo o teor da narrativa sugere que eles estavam agradecendo a Deus por eles estarem sendo achados dignos de sofrer por Cristo e estavam pedindo a Ele para usar suas circunstâncias para a propagação do Evangelho. Eles estavam confiando totalmente em Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual seria a razão da confiança de Paulo em Deus e a alegria em suas circunstâncias mesmo na cadeia de Filipos e na prisão de Roma? Alguns anos antes ele tinha escrito para os crentes de Roma: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8:28) Paulo tinha absoluta confiança na soberania e bondade de Deus. Ele conhecia os ensinamentos de Jesus de que nenhum pardal podia cair no chão sem ser pela vontade de Deus, nenhum pardal é esquecido por Deus ( Mt 10:29; Lc 12:6 ). Ele cria nisto e se agarrava nisto com todo o seu ser. A confiança de Paulo em Deus estava ancorada na sua fé na soberania e a bondade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A teologia de Paulo também era a base para sua humildade. Ele não começou sua vida adulta como um humilde seguidor de Jesus. Em vez disso, a primeira vez que encontramos Paulo no livro de Atos, descobrimos que ele é um fariseu orgulhoso e fanático, devastando a igreja e arrastando homens e mulheres para a prisão. Mesmo que estejamos olhando para o caráter de Paulo, não podemos ignorar a sua personalidade básica, que obviamente era forte e impetuosa. Seu encontro traumático com o Cristo ressurreto na estrada para Damasco não mudou isto. Em vez disto, o vemos imediatamente pregando Jesus ousadamente nas sinagogas de Damasco. Anos mais tarde o encontramos lidando decididamente com os problemas morais da igreja de Corinto e amaldiçoando os falsos mestres na Galácia que estavam subvertendo o evangelho. Claramente, Paulo não tinha perdido nada da sua personalidade forte e impetuosa que ele tinha como fariseu. Apesar disso, porém, sua vida como um apóstolo era claramente marcada por uma humildade persuasiva para com Deus e para com outras pessoas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A humildade de Paulo é mais claramente vista na sua própria auto-avalição. Escrevendo aos coríntios em 55 d.C., ele fala de si como “o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus” ( 1 Co 15:9 ). Para os efésios mais ou menos cinco anos mais tarde, ele se refere a si mesmo como o menor de todos os santos ( Ef 3:8 ). Perto do fim de sua vida, ele se considera o principal dos pecadores ( 1 Tm 1:15 ). Isso é um progresso e tanto no seu auto-conhecimento, de um fariseu orgulhoso e fanático ao principal dos pecadores. Só uma pessoa com humildade genuína poderia se descrever nestes termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que transformou um antes fariseu orgulhoso em um humilde apóstolo de Cristo? Foi o entendimento de Paulo da graça de Deus. Ele entendia que a graça de Deus era mais que um favor imerecido. Ele se via não somente não merecendo, mas indigno de merecer. Ele sabia que nele mesmo, à parte de Cristo, ele merecia totalmente a ira de Deus. Em vez disto, ele foi feito um arauto da mensagem que outrora ele tentou destruir. É por isso que ele continuou sua avaliação como o menor dos apóstolos com a declaração “ mas , pela graça de Deus, sou o que sou” ( 1 Co 15:10). É por isso que ele dizia, “A mim, o menor dos santos, me foi dada esta graça” ( Ef 3:8 ). Ele se via como um exemplo perfeito da graça de Deus, e sua teologia da graça produziu sua humildade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tal o amor na vida de Paulo? Lembrando novamente da sua personalidade forte e impetuosa, a acharemos abrandada pelo amor? Teria o homem que escreveu a bela descrição do amor em 1 Coríntios 13 mostrado esses traços em sua própria vida? Trechos de quatro de suas cartas para diferentes igrejas nos mostram que ele tinha. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os crentes filipenses, Paulo escreveu, “Pois, minha testemunha é Deus, da saudade que tenho de todos vós, na terna misericórdia de Cristo Jesus” ( Fp 1:8 ). E para a igreja em Tessalônica, ele podia escrever, “Todavia, nos tornamos carinhosos entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos” ( 1 Ts 2:7 ). Nós realmente encontramos um paradoxo maravilhoso em Paulo – uma personalidade forte combinada com traços “mais suaves” de afeto e mansidão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro, que as igrejas de Filipos e Tessalônica eram duas das igrejas “melhores” de Paulo. Poderíamos dizer que era bem fácil amar essas pessoas que o amavam. O que dizer das igrejas problemáticas – Corinto e Galácia – que causaram a Paulo muito sofrimento? O seu amor também foi manifesto a eles? Não há dúvida que Paulo foi bastante severo nas suas cartas para ambas as igrejas. Para os coríntios ele podia escrever, “Porque, no meio de muito sofrimento e angústia de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis tristes, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida” ( 2 Co 2:4 ). E para os gálatas ele escreveu, “Meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores do parto, até ser Cristo formado em vós” ( Gl 4:19 ). Foi o amor profundo de Paulo por estas pessoas e sua angústia de coração que o fez lidar tão severamente com eles. Era o que hoje talvez chamaríamos de “amor firme”. Mas a verdade é que o amor firme é o mais custoso de todos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que era a raíz do amor profundo de Paulo pelas igrejas? Ele brotava da sua profunda compreensão do amor de Deus por ele. Paulo era tão profundamente consciente do amor de Cristo por ele que de certo modo ele era forçado a viver por Cristo e a amar como Cristo amava. Ele amava os coríntios e os gálatas porque Cristo o amava. Assim vemos novamente que o caráter desenvolve-se a partir da teologia. Porque a teologia de Paulo era firmamente enraizada no amor de Cristo, seu caráter refletia isto, e ele podia amar outros assim como Cristo o amava.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 23:43:03 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Least_of_the_Apostles/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Least of the Apostles/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Least_of_the_Apostles/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{info|translated article title}}&amp;amp;nbsp;MENOR DOS APÓSTOLOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem mais ou menos vinte e seis traços diferentes do caráter cristão ensinados ou por preceito ou por exemplo no Novo Testamento. Três deles, confiar em Deus ( como oposto de estar ansioso ou com medo ), amor e humildade, são ensinados mais vezes do que todos os outros juntos. Como alguns dos restantes – como compaixão, bondade, mansidão e paciência - brotam do amor e da humildade, podemos aprender bastante do caráter do apóstolo Paulo limitando nosso estudo a estes três traços.&amp;lt;br&amp;gt;Olhando primeiro para a confiança de Paulo em Deus, podemos recordar que ele é aquele que escreveu à igreja dos filipenses aquelas palavras tão conhecidas: “Não andeis ansiosos de cousa alguma; em tudo, porém, sejam conhecidas, diante de Deus, as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graças.” ( Fp 4:6 ) . Não há dúvida que Paulo tinha ampla oportunidade para praticar o que pregava no meio dos incríveis sofrimentos que ele agüentava no seu trabalho apostólico. Na realidade, Paulo escreveu estas palavras de Filipenses 4:6 do seu aprisionamento em Roma. De qualquer forma, um exemplo perfeito de sua confiança em Deus ocorreu alguns anos antes desta escrita na cidade de Filipos mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como resultado de pregar o Evangelho, Paulo e Silas foram açoitados e jogados na prisão ( Atos 16: 16-40 ). Para a maioria de nós, uma mudança dessas nos acontecimentos provavelmente criaria um alto nível de ansiedade, mas não para Paulo e Silas. Em vez disto lemos: “Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus ( v. 25 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós não sabemos nada do conteúdo de suas orações, mas todo o teor da narrativa sugere que eles estavam agradecendo a Deus por eles estarem sendo achados dignos de sofrer por Cristo e estavam pedindo a Ele para usar suas circunstâncias para a propagação do Evangelho. Eles estavam confiando totalmente em Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Qual seria a razão da confiança de Paulo em Deus e a alegria em suas circunstâncias mesmo na cadeia de Filipos e na prisão de Roma? Alguns anos antes ele tinha escrito para os crentes de Roma: “Sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito” (Rm 8:28) Paulo tinha absoluta confiança na soberania e bondade de Deus. Ele conhecia os ensinamentos de Jesus de que nenhum pardal podia cair no chão sem ser pela vontade de Deus, nenhum pardal é esquecido por Deus ( Mt 10:29; Lc 12:6 ). Ele cria nisto e se agarrava nisto com todo o seu ser. A confiança de Paulo em Deus estava ancorada na sua fé na soberania e a bondade de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A teologia de Paulo também era a base para sua humildade. Ele não começou sua vida adulta como um humilde seguidor de Jesus. Em vez disso, a primeira vez que encontramos Paulo no livro de Atos, descobrimos que ele é um fariseu orgulhoso e fanático, devastando a igreja e arrastando homens e mulheres para a prisão. Mesmo que estejamos olhando para o caráter de Paulo, não podemos ignorar a sua personalidade básica, que obviamente era forte e impetuosa. Seu encontro traumático com o Cristo ressurreto na estrada para Damasco não mudou isto. Em vez disto, o vemos imediatamente pregando Jesus ousadamente nas sinagogas de Damasco. Anos mais tarde o encontramos lidando decididamente com os problemas morais da igreja de Corinto e amaldiçoando os falsos mestres na Galácia que estavam subvertendo o evangelho. Claramente, Paulo não tinha perdido nada da sua personalidade forte e impetuosa que ele tinha como fariseu. Apesar disso, porém, sua vida como um apóstolo era claramente marcada por uma humildade persuasiva para com Deus e para com outras pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A humildade de Paulo é mais claramente vista na sua própria auto-avalição. Escrevendo aos coríntios em 55 d.C., ele fala de si como “o menor dos apóstolos, que mesmo não sou digno de ser chamado apóstolo, pois persegui a igreja de Deus” ( 1 Co 15:9 ). Para os efésios mais ou menos cinco anos mais tarde, ele se refere a si mesmo como o menor de todos os santos ( Ef 3:8 ). Perto do fim de sua vida, ele se considera o principal dos pecadores ( 1 Tm 1:15 ). Isso é um progresso e tanto no seu auto-conhecimento, de um fariseu orgulhoso e fanático ao principal dos pecadores. Só uma pessoa com humildade genuína poderia se descrever nestes termos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que transformou um antes fariseu orgulhoso em um humilde apóstolo de Cristo? Foi o entendimento de Paulo da graça de Deus. Ele entendia que a graça de Deus era mais que um favor imerecido. Ele se via não somente não merecendo, mas indigno de merecer. Ele sabia que nele mesmo, à parte de Cristo, ele merecia totalmente a ira de Deus. Em vez disto, ele foi feito um arauto da mensagem que outrora ele tentou destruir. É por isso que ele continuou sua avaliação como o menor dos apóstolos com a declaração “ mas , pela graça de Deus, sou o que sou” ( 1 Co 15:10). É por isso que ele dizia, “A mim, o menor dos santos, me foi dada esta graça” ( Ef 3:8 ). Ele se via como um exemplo perfeito da graça de Deus, e sua teologia da graça produziu sua humildade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tal o amor na vida de Paulo? Lembrando novamente da sua personalidade forte e impetuosa, a acharemos abrandada pelo amor? Teria o homem que escreveu a bela descrição do amor em 1 Coríntios 13 mostrado esses traços em sua própria vida? Trechos de quatro de suas cartas para diferentes igrejas nos mostram que ele tinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os crentes filipenses, Paulo escreveu, “Pois, minha testemunha é Deus, da saudade que tenho de todos vós, na terna misericórdia de Cristo Jesus” ( Fp 1:8 ). E para a igreja em Tessalônica, ele podia escrever, “Todavia, nos tornamos carinhosos entre vós, qual ama que acaricia os próprios filhos” ( 1 Ts 2:7 ). Nós realmente encontramos um paradoxo maravilhoso em Paulo – uma personalidade forte combinada com traços “mais suaves” de afeto e mansidão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro, que as igrejas de Filipos e Tessalônica eram duas das igrejas “melhores” de Paulo. Poderíamos dizer que era bem fácil amar essas pessoas que o amavam. O que dizer das igrejas problemáticas – Corinto e Galácia – que causaram a Paulo muito sofrimento? O seu amor também foi manifesto a eles? Não há dúvida que Paulo foi bastante severo nas suas cartas para ambas as igrejas. Para os coríntios ele podia escrever, “Porque, no meio de muito sofrimento e angústia de coração, vos escrevi, com muitas lágrimas, não para que ficásseis tristes, mas para que conhecêsseis o amor que vos consagro em grande medida” ( 2 Co 2:4 ). E para os gálatas ele escreveu, “Meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores do parto, até ser Cristo formado em vós” ( Gl 4:19 ). Foi o amor profundo de Paulo por estas pessoas e sua angústia de coração que o fez lidar tão severamente com eles. Era o que hoje talvez chamaríamos de “amor firme”. Mas a verdade é que o amor firme é o mais custoso de todos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que era a raíz do amor profundo de Paulo pelas igrejas? Ele brotava da sua profunda compreensão do amor de Deus por ele. Paulo era tão profundamente consciente do amor de Cristo por ele que de certo modo ele era forçado a viver por Cristo e a amar como Cristo amava. Ele amava os coríntios e os gálatas porque Cristo o amava. Assim vemos novamente que o caráter desenvolve-se a partir da teologia. Porque a teologia de Paulo era firmamente enraizada no amor de Cristo, seu caráter refletia isto, e ele podia amar outros assim como Cristo o amava.&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 11 Aug 2008 23:36:51 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Least_of_the_Apostles/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Communion of Confession/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/A_Communion_of_Confession/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= {{info|translated article title}} UMA COMUNHÃO DE CONFISSÃO  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como seria nossa adoração à parte dos efeitos do pecado que atrapalham? Cada um de nós experimenta esses momentos turbulentos ao longo do caminho – manhãs de domingo que verdadeiramente competem com nosso desejo de estar no culto. Chegamos à igreja sobrecarregados com o peso de tentar trazer nossas famílias lá a tempo, sobrecarregados com os cuidados do mundo – mas acima de tudo, sobrecarregados com os pecados da semana com os quais não temos tratado. Nós arrastamos tudo isto como um peso, e então, de repente, “Agora vamos ficar em pé e adorar ao Senhor,” diz o pastor. O que tem de errado nesse quadro? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Superficialmente, poderíamos dizer que levantar mais cedo e chegar mais cedo na igreja poderia ajudar. Isto é verdade, mas tempo não é o verdadeiro obstáculo para a adoração – o pecado é. O que reduz nossa motivação na adoração é o fato que nós muitas vezes nos apressamos para entrar na presença de Deus como crianças que entram em casa todas sujas de brincar exatamente no momento do jantar. Apesar de que podemos errar em não reconhecer, o pecado e a sujeira desse mundo estão grudados em nós quando chegamos à Casa de Deus para o culto. Somos lembrados da pergunta do salmista, ”Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente” (Salmo 24:3-4). Deus é profundamente ofendido pelo pecado. Ele é santo demais para o tolerar; o pecado impede nossa adoração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como então, podemos ser limpos para entrar em Sua presença? Por causa de Cristo e por Ele somente, temos todo o direito de entrar na Casa de Deus. Por nossa causa, Cristo que “a si mesmo ofereceu sem mácula a Deus, ''purificará ''a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo” ( Hb 9:14) . Em Cristo nós já fomos feitos justos, santos e ''purificados''. Deus, pelo Seu grande amor e misericórdia, até nos declarou Seus próprios filhos em Cristo ( João 1:12 – 13 ). Nós somos adotados e uma família nos é dada – a igreja. Tendo sido unidos a Cristo nós também somos unidos a todos aqueles que estão em união com Ele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é nossa verdadeira família, aqueles com quem estamos fazendo a peregrinação para a terra de descanso celeste de Deus , e com eles temos o grande privilégio de a cada Dia do Senhor descansar no riacho ao longo do caminho que Deus tem providenciado para sustentar as almas dos peregrinos exaustos. Deus chama Sua família da aliança a manifestar o fato de que fomos feitos justos, santos e purificados em Cristo. Isto requer que não deixemos pecado entre nós e Deus, ou entre um e outro. Deus nos ensina que quando pecamos contra Ele ou um contra o outro, temos uma obrigação muito simples e clara: confessar nossos pecados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falar em confessar nossos pecados soa como catolicismo romano no ouvido de muitos. Afinal, quem ainda confessa os pecados? Para quem iríamos confessar nossos pecados? As Escrituras não estão sem respostas úteis para estas questões, e apontam para vários aspectos da confissão. O primeiro é a confissão coletiva de pecados. Muitas igrejas usam a leitura da Lei de Deus logo no começo do culto para que a igreja possa parar para considerar que mais uma vez ela está na presença de um Deus santo que deve ser reverenciado. Isto geralmente é seguido por uma oração de confissão e a garantia do perdão pela qual somos lembrados, que mesmo tendo quebrado a aliança de Deus, Deus ouvirá nossa confissão e vai “perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9) para que possamos adorá-Lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo aspecto da confissão é entre membros da igreja e seus presbíteros. Há bastante discursos nas igrejas hoje sobre grupos de compromisso, sócios de compromisso, conferências de compromisso e coisas do gênero. Essas coisas podem até ter seu lugar, mas elas não devem permitir que substituem o papel dos presbíteros na vida da igreja. Deus nos deu presbíteros para carregarem nosso fardo em oração, para instruírem a igreja quando necessário, e para providenciar prestação de contas (Hb 13:17). Eles não perdoam nossos pecados ''por Deus'', mas eles nos lembram a graça perdoadora de Deus, e como sub-pastores, eles sempre deveriam nos apontar para nosso Pastor celestial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último aspecto da confissão para nossa consideração é entre os membros da igreja. O pecado muitas vezes se infiltra nos nossos relacionamentos e destrói nossa unidade. Isto pode acontecer entre membros de família como também entre membros de igreja. Quando isto acontece, nós somos desafiados liturgicamente! Nós não podemos adorar quando estamos com raiva um do outro. Nós sentimos nossa hipocrisia, e abominamos o fato de que usamos facilmente nossa língua para derrubar aqueles que deveríamos edificar – e agora estamos sentados lado a lado no culto! Portanto, consideremos isto quando nos preparamos para o culto, deveríamos estar certos que não há nenhum pecado secreto no nosso coração do qual não queremos nos arrepender. Também deveríamos estar certos de que não há nada entre nós e outro membro da família ou cristão. E se há, deixe-nos ser dispostos a confessar tal pecado um ao outro como Tiago 5:16 nos ensina, e também estarmos dispostos a perdoar aqueles que nos confessarem seus pecados. Desta maneira nossa comunhão com Deus e uns com os outros não será atrapalhada, e quando chegarmos à Casa de Deus para a adoração, poderemos deixar a sujeira lá fora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 14:08:31 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:A_Communion_of_Confession/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Communion of Confession/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/A_Communion_of_Confession/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= UMA COMUNHÃO DE CONFISSÃO  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como seria nossa adoração à parte dos efeitos do pecado que atrapalham? Cada um de nós experimenta esses momentos turbulentos ao longo do caminho – manhãs de domingo que verdadeiramente competem com nosso desejo de estar no culto. Chegamos à igreja sobrecarregados com o peso de tentar trazer nossas famílias lá a tempo, sobrecarregados com os cuidados do mundo – mas acima de tudo, sobrecarregados com os pecados da semana com os quais não temos tratado. Nós arrastamos tudo isto como um peso, e então, de repente, “Agora vamos ficar em pé e adorar ao Senhor,” diz o pastor. O que tem de errado nesse quadro? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Superficialmente, poderíamos dizer que levantar mais cedo e chegar mais cedo na igreja poderia ajudar. Isto é verdade, mas tempo não é o verdadeiro obstáculo para a adoração – o pecado é. O que reduz nossa motivação na adoração é o fato que nós muitas vezes nos apressamos para entrar na presença de Deus como crianças que entram em casa todas sujas de brincar exatamente no momento do jantar. Apesar de que podemos errar em não reconhecer, o pecado e a sujeira desse mundo estão grudados em nós quando chegamos à Casa de Deus para o culto. Somos lembrados da pergunta do salmista, ”Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente” (Salmo 24:3-4). Deus é profundamente ofendido pelo pecado. Ele é santo demais para o tolerar; o pecado impede nossa adoração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como então, podemos ser limpos para entrar em Sua presença? Por causa de Cristo e por Ele somente, temos todo o direito de entrar na Casa de Deus. Por nossa causa, Cristo que “a si mesmo ofereceu sem mácula a Deus, ''purificará ''a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo” ( Hb 9:14) . Em Cristo nós já fomos feitos justos, santos e ''purificados''. Deus, pelo Seu grande amor e misericórdia, até nos declarou Seus próprios filhos em Cristo ( João 1:12 – 13 ). Nós somos adotados e uma família nos é dada – a igreja. Tendo sido unidos a Cristo nós também somos unidos a todos aqueles que estão em união com Ele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é nossa verdadeira família, aqueles com quem estamos fazendo a peregrinação para a terra de descanso celeste de Deus , e com eles temos o grande privilégio de a cada Dia do Senhor descansar no riacho ao longo do caminho que Deus tem providenciado para sustentar as almas dos peregrinos exaustos. Deus chama Sua família da aliança a manifestar o fato de que fomos feitos justos, santos e purificados em Cristo. Isto requer que não deixemos pecado entre nós e Deus, ou entre um e outro. Deus nos ensina que quando pecamos contra Ele ou um contra o outro, temos uma obrigação muito simples e clara: confessar nossos pecados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falar em confessar nossos pecados soa como catolicismo romano no ouvido de muitos. Afinal, quem ainda confessa os pecados? Para quem iríamos confessar nossos pecados? As Escrituras não estão sem respostas úteis para estas questões, e apontam para vários aspectos da confissão. O primeiro é a confissão coletiva de pecados. Muitas igrejas usam a leitura da Lei de Deus logo no começo do culto para que a igreja possa parar para considerar que mais uma vez ela está na presença de um Deus santo que deve ser reverenciado. Isto geralmente é seguido por uma oração de confissão e a garantia do perdão pela qual somos lembrados, que mesmo tendo quebrado a aliança de Deus, Deus ouvirá nossa confissão e vai “perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9) para que possamos adorá-Lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo aspecto da confissão é entre membros da igreja e seus presbíteros. Há bastante discursos nas igrejas hoje sobre grupos de compromisso, sócios de compromisso, conferências de compromisso e coisas do gênero. Essas coisas podem até ter seu lugar, mas elas não devem permitir que substituem o papel dos presbíteros na vida da igreja. Deus nos deu presbíteros para carregarem nosso fardo em oração, para instruírem a igreja quando necessário, e para providenciar prestação de contas (Hb 13:17). Eles não perdoam nossos pecados ''por Deus'', mas eles nos lembram a graça perdoadora de Deus, e como sub-pastores, eles sempre deveriam nos apontar para nosso Pastor celestial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último aspecto da confissão para nossa consideração é entre os membros da igreja. O pecado muitas vezes se infiltra nos nossos relacionamentos e destrói nossa unidade. Isto pode acontecer entre membros de família como também entre membros de igreja. Quando isto acontece, nós somos desafiados liturgicamente! Nós não podemos adorar quando estamos com raiva um do outro. Nós sentimos nossa hipocrisia, e abominamos o fato de que usamos facilmente nossa língua para derrubar aqueles que deveríamos edificar – e agora estamos sentados lado a lado no culto! Portanto, consideremos isto quando nos preparamos para o culto, deveríamos estar certos que não há nenhum pecado secreto no nosso coração do qual não queremos nos arrepender. Também deveríamos estar certos de que não há nada entre nós e outro membro da família ou cristão. E se há, deixe-nos ser dispostos a confessar tal pecado um ao outro como Tiago 5:16 nos ensina, e também estarmos dispostos a perdoar aqueles que nos confessarem seus pecados. Desta maneira nossa comunhão com Deus e uns com os outros não será atrapalhada, e quando chegarmos à Casa de Deus para a adoração, poderemos deixar a sujeira lá fora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 14:07:49 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:A_Communion_of_Confession/pt</comments>		</item>
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			<title>A Communion of Confession/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/A_Communion_of_Confession/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= {{info|translated article title}}  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= {{info|translated article title}} UMA COMUNHÃO DE CONFISSÃO  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como seria nossa adoração à parte dos efeitos do pecado que atrapalham? Cada um de nós experimenta esses momentos turbulentos ao longo do caminho – manhãs de domingo que verdadeiramente competem com nosso desejo de estar no culto. Chegamos à igreja sobrecarregados com o peso de tentar trazer nossas famílias lá a tempo, sobrecarregados com os cuidados do mundo – mas acima de tudo, sobrecarregados com os pecados da semana com os quais não temos tratado. Nós arrastamos tudo isto como um peso, e então, de repente, “Agora vamos ficar em pé e adorar ao Senhor,” diz o pastor. O que tem de errado nesse quadro? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Superficialmente, poderíamos dizer que levantar mais cedo e chegar mais cedo na igreja poderia ajudar. Isto é verdade, mas tempo não é o verdadeiro obstáculo para a adoração – o pecado é. O que reduz nossa motivação na adoração é o fato que nós muitas vezes nos apressamos para entrar na presença de Deus como crianças que entram em casa todas sujas de brincar exatamente no momento do jantar. Apesar de que podemos errar em não reconhecer, o pecado e a sujeira desse mundo estão grudados em nós quando chegamos à Casa de Deus para o culto. Somos lembrados da pergunta do salmista, ”Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente” (Salmo 24:3-4). Deus é profundamente ofendido pelo pecado. Ele é santo demais para o tolerar; o pecado impede nossa adoração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como então, podemos ser limpos para entrar em Sua presença? Por causa de Cristo e por Ele somente, temos todo o direito de entrar na Casa de Deus. Por nossa causa, Cristo que “a si mesmo ofereceu sem mácula a Deus, ''purificará ''a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo” ( Hb 9:14) . Em Cristo nós já fomos feitos justos, santos e ''purificados''. Deus, pelo Seu grande amor e misericórdia, até nos declarou Seus próprios filhos em Cristo ( João 1:12 – 13 ). Nós somos adotados e uma família nos é dada – a igreja. Tendo sido unidos a Cristo nós também somos unidos a todos aqueles que estão em união com Ele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é nossa verdadeira família, aqueles com quem estamos fazendo a peregrinação para a terra de descanso celeste de Deus , e com eles temos o grande privilégio de a cada Dia do Senhor descansar no riacho ao longo do caminho que Deus tem providenciado para sustentar as almas dos peregrinos exaustos. Deus chama Sua família da aliança a manifestar o fato de que fomos feitos justos, santos e purificados em Cristo. Isto requer que não deixemos pecado entre nós e Deus, ou entre um e outro. Deus nos ensina que quando pecamos contra Ele ou um contra o outro, temos uma obrigação muito simples e clara: confessar nossos pecados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falar em confessar nossos pecados soa como catolicismo romano no ouvido de muitos. Afinal, quem ainda confessa os pecados? Para quem iríamos confessar nossos pecados? As Escrituras não estão sem respostas úteis para estas questões, e apontam para vários aspectos da confissão. O primeiro é a confissão coletiva de pecados. Muitas igrejas usam a leitura da Lei de Deus logo no começo do culto para que a igreja possa parar para considerar que mais uma vez ela está na presença de um Deus santo que deve ser reverenciado. Isto geralmente é seguido por uma oração de confissão e a garantia do perdão pela qual somos lembrados, que mesmo tendo quebrado a aliança de Deus, Deus ouvirá nossa confissão e vai “perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9) para que possamos adorá-Lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo aspecto da confissão é entre membros da igreja e seus presbíteros. Há bastante discursos nas igrejas hoje sobre grupos de compromisso, sócios de compromisso, conferências de compromisso e coisas do gênero. Essas coisas podem até ter seu lugar, mas elas não devem permitir que substituem o papel dos presbíteros na vida da igreja. Deus nos deu presbíteros para carregarem nosso fardo em oração, para instruírem a igreja quando necessário, e para providenciar prestação de contas (Hb 13:17). Eles não perdoam nossos pecados ''por Deus'', mas eles nos lembram a graça perdoadora de Deus, e como sub-pastores, eles sempre deveriam nos apontar para nosso Pastor celestial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último aspecto da confissão para nossa consideração é entre os membros da igreja. O pecado muitas vezes se infiltra nos nossos relacionamentos e destrói nossa unidade. Isto pode acontecer entre membros de família como também entre membros de igreja. Quando isto acontece, nós somos desafiados liturgicamente! Nós não podemos adorar quando estamos com raiva um do outro. Nós sentimos nossa hipocrisia, e abominamos o fato de que usamos facilmente nossa língua para derrubar aqueles que deveríamos edificar – e agora estamos sentados lado a lado no culto! Portanto, consideremos isto quando nos preparamos para o culto, deveríamos estar certos que não há nenhum pecado secreto no nosso coração do qual não queremos nos arrepender. Também deveríamos estar certos de que não há nada entre nós e outro membro da família ou cristão. E se há, deixe-nos ser dispostos a confessar tal pecado um ao outro como Tiago 5:16 nos ensina, e também estarmos dispostos a perdoar aqueles que nos confessarem seus pecados. Desta maneira nossa comunhão com Deus e uns com os outros não será atrapalhada, e quando chegarmos à Casa de Deus para a adoração, poderemos deixar a sujeira lá fora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 14:06:56 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:A_Communion_of_Confession/pt</comments>		</item>
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			<title>A Communion of Confession/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/A_Communion_of_Confession/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= {{info|translated article title}}  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= UMA COMUNHÃO DE CONFISSÃO  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como seria nossa adoração à parte dos efeitos do pecado que atrapalham? Cada um de nós experimenta esses momentos turbulentos ao longo do caminho – manhãs de domingo que verdadeiramente competem com nosso desejo de estar no culto. Chegamos à igreja sobrecarregados com o peso de tentar trazer nossas famílias lá a tempo, sobrecarregados com os cuidados do mundo – mas acima de tudo, sobrecarregados com os pecados da semana com os quais não temos tratado. Nós arrastamos tudo isto como um peso, e então, de repente, “Agora vamos ficar em pé e adorar ao Senhor,” diz o pastor. O que tem de errado nesse quadro? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Superficialmente, poderíamos dizer que levantar mais cedo e chegar mais cedo na igreja poderia ajudar. Isto é verdade, mas tempo não é o verdadeiro obstáculo para a adoração – o pecado é. O que reduz nossa motivação na adoração é o fato que nós muitas vezes nos apressamos para entrar na presença de Deus como crianças que entram em casa todas sujas de brincar exatamente no momento do jantar. Apesar de que podemos errar em não reconhecer, o pecado e a sujeira desse mundo estão grudados em nós quando chegamos à Casa de Deus para o culto. Somos lembrados da pergunta do salmista, ”Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente” (Salmo 24:3-4). Deus é profundamente ofendido pelo pecado. Ele é santo demais para o tolerar; o pecado impede nossa adoração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como então, podemos ser limpos para entrar em Sua presença? Por causa de Cristo e por Ele somente, temos todo o direito de entrar na Casa de Deus. Por nossa causa, Cristo que “a si mesmo ofereceu sem mácula a Deus, ''purificará ''a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo” ( Hb 9:14) . Em Cristo nós já fomos feitos justos, santos e ''purificados''. Deus, pelo Seu grande amor e misericórdia, até nos declarou Seus próprios filhos em Cristo ( João 1:12 – 13 ). Nós somos adotados e uma família nos é dada – a igreja. Tendo sido unidos a Cristo nós também somos unidos a todos aqueles que estão em união com Ele. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é nossa verdadeira família, aqueles com quem estamos fazendo a peregrinação para a terra de descanso celeste de Deus , e com eles temos o grande privilégio de a cada Dia do Senhor descansar no riacho ao longo do caminho que Deus tem providenciado para sustentar as almas dos peregrinos exaustos. Deus chama Sua família da aliança a manifestar o fato de que fomos feitos justos, santos e purificados em Cristo. Isto requer que não deixemos pecado entre nós e Deus, ou entre um e outro. Deus nos ensina que quando pecamos contra Ele ou um contra o outro, temos uma obrigação muito simples e clara: confessar nossos pecados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falar em confessar nossos pecados soa como catolicismo romano no ouvido de muitos. Afinal, quem ainda confessa os pecados? Para quem iríamos confessar nossos pecados? As Escrituras não estão sem respostas úteis para estas questões, e apontam para vários aspectos da confissão. O primeiro é a confissão coletiva de pecados. Muitas igrejas usam a leitura da Lei de Deus logo no começo do culto para que a igreja possa parar para considerar que mais uma vez ela está na presença de um Deus santo que deve ser reverenciado. Isto geralmente é seguido por uma oração de confissão e a garantia do perdão pela qual somos lembrados, que mesmo tendo quebrado a aliança de Deus, Deus ouvirá nossa confissão e vai “perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9) para que possamos adorá-Lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo aspecto da confissão é entre membros da igreja e seus presbíteros. Há bastante discursos nas igrejas hoje sobre grupos de compromisso, sócios de compromisso, conferências de compromisso e coisas do gênero. Essas coisas podem até ter seu lugar, mas elas não devem permitir que substituem o papel dos presbíteros na vida da igreja. Deus nos deu presbíteros para carregarem nosso fardo em oração, para instruírem a igreja quando necessário, e para providenciar prestação de contas (Hb 13:17). Eles não perdoam nossos pecados ''por Deus'', mas eles nos lembram a graça perdoadora de Deus, e como sub-pastores, eles sempre deveriam nos apontar para nosso Pastor celestial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último aspecto da confissão para nossa consideração é entre os membros da igreja. O pecado muitas vezes se infiltra nos nossos relacionamentos e destrói nossa unidade. Isto pode acontecer entre membros de família como também entre membros de igreja. Quando isto acontece, nós somos desafiados liturgicamente! Nós não podemos adorar quando estamos com raiva um do outro. Nós sentimos nossa hipocrisia, e abominamos o fato de que usamos facilmente nossa língua para derrubar aqueles que deveríamos edificar – e agora estamos sentados lado a lado no culto! Portanto, consideremos isto quando nos preparamos para o culto, deveríamos estar certos que não há nenhum pecado secreto no nosso coração do qual não queremos nos arrepender. Também deveríamos estar certos de que não há nada entre nós e outro membro da família ou cristão. E se há, deixe-nos ser dispostos a confessar tal pecado um ao outro como Tiago 5:16 nos ensina, e também estarmos dispostos a perdoar aqueles que nos confessarem seus pecados. Desta maneira nossa comunhão com Deus e uns com os outros não será atrapalhada, e quando chegarmos à Casa de Deus para a adoração, poderemos deixar a sujeira lá fora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 14:05:32 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:A_Communion_of_Confession/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>A Communion of Confession/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/A_Communion_of_Confession/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= UMA COMUNHÃO DE CONFISSÃO =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como seria nossa adoração à parte dos efeitos do pecado que atrapalham? Cada um de nós experimenta esses momentos turbulentos ao longo do caminho – manhãs de domingo que verdadeiramente competem com nosso desejo de estar no culto. Chegamos à igreja sobrecarregados com o peso de tentar trazer nossas famílias lá a tempo, sobrecarregados com os cuidados do mundo – mas acima de tudo, sobrecarregados com os pecados da semana com os quais não temos tratado. Nós arrastamos tudo isto como um peso, e então, de repente, “Agora vamos ficar em pé e adorar ao Senhor,” diz o pastor. O que tem de errado nesse quadro?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Superficialmente, poderíamos dizer que levantar mais cedo e chegar mais cedo na igreja poderia ajudar. Isto é verdade, mas tempo não é o verdadeiro obstáculo para a adoração – o pecado é. O que reduz nossa motivação na adoração é o fato que nós muitas vezes nos apressamos para entrar na presença de Deus como crianças que entram em casa todas sujas de brincar exatamente no momento do jantar. Apesar de que podemos errar em não reconhecer, o pecado e a sujeira desse mundo estão grudados em nós quando chegamos à Casa de Deus para o culto. Somos lembrados da pergunta do salmista, ”Quem subirá ao monte do Senhor? Quem há de permanecer no seu santo lugar? O que é limpo de mãos e puro de coração, que não entrega a sua alma à falsidade, nem jura dolosamente” (Salmo 24:3-4). Deus é profundamente ofendido pelo pecado. Ele é santo demais para o tolerar; o pecado impede nossa adoração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como então, podemos ser limpos para entrar em Sua presença? Por causa de Cristo e por Ele somente, temos todo o direito de entrar na Casa de Deus. Por nossa causa, Cristo que “a si mesmo ofereceu sem mácula a Deus, ''purificará ''a nossa consciência de obras mortas, para servirmos ao Deus vivo” ( Hb 9:14) . Em Cristo nós já fomos feitos justos, santos e ''purificados''. Deus, pelo Seu grande amor e misericórdia, até nos declarou Seus próprios filhos em Cristo ( João 1:12 – 13 ). Nós somos adotados e uma família nos é dada – a igreja. Tendo sido unidos a Cristo nós também somos unidos a todos aqueles que estão em união com Ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta é nossa verdadeira família, aqueles com quem estamos fazendo a peregrinação para a terra de descanso celeste de Deus , e com eles temos o grande privilégio de a cada Dia do Senhor descansar no riacho ao longo do caminho que Deus tem providenciado para sustentar as almas dos peregrinos exaustos. Deus chama Sua família da aliança a manifestar o fato de que fomos feitos justos, santos e purificados em Cristo. Isto requer que não deixemos pecado entre nós e Deus, ou entre um e outro. Deus nos ensina que quando pecamos contra Ele ou um contra o outro, temos uma obrigação muito simples e clara: confessar nossos pecados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falar em confessar nossos pecados soa como catolicismo romano no ouvido de muitos. Afinal, quem ainda confessa os pecados? Para quem iríamos confessar nossos pecados? As Escrituras não estão sem respostas úteis para estas questões, e apontam para vários aspectos da confissão. O primeiro é a confissão coletiva de pecados. Muitas igrejas usam a leitura da Lei de Deus logo no começo do culto para que a igreja possa parar para considerar que mais uma vez ela está na presença de um Deus santo que deve ser reverenciado. Isto geralmente é seguido por uma oração de confissão e a garantia do perdão pela qual somos lembrados, que mesmo tendo quebrado a aliança de Deus, Deus ouvirá nossa confissão e vai “perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça” (1 João 1:9) para que possamos adorá-Lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O segundo aspecto da confissão é entre membros da igreja e seus presbíteros. Há bastante discursos nas igrejas hoje sobre grupos de compromisso, sócios de compromisso, conferências de compromisso e coisas do gênero. Essas coisas podem até ter seu lugar, mas elas não devem permitir que substituem o papel dos presbíteros na vida da igreja. Deus nos deu presbíteros para carregarem nosso fardo em oração, para instruírem a igreja quando necessário, e para providenciar prestação de contas (Hb 13:17). Eles não perdoam nossos pecados ''por Deus'', mas eles nos lembram a graça perdoadora de Deus, e como sub-pastores, eles sempre deveriam nos apontar para nosso Pastor celestial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O último aspecto da confissão para nossa consideração é entre os membros da igreja. O pecado muitas vezes se infiltra nos nossos relacionamentos e destrói nossa unidade. Isto pode acontecer entre membros de família como também entre membros de igreja. Quando isto acontece, nós somos desafiados liturgicamente! Nós não podemos adorar quando estamos com raiva um do outro. Nós sentimos nossa hipocrisia, e abominamos o fato de que usamos facilmente nossa língua para derrubar aqueles que deveríamos edificar – e agora estamos sentados lado a lado no culto! Portanto, consideremos isto quando nos preparamos para o culto, deveríamos estar certos que não há nenhum pecado secreto no nosso coração do qual não queremos nos arrepender. Também deveríamos estar certos de que não há nada entre nós e outro membro da família ou cristão. E se há, deixe-nos ser dispostos a confessar tal pecado um ao outro como Tiago 5:16 nos ensina, e também estarmos dispostos a perdoar aqueles que nos confessarem seus pecados. Desta maneira nossa comunhão com Deus e uns com os outros não será atrapalhada, e quando chegarmos à Casa de Deus para a adoração, poderemos deixar a sujeira lá fora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 15 Jul 2008 13:36:50 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:A_Communion_of_Confession/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Rejoice with Trembling/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Rejoice_with_Trembling/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader &lt;br /&gt;
|author= John Piper &lt;br /&gt;
|partnerurl= http://www.desiringgod.org &lt;br /&gt;
|partner= Desiring God &lt;br /&gt;
|mediatype= Article &lt;br /&gt;
|lang= Portuguese &lt;br /&gt;
|editor= n/a &lt;br /&gt;
|translator= Priscilla Borges&lt;br /&gt;
|levels= 1 &lt;br /&gt;
|reviewed=Not Reviewed&lt;br /&gt;
|newtitle=Alegrai-vos com tremor&lt;br /&gt;
|series=Taste and See&lt;br /&gt;
|topic=Life Issues&lt;br /&gt;
|subtopic=Joy&lt;br /&gt;
|month=January&lt;br /&gt;
|day=7&lt;br /&gt;
|year=2006}}''Uma meditação no Salmo 2:11-12'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;lt;br&amp;gt;Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho;'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Bem-aventurados todos os que nele se refugiam.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''''“Servi ao Senhor com temor...''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este mandamento não cancela Salmo 100:2: “Servi ao Senhor com alegria.”&amp;lt;br&amp;gt;Servir ao Senhor com temor e servir ao Senhor com alegria não se contradizem. A próxima frase vai deixar isto claro (“alegrai-vos nele com tremor”). Existe real temor e real alegria. A razão que existe real temor é porque existe um perigo real. Nosso Deus é um fogo consumidor ( Hb 12:29 ). Sim, os eleitos estão seguros em Cristo. Mas examinai-vos a vós mesmos, Paulo diz, “se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.” ( 2 Co 13:5 ). “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1 Co 10:12 ). Confiança em Cristo não é descuidar. Nossa segurança está enraizada no guardar de Deus diário, não nas nossas decisões passadas. “[Ele] é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória” (Judas 24). Parte de como Ele nos guarda é despertando a vigilância para descansarmos diariamente em Cristo e não em nós mesmos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''...e alegrai-vos nele com tremor.''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temor não nos rouba a alegria por duas razões. Uma é que ele nos leva a Cristo onde há segurança. A outra razão é que quando chegamos lá, a parte do temor que Cristo alivia é a parte que destrói a esperança. Mas Ele deixa outra parte – a parte que queremos sentir para sempre. Existe uma admiração ou um tremor na presença da grandeza que nós queremos sentir,contanto temos certeza que não nos destruirá. Este tremor não compete com a alegria; é parte da alegria. Pessoas vão assistir filmes aterrorizantes porque sabem que o monstro não poderá entrar na sala de cinema. Eles querem estar com medo, contanto estiverem seguros. Por alguma razão isto dá uma boa sensação. Isto é um eco da verdade de que fomos feitos para Deus. Existe algo profundamente satisfatório em estar “com medo” quando não podemos ser machucados. É a melhor coisa quando o tremor vem da grandeza da santidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho...''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem ciúmes de seu Filho. “Porque não adorarás outro deus; pois o nome do Senhor é Zeloso; sim, Deus zeloso é ele” ( Ex 34:14 ). Sua ira se acende quando o afeto designado a Ele é dado a outro. É claro que há o beijo de Judas. Não é isso que está na sua mente aqui. O beijo é o beijo de adoração e submissão – talvez um beijo nos pés quando nos prostramos diante dEle. Não podemos brincar com Deus. Se amamos outro mais, vamos perecer. Ele será nosso maior tesouro, ou Ele será nosso inimigo.&amp;lt;br&amp;gt;O lugar mais seguro no universo é aos pés de nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo. Se decidirmos nos afastar dele por causa de outro tesouro, sua ira será contra nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira.''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As palavras dentro em pouco talvez não sejam as melhores aqui. A palavra pode significar rápido no sentido de de repente. Repetidas vezes é dito na Bíblia que Deus é “compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êxodo 34:6). Não “rápido em irar-se, mas “tardio em irar-se”. Por isso eu estou inclinado a pensar que Salmo 2:12 quer dizer “Sua ira pode se inflamar de repente.” Em outras palavras não brinque com Sua paciência porque de repente ela pode se acabar e você será tomado pela ira. Se você continuar beijando Sua criação e não Seu Filho, de repente você achará os dentes de uma serpente nos seus lábios. Não ouse abusar da paciência de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Bem-aventurados todos os que nele se refugiam.''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único lugar seguro da ira de Deus é em Deus. Qualquer lugar fora do Seu cuidado é perigoso. Ele é o único esconderijo da Sua própria ira. Se você O vê como aterrorizante e você tenta fugir e se esconder, você não achará nenhum lugar para se esconder. Não há nenhum. Fora do cuidado de Deus só existe ira. Mas existe um refúgio da ira de Deus, a saber, Deus. O lugar mais seguro da ira de Deus – o único lugar seguro – é Deus. Venha a Deus. Refugie-se em Deus. Esconda-se na sombra de Suas asas. É aí que vivemos e servimos com um alegre tremor. É terrível e é maravilhoso. É como o olho do furacão – terror em volta, e totalmente bonito e calmo. Aqui há doce comunhão. Aqui há tranqüila, amável comunhão. Aqui falamos com Ele como com um amigo. Aqui Ele ministra às nossas necessidades mais profundas. Eu o convido a vir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguro em Cristo com você, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Sun, 29 Jun 2008 21:18:06 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Rejoice_with_Trembling/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Rejoice with Trembling/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Rejoice_with_Trembling/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= Alegrai-vos com tremor =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Uma meditação no Salmo 2:11-12'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;lt;br&amp;gt;Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho;'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Bem-aventurados todos os que nele se refugiam.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''''“Servi ao Senhor com temor...''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este mandamento não cancela Salmo 100:2: “Servi ao Senhor com alegria.”&amp;lt;br&amp;gt;Servir ao Senhor com temor e servir ao Senhor com alegria não se contradizem. A próxima frase vai deixar isto claro (“alegrai-vos nele com tremor”). Existe real temor e real alegria. A razão que existe real temor é porque existe um perigo real. Nosso Deus é um fogo consumidor ( Hb 12:29 ). Sim, os eleitos estão seguros em Cristo. Mas examinai-vos a vós mesmos, Paulo diz, “se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.” ( 2 Co 13:5 ). “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1 Co 10:12 ). Confiança em Cristo não é descuidar. Nossa segurança está enraizada no guardar de Deus diário, não nas nossas decisões passadas. “[Ele] é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória” (Judas 24). Parte de como Ele nos guarda é despertando a vigilância para descansarmos diariamente em Cristo e não em nós mesmos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''...e alegrai-vos nele com tremor.''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temor não nos rouba a alegria por duas razões. Uma é que ele nos leva a Cristo onde há segurança. A outra razão é que quando chegamos lá, a parte do temor que Cristo alivia é a parte que destrói a esperança. Mas Ele deixa outra parte – a parte que queremos sentir para sempre. Existe uma admiração ou um tremor na presença da grandeza que nós queremos sentir,contanto temos certeza que não nos destruirá. Este tremor não compete com a alegria; é parte da alegria. Pessoas vão assistir filmes aterrorizantes porque sabem que o monstro não poderá entrar na sala de cinema. Eles querem estar com medo, contanto estiverem seguros. Por alguma razão isto dá uma boa sensação. Isto é um eco da verdade de que fomos feitos para Deus. Existe algo profundamente satisfatório em estar “com medo” quando não podemos ser machucados. É a melhor coisa quando o tremor vem da grandeza da santidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho...''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem ciúmes de seu Filho. “Porque não adorarás outro deus; pois o nome do Senhor é Zeloso; sim, Deus zeloso é ele” ( Ex 34:14 ). Sua ira se acende quando o afeto designado a Ele é dado a outro. É claro que há o beijo de Judas. Não é isso que está na sua mente aqui. O beijo é o beijo de adoração e submissão – talvez um beijo nos pés quando nos prostramos diante dEle. Não podemos brincar com Deus. Se amamos outro mais, vamos perecer. Ele será nosso maior tesouro, ou Ele será nosso inimigo.&amp;lt;br&amp;gt;O lugar mais seguro no universo é aos pés de nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo. Se decidirmos nos afastar dele por causa de outro tesouro, sua ira será contra nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''''Porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira.''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;As palavras dentro em pouco talvez não sejam as melhores aqui. A palavra pode significar rápido no sentido de de repente. Repetidas vezes é dito na Bíblia que Deus é “compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êxodo 34:6). Não “rápido em irar-se, mas “tardio em irar-se”. Por isso eu estou inclinado a pensar que Salmo 2:12 quer dizer “Sua ira pode se inflamar de repente.” Em outras palavras não brinque com Sua paciência porque de repente ela pode se acabar e você será tomado pela ira. Se você continuar beijando Sua criação e não Seu Filho, de repente você achará os dentes de uma serpente nos seus lábios. Não ouse abusar da paciência de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''''Bem-aventurados todos os que nele se refugiam.''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único lugar seguro da ira de Deus é em Deus. Qualquer lugar fora do Seu cuidado é perigoso. Ele é o único esconderijo da Sua própria ira. Se você O vê como aterrorizante e você tenta fugir e se esconder, você não achará nenhum lugar para se esconder. Não há nenhum. Fora do cuidado de Deus só existe ira. Mas existe um refúgio da ira de Deus, a saber, Deus. O lugar mais seguro da ira de Deus – o único lugar seguro – é Deus. Venha a Deus. Refugie-se em Deus. Esconda-se na sombra de Suas asas. É aí que vivemos e servimos com um alegre tremor. É terrível e é maravilhoso. É como o olho do furacão – terror em volta, e totalmente bonito e calmo. Aqui há doce comunhão. Aqui há tranqüila, amável comunhão. Aqui falamos com Ele como com um amigo. Aqui Ele ministra às nossas necessidades mais profundas. Eu o convido a vir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguro em Cristo com você, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 12:41:43 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Rejoice_with_Trembling/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Rejoice with Trembling/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Rejoice_with_Trembling/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= Alegrai-vos com tremor  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Uma meditação no Salmo 2:11-12'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;lt;br&amp;gt;Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho;'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Bem-aventurados todos os que nele se refugiam.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;br&amp;gt;'''''“Servi ao Senhor com temor...''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este mandamento não cancela Salmo 100:2: “Servi ao Senhor com alegria.”&amp;lt;br&amp;gt;Servir ao Senhor com temor e servir ao Senhor com alegria não se contradizem. A próxima frase vai deixar isto claro (“alegrai-vos nele com tremor”). Existe real temor e real alegria. A razão que existe real temor é porque existe um perigo real. Nosso Deus é um fogo consumidor ( Hb 12:29 ). Sim, os eleitos estão seguros em Cristo. Mas examinai-vos a vós mesmos, Paulo diz, “se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.” ( 2 Co 13:5 ). “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1 Co 10:12 ). Confiança em Cristo não é descuidar. Nossa segurança está enraizada no guardar de Deus diário, não nas nossas decisões passadas. “[Ele] é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória” (Judas 24). Parte de como Ele nos guarda é despertando a vigilância para descansarmos diariamente em Cristo e não em nós mesmos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''...e alegrai-vos nele com tremor.''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temor não nos rouba a alegria por duas razões. Uma é que ele nos leva a Cristo onde há segurança. A outra razão é que quando chegamos lá, a parte do temor que Cristo alivia é a parte que destrói a esperança. Mas Ele deixa outra parte – a parte que queremos sentir para sempre. Existe uma admiração ou um tremor na presença da grandeza que nós queremos sentir,contanto temos certeza que não nos destruirá. Este tremor não compete com a alegria; é parte da alegria. Pessoas vão assistir filmes aterrorizantes porque sabem que o monstro não poderá entrar na sala de cinema. Eles querem estar com medo, contanto estiverem seguros. Por alguma razão isto dá uma boa sensação. Isto é um eco da verdade de que fomos feitos para Deus. Existe algo profundamente satisfatório em estar “com medo” quando não podemos ser machucados. É a melhor coisa quando o tremor vem da grandeza da santidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho...''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem ciúmes de seu Filho. “Porque não adorarás outro deus; pois o nome do Senhor é Zeloso; sim, Deus zeloso é ele” ( Ex 34:14 ). Sua ira se acende quando o afeto designado a Ele é dado a outro. É claro que há o beijo de Judas. Não é isso que está na sua mente aqui. O beijo é o beijo de adoração e submissão – talvez um beijo nos pés quando nos prostramos diante dEle. Não podemos brincar com Deus. Se amamos outro mais, vamos perecer. Ele será nosso maior tesouro, ou Ele será nosso inimigo.&amp;lt;br&amp;gt;O lugar mais seguro no universo é aos pés de nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo. Se decidirmos nos afastar dele por causa de outro tesouro, sua ira será contra nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''''Porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira.'''''&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;As palavras dentro em pouco talvez não sejam as melhores aqui. A palavra pode significar rápido no sentido de de repente. Repetidas vezes é dito na Bíblia que Deus é “compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êxodo 34:6). Não “rápido em irar-se, mas “tardio em irar-se”. Por isso eu estou inclinado a pensar que Salmo 2:12 quer dizer “Sua ira pode se inflamar de repente.” Em outras palavras não brinque com Sua paciência porque de repente ela pode se acabar e você será tomado pela ira. Se você continuar beijando Sua criação e não Seu Filho, de repente você achará os dentes de uma serpente nos seus lábios. Não ouse abusar da paciência de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''''Bem-aventurados todos os que nele se refugiam.''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único lugar seguro da ira de Deus é em Deus. Qualquer lugar fora do Seu cuidado é perigoso. Ele é o único esconderijo da Sua própria ira. Se você O vê como aterrorizante e você tenta fugir e se esconder, você não achará nenhum lugar para se esconder. Não há nenhum. Fora do cuidado de Deus só existe ira. Mas existe um refúgio da ira de Deus, a saber, Deus. O lugar mais seguro da ira de Deus – o único lugar seguro – é Deus. Venha a Deus. Refugie-se em Deus. Esconda-se na sombra de Suas asas. É aí que vivemos e servimos com um alegre tremor. É terrível e é maravilhoso. É como o olho do furacão – terror em volta, e totalmente bonito e calmo. Aqui há doce comunhão. Aqui há tranqüila, amável comunhão. Aqui falamos com Ele como com um amigo. Aqui Ele ministra às nossas necessidades mais profundas. Eu o convido a vir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguro em Cristo com você, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 12:38:46 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Rejoice_with_Trembling/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Rejoice with Trembling/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Rejoice_with_Trembling/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= Alegrai-vos com tremor  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Uma meditação no Salmo 2:11-12'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''&amp;lt;br&amp;gt;Servi ao Senhor com temor e alegrai-vos nele com tremor.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho;'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
''Bem-aventurados todos os que nele se refugiam.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
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&amp;lt;br&amp;gt;'''''“Servi ao Senhor com temor...''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este mandamento não cancela Salmo 100:2: “Servi ao Senhor com alegria.”&amp;lt;br&amp;gt;Servir ao Senhor com temor e servir ao Senhor com alegria não se contradizem. A próxima frase vai deixar isto claro (“alegrai-vos nele com tremor”). Existe real temor e real alegria. A razão que existe real temor é porque existe um perigo real. Nosso Deus é um fogo consumidor ( Hb 12:29 ). Sim, os eleitos estão seguros em Cristo. Mas examinai-vos a vós mesmos, Paulo diz, “se realmente estais na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não reconheceis que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados.” ( 2 Co 13:5 ). “Aquele, pois, que pensa estar em pé veja que não caia” (1 Co 10:12 ). Confiança em Cristo não é descuidar. Nossa segurança está enraizada no guardar de Deus diário, não nas nossas decisões passadas. “[Ele] é poderoso para vos guardar de tropeços e para vos apresentar com exultação, imaculados diante da sua glória” (Judas 24). Parte de como Ele nos guarda é despertando a vigilância para descansarmos diariamente em Cristo e não em nós mesmos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''...e alegrai-vos nele com tremor.''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temor não nos rouba a alegria por duas razões. Uma é que ele nos leva a Cristo onde há segurança. A outra razão é que quando chegamos lá, a parte do temor que Cristo alivia é a parte que destrói a esperança. Mas Ele deixa outra parte – a parte que queremos sentir para sempre. Existe uma admiração ou um tremor na presença da grandeza que nós queremos sentir,contanto temos certeza que não nos destruirá. Este tremor não compete com a alegria; é parte da alegria. Pessoas vão assistir filmes aterrorizantes porque sabem que o monstro não poderá entrar na sala de cinema. Eles querem estar com medo, contanto estiverem seguros. Por alguma razão isto dá uma boa sensação. Isto é um eco da verdade de que fomos feitos para Deus. Existe algo profundamente satisfatório em estar “com medo” quando não podemos ser machucados. É a melhor coisa quando o tremor vem da grandeza da santidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
'''''Beijai o Filho para que se não irrite, e não pereçais no caminho...''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deus tem ciúmes de seu Filho. “Porque não adorarás outro deus; pois o nome do Senhor é Zeloso; sim, Deus zeloso é ele” ( Ex 34:14 ). Sua ira se acende quando o afeto designado a Ele é dado a outro. É claro que há o beijo de Judas. Não é isso que está na sua mente aqui. O beijo é o beijo de adoração e submissão – talvez um beijo nos pés quando nos prostramos diante dEle. Não podemos brincar com Deus. Se amamos outro mais, vamos perecer. Ele será nosso maior tesouro, ou Ele será nosso inimigo.&amp;lt;br&amp;gt;O lugar mais seguro no universo é aos pés de nosso Deus e Salvador, Jesus Cristo. Se decidirmos nos afastar dele por causa de outro tesouro, sua ira será contra nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;''Porque dentro em pouco se lhe inflamará a ira.'' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;As palavras dentro em pouco talvez não sejam as melhores aqui. A palavra pode significar rápido no sentido de de repente. Repetidas vezes é dito na Bíblia que Deus é “compassivo, clemente e longânimo e grande em misericórdia e fidelidade” (Êxodo 34:6). Não “rápido em irar-se, mas “tardio em irar-se”. Por isso eu estou inclinado a pensar que Salmo 2:12 quer dizer “Sua ira pode se inflamar de repente.” Em outras palavras não brinque com Sua paciência porque de repente ela pode se acabar e você será tomado pela ira. Se você continuar beijando Sua criação e não Seu Filho, de repente você achará os dentes de uma serpente nos seus lábios. Não ouse abusar da paciência de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;'''''Bem-aventurados todos os que nele se refugiam.''''' &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único lugar seguro da ira de Deus é em Deus. Qualquer lugar fora do Seu cuidado é perigoso. Ele é o único esconderijo da Sua própria ira. Se você O vê como aterrorizante e você tenta fugir e se esconder, você não achará nenhum lugar para se esconder. Não há nenhum. Fora do cuidado de Deus só existe ira. Mas existe um refúgio da ira de Deus, a saber, Deus. O lugar mais seguro da ira de Deus – o único lugar seguro – é Deus. Venha a Deus. Refugie-se em Deus. Esconda-se na sombra de Suas asas. É aí que vivemos e servimos com um alegre tremor. É terrível e é maravilhoso. É como o olho do furacão – terror em volta, e totalmente bonito e calmo. Aqui há doce comunhão. Aqui há tranqüila, amável comunhão. Aqui falamos com Ele como com um amigo. Aqui Ele ministra às nossas necessidades mais profundas. Eu o convido a vir. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguro em Cristo com você, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;lt;br&amp;gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pastor John&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 12:38:09 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Rejoice_with_Trembling/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Five Easy Steps/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Five_Easy_Steps/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
|author= Sinclair B. Ferguson&lt;br /&gt;
|partnerurl= http://www.ligonier.org&lt;br /&gt;
|partner= Ligonier Ministries &lt;br /&gt;
|other= &lt;br /&gt;
|mediatype= Article &lt;br /&gt;
|lang= Portuguese&lt;br /&gt;
|editor= n/a &lt;br /&gt;
|translator= Priscilla Borges&lt;br /&gt;
|levels= 1 &lt;br /&gt;
|reviewed= Not Reviewed&lt;br /&gt;
|newtitle= Cinco passos fáceis&lt;br /&gt;
|series= n/a&lt;br /&gt;
|topic= Sanctification &amp;amp; Growth&lt;br /&gt;
|subtopic= Spiritual Growth&lt;br /&gt;
|month= September &lt;br /&gt;
|day= &lt;br /&gt;
|year= 1998}}No começo da semana eu falei com um amigo chegado que recentemente passou por um período marcado por desapontamentos pessoais, desencorajamentos, tratamentos injustos, e até rumores falsos sobre seu caráter e serviço cristão. Eu fiquei tocado e impressionado com sua resposta. “Minha grande consolação é simplesmente isso,” ele disse, “ ‘Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento.’ ( 1 Tm 6:6 )” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma reação desta à adversidade ( que é o contexto em que o contentamento cristão é testado como também manifestado ) nunca é o resultado de uma decisão momentânea da vontade nem é produzida meramente por ter um plano de administração de tempo e vida bem organizado e bem pensado, calculado para nos guardar das voltas da providência divina. Significa estar contente com a vontade do Senhor em cada aspecto de Sua providência. É, então, uma questão do que ''somos'' no mais íntimo do nosso ser; nãopode ser adquirido meramente por ''fazer ''mais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Fazendo e sendo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento é uma graça subestimada. Como no século XVII quando Jeremiah Burroughs escreveu sua grande obra neste tema,assim continua hoje ”A Jóia Rara”. Se pudesse ser produzida por meios programados ( “Cinco passos para o contentamento em um mês” ), seria trivial. Em vez disto, os cristãos precisam descobrir o contentamento da maneira tradicional: temos que aprendê-lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nós não podemos “fazer” o contentamento. Ele é ensinado por Deus; somos instruídos nele. É parte do processo de sermos transformados pela renovação da nossa mente ( Rm 12:1-2 ). É nos ordenado, mas, paradoxalmente, é feito a nós, e nãopor nós. Não é o produto de uma série de ações, mas de um caráter renovado e transformado. Somente boas árvores produzem bons frutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poucos princípios parecem mais difíceis para cristãos contemporâneos compreenderem. Diretrizes claras para a vida cristã são essenciais para nós. Mas, lamentavelmente, muito do ensino pesadamente programático de hoje em dia no evangelicalismo coloca um prêmio no fazer externamente e alcançar este desenvolvimento de caráter é descartado. Cristãos, particularmente nos Estados Unidos, tem que reconhecer que eles vivem na sociedade mais pragmática do mundo ( se qualquer um pode “fazer”, nós podemos ). É doloroso para o orgulho descobrir que a vida cristã não está enraizada no que podemos fazer, mas em que precisamos que seja feito a nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns anos atrás eu tive um doloroso encontro com a mentalidade do “diga nos e nós faremos”. Passado metade de uma conferência para estudantes cristãos eu fui chamado para me encontrar com uma delegação de membros do corpo docente que achava ser sua obrigação confrontar-me com as inadequências de minhas duas exposições das Escrituras. O tema proposto era ''“Conhecendo a Cristo''”. ‘Você discursou duas horas para nós,’ eles reclamaram, ‘ ''e mesmo assim você não nos falou uma única coisa que podemos fazer''.’ Impaciência para fazer escondeu a impaciência com o princípio apostólico que é somente em conhecendo a Cristo que podemos fazer todas as coisas. ( ver Fp 3:10; 4:13 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como isto se aplica ao contentamento, o tema chave do ''Tabletalk ''desse mês? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão significa que minha satisfação é independente das minhas circunstâncias. Quando Paulo fala de seu próprio contentamento em Filipenses 4:11, ele usa uma expressão comum entre as antigas escolas filosóficas estóica e cínica da Antiga Grécia. No vocabulário deles contentamento significava auto-suficiência no sentido de independência de mudanças de circunstâncias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para Paulo contentamento está enraizado, não em auto-suficiência, mas na suficiência de Cristo ( Fp 4:13 ). Paulo disse que podia fazer todas as coisas – ambos sendo humilhado e abundante – em Cristo. Não pule esta última frase. É precisamente esta união com Cristo e a descoberta de Sua adequação que não nos permite depender da decisão do momento. É o fruto de um relacionamento com Ele que está em andamento, íntimo e profundamente desenvolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para usar as expressões de Paulo, contentamento é algo que temos que aprender. E aqui está o xis da questão: como aprendemos a ser contentes? Temos que nos matricular na escola divina em qual somos instruídos pelo ensino bíblico e experiências providenciais.&amp;lt;br&amp;gt;Um bom exemplo de lições nesta escola encontramos no Salmo 131. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um exemplo bíblico  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Salmo 131 o rei Davi nos dá uma descrição vívida do que significa para ele aprender o contentamento. Ele retrata sua experiência com a ilustração de uma criança sendo desmamada da dieta de leite para a comida sólida: “Fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.” ( Sl 131:2 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine a cena e ouça seus sons. Será até mais vívida se você lembrar que nos tempos do Antigo Testamento a criança só era desmamada quando já tinha de três para quatro anos! É bastante duro para uma mãe enfrentar os choros de uma criança insatisfeita, a recusa de comida sólida e a luta das vontades durante o processo do desmamar. Imagine-se lutando com uma criança de quatro anos! Isto era a proporção da luta que Davi passou antes de aprender o contentamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Duas grandes questões  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o conflito era relativo a que? De novo Davi nos ajuda sugerindo duas grandes questões que precisavam ser decididas em sua vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes” ( Sl 131:1, NVI ). Ele não está dizendo que ambição em si é necessariamente errada. Ele mesmo tinha sido escolhido para o trono, afinal de contas ( 1 Sm 16:12-13 ). Mas ele tinha uma ambição maior: confiar na sábia providência de Deus , e Sua escolha de lugar e tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você lembra das ocasiões nas quais ele poderia ter se apoderado da posição e do poder pelos meios que poderia ter comprometido seu compromisso com o Senhor? Primeiro, Saul veio para dentro da caverna onde Davi e seus homens estavam se escondendo ( 1Sm 24:6 ). Depois, Davi e Abisai se arrastaram para dentro da tenda de Saul e o encontraram dormindo ( 1 Sm 26:9-11). Entretanto ele estava contente em viver pelas diretrizes da Palavra de Deus e a esperar pacientemente pelo tempo de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão, portanto, é um fruto direto de não ter uma ambição mais elevada do que pertencer ao Senhor e estar totalmente ao Seu dispor, no lugar que Ele designar, no tempo que Ele escolher, com a provisão que Lhe agradar fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi com uma sabedoria madura, então, que o jovem Robert Murray M’Cheyne escreveu, “Sempre foi minha ambição não ter nenhum plano a respeito de mim mesmo.” “Que coisa incomum!” nós diríamos. Sim, mas o que as pessoas observavam sobre M’Cheyne não era tanto o que ele fez ou disse que era incomum- era o que ele era e a maneira dele ser. Isto, por sua vez, era o resultado de estar contente com uma ambição impulsionadora: “Eu quero conhecer Cristo” ( Fp 3:10 ). Não é acidentalmente que, quando fazemos Cristo nosso ambição, descobrimos que Ele se torna nossa suficiência e nós aprendemos o contentamento em toda e qualquer situação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim” ( Sl 131:1 NVI ). Contentamento é o fruto de uma mente que conhece suas limitações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Davi não se permitiu ficar preocupado com aquilo que não agradava Deus em dar-lhe, nem permitia sua mente a tornar-se fixa em coisas que Deus não tinha se contentado a explicar-lhe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preocupações como estas sufocam o contentamento. Se eu insisto em saber exatamente o que Deus está fazendo nas minhas circunstâncias e o que Ele planeja para meu futuro, se eu exijo entender Seus caminhos comigo no passado, eu nunca posso ficar contente, ultimamente, até que eu tenha me tornado igual a Deus. Como somos devagar em reconhecer nessas tentações sutis da mente os ecos da serpente do Éden sussurrando, “Expressa seu descontentamento com os caminhos de Deus, com as palavras de Deus, com a provisão de Deus.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na nossa tradição augustiniana muitas vezes tem sido dito que o primeiro pecado foi ''superbia'' , orgulho. Mas foi mais complexo que isto; incluía descontentamento. Quando vemos as coisas nesta luz, reconhecemos como um espírito descontente é algo não espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantenha estes dois princípios em mente e você não será tão fácilmente pego por este redemoinho mundano de descontentamento.&amp;lt;br&amp;gt;Volte à escola na qual você fará um progresso em sendo um cristão. Estude sua lição, solucione a questão da ambição, faça Cristo a sua preocupação, e você aprenderá a desfrutar os privilégios de ser verdadeiramente contente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinclair B. Ferguson&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 12:44:03 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Five_Easy_Steps/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Five Easy Steps/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Five_Easy_Steps/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&amp;amp;nbsp;&amp;lt;br&amp;gt;No começo da semana eu falei com um amigo chegado que recentemente passou por um período marcado por desapontamentos pessoais, desencorajamentos, tratamentos injustos, e até rumores falsos sobre seu caráter e serviço cristão. Eu fiquei tocado e impressionado com sua resposta. “Minha grande consolação é simplesmente isso,” ele disse, “ ‘Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento.’ ( 1 Tm 6:6 )” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma reação desta à adversidade ( que é o contexto em que o contentamento cristão é testado como também manifestado ) nunca é o resultado de uma decisão momentânea da vontade nem é produzida meramente por ter um plano de administração de tempo e vida bem organizado e bem pensado, calculado para nos guardar das voltas da providência divina. Significa estar contente com a vontade do Senhor em cada aspecto de Sua providência. É, então, uma questão do que ''somos'' no mais íntimo do nosso ser; nãopode ser adquirido meramente por ''fazer ''mais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Fazendo e sendo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento é uma graça subestimada. Como no século XVII quando Jeremiah Burroughs escreveu sua grande obra neste tema,assim continua hoje ”A Jóia Rara”. Se pudesse ser produzida por meios programados ( “Cinco passos para o contentamento em um mês” ), seria trivial. Em vez disto, os cristãos precisam descobrir o contentamento da maneira tradicional: temos que aprendê-lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nós não podemos “fazer” o contentamento. Ele é ensinado por Deus; somos instruídos nele. É parte do processo de sermos transformados pela renovação da nossa mente ( Rm 12:1-2 ). É nos ordenado, mas, paradoxalmente, é feito a nós, e nãopor nós. Não é o produto de uma série de ações, mas de um caráter renovado e transformado. Somente boas árvores produzem bons frutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poucos princípios parecem mais difíceis para cristãos contemporâneos compreenderem. Diretrizes claras para a vida cristã são essenciais para nós. Mas, lamentavelmente, muito do ensino pesadamente programático de hoje em dia no evangelicalismo coloca um prêmio no fazer externamente e alcançar este desenvolvimento de caráter é descartado. Cristãos, particularmente nos Estados Unidos, tem que reconhecer que eles vivem na sociedade mais pragmática do mundo ( se qualquer um pode “fazer”, nós podemos ). É doloroso para o orgulho descobrir que a vida cristã não está enraizada no que podemos fazer, mas em que precisamos que seja feito a nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns anos atrás eu tive um doloroso encontro com a mentalidade do “diga nos e nós faremos”. Passado metade de uma conferência para estudantes cristãos eu fui chamado para me encontrar com uma delegação de membros do corpo docente que achava ser sua obrigação confrontar-me com as inadequências de minhas duas exposições das Escrituras. O tema proposto era ''“Conhecendo a Cristo''”. ‘Você discursou duas horas para nós,’ eles reclamaram, ‘ ''e mesmo assim você não nos falou uma única coisa que podemos fazer''.’ Impaciência para fazer escondeu a impaciência com o princípio apostólico que é somente em conhecendo a Cristo que podemos fazer todas as coisas. ( ver Fp 3:10; 4:13 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como isto se aplica ao contentamento, o tema chave do ''Tabletalk ''desse mês? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão significa que minha satisfação é independente das minhas circunstâncias. Quando Paulo fala de seu próprio contentamento em Filipenses 4:11, ele usa uma expressão comum entre as antigas escolas filosóficas estóica e cínica da Antiga Grécia. No vocabulário deles contentamento significava auto-suficiência no sentido de independência de mudanças de circunstâncias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para Paulo contentamento está enraizado, não em auto-suficiência, mas na suficiência de Cristo ( Fp 4:13 ). Paulo disse que podia fazer todas as coisas – ambos sendo humilhado e abundante – em Cristo. Não pule esta última frase. É precisamente esta união com Cristo e a descoberta de Sua adequação que não nos permite depender da decisão do momento. É o fruto de um relacionamento com Ele que está em andamento, íntimo e profundamente desenvolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para usar as expressões de Paulo, contentamento é algo que temos que aprender. E aqui está o xis da questão: como aprendemos a ser contentes? Temos que nos matricular na escola divina em qual somos instruídos pelo ensino bíblico e experiências providenciais.&amp;lt;br&amp;gt;Um bom exemplo de lições nesta escola encontramos no Salmo 131. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um exemplo bíblico  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Salmo 131 o rei Davi nos dá uma descrição vívida do que significa para ele aprender o contentamento. Ele retrata sua experiência com a ilustração de uma criança sendo desmamada da dieta de leite para a comida sólida: “Fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.” ( Sl 131:2 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine a cena e ouça seus sons. Será até mais vívida se você lembrar que nos tempos do Antigo Testamento a criança só era desmamada quando já tinha de três para quatro anos! É bastante duro para uma mãe enfrentar os choros de uma criança insatisfeita, a recusa de comida sólida e a luta das vontades durante o processo do desmamar. Imagine-se lutando com uma criança de quatro anos! Isto era a proporção da luta que Davi passou antes de aprender o contentamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Duas grandes questões  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o conflito era relativo a que? De novo Davi nos ajuda sugerindo duas grandes questões que precisavam ser decididas em sua vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes” ( Sl 131:1, NVI ). Ele não está dizendo que ambição em si é necessariamente errada. Ele mesmo tinha sido escolhido para o trono, afinal de contas ( 1 Sm 16:12-13 ). Mas ele tinha uma ambição maior: confiar na sábia providência de Deus , e Sua escolha de lugar e tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você lembra das ocasiões nas quais ele poderia ter se apoderado da posição e do poder pelos meios que poderia ter comprometido seu compromisso com o Senhor? Primeiro, Saul veio para dentro da caverna onde Davi e seus homens estavam se escondendo ( 1Sm 24:6 ). Depois, Davi e Abisai se arrastaram para dentro da tenda de Saul e o encontraram dormindo ( 1 Sm 26:9-11). Entretanto ele estava contente em viver pelas diretrizes da Palavra de Deus e a esperar pacientemente pelo tempo de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão, portanto, é um fruto direto de não ter uma ambição mais elevada do que pertencer ao Senhor e estar totalmente ao Seu dispor, no lugar que Ele designar, no tempo que Ele escolher, com a provisão que Lhe agradar fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi com uma sabedoria madura, então, que o jovem Robert Murray M’Cheyne escreveu, “Sempre foi minha ambição não ter nenhum plano a respeito de mim mesmo.” “Que coisa incomum!” nós diríamos. Sim, mas o que as pessoas observavam sobre M’Cheyne não era tanto o que ele fez ou disse que era incomum- era o que ele era e a maneira dele ser. Isto, por sua vez, era o resultado de estar contente com uma ambição impulsionadora: “Eu quero conhecer Cristo” ( Fp 3:10 ). Não é acidentalmente que, quando fazemos Cristo nosso ambição, descobrimos que Ele se torna nossa suficiência e nós aprendemos o contentamento em toda e qualquer situação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim” ( Sl 131:1 NVI ). Contentamento é o fruto de uma mente que conhece suas limitações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Davi não se permitiu ficar preocupado com aquilo que não agradava Deus em dar-lhe, nem permitia sua mente a tornar-se fixa em coisas que Deus não tinha se contentado a explicar-lhe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preocupações como estas sufocam o contentamento. Se eu insisto em saber exatamente o que Deus está fazendo nas minhas circunstâncias e o que Ele planeja para meu futuro, se eu exijo entender Seus caminhos comigo no passado, eu nunca posso ficar contente, ultimamente, até que eu tenha me tornado igual a Deus. Como somos devagar em reconhecer nessas tentações sutis da mente os ecos da serpente do Éden sussurrando, “Expressa seu descontentamento com os caminhos de Deus, com as palavras de Deus, com a provisão de Deus.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na nossa tradição augustiniana muitas vezes tem sido dito que o primeiro pecado foi ''superbia'' , orgulho. Mas foi mais complexo que isto; incluía descontentamento. Quando vemos as coisas nesta luz, reconhecemos como um espírito descontente é algo não espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantenha estes dois princípios em mente e você não será tão fácilmente pego por este redemoinho mundano de descontentamento.&amp;lt;br&amp;gt;Volte à escola na qual você fará um progresso em sendo um cristão. Estude sua lição, solucione a questão da ambição, faça Cristo a sua preocupação, e você aprenderá a desfrutar os privilégios de ser verdadeiramente contente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinclair B. Ferguson&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 12:36:04 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Five_Easy_Steps/pt</comments>		</item>
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			<title>Five Easy Steps/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Five_Easy_Steps/pt</link>
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&lt;hr /&gt;
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&amp;lt;p&amp;gt;No começo da semana eu falei com um amigo chegado que recentemente passou por um período marcado por desapontamentos pessoais, desencorajamentos, tratamentos injustos, e até rumores falsos sobre seu caráter e serviço cristão. Eu fiquei tocado e impressionado com sua resposta. “Minha grande consolação é simplesmente isso,” ele disse, “ ‘Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento.’ ( 1 Tm 6:6 )” &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Uma reação desta à adversidade ( que é o contexto em que o contentamento cristão é testado como também manifestado ) nunca é o resultado de uma decisão momentânea da vontade nem é produzida meramente por ter um plano de administração de tempo e vida bem organizado e bem pensado, calculado para nos guardar das voltas da providência divina. Significa estar contente com a vontade do Senhor em cada aspecto de Sua providência. É, então, uma questão do que &amp;lt;i&amp;gt;somos&amp;lt;/i&amp;gt; no mais íntimo do nosso ser; nãopode ser adquirido meramente por &amp;lt;i&amp;gt;fazer &amp;lt;/i&amp;gt;mais. &lt;br /&gt;
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&amp;lt;h4&amp;gt; Fazendo e sendo  &amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Contentamento é uma graça subestimada. Como no século XVII quando Jeremiah Burroughs escreveu sua grande obra neste tema,assim continua hoje ”A Jóia Rara”. Se pudesse ser produzida por meios programados ( “Cinco passos para o contentamento em um mês” ), seria trivial. Em vez disto, os cristãos precisam descobrir o contentamento da maneira tradicional: temos que aprendê-lo. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Portanto, nós não podemos “fazer” o contentamento. Ele é ensinado por Deus; somos instruídos nele. É parte do processo de sermos transformados pela renovação da nossa mente ( Rm 12:1-2 ). É nos ordenado, mas, paradoxalmente, é feito a nós, e nãopor nós. Não é o produto de uma série de ações, mas de um caráter renovado e transformado. Somente boas árvores produzem bons frutos. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Poucos princípios parecem mais difíceis para cristãos contemporâneos compreenderem. Diretrizes claras para a vida cristã são essenciais para nós. Mas, lamentavelmente, muito do ensino pesadamente programático de hoje em dia no evangelicalismo coloca um prêmio no fazer externamente e alcançar este desenvolvimento de caráter é descartado. Cristãos, particularmente nos Estados Unidos, tem que reconhecer que eles vivem na sociedade mais pragmática do mundo ( se qualquer um pode “fazer”, nós podemos ). É doloroso para o orgulho descobrir que a vida cristã não está enraizada no que podemos fazer, mas em que precisamos que seja feito a nós. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Alguns anos atrás eu tive um doloroso encontro com a mentalidade do “diga nos e nós faremos”. Passado metade de uma conferência para estudantes cristãos eu fui chamado para me encontrar com uma delegação de membros do corpo docente que achava ser sua obrigação confrontar-me com as inadequências de minhas duas exposições das Escrituras. O tema proposto era &amp;lt;i&amp;gt;“Conhecendo a Cristo&amp;lt;/i&amp;gt;”. ‘Você discursou duas horas para nós,’ eles reclamaram, ‘ &amp;lt;i&amp;gt;e mesmo assim você não nos falou uma única coisa que podemos fazer&amp;lt;/i&amp;gt;.’ Impaciência para fazer escondeu a impaciência com o princípio apostólico que é somente em conhecendo a Cristo que podemos fazer todas as coisas. ( ver Fp 3:10; 4:13 ). &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Como isto se aplica ao contentamento, o tema chave do &amp;lt;i&amp;gt;Tabletalk &amp;lt;/i&amp;gt;desse mês? &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Contentamento cristão significa que minha satisfação é independente das minhas circunstâncias. Quando Paulo fala de seu próprio contentamento em Filipenses 4:11, ele usa uma expressão comum entre as antigas escolas filosóficas estóica e cínica da Antiga Grécia. No vocabulário deles contentamento significava auto-suficiência no sentido de independência de mudanças de circunstâncias. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Mas para Paulo contentamento está enraizado, não em auto-suficiência, mas na suficiência de Cristo ( Fp 4:13 ). Paulo disse que podia fazer todas as coisas – ambos sendo humilhado e abundante – em Cristo. Não pule esta última frase. É precisamente esta união com Cristo e a descoberta de Sua adequação que não nos permite depender da decisão do momento. É o fruto de um relacionamento com Ele que está em andamento, íntimo e profundamente desenvolvido. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Para usar as expressões de Paulo, contentamento é algo que temos que aprender. E aqui está o xis da questão: como aprendemos a ser contentes? Temos que nos matricular na escola divina em qual somos instruídos pelo ensino bíblico e experiências providenciais.&amp;lt;br /&amp;gt;Um bom exemplo de lições nesta escola encontramos no Salmo 131. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt; Um exemplo bíblico  &amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;No Salmo 131 o rei Davi nos dá uma descrição vívida do que significa para ele aprender o contentamento. Ele retrata sua experiência com a ilustração de uma criança sendo desmamada da dieta de leite para a comida sólida: “Fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.” ( Sl 131:2 ) &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Imagine a cena e ouça seus sons. Será até mais vívida se você lembrar que nos tempos do Antigo Testamento a criança só era desmamada quando já tinha de três para quatro anos! É bastante duro para uma mãe enfrentar os choros de uma criança insatisfeita, a recusa de comida sólida e a luta das vontades durante o processo do desmamar. Imagine-se lutando com uma criança de quatro anos! Isto era a proporção da luta que Davi passou antes de aprender o contentamento. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;h4&amp;gt; Duas grandes questões  &amp;lt;/h4&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;p&amp;gt;Mas o conflito era relativo a que? De novo Davi nos ajuda sugerindo duas grandes questões que precisavam ser decididas em sua vida. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;“Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes” ( Sl 131:1, NVI ). Ele não está dizendo que ambição em si é necessariamente errada. Ele mesmo tinha sido escolhido para o trono, afinal de contas ( 1 Sm 16:12-13 ). Mas ele tinha uma ambição maior: confiar na sábia providência de Deus , e Sua escolha de lugar e tempo. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Você lembra das ocasiões nas quais ele poderia ter se apoderado da posição e do poder pelos meios que poderia ter comprometido seu compromisso com o Senhor? Primeiro, Saul veio para dentro da caverna onde Davi e seus homens estavam se escondendo ( 1Sm 24:6 ). Depois, Davi e Abisai se arrastaram para dentro da tenda de Saul e o encontraram dormindo ( 1 Sm 26:9-11). Entretanto ele estava contente em viver pelas diretrizes da Palavra de Deus e a esperar pacientemente pelo tempo de Deus. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Contentamento cristão, portanto, é um fruto direto de não ter uma ambição mais elevada do que pertencer ao Senhor e estar totalmente ao Seu dispor, no lugar que Ele designar, no tempo que Ele escolher, com a provisão que Lhe agradar fazer. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Foi com uma sabedoria madura, então, que o jovem Robert Murray M’Cheyne escreveu, “Sempre foi minha ambição não ter nenhum plano a respeito de mim mesmo.” “Que coisa incomum!” nós diríamos. Sim, mas o que as pessoas observavam sobre M’Cheyne não era tanto o que ele fez ou disse que era incomum- era o que ele era e a maneira dele ser. Isto, por sua vez, era o resultado de estar contente com uma ambição impulsionadora: “Eu quero conhecer Cristo” ( Fp 3:10 ). Não é acidentalmente que, quando fazemos Cristo nosso ambição, descobrimos que Ele se torna nossa suficiência e nós aprendemos o contentamento em toda e qualquer situação. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;“Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim” ( Sl 131:1 NVI ). Contentamento é o fruto de uma mente que conhece suas limitações. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Davi não se permitiu ficar preocupado com aquilo que não agradava Deus em dar-lhe, nem permitia sua mente a tornar-se fixa em coisas que Deus não tinha se contentado a explicar-lhe. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Preocupações como estas sufocam o contentamento. Se eu insisto em saber exatamente o que Deus está fazendo nas minhas circunstâncias e o que Ele planeja para meu futuro, se eu exijo entender Seus caminhos comigo no passado, eu nunca posso ficar contente, ultimamente, até que eu tenha me tornado igual a Deus. Como somos devagar em reconhecer nessas tentações sutis da mente os ecos da serpente do Éden sussurrando, “Expressa seu descontentamento com os caminhos de Deus, com as palavras de Deus, com a provisão de Deus.” &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Na nossa tradição augustiniana muitas vezes tem sido dito que o primeiro pecado foi &amp;lt;i&amp;gt;superbia&amp;lt;/i&amp;gt; , orgulho. Mas foi mais complexo que isto; incluía descontentamento. Quando vemos as coisas nesta luz, reconhecemos como um espírito descontente é algo não espiritual. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Mantenha estes dois princípios em mente e você não será tão fácilmente pego por este redemoinho mundano de descontentamento.&amp;lt;br /&amp;gt;Volte à escola na qual você fará um progresso em sendo um cristão. Estude sua lição, solucione a questão da ambição, faça Cristo a sua preocupação, e você aprenderá a desfrutar os privilégios de ser verdadeiramente contente. &lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&amp;lt;p&amp;gt;Sinclair B. Ferguson&amp;lt;br /&amp;gt;&lt;br /&gt;
&amp;lt;/p&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 12:35:19 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Five_Easy_Steps/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Five Easy Steps/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Five_Easy_Steps/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;{{MasterHeader&lt;br /&gt;
|author= Sinclair B. Fergus&lt;br /&gt;
|partnerurl= http://www.ligonier.org&lt;br /&gt;
|partner= Ligonier Ministries&lt;br /&gt;
|other= &lt;br /&gt;
|mediatype= Article&lt;br /&gt;
|lang= Portuguese&lt;br /&gt;
|editor= (n/a)&lt;br /&gt;
|translator= Priscilla Borges&lt;br /&gt;
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|reviewed= Not Reviewed&lt;br /&gt;
|newtitle= Cinco passos fáceis&lt;br /&gt;
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|topic= Sanctification &amp;amp; Growth&lt;br /&gt;
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|year= 1998&lt;br /&gt;
}}&lt;br /&gt;
= {{MasterHeader&amp;lt;br&amp;gt;|author= Sinclair.B.Ferguson&amp;lt;br&amp;gt;|partnerurl= [http://www.ligonier.org/ http://www.ligonier.org]&amp;lt;br&amp;gt;|partner=Ligonier Ministries&amp;lt;br&amp;gt;|other= &amp;lt;br&amp;gt;|mediatype= Article&amp;lt;br&amp;gt;|lang=Portuguese&amp;lt;br&amp;gt;|editor= (n/a)&amp;lt;br&amp;gt;|translator= Priscilla Borges&amp;lt;br&amp;gt;|levels= 1&amp;lt;br&amp;gt;|reviewed= Not Reviewed&amp;lt;br&amp;gt;|newtitle= Cinco passos fáceis&amp;lt;br&amp;gt;|series= &amp;lt;br&amp;gt;|topic= Sanctification &amp;amp;amp; Growth&amp;lt;br&amp;gt;|subtopic=&amp;lt;br&amp;gt;|month= September&amp;lt;br&amp;gt;|day= &amp;lt;br&amp;gt;|year= 1998&amp;lt;br&amp;gt;}}&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No começo da semana eu falei com um amigo chegado que recentemente passou por um período marcado por desapontamentos pessoais, desencorajamentos, tratamentos injustos, e até rumores falsos sobre seu caráter e serviço cristão. Eu fiquei tocado e impressionado com sua resposta. “Minha grande consolação é simplesmente isso,” ele disse, “ ‘Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento.’ ( 1 Tm 6:6 )” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma reação desta à adversidade ( que é o contexto em que o contentamento cristão é testado como também manifestado ) nunca é o resultado de uma decisão momentânea da vontade nem é produzida meramente por ter um plano de administração de tempo e vida bem organizado e bem pensado, calculado para nos guardar das voltas da providência divina. Significa estar contente com a vontade do Senhor em cada aspecto de Sua providência. É, então, uma questão do que ''somos'' no mais íntimo do nosso ser; nãopode ser adquirido meramente por ''fazer ''mais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Fazendo e sendo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento é uma graça subestimada. Como no século XVII quando Jeremiah Burroughs escreveu sua grande obra neste tema,assim continua hoje ”A Jóia Rara”. Se pudesse ser produzida por meios programados ( “Cinco passos para o contentamento em um mês” ), seria trivial. Em vez disto, os cristãos precisam descobrir o contentamento da maneira tradicional: temos que aprendê-lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nós não podemos “fazer” o contentamento. Ele é ensinado por Deus; somos instruídos nele. É parte do processo de sermos transformados pela renovação da nossa mente ( Rm 12:1-2 ). É nos ordenado, mas, paradoxalmente, é feito a nós, e nãopor nós. Não é o produto de uma série de ações, mas de um caráter renovado e transformado. Somente boas árvores produzem bons frutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poucos princípios parecem mais difíceis para cristãos contemporâneos compreenderem. Diretrizes claras para a vida cristã são essenciais para nós. Mas, lamentavelmente, muito do ensino pesadamente programático de hoje em dia no evangelicalismo coloca um prêmio no fazer externamente e alcançar este desenvolvimento de caráter é descartado. Cristãos, particularmente nos Estados Unidos, tem que reconhecer que eles vivem na sociedade mais pragmática do mundo ( se qualquer um pode “fazer”, nós podemos ). É doloroso para o orgulho descobrir que a vida cristã não está enraizada no que podemos fazer, mas em que precisamos que seja feito a nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns anos atrás eu tive um doloroso encontro com a mentalidade do “diga nos e nós faremos”. Passado metade de uma conferência para estudantes cristãos eu fui chamado para me encontrar com uma delegação de membros do corpo docente que achava ser sua obrigação confrontar-me com as inadequências de minhas duas exposições das Escrituras. O tema proposto era ''“Conhecendo a Cristo''”. ‘Você discursou duas horas para nós,’ eles reclamaram, ‘ ''e mesmo assim você não nos falou uma única coisa que podemos fazer''.’ Impaciência para fazer escondeu a impaciência com o princípio apostólico que é somente em conhecendo a Cristo que podemos fazer todas as coisas. ( ver Fp 3:10; 4:13 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como isto se aplica ao contentamento, o tema chave do ''Tabletalk ''desse mês? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão significa que minha satisfação é independente das minhas circunstâncias. Quando Paulo fala de seu próprio contentamento em Filipenses 4:11, ele usa uma expressão comum entre as antigas escolas filosóficas estóica e cínica da Antiga Grécia. No vocabulário deles contentamento significava auto-suficiência no sentido de independência de mudanças de circunstâncias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para Paulo contentamento está enraizado, não em auto-suficiência, mas na suficiência de Cristo ( Fp 4:13 ). Paulo disse que podia fazer todas as coisas – ambos sendo humilhado e abundante – em Cristo. Não pule esta última frase. É precisamente esta união com Cristo e a descoberta de Sua adequação que não nos permite depender da decisão do momento. É o fruto de um relacionamento com Ele que está em andamento, íntimo e profundamente desenvolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para usar as expressões de Paulo, contentamento é algo que temos que aprender. E aqui está o xis da questão: como aprendemos a ser contentes? Temos que nos matricular na escola divina em qual somos instruídos pelo ensino bíblico e experiências providenciais.&amp;lt;br&amp;gt;Um bom exemplo de lições nesta escola encontramos no Salmo 131. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um exemplo bíblico  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Salmo 131 o rei Davi nos dá uma descrição vívida do que significa para ele aprender o contentamento. Ele retrata sua experiência com a ilustração de uma criança sendo desmamada da dieta de leite para a comida sólida: “Fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.” ( Sl 131:2 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine a cena e ouça seus sons. Será até mais vívida se você lembrar que nos tempos do Antigo Testamento a criança só era desmamada quando já tinha de três para quatro anos! É bastante duro para uma mãe enfrentar os choros de uma criança insatisfeita, a recusa de comida sólida e a luta das vontades durante o processo do desmamar. Imagine-se lutando com uma criança de quatro anos! Isto era a proporção da luta que Davi passou antes de aprender o contentamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Duas grandes questões  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o conflito era relativo a que? De novo Davi nos ajuda sugerindo duas grandes questões que precisavam ser decididas em sua vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes” ( Sl 131:1, NVI ). Ele não está dizendo que ambição em si é necessariamente errada. Ele mesmo tinha sido escolhido para o trono, afinal de contas ( 1 Sm 16:12-13 ). Mas ele tinha uma ambição maior: confiar na sábia providência de Deus , e Sua escolha de lugar e tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você lembra das ocasiões nas quais ele poderia ter se apoderado da posição e do poder pelos meios que poderia ter comprometido seu compromisso com o Senhor? Primeiro, Saul veio para dentro da caverna onde Davi e seus homens estavam se escondendo ( 1Sm 24:6 ). Depois, Davi e Abisai se arrastaram para dentro da tenda de Saul e o encontraram dormindo ( 1 Sm 26:9-11). Entretanto ele estava contente em viver pelas diretrizes da Palavra de Deus e a esperar pacientemente pelo tempo de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão, portanto, é um fruto direto de não ter uma ambição mais elevada do que pertencer ao Senhor e estar totalmente ao Seu dispor, no lugar que Ele designar, no tempo que Ele escolher, com a provisão que Lhe agradar fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi com uma sabedoria madura, então, que o jovem Robert Murray M’Cheyne escreveu, “Sempre foi minha ambição não ter nenhum plano a respeito de mim mesmo.” “Que coisa incomum!” nós diríamos. Sim, mas o que as pessoas observavam sobre M’Cheyne não era tanto o que ele fez ou disse que era incomum- era o que ele era e a maneira dele ser. Isto, por sua vez, era o resultado de estar contente com uma ambição impulsionadora: “Eu quero conhecer Cristo” ( Fp 3:10 ). Não é acidentalmente que, quando fazemos Cristo nosso ambição, descobrimos que Ele se torna nossa suficiência e nós aprendemos o contentamento em toda e qualquer situação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim” ( Sl 131:1 NVI ). Contentamento é o fruto de uma mente que conhece suas limitações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Davi não se permitiu ficar preocupado com aquilo que não agradava Deus em dar-lhe, nem permitia sua mente a tornar-se fixa em coisas que Deus não tinha se contentado a explicar-lhe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preocupações como estas sufocam o contentamento. Se eu insisto em saber exatamente o que Deus está fazendo nas minhas circunstâncias e o que Ele planeja para meu futuro, se eu exijo entender Seus caminhos comigo no passado, eu nunca posso ficar contente, ultimamente, até que eu tenha me tornado igual a Deus. Como somos devagar em reconhecer nessas tentações sutis da mente os ecos da serpente do Éden sussurrando, “Expressa seu descontentamento com os caminhos de Deus, com as palavras de Deus, com a provisão de Deus.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na nossa tradição augustiniana muitas vezes tem sido dito que o primeiro pecado foi ''superbia'' , orgulho. Mas foi mais complexo que isto; incluía descontentamento. Quando vemos as coisas nesta luz, reconhecemos como um espírito descontente é algo não espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantenha estes dois princípios em mente e você não será tão fácilmente pego por este redemoinho mundano de descontentamento.&amp;lt;br&amp;gt;Volte à escola na qual você fará um progresso em sendo um cristão. Estude sua lição, solucione a questão da ambição, faça Cristo a sua preocupação, e você aprenderá a desfrutar os privilégios de ser verdadeiramente contente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinclair B. Ferguson&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 12:31:01 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Five_Easy_Steps/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Five Easy Steps/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Five_Easy_Steps/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= {{MasterHeader&amp;lt;br&amp;gt;|author= Sinclair.B.Ferguson&amp;lt;br&amp;gt;|partnerurl= [http://www.ligonier.org/ http://www.ligonier.org]&amp;lt;br&amp;gt;|partner=Ligonier Ministries&amp;lt;br&amp;gt;|other= &amp;lt;br&amp;gt;|mediatype= Article&amp;lt;br&amp;gt;|lang=Portuguese&amp;lt;br&amp;gt;|editor= (n/a)&amp;lt;br&amp;gt;|translator= Priscilla Borges&amp;lt;br&amp;gt;|levels= 1&amp;lt;br&amp;gt;|reviewed= Not Reviewed&amp;lt;br&amp;gt;|newtitle= Cinco passos fáceis&amp;lt;br&amp;gt;|series= &amp;lt;br&amp;gt;|topic= Sanctification &amp;amp;amp; Growth&amp;lt;br&amp;gt;|subtopic=&amp;lt;br&amp;gt;|month= September&amp;lt;br&amp;gt;|day= &amp;lt;br&amp;gt;|year= 1998&amp;lt;br&amp;gt;}}&amp;lt;br&amp;gt;&amp;lt;br&amp;gt; =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No começo da semana eu falei com um amigo chegado que recentemente passou por um período marcado por desapontamentos pessoais, desencorajamentos, tratamentos injustos, e até rumores falsos sobre seu caráter e serviço cristão. Eu fiquei tocado e impressionado com sua resposta. “Minha grande consolação é simplesmente isso,” ele disse, “ ‘Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento.’ ( 1 Tm 6:6 )” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma reação desta à adversidade ( que é o contexto em que o contentamento cristão é testado como também manifestado ) nunca é o resultado de uma decisão momentânea da vontade nem é produzida meramente por ter um plano de administração de tempo e vida bem organizado e bem pensado, calculado para nos guardar das voltas da providência divina. Significa estar contente com a vontade do Senhor em cada aspecto de Sua providência. É, então, uma questão do que ''somos'' no mais íntimo do nosso ser; nãopode ser adquirido meramente por ''fazer ''mais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Fazendo e sendo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento é uma graça subestimada. Como no século XVII quando Jeremiah Burroughs escreveu sua grande obra neste tema,assim continua hoje ”A Jóia Rara”. Se pudesse ser produzida por meios programados ( “Cinco passos para o contentamento em um mês” ), seria trivial. Em vez disto, os cristãos precisam descobrir o contentamento da maneira tradicional: temos que aprendê-lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nós não podemos “fazer” o contentamento. Ele é ensinado por Deus; somos instruídos nele. É parte do processo de sermos transformados pela renovação da nossa mente ( Rm 12:1-2 ). É nos ordenado, mas, paradoxalmente, é feito a nós, e nãopor nós. Não é o produto de uma série de ações, mas de um caráter renovado e transformado. Somente boas árvores produzem bons frutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poucos princípios parecem mais difíceis para cristãos contemporâneos compreenderem. Diretrizes claras para a vida cristã são essenciais para nós. Mas, lamentavelmente, muito do ensino pesadamente programático de hoje em dia no evangelicalismo coloca um prêmio no fazer externamente e alcançar este desenvolvimento de caráter é descartado. Cristãos, particularmente nos Estados Unidos, tem que reconhecer que eles vivem na sociedade mais pragmática do mundo ( se qualquer um pode “fazer”, nós podemos ). É doloroso para o orgulho descobrir que a vida cristã não está enraizada no que podemos fazer, mas em que precisamos que seja feito a nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns anos atrás eu tive um doloroso encontro com a mentalidade do “diga nos e nós faremos”. Passado metade de uma conferência para estudantes cristãos eu fui chamado para me encontrar com uma delegação de membros do corpo docente que achava ser sua obrigação confrontar-me com as inadequências de minhas duas exposições das Escrituras. O tema proposto era ''“Conhecendo a Cristo''”. ‘Você discursou duas horas para nós,’ eles reclamaram, ‘ ''e mesmo assim você não nos falou uma única coisa que podemos fazer''.’ Impaciência para fazer escondeu a impaciência com o princípio apostólico que é somente em conhecendo a Cristo que podemos fazer todas as coisas. ( ver Fp 3:10; 4:13 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como isto se aplica ao contentamento, o tema chave do ''Tabletalk ''desse mês? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão significa que minha satisfação é independente das minhas circunstâncias. Quando Paulo fala de seu próprio contentamento em Filipenses 4:11, ele usa uma expressão comum entre as antigas escolas filosóficas estóica e cínica da Antiga Grécia. No vocabulário deles contentamento significava auto-suficiência no sentido de independência de mudanças de circunstâncias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para Paulo contentamento está enraizado, não em auto-suficiência, mas na suficiência de Cristo ( Fp 4:13 ). Paulo disse que podia fazer todas as coisas – ambos sendo humilhado e abundante – em Cristo. Não pule esta última frase. É precisamente esta união com Cristo e a descoberta de Sua adequação que não nos permite depender da decisão do momento. É o fruto de um relacionamento com Ele que está em andamento, íntimo e profundamente desenvolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para usar as expressões de Paulo, contentamento é algo que temos que aprender. E aqui está o xis da questão: como aprendemos a ser contentes? Temos que nos matricular na escola divina em qual somos instruídos pelo ensino bíblico e experiências providenciais.&amp;lt;br&amp;gt;Um bom exemplo de lições nesta escola encontramos no Salmo 131. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um exemplo bíblico  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Salmo 131 o rei Davi nos dá uma descrição vívida do que significa para ele aprender o contentamento. Ele retrata sua experiência com a ilustração de uma criança sendo desmamada da dieta de leite para a comida sólida: “Fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.” ( Sl 131:2 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine a cena e ouça seus sons. Será até mais vívida se você lembrar que nos tempos do Antigo Testamento a criança só era desmamada quando já tinha de três para quatro anos! É bastante duro para uma mãe enfrentar os choros de uma criança insatisfeita, a recusa de comida sólida e a luta das vontades durante o processo do desmamar. Imagine-se lutando com uma criança de quatro anos! Isto era a proporção da luta que Davi passou antes de aprender o contentamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Duas grandes questões  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o conflito era relativo a que? De novo Davi nos ajuda sugerindo duas grandes questões que precisavam ser decididas em sua vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes” ( Sl 131:1, NVI ). Ele não está dizendo que ambição em si é necessariamente errada. Ele mesmo tinha sido escolhido para o trono, afinal de contas ( 1 Sm 16:12-13 ). Mas ele tinha uma ambição maior: confiar na sábia providência de Deus , e Sua escolha de lugar e tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você lembra das ocasiões nas quais ele poderia ter se apoderado da posição e do poder pelos meios que poderia ter comprometido seu compromisso com o Senhor? Primeiro, Saul veio para dentro da caverna onde Davi e seus homens estavam se escondendo ( 1Sm 24:6 ). Depois, Davi e Abisai se arrastaram para dentro da tenda de Saul e o encontraram dormindo ( 1 Sm 26:9-11). Entretanto ele estava contente em viver pelas diretrizes da Palavra de Deus e a esperar pacientemente pelo tempo de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão, portanto, é um fruto direto de não ter uma ambição mais elevada do que pertencer ao Senhor e estar totalmente ao Seu dispor, no lugar que Ele designar, no tempo que Ele escolher, com a provisão que Lhe agradar fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi com uma sabedoria madura, então, que o jovem Robert Murray M’Cheyne escreveu, “Sempre foi minha ambição não ter nenhum plano a respeito de mim mesmo.” “Que coisa incomum!” nós diríamos. Sim, mas o que as pessoas observavam sobre M’Cheyne não era tanto o que ele fez ou disse que era incomum- era o que ele era e a maneira dele ser. Isto, por sua vez, era o resultado de estar contente com uma ambição impulsionadora: “Eu quero conhecer Cristo” ( Fp 3:10 ). Não é acidentalmente que, quando fazemos Cristo nosso ambição, descobrimos que Ele se torna nossa suficiência e nós aprendemos o contentamento em toda e qualquer situação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim” ( Sl 131:1 NVI ). Contentamento é o fruto de uma mente que conhece suas limitações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Davi não se permitiu ficar preocupado com aquilo que não agradava Deus em dar-lhe, nem permitia sua mente a tornar-se fixa em coisas que Deus não tinha se contentado a explicar-lhe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preocupações como estas sufocam o contentamento. Se eu insisto em saber exatamente o que Deus está fazendo nas minhas circunstâncias e o que Ele planeja para meu futuro, se eu exijo entender Seus caminhos comigo no passado, eu nunca posso ficar contente, ultimamente, até que eu tenha me tornado igual a Deus. Como somos devagar em reconhecer nessas tentações sutis da mente os ecos da serpente do Éden sussurrando, “Expressa seu descontentamento com os caminhos de Deus, com as palavras de Deus, com a provisão de Deus.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na nossa tradição augustiniana muitas vezes tem sido dito que o primeiro pecado foi ''superbia'' , orgulho. Mas foi mais complexo que isto; incluía descontentamento. Quando vemos as coisas nesta luz, reconhecemos como um espírito descontente é algo não espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantenha estes dois princípios em mente e você não será tão fácilmente pego por este redemoinho mundano de descontentamento.&amp;lt;br&amp;gt;Volte à escola na qual você fará um progresso em sendo um cristão. Estude sua lição, solucione a questão da ambição, faça Cristo a sua preocupação, e você aprenderá a desfrutar os privilégios de ser verdadeiramente contente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinclair B. Ferguson&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 12:19:38 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Five_Easy_Steps/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Five Easy Steps/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Five_Easy_Steps/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= CINCO PASSOS FÁCEIS =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No começo da semana eu falei com um amigo chegado que recentemente passou por um período marcado por desapontamentos pessoais, desencorajamentos, tratamentos injustos, e até rumores falsos sobre seu caráter e serviço cristão. Eu fiquei tocado e impressionado com sua resposta. “Minha grande consolação é simplesmente isso,” ele disse, “ ‘Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento.’ ( 1 Tm 6:6 )” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma reação desta à adversidade ( que é o contexto em que o contentamento cristão é testado como também manifestado ) nunca é o resultado de uma decisão momentânea da vontade nem é produzida meramente por ter um plano de administração de tempo e vida bem organizado e bem pensado, calculado para nos guardar das voltas da providência divina. Significa estar contente com a vontade do Senhor em cada aspecto de Sua providência. É, então, uma questão do que ''somos'' no mais íntimo do nosso ser; nãopode ser adquirido meramente por ''fazer ''mais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Fazendo e sendo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento é uma graça subestimada. Como no século XVII quando Jeremiah Burroughs escreveu sua grande obra neste tema,assim continua hoje ”A Jóia Rara”. Se pudesse ser produzida por meios programados ( “Cinco passos para o contentamento em um mês” ), seria trivial. Em vez disto, os cristãos precisam descobrir o contentamento da maneira tradicional: temos que aprendê-lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nós não podemos “fazer” o contentamento. Ele é ensinado por Deus; somos instruídos nele. É parte do processo de sermos transformados pela renovação da nossa mente ( Rm 12:1-2 ). É nos ordenado, mas, paradoxalmente, é feito a nós, e nãopor nós. Não é o produto de uma série de ações, mas de um caráter renovado e transformado. Somente boas árvores produzem bons frutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poucos princípios parecem mais difíceis para cristãos contemporâneos compreenderem. Diretrizes claras para a vida cristã são essenciais para nós. Mas, lamentavelmente, muito do ensino pesadamente programático de hoje em dia no evangelicalismo coloca um prêmio no fazer externamente e alcançar este desenvolvimento de caráter é descartado. Cristãos, particularmente nos Estados Unidos, tem que reconhecer que eles vivem na sociedade mais pragmática do mundo ( se qualquer um pode “fazer”, nós podemos ). É doloroso para o orgulho descobrir que a vida cristã não está enraizada no que podemos fazer, mas em que precisamos que seja feito a nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns anos atrás eu tive um doloroso encontro com a mentalidade do “diga nos e nós faremos”. Passado metade de uma conferência para estudantes cristãos eu fui chamado para me encontrar com uma delegação de membros do corpo docente que achava ser sua obrigação confrontar-me com as inadequências de minhas duas exposições das Escrituras. O tema proposto era ''“Conhecendo a Cristo''”. ‘Você discursou duas horas para nós,’ eles reclamaram, ‘ ''e mesmo assim você não nos falou uma única coisa que podemos fazer''.’ Impaciência para fazer escondeu a impaciência com o princípio apostólico que é somente em conhecendo a Cristo que podemos fazer todas as coisas. ( ver Fp 3:10; 4:13 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como isto se aplica ao contentamento, o tema chave do ''Tabletalk ''desse mês? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão significa que minha satisfação é independente das minhas circunstâncias. Quando Paulo fala de seu próprio contentamento em Filipenses 4:11, ele usa uma expressão comum entre as antigas escolas filosóficas estóica e cínica da Antiga Grécia. No vocabulário deles contentamento significava auto-suficiência no sentido de independência de mudanças de circunstâncias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para Paulo contentamento está enraizado, não em auto-suficiência, mas na suficiência de Cristo ( Fp 4:13 ). Paulo disse que podia fazer todas as coisas – ambos sendo humilhado e abundante – em Cristo. Não pule esta última frase. É precisamente esta união com Cristo e a descoberta de Sua adequação que não nos permite depender da decisão do momento. É o fruto de um relacionamento com Ele que está em andamento, íntimo e profundamente desenvolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para usar as expressões de Paulo, contentamento é algo que temos que aprender. E aqui está o xis da questão: como aprendemos a ser contentes? Temos que nos matricular na escola divina em qual somos instruídos pelo ensino bíblico e experiências providenciais.&amp;lt;br&amp;gt;Um bom exemplo de lições nesta escola encontramos no Salmo 131. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um exemplo bíblico  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Salmo 131 o rei Davi nos dá uma descrição vívida do que significa para ele aprender o contentamento. Ele retrata sua experiência com a ilustração de uma criança sendo desmamada da dieta de leite para a comida sólida: “Fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.” ( Sl 131:2 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine a cena e ouça seus sons. Será até mais vívida se você lembrar que nos tempos do Antigo Testamento a criança só era desmamada quando já tinha de três para quatro anos! É bastante duro para uma mãe enfrentar os choros de uma criança insatisfeita, a recusa de comida sólida e a luta das vontades durante o processo do desmamar. Imagine-se lutando com uma criança de quatro anos! Isto era a proporção da luta que Davi passou antes de aprender o contentamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Duas grandes questões  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o conflito era relativo a que? De novo Davi nos ajuda sugerindo duas grandes questões que precisavam ser decididas em sua vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes” ( Sl 131:1, NVI ). Ele não está dizendo que ambição em si é necessariamente errada. Ele mesmo tinha sido escolhido para o trono, afinal de contas ( 1 Sm 16:12-13 ). Mas ele tinha uma ambição maior: confiar na sábia providência de Deus , e Sua escolha de lugar e tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você lembra das ocasiões nas quais ele poderia ter se apoderado da posição e do poder pelos meios que poderia ter comprometido seu compromisso com o Senhor? Primeiro, Saul veio para dentro da caverna onde Davi e seus homens estavam se escondendo ( 1Sm 24:6 ). Depois, Davi e Abisai se arrastaram para dentro da tenda de Saul e o encontraram dormindo ( 1 Sm 26:9-11). Entretanto ele estava contente em viver pelas diretrizes da Palavra de Deus e a esperar pacientemente pelo tempo de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão, portanto, é um fruto direto de não ter uma ambição mais elevada do que pertencer ao Senhor e estar totalmente ao Seu dispor, no lugar que Ele designar, no tempo que Ele escolher, com a provisão que Lhe agradar fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi com uma sabedoria madura, então, que o jovem Robert Murray M’Cheyne escreveu, “Sempre foi minha ambição não ter nenhum plano a respeito de mim mesmo.” “Que coisa incomum!” nós diríamos. Sim, mas o que as pessoas observavam sobre M’Cheyne não era tanto o que ele fez ou disse que era incomum- era o que ele era e a maneira dele ser. Isto, por sua vez, era o resultado de estar contente com uma ambição impulsionadora: “Eu quero conhecer Cristo” ( Fp 3:10 ). Não é acidentalmente que, quando fazemos Cristo nosso ambição, descobrimos que Ele se torna nossa suficiência e nós aprendemos o contentamento em toda e qualquer situação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim” ( Sl 131:1 NVI ). Contentamento é o fruto de uma mente que conhece suas limitações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Davi não se permitiu ficar preocupado com aquilo que não agradava Deus em dar-lhe, nem permitia sua mente a tornar-se fixa em coisas que Deus não tinha se contentado a explicar-lhe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preocupações como estas sufocam o contentamento. Se eu insisto em saber exatamente o que Deus está fazendo nas minhas circunstâncias e o que Ele planeja para meu futuro, se eu exijo entender Seus caminhos comigo no passado, eu nunca posso ficar contente, ultimamente, até que eu tenha me tornado igual a Deus. Como somos devagar em reconhecer nessas tentações sutis da mente os ecos da serpente do Éden sussurrando, “Expressa seu descontentamento com os caminhos de Deus, com as palavras de Deus, com a provisão de Deus.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na nossa tradição augustiniana muitas vezes tem sido dito que o primeiro pecado foi ''superbia'' , orgulho. Mas foi mais complexo que isto; incluía descontentamento. Quando vemos as coisas nesta luz, reconhecemos como um espírito descontente é algo não espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantenha estes dois princípios em mente e você não será tão fácilmente pego por este redemoinho mundano de descontentamento.&amp;lt;br&amp;gt;Volte à escola na qual você fará um progresso em sendo um cristão. Estude sua lição, solucione a questão da ambição, faça Cristo a sua preocupação, e você aprenderá a desfrutar os privilégios de ser verdadeiramente contente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinclair B. Ferguson&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 12:11:34 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Five_Easy_Steps/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Five Easy Steps/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Five_Easy_Steps/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;=  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= CINCO PASSOS FÁCEIS =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No começo da semana eu falei com um amigo chegado que recentemente passou por um período marcado por desapontamentos pessoais, desencorajamentos, tratamentos injustos, e até rumores falsos sobre seu caráter e serviço cristão. Eu fiquei tocado e impressionado com sua resposta. “Minha grande consolação é simplesmente isso,” ele disse, “ ‘Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento.’ ( 1 Tm 6:6 )” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma reação desta à adversidade ( que é o contexto em que o contentamento cristão é testado como também manifestado ) nunca é o resultado de uma decisão momentânea da vontade nem é produzida meramente por ter um plano de administração de tempo e vida bem organizado e bem pensado, calculado para nos guardar das voltas da providência divina. Significa estar contente com a vontade do Senhor em cada aspecto de Sua providência. É, então, uma questão do que ''somos'' no mais íntimo do nosso ser; nãopode ser adquirido meramente por ''fazer ''mais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Fazendo e sendo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento é uma graça subestimada. Como no século XVII quando Jeremiah Burroughs escreveu sua grande obra neste tema,assim continua hoje ”A Jóia Rara”. Se pudesse ser produzida por meios programados ( “Cinco passos para o contentamento em um mês” ), seria trivial. Em vez disto, os cristãos precisam descobrir o contentamento da maneira tradicional: temos que aprendê-lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nós não podemos “fazer” o contentamento. Ele é ensinado por Deus; somos instruídos nele. É parte do processo de sermos transformados pela renovação da nossa mente ( Rm 12:1-2 ). É nos ordenado, mas, paradoxalmente, é feito a nós, e nãopor nós. Não é o produto de uma série de ações, mas de um caráter renovado e transformado. Somente boas árvores produzem bons frutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poucos princípios parecem mais difíceis para cristãos contemporâneos compreenderem. Diretrizes claras para a vida cristã são essenciais para nós. Mas, lamentavelmente, muito do ensino pesadamente programático de hoje em dia no evangelicalismo coloca um prêmio no fazer externamente e alcançar este desenvolvimento de caráter é descartado. Cristãos, particularmente nos Estados Unidos, tem que reconhecer que eles vivem na sociedade mais pragmática do mundo ( se qualquer um pode “fazer”, nós podemos ). É doloroso para o orgulho descobrir que a vida cristã não está enraizada no que podemos fazer, mas em que precisamos que seja feito a nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns anos atrás eu tive um doloroso encontro com a mentalidade do “diga nos e nós faremos”. Passado metade de uma conferência para estudantes cristãos eu fui chamado para me encontrar com uma delegação de membros do corpo docente que achava ser sua obrigação confrontar-me com as inadequências de minhas duas exposições das Escrituras. O tema proposto era ''“Conhecendo a Cristo''”. ‘Você discursou duas horas para nós,’ eles reclamaram, ‘ ''e mesmo assim você não nos falou uma única coisa que podemos fazer''.’ Impaciência para fazer escondeu a impaciência com o princípio apostólico que é somente em conhecendo a Cristo que podemos fazer todas as coisas. ( ver Fp 3:10; 4:13 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como isto se aplica ao contentamento, o tema chave do ''Tabletalk ''desse mês? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão significa que minha satisfação é independente das minhas circunstâncias. Quando Paulo fala de seu próprio contentamento em Filipenses 4:11, ele usa uma expressão comum entre as antigas escolas filosóficas estóica e cínica da Antiga Grécia. No vocabulário deles contentamento significava auto-suficiência no sentido de independência de mudanças de circunstâncias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para Paulo contentamento está enraizado, não em auto-suficiência, mas na suficiência de Cristo ( Fp 4:13 ). Paulo disse que podia fazer todas as coisas – ambos sendo humilhado e abundante – em Cristo. Não pule esta última frase. É precisamente esta união com Cristo e a descoberta de Sua adequação que não nos permite depender da decisão do momento. É o fruto de um relacionamento com Ele que está em andamento, íntimo e profundamente desenvolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para usar as expressões de Paulo, contentamento é algo que temos que aprender. E aqui está o xis da questão: como aprendemos a ser contentes? Temos que nos matricular na escola divina em qual somos instruídos pelo ensino bíblico e experiências providenciais.&amp;lt;br&amp;gt;Um bom exemplo de lições nesta escola encontramos no Salmo 131. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um exemplo bíblico  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Salmo 131 o rei Davi nos dá uma descrição vívida do que significa para ele aprender o contentamento. Ele retrata sua experiência com a ilustração de uma criança sendo desmamada da dieta de leite para a comida sólida: “Fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.” ( Sl 131:2 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine a cena e ouça seus sons. Será até mais vívida se você lembrar que nos tempos do Antigo Testamento a criança só era desmamada quando já tinha de três para quatro anos! É bastante duro para uma mãe enfrentar os choros de uma criança insatisfeita, a recusa de comida sólida e a luta das vontades durante o processo do desmamar. Imagine-se lutando com uma criança de quatro anos! Isto era a proporção da luta que Davi passou antes de aprender o contentamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Duas grandes questões  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o conflito era relativo a que? De novo Davi nos ajuda sugerindo duas grandes questões que precisavam ser decididas em sua vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes” ( Sl 131:1, NVI ). Ele não está dizendo que ambição em si é necessariamente errada. Ele mesmo tinha sido escolhido para o trono, afinal de contas ( 1 Sm 16:12-13 ). Mas ele tinha uma ambição maior: confiar na sábia providência de Deus , e Sua escolha de lugar e tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você lembra das ocasiões nas quais ele poderia ter se apoderado da posição e do poder pelos meios que poderia ter comprometido seu compromisso com o Senhor? Primeiro, Saul veio para dentro da caverna onde Davi e seus homens estavam se escondendo ( 1Sm 24:6 ). Depois, Davi e Abisai se arrastaram para dentro da tenda de Saul e o encontraram dormindo ( 1 Sm 26:9-11). Entretanto ele estava contente em viver pelas diretrizes da Palavra de Deus e a esperar pacientemente pelo tempo de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão, portanto, é um fruto direto de não ter uma ambição mais elevada do que pertencer ao Senhor e estar totalmente ao Seu dispor, no lugar que Ele designar, no tempo que Ele escolher, com a provisão que Lhe agradar fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi com uma sabedoria madura, então, que o jovem Robert Murray M’Cheyne escreveu, “Sempre foi minha ambição não ter nenhum plano a respeito de mim mesmo.” “Que coisa incomum!” nós diríamos. Sim, mas o que as pessoas observavam sobre M’Cheyne não era tanto o que ele fez ou disse que era incomum- era o que ele era e a maneira dele ser. Isto, por sua vez, era o resultado de estar contente com uma ambição impulsionadora: “Eu quero conhecer Cristo” ( Fp 3:10 ). Não é acidentalmente que, quando fazemos Cristo nosso ambição, descobrimos que Ele se torna nossa suficiência e nós aprendemos o contentamento em toda e qualquer situação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim” ( Sl 131:1 NVI ). Contentamento é o fruto de uma mente que conhece suas limitações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Davi não se permitiu ficar preocupado com aquilo que não agradava Deus em dar-lhe, nem permitia sua mente a tornar-se fixa em coisas que Deus não tinha se contentado a explicar-lhe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preocupações como estas sufocam o contentamento. Se eu insisto em saber exatamente o que Deus está fazendo nas minhas circunstâncias e o que Ele planeja para meu futuro, se eu exijo entender Seus caminhos comigo no passado, eu nunca posso ficar contente, ultimamente, até que eu tenha me tornado igual a Deus. Como somos devagar em reconhecer nessas tentações sutis da mente os ecos da serpente do Éden sussurrando, “Expressa seu descontentamento com os caminhos de Deus, com as palavras de Deus, com a provisão de Deus.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na nossa tradição augustiniana muitas vezes tem sido dito que o primeiro pecado foi ''superbia'' , orgulho. Mas foi mais complexo que isto; incluía descontentamento. Quando vemos as coisas nesta luz, reconhecemos como um espírito descontente é algo não espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantenha estes dois princípios em mente e você não será tão fácilmente pego por este redemoinho mundano de descontentamento.&amp;lt;br&amp;gt;Volte à escola na qual você fará um progresso em sendo um cristão. Estude sua lição, solucione a questão da ambição, faça Cristo a sua preocupação, e você aprenderá a desfrutar os privilégios de ser verdadeiramente contente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinclair B. Ferguson&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 12:10:41 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Five_Easy_Steps/pt</comments>		</item>
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			<title>Five Easy Steps/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Five_Easy_Steps/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= {{MasterHeader&amp;lt;br&amp;gt;|author= Sinclair B. Ferguson&amp;lt;br&amp;gt;|partnerurl= http://www.ligonier.org&amp;lt;br&amp;gt;|partner= Ligonier Ministries &amp;lt;br&amp;gt;|other= &amp;lt;br&amp;gt;|mediatype= Article &amp;lt;br&amp;gt;|lang= Portuguese&amp;lt;br&amp;gt;|editor= n/a &amp;lt;br&amp;gt;|translator= Priscilla Borges&amp;lt;br&amp;gt;|levels= 1 &amp;lt;br&amp;gt;|reviewed= Not Reviewed&amp;lt;br&amp;gt;|newtitle= Cinco passos fáceis&amp;lt;br&amp;gt;|series= n/a&amp;lt;br&amp;gt;|topic= Sanctification &amp;amp;amp; Growth&amp;lt;br&amp;gt;|subtopic= Spiritual Growth&amp;lt;br&amp;gt;|month= September &amp;lt;br&amp;gt;|day= &amp;lt;br&amp;gt;|year= 1998}}&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No começo da semana eu falei com um amigo chegado que recentemente passou por um período marcado por desapontamentos pessoais, desencorajamentos, tratamentos injustos, e até rumores falsos sobre seu caráter e serviço cristão. Eu fiquei tocado e impressionado com sua resposta. “Minha grande consolação é simplesmente isso,” ele disse, “ ‘Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento.’ ( 1 Tm 6:6 )” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma reação desta à adversidade ( que é o contexto em que o contentamento cristão é testado como também manifestado ) nunca é o resultado de uma decisão momentânea da vontade nem é produzida meramente por ter um plano de administração de tempo e vida bem organizado e bem pensado, calculado para nos guardar das voltas da providência divina. Significa estar contente com a vontade do Senhor em cada aspecto de Sua providência. É, então, uma questão do que ''somos'' no mais íntimo do nosso ser; não pode ser adquirido meramente por ''fazer ''mais. &lt;br /&gt;
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==== Fazendo e sendo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento é uma graça subestimada. Como no século XVII quando Jeremiah Burroughs escreveu sua grande obra neste tema, assim continua hoje ”A Jóia Rara”. Se pudesse ser produzida por meios programados ( “Cinco passos para o contentamento em um mês” ), seria trivial. Em vez disto, os cristãos precisam descobrir o contentamento da maneira tradicional: temos que aprendê-lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nós não podemos “fazer” o contentamento. Ele é ensinado por Deus; somos instruídos nele. É parte do processo de sermos transformados pela renovação da nossa mente ( Rm 12:1-2 ). É nos ordenado, mas, paradoxalmente, é feito a nós, e não por nós. Não é o produto de uma série de ações, mas de um caráter renovado e transformado. Somente boas árvores produzem bons frutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poucos princípios parecem mais difíceis para cristãos contemporâneos compreenderem. Diretrizes claras para a vida cristã são essenciais para nós. Mas, lamentavelmente, muito do ensino pesadamente programático de hoje em dia no evangelicalismo coloca um prêmio no fazer externamente e alcançar este desenvolvimento de caráter é descartado. Cristãos, particularmente nos Estados Unidos, tem que reconhecer que eles vivem na sociedade mais pragmática do mundo ( se qualquer um pode “fazer”, nós podemos ). É doloroso para o orgulho descobrir que a vida cristã não está enraizada no que podemos fazer, mas em que precisamos que seja feito a nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns anos atrás eu tive um doloroso encontro com a mentalidade do “diga nos e nós faremos”. Passado metade de uma conferência para estudantes cristãos eu fui chamado para me encontrar com uma delegação de membros do corpo docente que achava ser sua obrigação confrontar-me com as inadequências de minhas duas exposições das Escrituras. O tema proposto era ''“Conhecendo a Cristo''”. ‘Você discursou duas horas para nós,’ eles reclamaram, ‘ ''e mesmo assim você não nos falou uma única coisa que podemos fazer''.’ Impaciência para fazer escondeu a impaciência com o princípio apostólico que é somente em conhecendo a Cristo que podemos fazer todas as coisas. ( ver Fp 3:10; 4:13 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como isto se aplica ao contentamento, o tema chave do ''Tabletalk ''desse mês? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão significa que minha satisfação é independente das minhas circunstâncias. Quando Paulo fala de seu próprio contentamento em Filipenses 4:11, ele usa uma expressão comum entre as antigas escolas filosóficas estóica e cínica da Antiga Grécia. No vocabulário deles contentamento significava auto-suficiência no sentido de independência de mudanças de circunstâncias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para Paulo contentamento está enraizado, não em auto-suficiência, mas na suficiência de Cristo ( Fp 4:13 ). Paulo disse que podia fazer todas as coisas – ambos sendo humilhado e abundante – em Cristo. Não pule esta última frase. É precisamente esta união com Cristo e a descoberta de Sua adequação que não nos permite depender da decisão do momento. É o fruto de um relacionamento com Ele que está em andamento, íntimo e profundamente desenvolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para usar as expressões de Paulo, contentamento é algo que temos que aprender. E aqui está o xis da questão: como aprendemos a ser contentes? Temos que nos matricular na escola divina em qual somos instruídos pelo ensino bíblico e experiências providenciais.&amp;lt;br&amp;gt;Um bom exemplo de lições nesta escola encontramos no Salmo 131. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um exemplo bíblico  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Salmo 131 o rei Davi nos dá uma descrição vívida do que significa para ele aprender o contentamento. Ele retrata sua experiência com a ilustração de uma criança sendo desmamada da dieta de leite para a comida sólida: “Fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.” ( Sl 131:2 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine a cena e ouça seus sons. Será até mais vívida se você lembrar que nos tempos do Antigo Testamento a criança só era desmamada quando já tinha de três para quatro anos! É bastante duro para uma mãe enfrentar os choros de uma criança insatisfeita, a recusa de comida sólida e a luta das vontades durante o processo do desmamar. Imagine-se lutando com uma criança de quatro anos! Isto era a proporção da luta que Davi passou antes de aprender o contentamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Duas grandes questões  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o conflito era relativo a que? De novo Davi nos ajuda sugerindo duas grandes questões que precisavam ser decididas em sua vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes” ( Sl 131:1, NVI ). Ele não está dizendo que ambição em si é necessariamente errada. Ele mesmo tinha sido escolhido para o trono, afinal de contas ( 1 Sm 16:12-13 ). Mas ele tinha uma ambição maior: confiar na sábia providência de Deus , e Sua escolha de lugar e tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você lembra das ocasiões nas quais ele poderia ter se apoderado da posição e do poder pelos meios que poderia ter comprometido seu compromisso com o Senhor? Primeiro, Saul veio para dentro da caverna onde Davi e seus homens estavam se escondendo ( 1Sm 24:6 ). Depois, Davi e Abisai se arrastaram para dentro da tenda de Saul e o encontraram dormindo ( 1 Sm 26:9-11). Entretanto ele estava contente em viver pelas diretrizes da Palavra de Deus e a esperar pacientemente pelo tempo de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão, portanto, é um fruto direto de não ter uma ambição mais elevada do que pertencer ao Senhor e estar totalmente ao Seu dispor, no lugar que Ele designar, no tempo que Ele escolher, com a provisão que Lhe agradar fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi com uma sabedoria madura, então, que o jovem Robert Murray M’Cheyne escreveu, “Sempre foi minha ambição não ter nenhum plano a respeito de mim mesmo.” “Que coisa incomum!” nós diríamos. Sim, mas o que as pessoas observavam sobre M’Cheyne não era tanto o que ele fez ou disse que era incomum- era o que ele era e a maneira dele ser. Isto, por sua vez, era o resultado de estar contente com uma ambição impulsionadora: “Eu quero conhecer Cristo” ( Fp 3:10 ). Não é acidentalmente que, quando fazemos Cristo nosso ambição, descobrimos que Ele se torna nossa suficiência e nós aprendemos o contentamento em toda e qualquer situação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim” ( Sl 131:1 NVI ). Contentamento é o fruto de uma mente que conhece suas limitações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Davi não se permitiu ficar preocupado com aquilo que não agradava Deus em dar-lhe, nem permitia sua mente a tornar-se fixa em coisas que Deus não tinha se contentado a explicar-lhe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preocupações como estas sufocam o contentamento. Se eu insisto em saber exatamente o que Deus está fazendo nas minhas circunstâncias e o que Ele planeja para meu futuro, se eu exijo entender Seus caminhos comigo no passado, eu nunca posso ficar contente, ultimamente, até que eu tenha me tornado igual a Deus. Como somos devagar em reconhecer nessas tentações sutis da mente os ecos da serpente do Éden sussurrando, “Expressa seu descontentamento com os caminhos de Deus, com as palavras de Deus, com a provisão de Deus.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na nossa tradição augustiniana muitas vezes tem sido dito que o primeiro pecado foi ''superbia'' , orgulho. Mas foi mais complexo que isto; incluía descontentamento. Quando vemos as coisas nesta luz, reconhecemos como um espírito descontente é algo não espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantenha estes dois princípios em mente e você não será tão fácilmente pego por este redemoinho mundano de descontentamento.&amp;lt;br&amp;gt;Volte à escola na qual você fará um progresso em sendo um cristão. Estude sua lição, solucione a questão da ambição, faça Cristo a sua preocupação, e você aprenderá a desfrutar os privilégios de ser verdadeiramente contente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinclair B. Ferguson&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 12:06:11 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Five_Easy_Steps/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Five Easy Steps/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Five_Easy_Steps/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;__NOTOC__&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
= Cinco passos fáceis  =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No começo da semana eu falei com um amigo chegado que recentemente passou por um período marcado por desapontamentos pessoais, desencorajamentos, tratamentos injustos, e até rumores falsos sobre seu caráter e serviço cristão. Eu fiquei tocado e impressionado com sua resposta. “Minha grande consolação é simplesmente isso,” ele disse, “ ‘Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento.’ ( 1 Tm 6:6 )” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma reação desta à adversidade ( que é o contexto em que o contentamento cristão é testado como também manifestado ) nunca é o resultado de uma decisão momentânea da vontade nem é produzida meramente por ter um plano de administração de tempo e vida bem organizado e bem pensado, calculado para nos guardar das voltas da providência divina. Significa estar contente com a vontade do Senhor em cada aspecto de Sua providência. É, então, uma questão do que ''somos'' no mais íntimo do nosso ser; não pode ser adquirido meramente por ''fazer ''mais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Fazendo e sendo  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento é uma graça subestimada. Como no século XVII quando Jeremiah Burroughs escreveu sua grande obra neste tema, assim continua hoje ”A Jóia Rara”. Se pudesse ser produzida por meios programados ( “Cinco passos para o contentamento em um mês” ), seria trivial. Em vez disto, os cristãos precisam descobrir o contentamento da maneira tradicional: temos que aprendê-lo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nós não podemos “fazer” o contentamento. Ele é ensinado por Deus; somos instruídos nele. É parte do processo de sermos transformados pela renovação da nossa mente ( Rm 12:1-2 ). É nos ordenado, mas, paradoxalmente, é feito a nós, e não por nós. Não é o produto de uma série de ações, mas de um caráter renovado e transformado. Somente boas árvores produzem bons frutos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poucos princípios parecem mais difíceis para cristãos contemporâneos compreenderem. Diretrizes claras para a vida cristã são essenciais para nós. Mas, lamentavelmente, muito do ensino pesadamente programático de hoje em dia no evangelicalismo coloca um prêmio no fazer externamente e alcançar este desenvolvimento de caráter é descartado. Cristãos, particularmente nos Estados Unidos, tem que reconhecer que eles vivem na sociedade mais pragmática do mundo ( se qualquer um pode “fazer”, nós podemos ). É doloroso para o orgulho descobrir que a vida cristã não está enraizada no que podemos fazer, mas em que precisamos que seja feito a nós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns anos atrás eu tive um doloroso encontro com a mentalidade do “diga nos e nós faremos”. Passado metade de uma conferência para estudantes cristãos eu fui chamado para me encontrar com uma delegação de membros do corpo docente que achava ser sua obrigação confrontar-me com as inadequências de minhas duas exposições das Escrituras. O tema proposto era ''“Conhecendo a Cristo''”. ‘Você discursou duas horas para nós,’ eles reclamaram, ‘ ''e mesmo assim você não nos falou uma única coisa que podemos fazer''.’ Impaciência para fazer escondeu a impaciência com o princípio apostólico que é somente em conhecendo a Cristo que podemos fazer todas as coisas. ( ver Fp 3:10; 4:13 ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como isto se aplica ao contentamento, o tema chave do ''Tabletalk ''desse mês? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão significa que minha satisfação é independente das minhas circunstâncias. Quando Paulo fala de seu próprio contentamento em Filipenses 4:11, ele usa uma expressão comum entre as antigas escolas filosóficas estóica e cínica da Antiga Grécia. No vocabulário deles contentamento significava auto-suficiência no sentido de independência de mudanças de circunstâncias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para Paulo contentamento está enraizado, não em auto-suficiência, mas na suficiência de Cristo ( Fp 4:13 ). Paulo disse que podia fazer todas as coisas – ambos sendo humilhado e abundante – em Cristo. Não pule esta última frase. É precisamente esta união com Cristo e a descoberta de Sua adequação que não nos permite depender da decisão do momento. É o fruto de um relacionamento com Ele que está em andamento, íntimo e profundamente desenvolvido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para usar as expressões de Paulo, contentamento é algo que temos que aprender. E aqui está o xis da questão: como aprendemos a ser contentes? Temos que nos matricular na escola divina em qual somos instruídos pelo ensino bíblico e experiências providenciais.&amp;lt;br&amp;gt;Um bom exemplo de lições nesta escola encontramos no Salmo 131. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um exemplo bíblico  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Salmo 131 o rei Davi nos dá uma descrição vívida do que significa para ele aprender o contentamento. Ele retrata sua experiência com a ilustração de uma criança sendo desmamada da dieta de leite para a comida sólida: “Fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.” ( Sl 131:2 ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine a cena e ouça seus sons. Será até mais vívida se você lembrar que nos tempos do Antigo Testamento a criança só era desmamada quando já tinha de três para quatro anos! É bastante duro para uma mãe enfrentar os choros de uma criança insatisfeita, a recusa de comida sólida e a luta das vontades durante o processo do desmamar. Imagine-se lutando com uma criança de quatro anos! Isto era a proporção da luta que Davi passou antes de aprender o contentamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Duas grandes questões  ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o conflito era relativo a que? De novo Davi nos ajuda sugerindo duas grandes questões que precisavam ser decididas em sua vida. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes” ( Sl 131:1, NVI ). Ele não está dizendo que ambição em si é necessariamente errada. Ele mesmo tinha sido escolhido para o trono, afinal de contas ( 1 Sm 16:12-13 ). Mas ele tinha uma ambição maior: confiar na sábia providência de Deus , e Sua escolha de lugar e tempo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você lembra das ocasiões nas quais ele poderia ter se apoderado da posição e do poder pelos meios que poderia ter comprometido seu compromisso com o Senhor? Primeiro, Saul veio para dentro da caverna onde Davi e seus homens estavam se escondendo ( 1Sm 24:6 ). Depois, Davi e Abisai se arrastaram para dentro da tenda de Saul e o encontraram dormindo ( 1 Sm 26:9-11). Entretanto ele estava contente em viver pelas diretrizes da Palavra de Deus e a esperar pacientemente pelo tempo de Deus. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão, portanto, é um fruto direto de não ter uma ambição mais elevada do que pertencer ao Senhor e estar totalmente ao Seu dispor, no lugar que Ele designar, no tempo que Ele escolher, com a provisão que Lhe agradar fazer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi com uma sabedoria madura, então, que o jovem Robert Murray M’Cheyne escreveu, “Sempre foi minha ambição não ter nenhum plano a respeito de mim mesmo.” “Que coisa incomum!” nós diríamos. Sim, mas o que as pessoas observavam sobre M’Cheyne não era tanto o que ele fez ou disse que era incomum- era o que ele era e a maneira dele ser. Isto, por sua vez, era o resultado de estar contente com uma ambição impulsionadora: “Eu quero conhecer Cristo” ( Fp 3:10 ). Não é acidentalmente que, quando fazemos Cristo nosso ambição, descobrimos que Ele se torna nossa suficiência e nós aprendemos o contentamento em toda e qualquer situação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim” ( Sl 131:1 NVI ). Contentamento é o fruto de uma mente que conhece suas limitações. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Davi não se permitiu ficar preocupado com aquilo que não agradava Deus em dar-lhe, nem permitia sua mente a tornar-se fixa em coisas que Deus não tinha se contentado a explicar-lhe. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preocupações como estas sufocam o contentamento. Se eu insisto em saber exatamente o que Deus está fazendo nas minhas circunstâncias e o que Ele planeja para meu futuro, se eu exijo entender Seus caminhos comigo no passado, eu nunca posso ficar contente, ultimamente, até que eu tenha me tornado igual a Deus. Como somos devagar em reconhecer nessas tentações sutis da mente os ecos da serpente do Éden sussurrando, “Expressa seu descontentamento com os caminhos de Deus, com as palavras de Deus, com a provisão de Deus.” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na nossa tradição augustiniana muitas vezes tem sido dito que o primeiro pecado foi ''superbia'' , orgulho. Mas foi mais complexo que isto; incluía descontentamento. Quando vemos as coisas nesta luz, reconhecemos como um espírito descontente é algo não espiritual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantenha estes dois princípios em mente e você não será tão fácilmente pego por este redemoinho mundano de descontentamento.&amp;lt;br&amp;gt;Volte à escola na qual você fará um progresso em sendo um cristão. Estude sua lição, solucione a questão da ambição, faça Cristo a sua preocupação, e você aprenderá a desfrutar os privilégios de ser verdadeiramente contente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sinclair B. Ferguson&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 12:02:03 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Five_Easy_Steps/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Five Easy Steps/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Five_Easy_Steps/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: &lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;= Cinco passos fáceis =&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No começo da semana eu falei com um amigo chegado que recentemente passou por um período marcado por desapontamentos pessoais, desencorajamentos, tratamentos injustos, e até rumores falsos sobre seu caráter e serviço cristão. Eu fiquei tocado e impressionado com sua resposta. “Minha grande consolação é simplesmente isso,” ele disse, “ ‘Grande fonte de lucro é a piedade com o contentamento.’ ( 1 Tm 6:6 )”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma reação desta à adversidade ( que é o contexto em que o contentamento cristão é testado como também manifestado ) nunca é o resultado de uma decisão momentânea da vontade nem é produzida meramente por ter um plano de administração de tempo e vida bem organizado e bem pensado, calculado para nos guardar das voltas da providência divina. Significa estar contente com a vontade do Senhor em cada aspecto de Sua providência. É, então, uma questão do que somos no mais íntimo do nosso ser; não pode ser adquirido meramente por fazer mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Fazendo e sendo ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento é uma graça subestimada. Como no século XVII quando Jeremiah Burroughs escreveu sua grande obra neste tema, assim continua hoje ”A Jóia Rara”. Se pudesse ser produzida por meios programados ( “Cinco passos para o contentamento em um mês” ), seria trivial. Em vez disto, os cristãos precisam descobrir o contentamento da maneira tradicional: temos que aprendê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, nós não podemos “fazer” o contentamento. Ele é ensinado por Deus; somos instruídos nele. É parte do processo de sermos transformados pela renovação da nossa mente ( Rm 12:1-2 ). É nos ordenado, mas, paradoxalmente, é feito a nós, e não por nós. Não é o produto de uma série de ações, mas de um caráter renovado e transformado. Somente boas árvores produzem bons frutos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Poucos princípios parecem mais difíceis para cristãos contemporâneos compreenderem. Diretrizes claras para a vida cristã são essenciais para nós. Mas, lamentavelmente, muito do ensino pesadamente programático de hoje em dia no evangelicalismo coloca um prêmio no fazer externamente e alcançar este desenvolvimento de caráter é descartado. Cristãos, particularmente nos Estados Unidos, tem que reconhecer que eles vivem na sociedade mais pragmática do mundo ( se qualquer um pode “fazer”, nós podemos ). É doloroso para o orgulho descobrir que a vida cristã não está enraizada no que podemos fazer, mas em que precisamos que seja feito a nós.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns anos atrás eu tive um doloroso encontro com a mentalidade do “diga nos e nós faremos”. Passado metade de uma conferência para estudantes cristãos eu fui chamado para me encontrar com uma delegação de membros do corpo docente que achava ser sua obrigação confrontar-me com as inadequências de minhas duas exposições das Escrituras. O tema proposto era “Conhecendo a Cristo”. ‘Você discursou duas horas para nós,’ eles reclamaram, ‘ e mesmo assim você não nos falou uma única coisa que podemos fazer.’ Impaciência para fazer escondeu a impaciência com o princípio apostólico que é somente em conhecendo a Cristo que podemos fazer todas as coisas. ( ver Fp 3:10; 4:13 ).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como isto se aplica ao contentamento, o tema chave do Tabletalk desse mês?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão significa que minha satisfação é independente das minhas circunstâncias. Quando Paulo fala de seu próprio contentamento em Filipenses 4:11, ele usa uma expressão comum entre as antigas escolas filosóficas estóica e cínica da Antiga Grécia. No vocabulário deles contentamento significava auto-suficiência no sentido de independência de mudanças de circunstâncias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para Paulo contentamento está enraizado, não em auto-suficiência, mas na suficiência de Cristo ( Fp 4:13 ). Paulo disse que podia fazer todas as coisas – ambos sendo humilhado e abundante – em Cristo. Não pule esta última frase. É precisamente esta união com Cristo e a descoberta de Sua adequação que não nos permite depender da decisão do momento. É o fruto de um relacionamento com Ele que está em andamento, íntimo e profundamente desenvolvido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para usar as expressões de Paulo, contentamento é algo que temos que aprender. E aqui está o xis da questão: como aprendemos a ser contentes? Temos que nos matricular na escola divina em qual somos instruídos pelo ensino bíblico e experiências providenciais.&amp;lt;br&amp;gt;Um bom exemplo de lições nesta escola encontramos no Salmo 131.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Um exemplo bíblico ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No Salmo 131 o rei Davi nos dá uma descrição vívida do que significa para ele aprender o contentamento. Ele retrata sua experiência com a ilustração de uma criança sendo desmamada da dieta de leite para a comida sólida: “Fiz calar e sossegar a minha alma; como a criança desmamada se aquieta nos braços de sua mãe, como essa criança é a minha alma para comigo.” ( Sl 131:2 )&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Imagine a cena e ouça seus sons. Será até mais vívida se você lembrar que nos tempos do Antigo Testamento a criança só era desmamada quando já tinha de três para quatro anos! É bastante duro para uma mãe enfrentar os choros de uma criança insatisfeita, a recusa de comida sólida e a luta das vontades durante o processo do desmamar. Imagine-se lutando com uma criança de quatro anos! Isto era a proporção da luta que Davi passou antes de aprender o contentamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
==== Duas grandes questões ====&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas o conflito era relativo a que? De novo Davi nos ajuda sugerindo duas grandes questões que precisavam ser decididas em sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Senhor, o meu coração não é orgulhoso e os meus olhos não são arrogantes” ( Sl 131:1, NVI ). Ele não está dizendo que ambição em si é necessariamente errada. Ele mesmo tinha sido escolhido para o trono, afinal de contas ( 1 Sm 16:12-13 ). Mas ele tinha uma ambição maior: confiar na sábia providência de Deus , e Sua escolha de lugar e tempo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você lembra das ocasiões nas quais ele poderia ter se apoderado da posição e do poder pelos meios que poderia ter comprometido seu compromisso com o Senhor? Primeiro, Saul veio para dentro da caverna onde Davi e seus homens estavam se escondendo ( 1Sm 24:6 ). Depois, Davi e Abisai se arrastaram para dentro da tenda de Saul e o encontraram dormindo ( 1 Sm 26:9-11). Entretanto ele estava contente em viver pelas diretrizes da Palavra de Deus e a esperar pacientemente pelo tempo de Deus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contentamento cristão, portanto, é um fruto direto de não ter uma ambição mais elevada do que pertencer ao Senhor e estar totalmente ao Seu dispor, no lugar que Ele designar, no tempo que Ele escolher, com a provisão que Lhe agradar fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi com uma sabedoria madura, então, que o jovem Robert Murray M’Cheyne escreveu, “Sempre foi minha ambição não ter nenhum plano a respeito de mim mesmo.” “Que coisa incomum!” nós diríamos. Sim, mas o que as pessoas observavam sobre M’Cheyne não era tanto o que ele fez ou disse que era incomum- era o que ele era e a maneira dele ser. Isto, por sua vez, era o resultado de estar contente com uma ambição impulsionadora: “Eu quero conhecer Cristo” ( Fp 3:10 ). Não é acidentalmente que, quando fazemos Cristo nosso ambição, descobrimos que Ele se torna nossa suficiência e nós aprendemos o contentamento em toda e qualquer situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não me envolvo com coisas grandiosas nem maravilhosas demais para mim” ( Sl 131:1 NVI ). Contentamento é o fruto de uma mente que conhece suas limitações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Davi não se permitiu ficar preocupado com aquilo que não agradava Deus em dar-lhe, nem permitia sua mente a tornar-se fixa em coisas que Deus não tinha se contentado a explicar-lhe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Preocupações como estas sufocam o contentamento. Se eu insisto em saber exatamente o que Deus está fazendo nas minhas circunstâncias e o que Ele planeja para meu futuro, se eu exijo entender Seus caminhos comigo no passado, eu nunca posso ficar contente, ultimamente, até que eu tenha me tornado igual a Deus. Como somos devagar em reconhecer nessas tentações sutis da mente os ecos da serpente do Éden sussurrando, “Expressa seu descontentamento com os caminhos de Deus, com as palavras de Deus, com a provisão de Deus.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na nossa tradição augustiniana muitas vezes tem sido dito que o primeiro pecado foi superbia , orgulho. Mas foi mais complexo que isto; incluía descontentamento. Quando vemos as coisas nesta luz, reconhecemos como um espírito descontente é algo não espiritual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mantenha estes dois princípios em mente e você não será tão fácilmente pego por este redemoinho mundano de descontentamento.&amp;lt;br&amp;gt;Volte à escola na qual você fará um progresso em sendo um cristão. Estude sua lição, solucione a questão da ambição, faça Cristo a sua preocupação, e você aprenderá a desfrutar os privilégios de ser verdadeiramente contente.&lt;br /&gt;
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Sinclair B. Ferguson&amp;lt;br&amp;gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Wed, 11 Jun 2008 23:41:58 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Five_Easy_Steps/pt</comments>		</item>
		<item>
			<title>Five Easy Steps/pt</title>
			<link>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Five_Easy_Steps/pt</link>
			<description>&lt;p&gt;Catarina: Removing all content from page&lt;/p&gt;
&lt;hr /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;</description>
			<pubDate>Tue, 10 Jun 2008 12:18:15 GMT</pubDate>			<dc:creator>Catarina</dc:creator>			<comments>http://www.gospeltranslations.org/wiki/Talk:Five_Easy_Steps/pt</comments>		</item>
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